Ainda não foi protocolado, no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), o pedido de habeas corpus em favor de nenhum dos oito presos e do menor apreendido acusados de participação na morte de Eliza Samudio, de 25 anos. De acordo com o TJ-MG, este procedimento pode ser feito até as 18 horas.

Investigação paralela

O advogado Ércio Quaresma, que representa Bruno e outros cinco acusados, afirmou que contratará médicos e peritos para fazer uma investigação paralela sobre o caso. Ele disse que entrará, nesta segunda-feira, com o pedido formal para ter acesso ao inquérito policial. Segundo Ércio, somente depois disso, seus clientes prestarão depoimento. Ele passou a manhã desta segunda-feira na Penitenciária Nelson Hungria, onde sete acusados estão presos: Bruno Fernandes das Dores Souza; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Marcos Aparecido dos Santos, o Paulista, Bola, Nenem ou Negão; Elenilson Vitor da Silva; Wemerson Marques de Souza, o Coxinha; Flavio Caetano de Araújo, o Flavinho; e Sérgio Rosa Sales Camelo.

— Enquanto eu não tiver completo conhecimento do inquérito, ninguém vai abrir a boca. A polícia pode levar para um lado ou trazer para outro à vontade. Conheço a lei e orientei meus clientes — ressaltou Quaresma.

Fotos seriam de Bruninho

A polícia de Minas Gerais vai analisar as fotos encontradas, parcialmente, queimadas ao lado do sítio do goleiro Bruno Souza, no condomínio Turmalina, em Esmeraldas. As imagens podem ser de Bruno Samudio, filho de cinco meses de Eliza. O álbum pode ajudar a polícia a confirmar a veracidade dos depoimentos de Sérgio Rosa Sales Camelo e do menor X, de 17 anos. De acordo com eles, depois que a mulher foi morta, em uma casa de Vespasiano, uma mala vermelha, com seus pertences, foi queimada perto da cisterna da propriedade, no Turmalina.

(Extra Online)

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