Um grupo de mulheres companheiras de militância de Dilma Rousseff na época da Ditadura no Brasil produziu um abaixo-assinado em prol da reeleição da presidenta(link is external). Intitulada “Porque nós, mulheres, votamos em Dilma!”, a carta de apoio retrata os diversos motivos pelos quais o grupo de mulheres apoia a continuidade do governo Dilma, que mudou profundamente a vida de milhões de cidadãos, garantindo melhor qualidade de vida.

Entre as companheiras de Dilma da época da Ditadura que assinaram a carta, está a médica Helenita Sipahi, a advogada e mestre em Direito Constitucional, Maria Aparecida Costa, a médica Eva Teresa Skazufka, a geógrafa Maria Celeste Martins, a advogada Rita Sipahi, a psicóloga/psicanalista Maria Auxiliadora Arantes, a jornalista Maria Lúcia Alves Ferreira, a historiadora e produtora cultural, Tânia Gerbi Veiga e a cientista social e mestre em economia, Zenaide Machado de Oliveira, anistiada política pelo Estado brasileiro.

A carta lembra que Dilma, como jovem militante política, enfrentou a violência da ditadura militar, a prisão e a tortura. Por conta disso e coerente com seu passado, a presidenta se mantém firme na luta pelasliberdades democráticas e jamais se deixou vergar pela repressão. “Nesse sentido, é que se mantém firme na defesa da democracia, da liberdade de manifestação, do respeito às diferentes opiniões e bandeiras e no combate ao discurso do ódio”, diz o abaixo-assinado.

O documento declara também que, quando Dilma tomou posse, estava representando mais de 100 milhões de mulheres do país, ressalta que as mulheres estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho e têm alcançado os maiores níveis de escolaridade, graças às políticas voltadas para o gênero(link is external), como o Ministério de Políticas para as Mulheres, Casa da Mulher Brasileira, mais cidadania para as trabalhadoras domésticas e o fortalecimento da Lei Maria da Penha com a criação do serviço de denúncia 180.

As companheiras de Dilma também destacaram os diversos programas sociais do governo federal, comoMinha Casa Minha Vida, além da “facilidade de acesso ao crédito que permite às mulheres de baixa renda a possibilidade de gerir seu próprio negócio e maior independência financeira”.

Sobre as políticas econômicas implementadas no governo Dilma, o abaixo-assinado ressalta que o governo da presidenta tem como compromisso a valorização do emprego e das políticas sociais, além de frisar que a autonomia do Banco Central  significa cortes nas políticas sociais. “Com Dilma as políticas sociais têm prioridade e são responsáveis pela redução da desigualdade social no país e no combate à fome – segundo a ONU, o Brasil saiu do Mapa Mundial da Fome –, cujos resultados são visíveis, e repercutirão na vida das novas gerações”, afirma.

Por fim, a carta de apoio das companheiras de Dilma, ressaltou as conquistas dos últimos 12 anos direcionadas aos jovens, com os programas de acesso à educação como Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), Ciência Sem Fronteiras, fortalecimento do Enem, criação do ProUni e do Pronatec, garantindo à juventude brasilera “um melhor futuro, com melhores salários e segurança social”.

Confira a lista de mulheres que organizaram a assinatura da carta:

Clara Politi, produtora cultural, Bachelor em Artes, escultora
Erothildes Medeiros (Tida)
Eva Teresa Skazufka, médica.
Helenita Sipahi , médica.
Herta Vecci Pidner
Lidiane Menezes Santos, psicóloga.
Lizete Teles de Menezes, jornalista.
Maria Aparecida Costa, advogada, mestre em Direito Constitucional.
Maria Auxiliadora Arantes, psicóloga/psicanalista.
Maria Celeste Martins, geógrafa
Maria das Neves Sousa, costureira
Maria Lúcia Alves Ferreira, jornalista
Regina Orsi, historiadora
Rita de Cassia Rabello Mittempergher, psicóloga/psicanalista
Rita Sipahi, advogada.
Táli Pires de Almeida, socióloga
Tânia Gerbi Veiga, historiadora e produtora cultural.
Zenaide Machado de Oliveira, cientista social, mestre em economia, anistiada política pelo Estado brasileiro.

As organizadoras do abaixo-assinado lembram que o documento é aberto e qualquer pessoa pode assinar declarando o apoio à reeleição de Dilma, inclusive homens. Quem quiser declarar o voto à presidenta, basta clicar aqui(link is external).

Via http://mudamais.com/node/3814

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