O vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Corrêa Abreu, está assumindo o comando da maior instituição financeira do país em substituição a Aldemir Bendine – que foi nomeado presidente da Petrobras. A informação foi divulgada pelo Banco do Brasil em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Alexandre Corrêa Abreu, 49 anos, mineiro de Aimorés, entrou no Banco do Brasil há quase 30 anos como escriturário da instituição e atuou, no início da carreira, em Minas Gerais e em Campo Grande. Posteriormente, mudou-se para São Paulo e assumiu cargos como gerente de agência e superintendente regional. Seu pai também trabalhou Banco do Brasil.

O executivo graduou-se em Administração de Empresas pela Faculdade São Luís. Ele possui MBA em marketing na PUC (RJ) e formação geral na USP (SP).

Ele também é presidente do Conselho de Administração da BB Seguridade Participações SA e vice-presidente da Cielo.

Dono de currículo extenso, Abreu atuou, ainda, como membro do Conselho de Administração do Banco Nossa Caixa, de janeiro a novembro de 2009, da Mapfre Nossa Caixa Vida e Previdencia, de março a julho de 2009, da Brasilprev Seguros e Previdência, de setembro de 2008 a março de 2009, da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, de setembro 2008 a março de 2009, e da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Credito e Serviços (Abecs), de dezembro de 2006 a setembro de 2008, entre outros.

Já exerceu as funções de gerente geral, gerente de divisão e gerente regional na Superintendência de São Paulo. Na Direção Geral, foi gerente-executivo na Unidade de Internet e na Diretoria de Varejo. Exerceu os cargos de diretor de Cartões e de diretor de Seguros, Previdência e Capitalização.

Corrêa Abreu também já trabalhou como vice-presidente do Banco da Patagônia, adquirido pelo BB em 2010, como presidente da Câmara Interbancária de Pagamentos, como vice-presidente da BB Seguros e Participações.

O novo presidente do Banco do Brasil é membro do Conselho Consultivo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que busca prestar garantia de créditos contra instituições financeiras associadas, nas situações intervenção e liquidação extrajudicial, por exemplo. Ele também é integrante da diretoria-executiva da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

(G1 Economia)

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