Folha.com

Líder nas pesquisas de intenção de voto, a candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, usou, durante entrevista neste sábado (30) em Belo Horizonte (MG), um discurso de provável vencedora.

Falou sobre coalizão no Congresso, descartou participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual governo, mas disse que ele será um importante interlocutor, com “relação muito íntima e forte”.

Ela afirmou que, depois da votação de domingo, quer promover a união nacional, caso seja eleita, após uma acirrada campanha contra o tucano José Serra. “Logo após a eleição, quero um Brasil em torno de um projeto não só material, mas também de valores”, afirmou.

Questionada sobre se convidaria a oposição para conversar, num eventual governo, ela disse: “vou governar com a minha coligação. Eu represento esse projeto do presidente Lula, que eu tenho a responsabilidade agora, se eu for eleita, se Deus quiser, de continuar”.

Ela disse também que pretende manter conversas com Lula, se vencer. Sobre a influência do presidente em seu eventual governo, a candidata afirmou que teria “uma relação muito íntima e muito forte” com seu mentor político. “Ninguém neste país vai me separar do presidente Lula.” 

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