Foto: Anistia Internacional do Brasil/Divulgação

Jornal GGN – Em plena era da participação social, quando o tema ganhou repercussão nacional, o governo de Pernambuco desfez acordo com um amplo arco da sociedade civil, empenhado na defesa no conjunto histórico do cais de Estelita.

Depois de firmar um acordo com a Secretaria Estadual de Defesa Social, com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência e com o Ministério Público, a Polícia Militar de Pernambuco investiu contra manifestantes que protestam contra a derrubada do conjunto histórico do cais.

Havia um mandado de reintegração de posse do terrenos desde o dia 29 de maio. Mas na segunda-feira houve reunião na Prefeitura que fixou um prazo de 30 dias para serem definidas novas diretrizes urbanísticas para a área.

Segundo o G1 Pernambuco, “participaram da reunião entidades como Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Uma proposta de procedimentos foi assinada e será encaminhada ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Ministério Pública Federal (MPF), Consórcio Novo Recife e movimento Ocupe Estelita, que devem participar do processo de elaboração do novo projeto imobiliário para a área”.

Foi firmado um documento com a assinatura do CAU, IAB, Crea, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), UFPE, Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social (Cendhec), Observatório do Recife e Fórum Estadual de Reforma Urbana (Feru).