O ex-deputado federal Ciro Gomes (PSB) voltou a fazer duras críticas aos policiais militares  envolvidos na greve do início do ano. Durante um encontro partidário ele declarou que os mentores do movimento eram“marginais fardados”.

Ciro disse também que era contra a anistia concedida por seu irmão, o governador Cid Gomes (PSB), mas respeitou a decisão, qualificando como sensata. “Ele fez o que a consciência mandou”, disse.

O político considerou que a posição de Cid no momento da greve evitou que o Ceará enfrentasse uma situação caótica como a enfrentada na Bahia durante a paralisação da PM. Para ele, movimentos desta natureza são ilegais e crimes federais, que deveriam ser investigados pelo Ministério Público.

Polêmico

Não é a primeira vez que Ciro faz críticas aos PMs. Em outra ocasião, o ex-deputado federal também chamou os policiais militares que participaram de movimento grevista no início do ano de “marginais fardados e covardes” e que pressionaram o governo usando“como escudo crianças e mulheres”.

Ao comentar a decisão do irmão e governador, Ciro admitiu que Cid teve que “engolir” o movimento da categoria. Ele ainda criticou a postura dos policiais que participaram do movimento grevista.

“O Cid tinha que decidir se ia reprimir ou se ia engolir esses abusos todos para não correr o risco de carregar na sua consciência a morte de uma criança ou de uma mulher. Porque esses marginais fardados, covardes que são, usaram como escudo crianças e mulheres”, disparou Ciro para em seguida concluir afirmando que:

“O Cid tomou uma decisão que todo mundo pode condenar, mas é uma decisão duríssima de tomar, preferiu ceder do que carregar na consciência o cadáver de uma criança”, concluiu.

CONFIRA O VÍDEO COM AS DECLARAÇÕES DE CIRO

(JANGADEIRO ONLINE)
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