Um agente da Polícia Federal brasileira chegará a Buenos Aires no início da próxima semana com provas, como digitais e exames de DNA, que envolvem os integrantes da quadrilha que furtou o Banco Central de Fortaleza, em 2005. Autoridades investigam a participação de brasileiros no furto de 136 cofres de uma agência do Banco Província, em Buenos Aires, ocorrido entre o fim de 2010 e a última segunda-feira, 3.

Com a amostra de DNA dos integrantes da quadrilha que agiu em Fortaleza, as polícias do Brasil e da Argentina vão comparar o material com o que foi colhido pelos investigadores argentinos. A suspeita de que há integrantes da ação ocorrida em Fortaleza no furto em Buenos Aires partiu depois que foi constatado que o planejamento dos criminosos na Argentina foi semelhante ao empregado na ação ao Banco Central da capital cearense.

Assim como em Fortaleza, em Buenos Aires, a quadrilha alugou um ponto ao lado do banco, cavou um túnel durante meses e retirou a areia do local. Na capital argentina, o túnel de 30 metros foi cavado durante seis meses, período no qual alugaram uma loja ao lado do banco. Encapuzados, os ladrões teriam passado várias horas dentro da área onde estão os cofres. O alarme teria sido acionado, mas ninguém desconfiou que fosse um roubo.

(O Povo Online)

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