O crescimento na América Latina se desacelerará até 4,5% neste ano, contra 6,1% de 2010, segundo o Instituto de Finanças Internacionais (IIF), que advertiu que a inflação é a principal ameaça para a região. O IIF, que reúne mais de 400 bancos de todo o mundo, assinala em seu relatório que o Chile e Peru liderarão o crescimento na região, com subidas entorno de 6%.

Brasil e México, as duas maiores economias latino-americanas, crescerão 4,8% e 4,5% respectivamente, segundo o IIF. A reunião do BID se soma ao encontro dos ministros de Finanças da América Latina e do Caribe reunidos desde sexta-feira em Calgary.

O relatório do IIF prevê que o Chile e Peru liderarão o crescimento na região, com altas de 6,5% e 6% respectivamente. Brasil e México, as duas maiores economias latino-americanas, crescerão 4,8% e 4,5% respectivamente, contra 7,6% e 5,4% do ano passado, segundo o IIF.

O grupo de banqueiros espera que a América Latina em seu conjunto cresça 4,6% em 2012. Apesar aos bons augúrios, o IIF alertou das pressões inflacionárias. “Vários dos maiores países da região afrontam pressões inflacionárias significativas devido ao aumento nos preços das matérias-primas e também pressões substanciais das taxas de câmbio”, afirmou o presidente de Scotiabank e vice-presidente da junta direção do IIF, Rick Waugh, em comunicado.

(Ultimo Segundo)

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