O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) condenou a rede de lojas Renner a pagar indenização, no valor de R$4.000, por danos morais a cliente Monica Ferreira de Andrade, que teve seu nome incluído no cadastro de órgãos de proteção ao crédito indevidamente.

De acordo com o relato de Mônica, seus documentos foram falsificados e utilizados por outra pessoa para abertura de crédito e posteriores compras em lojas da empresa acusada.

O desembargador Nagib Slaibi, relator do processo, afirmou que o caso apresenta razões concretas para que a empresa responda por falha no serviço prestado, pois “agiu com negligência na conferência dos documentos tidos como falsificados, não consultando sequer os cadastros de órgãos de proteção ao crédito para melhor certeza na abertura de crédito da suposta cliente”.

Dessa forma, prosseguiu o desembargador, a Renner deu margem para que “o estelionatário realizasse compras em nome daquela, resultando em dívidas não pagas e a conseqüente inclusão errônea do nome da apelante em cadastros de inadimplentes”.

Fonte: http://ultimainstancia.uol.com.br/

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