RioMar Kennedy impulsiona zona oeste de Fortaleza

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Na contramão do cenário de retração econômica e com o objetivo de trazer nova dinâmica para a zona oeste de Fortaleza, o shopping RioMar Kennedy, abriu ontem as portas com 146 dos 160 espaços previstos na primeira fase já comercializados. Destas, 103 lojas e 22 quiosques já estão funcionando. Quando estiver em plena operação, a estimativa é de que empreendimento – um investimento de R$ 500 milhões entre terreno e construção e mais R$ 100 milhões de investimentos de lojistas – será capaz de gerar R$ 90 milhões entre impostos federais, estaduais e municipais.

“Temos consciência da crise, mas a nossa confiança no País é maior”, afirmou o presidente do grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, reiterando que o nível de ocupação do equipamento é um ponto fora da curva no cenário do varejo brasileiro. “O que está acontecendo aqui é um fenômeno porque o que está acontecendo no Brasil é inaugurar shopping com 13 lojas funcionando porque a crise veio e não foi para brincar. Mas, estamos extremamente felizes pelo nível de ocupação, pela qualidade das lojas que nós temos”.

Ele destacou que embora tenha sido construído de uma única vez, o empreendimento foi preparado para operar em duas fases. Nesta primeira etapa, dentre as lojas que já estão em funcionando estão marcas como Le Biscuit, Renner, Riachuelo, Mercadão São Luiz, Centauro, Arezzo, American News, Camisaria Colombo, Ferrovia, O Boticário, Havaianas, Cacau Show, Parente, Pague Menos, Lacqua de Fiori, Quem disse, Berenice?, IAP Cosméticos e Coisas Di Maria. Além de seis salas de cinema da Rede Cinépolis, uma academia de ginástica – a Smart Fit, serviços e espaços de entretenimento como Planet Park. A segunda fase, ainda sem data prevista para iniciar, terá mais 115 operações.

João Carlos ressalta que um dos grandes diferenciais do empreendimento é trazer um shopping moderno, com arquitetura arrojada, alto padrão de qualidade e eficiência, mas adequado à realidade da região. E que para isso foi feito um estudo no bairro que considerou os produtos e serviços já oferecidos, a quantidade de concorrentes e o perfil de compra dos clientes da região para chegar a uma equação que fosse positiva tanto para consumidores, como para os lojistas. “Não adianta pensar que vai ter Zara, que não vai ter. Não adianta pensar que só vai ter lojas de altíssimo nível porque poucas pessoas aqui têm recursos para comprar produtos de altíssima qualidade e de alto preço principalmente. E isso é normal, a gente tem que ter as lojas que o bairro pode pagar e que o lojista possa pagar”.

Confira lista completa de lojas em

http://bit.ly/2eSUewa

 

(Irna Cavalcante, O Povo Online)

 

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