Senadores Fernando Collor (à esq.) e Renan Calheiros

Dos 81 parlamentares do Senado, 31 (40%) respondem a processos ou são alvos de ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF). Os dados são de um levantamento feito pela revista Congresso em Foco.

Os senadores são acusados de crimes como corrupção, de burlar a Lei Eleitoral e a Lei de Licitações e crimes de opinião. Dos 31 apontados no levantamento, 12 estão sendo investigados na Operação Lava Jato, entre eles Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PTB-AL), o único que já foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Além da condenação Cassol responde a mais 10 acusações no STF: duas ações penais por calúnia e crime eleitoral; e oito inquéritos pelos crimes de peculato, improbidade administrativa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, crime eleitoral, corrupção passiva, crime contra o meio ambiente e contra a Lei de Licitações.

A revista também relata o caso do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Desde 2013, há um parecer na Procuradoria-Geral da República sugerindo a denúncia contra Renan por peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos no inquérito 2593, que apura crimes cometidos por ele em 2007, ano em que teve de renunciar à presidência do Senado, em meio a uma série de acusações. Renan também é investigado em outros três inquéritos na Operação Lava Jato, por corrupção e lavagem de dinheiro.

Anúncios