Fazer o tratamento com afinco. É assim que o doente de tuberculose pode alcançar a cura e ainda ajudar a reverter os números preocupantes que indicam a incidência da doença na Capital – a campeã nacional de casos.

Quem faz o tratamento completo – que dura seis meses, à base de comprimidos fornecidos exclusivamente na rede pública – tem 100% de chances de cura. Mas aquele paciente que abandona ao primeiro sinal de melhora pode ter recaídas, ficar resistente à medicação e ter o tratamento estendido para um ano e meio, porque a doença volta mais forte.

De acordo com Elaine Ceccon, coordenadora da Secretaria Municipal da Saúde para o combate à tuberculose, a população de maior risco é a carcerária – em 2010, foram notificados 280 casos no Presídio Central – , os moradores de rua, moradores de abrigos, albergues e portadores do vírus HIV. Mas pessoas transplantadas, diabéticas ou com imunidade baixa também fazem parte do grupo mais frágil.

Elaine afirma que a etiqueta respiratória é importante:

– Quando tossir, a pessoa deve proteger a boca com a mão, de preferência com um lenço de papel, descartável. E, de preferência, não deixar num cesto de lixo aberto porque pode espalhar o bacilo.

Saiba mais

Sintomas
– Tosse por mais de duas semanas (pode ser seca ou com expectoração)
– Perda de apetite
– Prostração
– Febre baixa no final do dia
– Suor excessivo à noite

Previna-se
– A ventilação da casa é importante para levar para fora do ambiente o ar contaminado. Deixar o sol entrar também ajuda a matar o bacilo que eventualmente possa estar nas peças.
– A transmissão não se dá pelo contato rápido, como numa viagem de ônibus, por exemplo. É preciso um contato mais intenso e prolongado com o doente para pegar a tuberculose.
– O contágio se dá pelo ar. Não é necessário separar talheres, ou deixar de tomar chimarrão, por exemplo.

O que fazer
– Ao perceber os sintomas, a pessoa deve ir ao posto de saúde mais próximo. Se a unidade de saúde não realizar o teste de escarro, indicará onde o exame poderá ser feito. Há 22 unidades que oferecem o tratamento na Capital. O resultado do exame sai em 48 horas.
– O tratamento é feito com comprimidos diários e dura seis meses. A partir do 15º dia, o doente já não contamina mais ninguém. O paciente tem acompanhamento mensal. Está sendo implantado o tratamento diretamente observado que tem como objetivo garantir que o paciente tome a medicação.

Saiba mais

Sintomas
– Tosse por mais de duas semanas (pode ser seca ou com expectoração)
– Perda de apetite
– Prostração
– Febre baixa no final do dia
– Suor excessivo à noite

Previna-se
– A ventilação da casa é importante para levar para fora do ambiente o ar contaminado. Deixar o sol entrar também ajuda a matar o bacilo que eventualmente possa estar nas peças.
– A transmissão não se dá pelo contato rápido, como numa viagem de ônibus, por exemplo. É preciso um contato mais intenso e prolongado com o doente para pegar a tuberculose.
– O contágio se dá pelo ar. Não é necessário separar talheres, ou deixar de tomar chimarrão, por exemplo.

O que fazer
– Ao perceber os sintomas, a pessoa deve ir ao posto de saúde mais próximo. Se a unidade de saúde não realizar o teste de escarro, indicará onde o exame poderá ser feito. Há 22 unidades que oferecem o tratamento na Capital. O resultado do exame sai em 48 horas.
– O tratamento é feito com comprimidos diários e dura seis meses. A partir do 15º dia, o doente já não contamina mais ninguém. O paciente tem acompanhamento mensal. Está sendo implantado o tratamento diretamente observado que tem como objetivo garantir que o paciente tome a medicação.

(DIÁRIO GAUCHO)