Banco do Brasil amplia o desmonte

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O Banco do Brasil anunciou no último dia 7, a ampliação do desmonte em unidades meio sendo, mais uma vez, o Rio de Janeiro uma das praças mais atingidas, com a extinção de cerca de 26 postos de trabalho. As mudanças estão sendo impostas na VISIN (Vice-Presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações), com a criação de sete novos centros e centralização de serviços. Esta reestruturação envolve as principais localidades onde já existem os grandes centros de serviços e logística e, praticamente, todos os locais com plataformas PSO.

O banco informou que haverá criação de diversos cargos, mas também necessidade de movimentação de pessoal em várias localidades, sendo que as praças mais atingidas, além do Rio de Janeiro, serão as de Recife, Belo Horizonte, Campo Grande,Florianópolis e Ribeirão Preto. “Mais uma vez o BB faz tudo sem negociação, impondo as mudanças e apenas comunicando depois de tudo pronto, com prazo exíguo para que os funcionários possam se realocar. Para piorar, não há garantias de manutenção da remuneração. Mais uma vez repetimos que a eficiência operacional que a empresa almeja não pode ser paga com a redução salarial dos funcionários”, afirmou Rita Mota, representante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Nesta terça-feira, haverá reunião entre representantes do Sindicato e os funcionários no CSL do Andaraí. Para o coordenador da Comissão de Empresa, Wagner Nascimento, é extremamente necessário a dilatação do prazo inicial e que o banco apresente garantias mais concretas de aproveitamento dos funcionários nas localidades onde haverá redução de quadro. “Por isso, solicitamos, na reunião em que o banco comunicou a reestruturação uma nova reunião para avaliação da situação e apresentarmos novos encaminhamentos”, ponderou Wagner.

Além da prorrogação dos prazos, a Comissão e a Contraf-CUT solicitaram ao BB a a apresentação de números mais detalhados de cada praça, a garantia de manutenção de local e remuneração aos funcionários envolvidos, com critério claros nas movimentações e o aproveitamento prioritário nas vagas de ascensão profissional. Foi solicitado que após a rodada de movimentações, caso não haja aproveitamento e realocação total em cada praça, seja implantado VCP de reestruturação com prazo mínimo de 1 ano.

Os representantes dos funcionários também solicitaram uma nova reunião no dia 20 de janeiro para avaliação do processo apresentação da real necessidade de movimentações em cada praça.

(Sindicato dos Bancários do RJ)

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