Quem for a Copa da África precisa se vacinar contra a febre amarela

Os brasileiros que pretendem acompanhar os jogos da Copa do Mundo de Futebol de perto não devem esquecer da vacinação contra febre amarela. A apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é obrigatória para a entrada de viajantes na África do Sul, país sede da competição.

“Segundo informação oficial do governo da África do Sul, quem não possuir esse documento internacional de saúde pública será impedido de entrar no país”, salienta a gerente de orientação ao viajante da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Karla Baeta.  Para emissão do CIVP é necessário estar com a vacina válida (a proteção dura 10 anos) ou vacinar-se pelo menos dez dias antes da data da viagem em um serviço de vacinação. Lembre-se de observar se o cartão nacional de vacinação está completamente preenchido e sem rasuras.

O atendimento para emissão de CIVP nos postos da Anvisa pode ser agilizado se o viajante realizar  o pré-cadastro (www.anvisa.gov.br/viajante) no Sistema de Informações de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegário da Anvisa. O sistema também apresenta uma lista dos Centros de Orientação ao Viajante de todo o país, nos quais o certificado pode ser emitido.

Além de gerenciar a emissão dos certificados de vacinação internacional, o sistema apresenta informações sobre as medidas preventivas de saúde e exigências sanitárias que os viajantes devem estar atentos antes de saírem do Brasil. “Ao acessarem o sistema, em menos de dez minutos, os viajantes podem obter uma orientação adequada e desfrutar de uma viagem mais segura”, explica Karla.


Mais orientações

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os viajantes que vão à África do Sul também devem estar atentos aos riscos de contágio por Influenza A H1N1, cólera, malária, sarampo e febre do Rift Valley. “É fundamental que o viajante esteja com o calendário nacional de vacinação em dia, incluindo todas as vacinas indicadas para a sua faixa etária. Esta é a forma mais eficaz e segura de prevenção contra uma série de doenças e ainda pode impedir que doenças já eliminadas no Brasil voltem a ocorrer, como por exemplo, o sarampo”, diz a gerente de orientação ao viajante da Anvisa.

Para as doenças transmitidas por mosquitos, a dica é utilizar repelentes nas partes mais expostas do corpo. A escolha de hotéis que possuam proteção contra insetos, como ar-condicionado e telas de proteção nas portas e janelas, também é uma forma de evitar essas doenças.

Cuidados básicos de higiene, como lavagem constante das mãos com água e sabão, não podem ser esquecidos. Outra recomendação diz respeito à alimentação: os viajantes devem evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos e a ingestão de água não tratada ou de procedência desconhecida.

Ao retornar para o Brasil, caso apresente febre ou outros sintomas, o viajante deve procurar imediatamente um serviço médico. O profissional de saúde deve ser informado sobre o roteiro de viagem do paciente.

Leia mais orientações sobre os cuidados que os viajantes devem ter ao se deslocarem para África do Sul.

(Portal Anvisa)

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