Encerrou nesta terça-feira 27, a terceira edição do Fórum Social Mundial da Saúde (FSMS), sediado na Universidade do Estado do Pará (Uepa). Nos últimos três dias, a universidade recebeu representantes de movimentos sociais, ONGs, estudantes e outras entidades militantes da saúde. Durante o FSMS, ligado ao Fórum Social Mundial, foram discutidas propostas para melhorar o acesso e a qualidade da saúde no mundo. 

De acordo com o secretário executivo do FSMS, Valdevir Both, o evento é uma manifestação de resistência ao modelo vigente de prestação de serviços de saúde. E a participação da Uepa foi fundamental para o andamento do fórum. “Das três edições, essa foi a mais bem estruturada, surpreendendo pela boa qualidade do espaço oferecido pela universidade”, afirma Valdevir.

 O secretário do Fórum Social Mundial da Saúde também elogiou a participação dos voluntários, a maioria alunos da Uepa. Ao todo, o FSMS reuniu 2 mil pessoas. “Esperávamos cerca de 800 participantes”, destacou Valdevir Both. Os principais temas discutidos foram “A crise do capitalismo e a inviabilidade do modelo neoliberal para a saúde” e “O SUS como patrimônio social da humanidade”.

 Para Ilma Pastana, coordenadora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Uepa, o FSMS foi um sucesso em todos os sentidos. “É importante para nossos alunos que discussões como as que tivemos no fórum sejam trazidas para dentro da universidade. Até porque nossas ações estão muito ligadas ao SUS”, declarou. A Uepa também cedeu espaços para o alojamento dos participantes do Fórum Social Mundial.

 O encerramento do evento aconteceu às 13h desta terça-feira. Depois da cerimônia de encerramento, os participantes se incorporaram à marcha de abertura do Fórum Social Mundial.

 Texto: Ascom – Uepa

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