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A Academia Cearense de Direito conseguiu o traslado dos restos mortais do jurista Clóvis Beviláqua, do Rio de Janeiro para o Ceará. O apoio veio do presidente do Tribunal de Justiça do Ceará, desembargador Gladyson Pontes. As questões burocráticas e legais começaram a ser tratadas com esse objetivo.

Segundo o presidente da Academia, Roberto Victor, que esteve com dona Vitória, única filha viva do jurista, o desejo é que Viçosa do Ceará, terra natal dele, receba os restos mortais. Clóvis deve ser sepultado junto da esposa, dona Amélia Beviláqua.

A Secretaria da Cultura do Estado entrou no circuito para dar o suporte financeiro. Victor faz questão de destacar que esse traslado era desejo de Clóvis que, em vida, sempre dizia que um diria retornaria para casa. Ele diz que a ideia é do historiador e jurista José Luís Araújo Lira, professor da Universidade Vale do Acaraú (UVA), em Sobral.

Há um esforço para que o traslado ocorra no dia 8 de dezembro próximo, que é o Dia da Justiça. Clóvis Beviláqua foi o autor do Código Civil Brasileiro, que perdurou de 1916 a 2003.

(O Povo Online)

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