O lutador brasileiro Anderson Silva é o “cara”, “estrela da festa”, campeão absoluto e o “ponta de lança” do UFC para conquistar o Brasil e difundir ainda mais o evento, que é sucesso nos Estados Unidos. A luta de hoje será transmitida para 400 milhões de lares em todo o planeta. É muita gente.

Mas qual será o Anderson Silva desta versão Rio de Janeiro? O da máscara que provocou Vitor Belfort? Aquele Anderson que desdenhou do seu adversário e foi advertido por Dana White, um dos sócios do UFC? Ou teremos um Anderson Silva mais humano, mais humilde? Logo saberemos.

Ele disse ao repórter Andrea Dip: “Isto faz parte do show para as pessoas ficarem com mais vontade de assistir às lutas. Tudo tem que ter limite para que você não falte com respeito ao outro atleta”.

Por que das dúvidas? É que agora Anderson é o menino prodígio dos donos do negócio e é assessorado no campo pessoal pela empresa de Ronaldo “Fenômeno”, um super-ídolo do futebol e que conseguiu dar a volta por cima depois de flagrado com 3 travestis numa noite infernal. Ronaldo sabe encantar as massas.

E tem outro fator. Se a jogada é ligar os nomes dos lutadores aos clubes de futebol, e transformar o “espetáculo” em alta, ainda mais popular por estas bandas, nada melhor do que Anderson Silva ser um pouco mais que “O Aranha”, afinal, o seu patrocinador agora é o Corinthians. Ele tem que ficar mais “Fiel” e menos marrento. Será?

(Portal do Sidney Rezende)