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Mais de 10 mil pessoas participaram do dia nacional de luta contra a reforma da Previdência, em Fortaleza, nesta terça-feira, dia 5/12. O ato foi promovido pela Frente Brasil Popular, Povo Sem Medo e pelas centrais sindicais mesmo após a votação da reforma na Câmara dos Deputados ter sido suspensa, pois a ameaça permanece e exige mobilização permanente contra mais este ataque do governo golpista de Temer.

Os manifestantes se concentraram no cruzamento das avenidas da Universidade com 13 de Maio, no bairro Benfica, e saíram em caminhada pelas ruas até a sede do INSS, no Centro de Fortaleza. Na boca de todos, as palavras de ordem: “não vamos aceitar mais esse golpe contra o trabalhador”, “se botar para votar, o Brasil vai parar” e “quem vota contra o trabalhador, não volta para o Congresso”.

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Pelo Ceará foram realizadas manifestações ainda em Quixeramobim, Barbalha, Brejo Santo, Caucaia, Crateús, Crato, Ibaretama, Iguatu, Quixadá, Redenção e Russas.

Adiar a votação da reforma foi uma vitória da classe trabalhadora, mas ainda não é definitiva. Por isso, a mobilização deve continuar. “Precisamos manter a mobilização e o estado de vigilância, fazer pressão nos aeroportos, em todos os eventos onde um deputado ou senador estiver presente, além de pressionar nas bases de cada parlamentar. Quem votar contra o povo, não volta em 2018!”, convocou o diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará, José Eduardo Marinho.

(Sindicato dos Bancários do Ceará)

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