Pesquisas e estudos internacionais estão relacionando a qualidade da alimentação em relação à prevenção do mal de Alzheimer. Nessas experiências, indica-se que o consumo de uma dieta rica em frutas, vegetais, legumes, cereais, nozes, peixe, poucos laticínios e carnes sem gordura, por exemplo, diminuem o risco de aparecimento da doença.

Depois de uma análise estatística, os pesquisadores descobriram que uma dieta rica em gorduras do tipo omega-3, omega-6, folato e vitamina E, mas com um baixo teor em gordura saturada e vitamina B12, foi fortemente associada a um risco menor de desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Ainda em processo de continuidade, as pesquisas ainda causam conflitos e dúvidas quanto à imprecisão da medida de uso dos alimentos benéficos, mas a famosa dieta do Mediterrâneo é cotada com uma forma de alimentação preventiva ao Alzheimer. Outros estudos também acreditam que o consumo de café entre pessoas de meia idade possa reduzir os riscos de desenvolver o Alzheimer e outras demências na velhice.

E ainda, pesquisas desenvolvem estatísticas relacionadas ao consumo de vitamina E. Cientistas estudam que os portadores de Alzheimer que ingerem vitamina E aparentemente vivem mais do que aqueles que têm a doença e não fazem uso do suplemento. Além do adiamento da progressão da doença, os estudos convergem para a constatação do aumento da sobrevivência dos portadores.

(Divirta-se.uai.com.br)

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