No momento em que escrevo esse post, sábado à noite, a onda vermelha se espraia pelo país. Após resistir a oito anos de bombardeio midiático, alimentado pela oposição golpista (PSDB/DEM/PPS), o presidente comprova o adágio: a vingança é um prato que se come frio. Depois de sofrer o diabo nas mãos do consórcio oposição/mídia; depois de ter sido chamado de apedeuta, de bebum e estuprador, Lula dá o troco em grande estilo. Após levar a sua candidata, Dilma Roussef, de 8% nas pesquisas de intenção de voto, no início do ano, para 51%, segundo a última pesquisa Ibope, Lula derrubou as estacas que seguravam a ilusão oposicionista. José Serra sairá da eleição menor do que entrou.

Mas como prega o brocardo Murphyniano: nada está tão ruim que não possa piorar, o que era ruim para os tucanos pode ficar muito pior. Impulsionados pela onda vermelha que catapultou Dilma para os índices estratosféricos que ela tem hoje, candidatos ao Congresso Nacional pela coligação governista passaram a experimentar um aumento contínuo e crescente nas intenções de votos. Netinho de Paula, em São Paulo é o caso mais emblemático: saindo de índices ínfimos há alguns meses, hoje já empata tecnicamente com Orestes Quércia. O cenário começa a tomar corpo em quase todos os estados da Federação.

Dilma Roussef ganhará a eleição. Nisso creio eu e mais de 80% dos brasileiros, inclusive a maioria dos tucanos. Cenário muito ruim para o PSDB. Só que o cenário mais devastador e letal para a oposição começa a se desenhar: Lula, além de eleger Dilma, elegerá uma maioria esmagadora na Câmara e no Senado. Uma verdadeira onda vermelha, que reedita a onda oposicionista que o MDB emplacou em 1974. Essa sim, é uma péssima notícia para a oposição e mídia golpistas. E uma ótima notícia para o Brasil e os brasileiros.

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