A grande mídia brasileira resistiu por muito tempo, mas, enfim, rendeu-se ao tal do Mixed Martial Arts (MMA).  Um bom termômetro para confirmar essa tendência é o aumento significativo do conteúdo relacionado ao universo da pancadaria em sites, tevês, jornais impressos, rádios, colunas sociais, programas de gastronomia e até canal evangélico. É, muitos lutadores distribuem murros, chutes, quedas e safanões em nome do Senhor Jesus.

O UOL, por exemplo, um dos portais de maior acesso no Brasil, volta meia coloca em destaque o noticiário de MMA, além de entrevistas exclusivas com astros da luta. A própria TV Globo comprou os direitos de transmissão do UFC e também exibirá a edição brasileira do reality show  The Ultimate Fighter (TUF). Isso mesmo: vamos ter a versão Big Brother Brasil (BBB) da Porradaria. Não é para menos. A mídia – e o próprio mercado – descobriram a mina de ouro em cifras envolta na seara das artes  marciais. O MMA pode também significar Muito Mais Acesso…

(PORTAL A CRÍTICA)

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