Conhecido pelo modelo de moeda popular , o Banco Palmas investiu no bitcoin (moeda eletrônica) em 2015. De acordo com o coordenador da instituição, Joaquim de Melo, a aplicação reduz custos operacionais e uma alternativa econômica para os moradores do Conjunto Palmeiras, local onde o banco opera e possui convênios com os estabelecimentos comerciais.

“A moeda virou eletrônica. No papel, rasgava e ficava difícil de produzir e muitas pessoas não queriam fazer a conversão do câmbio”, destaca. Por meio de um aplicativo de celular, a operação é realizada. Segundo Joaquim, o celular se transforma em uma conta-corrente. “Você pode transferir para outra pessoa física. Ela funciona em mais de 30 lojas credenciadas, de borracharias a mercadinhos dentro do Bairro”.

A vantagem para os credenciados, adianta, está na cobrança da taxa de manutenção. “As operadoras de cartão de crédito cobram de 3% a 5% do valor comprado. Nós cobramos apenas 2%. O crédito cai de imediato para o comerciante”, salienta. Além da moeda eletrônica, ele projeta expandir a atuação do Banco Palmas em outros bairros de Fortaleza. (AV)

(O Povo)