O último domingo, 2 de fevereiro, foi um dia triste para o cinema. No Rio de Janeiro, o cineasta brasileiro Eduardo Coutinho foi assassinado em seu próprio apartamento.

Em Nova York, Philip Seymour Hoffman foi encontrado morto com uma agulha espetada em seu braço. Duas perdas brutais e quase simultâneas para a sétima arte.

Coutinho, documentarista polêmico e cultuado, aos 80 anos, mas ainda na ativa. E Seymour Hoffman, um ator que, mesmo em pequenos papéis, sempre roubava a cena, além de se tornar multipremiado ao encarnar o escritor Truman Capote em sua cinebiografia, Capote (2005). Em sua última parceria com o diretor Paul Thomas Anderson, estrelou O Mestre (2012) – um dos melhores de 2013.

(Tribuna do Ceará)