FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA

Uma travesti foi presa em flagrante acusada de furtar condomínios de luxo na Avenida Beira-Mar, na noite desta segunda-feira, 21. Segundo a Polícia, a travesti se aproveitava do descuido dos porteiros para entrar nos apartamentos.

De acordo com informações de Oscar D’alva Neto, da Agência de Investigação de Fortaleza (AIF), Raimundo Edilberto Oliveira Gomes, 27, havia sido flagrada pelas câmeras de segurança de vários prédios.

A acusada estava dentro de um apartamento no segundo andar, quando foi surpreendida pela proprietária. De acordo com informações da AIF, ela teria entrado em três apartamentos somente neste mês e teria informações privilegiadas, como o nome dos moradores.

Na última quinta-feira, 17, a acusada teria entrado no segundo condomínio, localizado na Avenida Beira Mar. Ela teria ganho a confiança de uma moça, que é portadora de deficiência mental, e conseguiu entrar no apartamento e furtar objetos.

PRISÃO
Segundo informações de Oscar D’Alva, a travesti foi presa e conduzida ao 2º Distrito Policial (DP), na Aldeota. “O rapaz afirmou à Polícia que era usuário de crack e que teria entregado todo o material roubado em troca da droga. Ele passou o endereço do local onde era fornecida a droga e a Polícia foi até lá”, explicou.

De acordo com informações do 7º Distrito Policial (DP), no Pirambu, foi realizada uma diligência no local onde seria realizado o tráfico das drogas, mas nenhum dos pertences foi localizado. Foram encontradas duas pedras de crack e uma usuária foi presa, pois já havia um mandado de prisão.

AIF

A Agência de Investigações de Fortaleza (AIF) foi solicitada pela segunda vez para atender um caso de violência em condomínios. No dia 10 de abril, um casal entrou em um condomínio no Mucuripe se passando por possíveis locadores de imóveis e baleou uma criança de dez anos, além de roubar vários pertences da família.

Segundo informações da Agência, a vítima que contratou a agência para o caso da invasão dos condomínios é a mesma que sofreu o golpe dos locadores de imóveis.

“Desde o primeiro caso, apresentamos uma série de normas de segurança em relação à abordagem das pessoas que entram nos condomínios, mas nenhuma modificação foi feita”, concluiu Oscar.

(Jéssika Sisnando – O Povo Online)