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Bradesco paga PLR nesta terça 10, Itaú e Santander na quinta 12 e HSBC na sexta 13. BB e Caixa já depositaram

A Caixa Econômica Federal deposita nesta sexta-feira 6 a antecipação da PLR, seguida pelo Bradesco, que paga na terça-feira 10, e pelo Itaú e Santander, que fazem o depósito na quinta-feira 12. O HSBC anunciou o pagamento para a sexta-feira 13. O Banco do Brasil já fez a antecipação da PLR no dia 3 de novembro.

Veja aqui  quais os valores da antecipação da PLR.

A maioria dos bancos também já definiu a data de pagamento das diferenças dos salários e das verbas salarias reajustadas em 10% e dos vales refeição e alimentação (aumento de 14%) retroativas a 1º de setembro, data-base da categoria bancária.

O Banco da Amazônia já efetuou os pagamentos dos atrasados. O Santander pagará as diferenças no dia 19 de novembro, o BB e a Caixa até o dia 20 e o Itaú no dia 27. Bradesco e HSBC ainda não informaram.

Confira aqui qual o montante dessas diferenças.

A Federação Centro Norte (Fetec-CUT/CN) e os 12 sindicatos filiados assinaram na terça-feira 3 em São Paulo, junto com as entidades sindicais de todo o país, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2015/2016 com a Fenaban e os acordos aditivos específicos com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal, além do PCR com o Itaú e a gratificação de R$ 3 mil conquistada pelos bancários no HSBC.

Com o Banco da Amazônia, a Fetec-CUT/CN, o Sindicato do Pará e a Contraf-CUT assinaram na última quinta-feira, 29 de outubro, um Ajuste Preliminar do ACT 2015/ 2016  (veja aqui), que garante as conquistas com a greve. O acordo específico com o Banpará deve ser assinado na próxima semana e o do BRB ainda não tem data definida.

Conquista da mobilização

“Essa campanha nacional dos bancários foi vitoriosa porque demonstrou que os bancários, independente de serem de bancos públicos ou privados, mostraram sua unidade e sua força, fazendo uma grande greve. Particularmente na nossa região, a Centro Norte, onde estão as sedes de dois bancos públicos federais e dois estaduais, estivemos muito unidos, não importando o tamanho do sindicato, grande ou pequeno“, afirmou José Avelino, presidente da Fetec-CUT/CN e integrante do Comando Nacional dos Bancários, logo após assinar os documentos, em cerimônia realizada no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.  “Os bancários entraram unidos na greve e saíram dela mais unificados ainda. E é essa a grande força dos bancários”, acrescentou Avelino.

Banco do Brasil deposita PLR

O BB já efetuou o pagamento da antecipação da PLR nesta terça 3, mesmo dia da assinatura do acordo aditivo específico com a Fetec-CUT/CN e sindicatos. Os valores pagos são: escriturário, R$ 4.952,94; caixa, R$ 5.420,74; 1º gestor, 1,86 salário; comissionado, 1,48 salário; gerência média, 1,56 salário e assessores, 1,59 salário.

As diferenças dos salários e verbas retroativas a 1º de setembro serão pagas até o dia 20 de novembro.

Rafael Zanon, representante da Fetec-CUT/CN na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e diretor do Sindicato de Brasília, disse após a assinatura do acordo aditivo que “a campanha deste ano foi duríssima, principalmente levando em consideração a conjuntura econômica adversa” . Para ele, os bancários de todos os bancos demonstraram grande unidade nacional e, com a força da mobilização, “resistiram e evitaram que as empresas impusessem perdas salariais”.

Mesmo com o êxito da Campanha Nacional 2015, Zanon prenuncia mais mobilizações: “Os funcionários do Banco do Brasil continuam mobilizados na luta em relação à sustentabilidade da Cassi e a outros itens prioritários, como a busca de critérios mais claros e objetivos de ascensão profissional”.

Caixa

Na Caixa, além da aplicação do índice da Fenaban de 10% nos salários, no piso e na PLR e do reajuste de 14% nos vales refeição e alimentação e PLR adicional de 4% do lucro, distribuída de forma linear, os empregados também conquistaram com a greve a assinatura de um termo de entendimento que prevê a suspensão do GDP e dos 15 minutos de pausa para mulheres antes da hora extra, retorno do adiantamento odontológico, devolução dos dias descontados em mobilizações em defesa da “Caixa 100% Pública” e contra a terceirização, e promoção por mérito para 2017, com sistemática a ser realizada em 2016.

“Não foi uma negociação tranquila e não é o acordo ideal, mas tivemos avanços e a nossa resistência nos permitiu chegar até aqui. Agora é seguir na luta em defesa dos empregados e empregadas da Caixa e da própria empresa enquanto patrimônio do povo”, afirmou Wandeir Severo, representante da Fetec-CUT/CN na Comissão Executiva dos Empregados (CEE), após a assinatura do acordo aditivo.

Banco da Amazônia

Os empregados do Banco da Amazônia receberão nesta quinta-feira 5 as diferenças dos salários de setembro e outubro, bem como dos tíquetes e das cestas. E a antecipação da PLR, no valor de R$ 1.500,00, sai em até 40 dias. Essas são algumas das conquistas do funcionalismo do banco em 22 dias em greve, referendadas com a assinatura do Ajuste Preliminar do ACT 2015/ 2016 no dia 29 de outubro entre as entidades sindicais (Sindicato do Pará, Contraf-CUT e Fetec-CUT/CN) e o Banco da Amazônia. A assinatura do acordo propriamente dito não em data definida.

“No Banco da Amazônia, o que marcou nesta Campanha foi a adesão espontânea dos empregados. Uma demonstração que a organização dos trabalhadores é fundamental para propiciar uma dinâmica negocial com avanços, como o debate do PCCS numa comissão permanente com reuniões mensais; reajuste de 20% nas faixas salariais da tabela de reembolso do programa Saúde Amazônia, que reduz o custo para o plano de saúde; e a antecipação da PLR de 1.500,00”, ressalta o vice-presidente da Fetec-CUT/CN, diretor do Sindicato do Pará e empregado do banco, Sérgio Trindade.

“Esta Campanha trouxe pontos importantes que merecem ser evidenciados pela categoria. A primeira delas é a mobilização dos bancários e bancárias frente à tentativa dos bancos de impor uma nova fórmula de reajuste de salário, sem reposição da inflação mais abono. No Banco da Amazônia essa disposição refletiu nas mesas de negociação onde as entidades e o banco negociaram à exaustão culminando com o fechamento do acordo aprovado em assembleia. Nesta Campanha, que mesmo antes de começar sabíamos o quão seria difícil o processo, tivemos conquistas inéditas como a licença paternidade de 6 meses em caso de falecimento da mãe. Agora estamos na expectativa da assinatura do Acordo e esperamos que ocorra ainda esse ano”, destaca a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Rosalina Amorim.

Bancários injetarão R$ 11,2 bi na economia

Somando o reajuste de 10% nos salários, de 14% no vale-refeição e cesta-alimentação e a PLR total, como resultado da grande mobilização da categoria na Campanha Nacional 2015, os bancários injetarão na economia uma soma extra de cerca de R$ 11,2 bilhões nos próximos 12 meses, segundo avaliação do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioecomômicos).

Os valores são assim distribuídos:

• R$ 4,240 bilhões com o reajuste de 10% nos salários.

• R$ 6,045 bilhões com a PLR, dos quais R$ 2,437 bilhões serão pagos de antecipação agora em novembro.

• R$ 894,092 milhões com o reajuste de 14% no auxílio-refeição e na cesta-alimentação.

˃ Veja aqui o que prevê a Convenção Coletiva de 2015/2016 e os acordos adito específico com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal.

˃ Conheça também a proposta aprovada pelos funcionários do Banco da Amazônia. Veja aqui

Fonte: Fetec-CUT/CN

Campanha Nacional dos Bancários: Veja quando vem a PLR e as diferenças

São Paulo – Após a assinatura dos novos acordos com os bancários, os bancos começaram a anunciar as datas de pagamento da antecipação da PLR e também das diferenças salariais, das verbas (relativas ao reajuste de 10%), e dos vales refeição e alimentação (aumento de 14%), retroativas a 1º de setembro, data base da categoria.

> Acordos assinados, todos ganham
> Tire dúvidas sobre a nova CCT
> Veja quanto vêm de diferenças

De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, todos têm de pagar a antecipação da PLR até 13 de novembro. No caso do Itaú, os trabalhadores também devem receber, até essa data, o Programa Complementar de Resultado (PCR).

> Tire suas dúvidas sobre a PCR do Itaú

E no do HSBC, cuja PLR será irrisória, foi conquistada gratificação de R$ 3 mil em negociação pelo Comando Nacional dos Bancários. O valor será pago aos funcionários entre os níveis 13 e 24, excetuados os níveis de gestão que têm direito a PPR. Segundo o HSBC, 71% dos bancários receberão os R$ 3 mil.

Quando vem – Os primeiros a receber a PLR foram os funcionários do Banco do Brasil, na terça-feira 3, pouco depois das assinaturas da Convenção Coletiva de Trabalho e do acordo aditivo específico. O acerto das diferenças ocorre até 20 de novembro.

Na Caixa, a PLR ficou para 6 de novembro e as diferenças vêm até 20 de novembro.

O Bradesco pagará no dia 10 de novembro a antecipação da Participação nos Lucros de Resultados e o valor adicional. Sobre as diferenças, ainda não se pronunciou.

Já no Santander, PLR e adicional serão pagos em 12 de novembro e, no dia 19, creditadas as diferenças.

O Itaú paga a PLR – e o PCR – no mesmo dia 12 de novembro e as diferenças no dia 27 de novembro.

O Safra informou que fará acerto da PLR também no dia 12 de novembro. As diferenças serão creditadas em 25 do mesmo mês.

No Citibank, a PLR virá no dia 13 de novembro e as diferenças, até 30 de novembro.

O HSBC irá pagar PLR e gratificação no dia 13 de novembro. No próximo pagamento, dia 27, pagará as diferenças salariais. As diferenças dos vales serão pagas no último dia útil do mês.

PLR dos privados – Nos bancos privados, o que vem da PLR agora é antecipação da regra básica, ou seja, 54% do salário, mais fixo de R$ 1.213,07, limitado a R$ 6.507,55 e ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco (o que ocorrer primeiro) apurado no primeiro semestre deste ano. Isso somado à regra adicional: 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre, dividido igualmente entre os trabalhadores, com teto de R$ 2.021,79.

Caixa – Na Caixa, a PLR é composta pela regra básica da Fenaban – 90% do salário reajustado em 10% mais R$ 2.021,79, limitado a R$ 10.845,92 – mais adicional de 2,2% do lucro líquido divididos igualmente entre os bancários limitado a R$ 4.043,58, acrescidos da PLR Social (4% do lucro líquido distribuídos de forma linear entre os trabalhadores). O que vem agora equivale a 60% desse total.

Banco do Brasil – O valor no BB a ser pago agora corresponde à distribuição linear de 4% do lucro líquido semestral entre todos os trabalhadores, além dos módulos bônus e Fenaban. Os totais a serem pagos são: escriturário, R$ 4.952,94; caixa, R$ 5.420,74; 1º gestor, 1,86 salário; comissionado, 1,48 salário; gerência média, 1,56 salário e assessores, 1,59 salário.

> Confira quanto vem de antecipação da PLR

Segunda parcela – Os valores da segunda parcela serão pagos em 2016, após a aferição completa do lucro deste ano. A data limite, prevista na CCT, é 1º de março.

PLR sem IR – Os trabalhadores conquistaram isenção ou descontos menores do imposto de renda sobre a PLR, medida que passou a valer em 2013. Assim, com a correção da tabela do IR, os bancários que ganham até R$ 6.677,55 de PLR estão totalmente livres do imposto.

PLR sem IR garante isenção ou descontos menores. Faça simulação

É importante lembrar que a base de cálculo para a cobrança do IR refere-se ao ano em exercício, ou seja, 2015. Sendo assim, para saber se é isento ou o valor de imposto a pagar, o bancário deve somar o que será pago agora com o que foi pago no início do ano, com a segunda parcela da PLR do ano passado.

(Sindicato dos Bancários e Financiários de SP, Osasco e Região)

Contraf-CUT e Fenaban assinam 24ª Convenção Coletiva de Trabalho

Foto: Jailton Garcia/CONTRAF-CUT

A Contraf-CUT, federações e sindicatos assinaram com a Fenaban nesta terça-feira (3), em São Paulo, a 24ª Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), resultado de 21 dias de paralisação que garantiu reposição integral da inflação e aumento real. Ainda nesta tarde, foram assinados os acordos aditivos específicos com o Banco do Brasil, com a Caixa, com o BNB, com HSBC e com o Itaú.

Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários, comemora o fim de um difícil processo de negociação. “Foi uma campanha duríssima, quem sabe a mais dura destes vinte anos. Houve uma mudança de posição da Fenaban com relação ao processo de acordo. Enfrentamos ainda uma conjuntura absolutamente desfavorável, mas, em contrapartida, uma maior unidade, maior determinação dos bancários e das bancárias”, exaltou.

“Hoje todos os sindicatos do Brasil estão assinando um acordo, no qual evitamos que nosso salário fosse reduzido e conseguimos manter um ciclo de ganho real. Claro que o ganho real não era a expectativa dos trabalhadores e das trabalhadoras. A nossa pedida era 5,7% de aumento real, não conquistamos. Mas, pense o que seria para a nossa categoria se o reajuste tivesse sido os 5,5% apresentados inicialmente pelos banqueiros, um desastre. A unidade e a determinação evitaram este desastre. Foi uma luta heroica para manter o acúmulo de conquistas para a campanha do ano que vem. Para isso, nos organizamos e a próxima será melhor, como a última foi mais heroica que a anterior. Com esse espírito de unidade e determinação é que vamos começar a campanha de 2016”, completou.

Juvandia Moreira, vice-presidente da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional, disse que a 24º Convenção Coletiva de Trabalho marcou mais um ano de conquistas para os bancários. “Nossa união foi fundamental para avançarmos na negociação com os bancos. Somos a única categoria que tem uma convenção nacional, referência para a classe trabalhadora. Esperamos que outras categorias mantenham a unidade e conquistem acordos com validade para todo o Brasil.”

As conquistas dos bancários na Campanha 2015

Reajuste: 10%.

Pisos: Reajuste de 10%.

– Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.377,62

– Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.976,10

– Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.669,45 (que inclui R$ 470,75 de gratificação de caixa e R$ 222,60 de outras verbas de caixa).

PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 2.021,79, limitado a R$10.845,92. Se o total apurado ficar abaixo de 5% do lucro líquido, será utilizado multiplicador até atingir esse percentual ou 2,2 salários (o que ocorrer primeiro), limitado a R$ 23.861,00.

PLR parcela adicional: 2,2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 4.043,58.

Antecipação da PLR até 10 dias após assinatura da Convenção Coletiva: na regra básica, 54 % do salário mais fixo de R$ 1.213,07 limitado a R$ 6.507,55. Da parcela adicional, 2,2 % do lucro líquido do primeiro semestre, limitado a R$2.021,79.  O pagamento do restante será feito até 01 de março de 2016.

Auxílio-refeição: de R$ 26 para R$29,64 por dia.

Cesta-alimentação: de R$ 431,16 para R$ 491,52

13ª cesta-alimentação: de R$431,16 para R$491,52

Auxílio-creche/babá: de R$ 358,82 para R$ 394,70 (para filhos até 71 meses). E de R$ 306,96 para R$ 337,66 (para filhos até 83 meses).

Requalificação profissional: de R$ 1.227,00 para R$1.349,70

Saúde – A Fenaban apresentou um termo de entendimento a ser assinado entre os cinco maiores bancos e o movimento sindical para tratar de ajustes na gestão de pessoas das instituições para prevenir os riscos de conflitos no ambiente de trabalho.

Fonte: Contraf-CUT

Conquista salarial dos bancários terá impacto de R$ 11 bilhões na economia

São Paulo – Os reajustes nos salários, vales e participação nos lucros ou resultados (PLR) conquistados pelos bancários na campanha salarial, após 21 dias de greve – encerrada na última segunda-feira (26) –, vão injetar cerca de R$ 11 bilhões na economia, segundo levantamento do Dieese. O diretor técnico do instituto, Clemente Ganz Lúcio, em entrevista à Rádio Brasil Atual hoje (29), diz que essas conquistas contribuem para a dinamização da economia interna do país, pelo aumento do consumo das famílias, decorrente do crescimento de poder de compra dos salários, estimulando outros setores a produzir.

“É um resultado importante, que revela a relevância que o movimento sindical tem para a sociedade, para a economia e para o bem-estar de toda a coletividade”, afirma Clemente, lembrando que nos últimos 12 anos a mobilização dos trabalhadores garantiu ganhos reais (acima da inflação) de 21% e a elevação do piso da categoria em 42%.

Segundo Clemente, os sindicatos cumprem papel fundamental na condução da disputa distributiva, procurando transferir para os trabalhadores parte dos resultados econômicos auferidos pelas empresas.

(Rede Brasil Atual)

Caixa Econômica Federal pode pagar PLR até o dia 6

A primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será paga antecipadamente pela Caixa Econômica Federal (CEF) até o próximo dia 6. O valor corresponde a 60% do total da PLR negociada com a Fenaban (90% da remuneração-base reajustada em setembro de 2015, acrescida do valor fixo de R$ 2.021,79, com teto de R$10. 845,92, mais 2,2% do lucro líquido do 1º semestre, limitado a R$ 2.021,79), além de 60% da PLR Social (4% do lucro líquido projetado em 2015), prevista no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) negociado com a empresa. A segunda parcela será creditada até março.

A manutenção da PLR Social foi uma conquista importante da greve, já que a Caixa ameaçava reduzir e mesmo não pagar a verba. A pressão da paralisação fez com que isto não acontecesse. A alegação da empresa era a perspectiva de redução no lucro e o corte orçamentário em função do ajuste fiscal do governo federal. “A manutenção garantida pela greve mostra o acerto da aprovação do acordo pelas assembleias”, lembrou Ricardo Maggi, da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e diretor da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro RJ e ES (Fetraf-CUT). O dirigente lembrou que a PLR Social foi uma conquista do funcionalismo e vem sendo paga desde 2010.

(Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro)