Bruno Balacó
Portal Esportes O POVO

Mais uma vez o estádio Presidente Vargas virou alvo de atos de vandalismo por parte de torcedores de Ceará e Fortaleza. O saldo final da depredação durante o Clássico-rei é de que pelo menos 35 cadeiras foram quebradas ou arrancadas de seus devidos lugares. A maioria do setor onde ficou a torcida do Fortaleza.

A informação é do secretário de esporte e lazer de Fortaleza, Evaldo Lima. Em entrevista na Rádio O POVO/CBN, o secretário explicou que técnicos da Prefeitura, da Federação Cearense de Futebol, policiais civis e militares fizeram uma ‘varredura’ nos prejuízos causados ao patrimônio do PV. 

Em relação a identificação dos infratores, Evaldo comentou alguns infratores conseguiram ser identificados e presos pela Polícia Militar, com a ajuda de torcedores, que apontaram os responsáveis.

“Não existe anonimato no PV”, declarou o secretário, destacando que o estádio Presidente Vargas possui 105 câmeras que monitoram a parte interna e externa do estádio. 

QUEM PAGA A CONTA?

Como ficou constatado que os atos de depredação do estádio partiram das duas torcidas, Evaldo Lima confirmou que tanto Ceará como Fortaleza é que terão que arcar com o prejuízo aos danos causados pelos torcedores.

O valor já poderá ser descontado em cima da renda obtida por cada clube no Clássico-rei. Como o Portal Esportes O POVO noticiou, o Ceará, faturou R$ 145.941 com a renda do Clássico-rei. Já a cota do Fortaleza foi de R$ 145.941. O borderô da partida deve ser divulgado na tarde desta segunda-feira pela Federação Cearense de Futebol. 

Ouça a entrevista de Evaldo Lima na Rádio O POVO/CBN, em que o secrtário fala, especificamente, sobre a depredação do estádio.

(O POVO ONLINE)

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