Esta bombando na rede mundial de computadores que a Microsoft está pagando uma recompensa para quem dedurar o criador do Conficker.

Diz a lenda que o valor da recompensa é de US$ 250 mil (R$ 562.500,00 aproximadamente).

Fala sério! Os caras responsáveis pela engenharia reversa do código malicioso em conjunto com os peritos em forense computacional devem rastrear a origem de todo esse problema. Este é um quebra cabeça onde as peças estão espalhadas em diversas localidades e é necessária uma ação conjunta de profissionais de segurança para pegar o cara.

Agora, por que anunciar na mídia que irão pagar uma recompensa para quem dedudar o autor do Conficker? A resposta é simples: a operação para reunir todas as peças do quebra cabeça é mais cara do que a tal recompensa. Sendo assim, é mais barato e mais rápido pedir a ajuda dos fofoqueiros de plantão.

Já pensou se esse moda pega! Imagine isso no Brasil. Piada pronta.

O cara ou as pessoas (eu acredito que aproximadamente 4 pessoas estejam envolvidas) que criaram o Conficker são profissionais. Pegar um Cracker profissional não é tarefa das mais fáceis. Mesmo alguém dedurando o tal criador é necessário buscar as pegadas do crime que estão nos computadores. E para achar essas evidências?

Esta semana estava conversando sobre isso com mais 3 profissionais. Eu expliquei que o notebook que eu utilizo é todo criptografado. Fora que não tem nada, além do sistema operacional, no hard disk. As informações que utilizo para trabalhar (arquivos, e-mails, softwares, etc) estão em outros locais (fisicamente e logicamente falando). Ou seja, mesmo que alguém pegue o meu notebook não tem nada lá a não ser o sistema operacional.

Fonte: http://under-linux.org/

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