“Pacote de Maldades” atinge mais de 500 bancários da Caixa

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Arbitrariamente, a presidente da Caixa, Mirian Belchior, anunciou a reestruturação na empresa que, para os empregados, é um verdadeiro “Pacote de Maldades”. Entre as medidas, realocação de 570 pessoas, só em Brasília, incorporação e corte de funções, além do Plano de Apoio à Aposentadoria (PAA) já em curso.

“A Caixa não respeita seus empregados e as entidades que representam os bancários e impõe de cima para baixo, unilateralmente e às escondidas, medidas que afetam todo o corpo funcional”, afirma o diretor do Sindicato dos Bancários e empregado da Caixa Wandeir Severo.

Em reunião com a presidente do banco na manhã desta quarta (10), Wandeir protestou sobre a forma como a empresa está tratando seu corpo funcional, que é formado por pessoas e não por números. “A Caixa só enxerga as matrículas dos empregados e nada mais.”

Em resposta aos questionamentos do Sindicato, a Caixa afirmou que será dado um período estendido para aqueles que perderão a função, Wandeir classificou como ‘esmolão’, expressão emprestada dos funcionários do Banco do Brasil, que viveu situação semelhante. “O Sindicato vai combater esse ‘pacote’ com veemência. Se preciso, iremos para o enfrentamento, inclusive, com a possibilidade de greve.”

Mirian ‘BemPior’, a pior presidenta da história da Caixa

Na opinião do empregado da Caixa e diretor de Formação do Sindicato, Antonio Abdan, a reestruturação e a forma como está se dando o processo são mais uma demonstração de perversidade da direção da Caixa. “A reestruturação, que não melhora a empresa, representa um retrocesso em termos estratégicos e, no corpo funcional, causa incerteza, desmotivação e adoecimento”, afirmou o dirigente sindical. “A Mirian ‘BemPior’ tem se mostrado a pior gestora que a Caixa já teve”.

Diretora do Sindicato e empregada da Caixa, Helenilda Cândido também condenou, com veemência, a reestruturação anunciada pela presidenta Miriam ‘BemPior’. “Somos contrários da forma como foi feita: sem negociação com os representantes dos empregados. O corte de despesas unicamente da folha de pessoal demonstra que a ‘BemPior’ não conhece o grupo de empregados”, destacou Helenilda. “Empresa protagonista no campo social, a Caixa não pode perder força”.

Sem transparência

Na avaliação de Fabiana Uehara, empregada da Caixa e diretora do Sindicato, a empresa deveria ter chamado os representantes do movimento sindical para negociar a reestruturação. “Como se não bastasse o anúncio do ‘Pacote de Maldades’ de forma unilateral, a Caixa, que também descumpre acordos anteriores, não é transparente”, ressaltou Fabiana, ao lembrar que os empregados estão vivendo sob ameaça e extremamente preocupados com as mudanças.

Diante deste ‘presente de grego’, o Sindicato dos Bancários de Brasília convoca todas as empregadas e empregados da Caixa para participarem da campanha #ForaMirian.

Fonte: Seeb Brasília

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