O Banco do Brasil consegue lucrar com mídia espontânea até 18 vezes o valor que investe nos patrocínios culturais. No ano passado, o maior banco do País aportou R$ 49,3 milhões em projetos de cultura. O retorno em reportagens que mostravam a marca do banco atrelada aos eventos chegou a R$ 900 milhões, segundo estimativa de uma consultoria contratada pelo banco.
Quase a totalidade desses investimentos foi feita via Lei Rouanet. Apenas R$ 300 mil não tiveram renúncia fiscal. O valor investido é próximo do que o banco gasta por ano para a manutenção das quatro unidades do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em torno de R$ 50 milhões. O retorno com investimento em cultura é muito superior ao que o banco consegue com patrocínios esportivos. Nos aportes em modalidades esportivas, como o vôlei, o retorno é de duas vezes o investido. Em alguns casos, chega a três e meio, como no handebol.
(Jornal do Comercio)
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