Do R7, com o Domingo Espetacular

Até quando jovens brasileiras vão continuar morrendo por causa de cirurgias de lipoaspiração? É o que se pergunta o país que é referência em cirurgias plásticas no mundo.

A jovem Luana Balestrero, de 25 anos, pretendia reduzir sua cintura por meio de uma cirurgia marcada para o início dessa semana. A técnica de enfermagem, no entanto, morreu durante a operação, que deveria durar cerca de duas horas e meia.

Tanto o namorado que acompanhou a jovem até o hospital quanto a família ainda não sabem a causa da morte de Luana. A certidão de óbito informa que a causa da morte é indeterminada.

Ainda que o IML (Instituto Médico Legal) tenha retirado os órgãos de Luana para exames, cujo resultado sairá apenas na segunda semana de dezembro, os pais enterraram o corpo da filha sem saber porque ela morreu à mesa de cirurgia.

O caso de Luana vem à tona um mês depois que a modelo e promotora de eventos Pamela Baris Nascimento, 27 anos, morreu durante uma parada cardiorrespiratória quando passava por uma lipoaspiração.

Segundo o Conselho Regional de Medicina de São Paulo, a cada 200 mil cirurgias estéticas, seis acabam em morte todos os anos. No caso de Luana, o hospital não revelou o nome do cirurgião.