Casada com o presidente da Câmara dos Deputados, Laurita Arruda, que se define como “jornalista, blogueira, ex-advogada e observadora da cena em busca da verdade”, espalha pelo Twitter rumor sobre a saúde da presidente Dilma Rousseff, que, ontem, fez exames de rotina no Hospital Sírio-Libanês, antes de embarcar para o Suriname; “nada de rotina”, disse ela; um seguidor retrucou: “será Deus dando uma forcinha?” 

247 – Se a relação da presidente Dilma Rousseff com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), nunca foi das melhores, a nova esposa do parlamentar, Laurita Vaz, nada faz para aprofundá-la. Na noite de ontem, assim que soube, pela Folha, que a presidente Dilma Rousseff havia passado no Sírio-Libanês para realizar exames de rotina, Laurita, que se define como “jornalista, blogueira, ex-advogada e observadora da cena em busca da verdade”, espalhou, pelo Twitter, boatos sobre a saúde de Dilma. “Cateterismo segundo soube… nada de rotina”, disse ela, sendo retrucada por um seguidor: “será Deus dando uma forcinha?”

Se Dilma tivesse, efetivamente, sido submetida a um cateterismo, ela ainda estaria em recuperação – e não embarcando para o Suriname, onde participará da cúpula da Unasul. Abaixo, notícias da Agência Brasil sobre os exames de rotina e sobre a viagem presidencial ao encontro da Unasul:

Dilma fez exames de rotina no Sírio-Libanês

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff aproveitou a agenda de ontem (29) em Campinas (SP) e, antes de retornar a Brasília, foi ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde fez exames de rotina, informou a Secretaria de Comunicação da Presidência. Foi no Sírio-Libanês que Dilma fez tratamento para combater um câncer no sistema linfático, diagnosticado no início de 2009.

Com a decisão de ir ao hospital, a chegada da presidenta a Brasília, que estava prevista para as 18h, acabou ocorrendo somente às 21h40. Hoje, às 8h45, Dilma embarcou para Paramaribo, capital do Suriname, onde participa da reunião de cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). Ela vai desembarcar às 12h e ir direto para o almoço em homenagem aos chefes de Estado e de Governo oferecido pelo presidente do Suriname, Desiré Bouterse.

Na ocasião, Dilma terá um encontro com o presidente da Bolívia, Evo Morales, para tratar da fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina da embaixada brasileira em La Paz. Nessa quarta-feira (28), Morales disse que o governo brasileiro deveria mandar de volta o senador para que responda às acusações de corrupção que pesam contra ele na Justiça boliviana.

Dilma participa de cúpula da Unasul e se reúne com Morales

Heloisa Cristaldo e Danilo Macedo
Repórteres da Agência Brasil
 
Brasília  – A presidenta Dilma Rousseff embarca hoje (30) para Paramaribo, capital do Suriname, onde participa da reunião de cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). Durante o encontro, ela vai se reunir com o presidente da Bolívia, Evo Morales.
 
Na pauta está a fuga do senador boliviano, Roger Pinto Molina, da embaixada brasileira em La Paz. Nessa quarta-feira (28), Morales disse que o governo brasileiro deveria mandar de volta o senador para que responda às acusações de corrupção que pesam contra ele na Justiça boliviana.
 
O encontro deve marcar a volta do Paraguai à Unasul, após 14 meses de suspensão. O país ficou suspenso por 14 meses do Mercosul e da Unasul porque os líderes dos dois blocos regionais discordaram da forma como o então presidente Fernando Lugo foi destituído do poder, em 2012, por impeachment. Ao reconhecer a vitória de Horacio Cartes, em abril deste ano, a Unasul e o Paraguai começaram a se reaproximar.
 
A Unasul é formada pela Bolívia, Colômbia, o Equador, Peru, a Argentina, o Brasil, Paraguai, Uruguai, a Venezuela, o Chile, a Guiana e o Suriname. São países observadores o Panamá e o México.
(Brasil 247)
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