O caso da menina de 2 anos adotada por uma procuradora tem questões terriveis não respondidas: como é que se entrega uma criança nessas condições, para uma mulher de 66 anos criar?

Qual a compatibilidade de idades entre a mãe adotiva e a criança?

E qual a estrutura familiar dessa mãe adotiva, que aparentemente vivia sozinha com seus cachorros?

É uma senhora sem perfil de mãe, que adoção mais estranha, sabendo-se que havia um casal aprovado na fila para adotar essa mesma menina e sabendo-se que essa mesma procuradora já tinha antecedentes problematicos com outra tentativa de adoção.

Outra questão, foi Procuradora de Justiça com esse perfil psicologico, de espancadora de crianças?

Ninguem percebeu em trinta anos, entre seus chefes e colegas, o que duas humildes domesticas sacaram em dois meses? E um senhor caso, cheio de perguntas sem respostas.

O outro caso chocante foi o do aposentado baleado na cabeça por um segurança do Bradesco porque tinha um marcapasso e não conseguia passar na porta da agencia bancaria. Mesmo depois de mostrar o atestado do marcapasso foi baleado à queima roupa, o tiro atravessou a cabeça do cliente, que dificilmente sobreviverá e atingiu mais outro aposentado.

Questões: ou se responsabiliza de forma cabal o Banco ou vai continuar esse crime continuado de seguranças facinoras contratados com que criterio ninguem sabe por bancos e lojas. Este caso está acontecendo porque outros casos não responsabilizaram o estabelecimento, que tiram o corpo fora, alegando tercerização.

Em dezembo de 2008 um cliente das Casas Bahia foi assassinado na porta da loja por um segurança que achou que ele, um operário documentado, tinha má aparencia e poderia ser um assaltante. O infeliz estava na porta esperando a esposa que estava dentro da loja comprando um armario. O matador ficou preso 8 dias e foi solto.

A loja alega que não tem nada com isso. Um pai de familia, com esposa e filho, foi morto estupidamente, Ninguem pagou até agora pelo crime, a poderosa Casas Bahia tirou o corpo fora, a firma de segurança nem é preciso perguntar, não vai se abalar a minima.

Duas humildes criaturas massacradas por poderosos ícones do empresariado brasileiro, nenhum espirito civico dos dirigentes dessas organizações, nenhuma desculpa do presidente do banco e da loja.

As empresas de segurança nos dois casos são das maiores do Pais. Depois falam mal dos EUA, lá tambem pode acontecer, mas a responsabilização é imediata, publica e sem apelação e os valores de indenização são enormes.

(Blog do Nassif)