RIO – As empresas estão remodelando os contratos de planos de saúde coletivos para baratear o valor que pagam às operadoras. Segundo Solange Beatriz Mendes, diretora-executiva da Federação Nacional das Seguradoras de Saúde Suplementar (Fenasaúde), neste ano houve uma intensificação de negociações para a substituição de itens contratuais, o que incluiria o aumento da participação do trabalhador no reembolso das despesas médicas.

A crise financeira, a gripe suína e a inclusão de novos procedimentos são alguns dos fatores que elevaram as despesas em relação às receitas, segundo Solange. No vermelho, repassaram os custos às empresas.

No dia 3 de novembro, entra em vigor a resolução que disciplina os planos de saúde coletivos. Uma das cláusulas permite somente um reajuste anual. Mas ela só valerá para os contratos celebrados após o dia 3.

Fonte: O Globo