RIO – A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou pesquisa com operadoras médico-hospitalares, que atendem a 89% dos beneficiários do país, sobre o prazo médico de assistência aos usuários. A partir do resultado, divulgado nesta quinta-feira no Encontro ANS – Edição São Paulo, definiu prazos máximos para o atendimento de alguns procedimentos. Os prazos constarão de uma instrução normativa e caso não sejam atendidos, podem caracterizar a existência de problemas assistenciais nas operadoras.

Confira abaixo os limites:

 Consulta básica (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, ortopedia e traumatologia)- 7 dias

Consultas nas demais especialidades médica- 14 dias

Consulta de fonoaudiologia, nutrição e psicologia -10 dias

Sessão de terapia ocupacional e fisioterapia – 10 dias

Serviços de diagnóstico por laboratório clínico – 3 dias

Serviço de diagnóstico por imagem – 10 dias

Procedimentos de alta complexidade – 21 dias

Internações eletivas – 21 dias

Urgências e Emergências 24 horas – imediato

Consulta odontológica – 7 dias

(O Globo Online)

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