FORTALEZA – Com uma expansão de 76,5% nas suas aplicações em relação ao ano anterior, o Banco do Nordeste encerrou o ano de 2008 registrando o melhor desempenho operacional de sua história, com um total de R$ 13,2 bilhões contratados no exercício. Em 2007, foram R$ 7,4 bilhões. Além da superação das metas anuais em quase todas as carteiras, o Banco teve aplicação histórica dos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), superando os recordes sucessivos registrados em 2006 e 2007.

 

O volume de crédito do Banco, espelhado pelo saldo de suas carteiras, apresentou em 2008 um crescimento de 41,6% em relação a 2007, superior, portanto, à média do sistema bancário nacional, que foi da ordem de 30% conforme a FEBRABAN. O saldo de créditos de curto e longo prazo concedidos pelo BNB representa 35,8% dos créditos que o sistema bancário destina ao Nordeste, o que o coloca como a principal instituição bancária na Região, segundo esta variável. Em relação ao crédito de longo prazo, a participação regional do Banco é de 64%. Esses dados revelam que o BNB tem contribuído para a vigorosa expansão do crédito no País, em relação ao PIB, que evoluiu de 22% em 2002 para 40,3% até novembro de 2008.

 

Durante o ano de 2008, o Banco investiu fortemente em modernização, fortalecimento de sua governança corporativa e, sobretudo, nos processos que implicam maior racionalidade e aumento de produtividade. São exemplos disso o esforço de centralização da retaguarda operacional de suas agências, a reestruturação de sua área de negócios envolvendo a completa segregação entre as áreas de negócios e de crédito, a segmentação de mercado e produtos. O desempenho do BNB assinala também sua participação efetiva em operações financeiras, no aperfeiçoamento constante de sua área de controle e risco, na evolução em marcha da auditoria focada em processos e risco, e na implantação da fábrica de softwares e investimentos em TI. Esse esforço vem culminando com a criação da sua universidade corporativa, voltada para a continuidade da qualificação e excelência de seu corpo funcional, que desde a criação do Banco constitui a base da confiabilidade da Instituição por parte de seus clientes.

 

O presidente do BNB, Roberto Smith, salienta que as metas foram atingidas por todas as dez Superintendências Estaduais. Isso demonstra um processo de integração muito grande e uma percepção da importância desses resultados para a Instituição e para todos nós, que fazemos o BNB, destaca ele.

 

No âmbito do FNE, que constitui a principal fonte de recursos da Instituição, o BNB contratou R$ 7,7 bilhões em 2008, montante que corresponde a expansão de 80,6% em relação a 2007. No entanto, sem considerar as operações feitas no âmbito do Pronaf, o crescimento dos financiamentos com recursos do FNE em 2008 chega a 110%, saltando de R$ 3,3 bilhões para cerca de R$ 7 bilhões.

 

O volume de crédito do Banco, espelhado pelo saldo de suas carteiras, apresentou em 2008 um crescimento de 41,6% em relação a 2007, superior, portanto, à média do sistema bancário nacional, que foi da ordem de 30% conforme a FEBRABAN. O saldo de créditos de curto e longo prazo concedidos pelo BNB representa 35,8% dos créditos que o sistema bancário destina ao Nordeste, o que o coloca como a principal instituição bancária na Região, segundo esta variável. Em relação ao crédito de longo prazo, a participação regional do Banco é de 64%. Esses dados revelam que o BNB tem contribuído para a vigorosa expansão do crédito no País, em relação ao PIB, que evoluiu de 22% em 2002 para 40,3% até novembro de 2008.

 

Durante o ano de 2008, o Banco investiu fortemente em modernização, fortalecimento de sua governança corporativa e, sobretudo, nos processos que implicam maior racionalidade e aumento de produtividade. São exemplos disso o esforço de centralização da retaguarda operacional de suas agências, a reestruturação de sua área de negócios envolvendo a completa segregação entre as áreas de negócios e de crédito, a segmentação de mercado e produtos. O desempenho do BNB assinala também sua participação efetiva em operações financeiras, no aperfeiçoamento constante de sua área de controle e risco, na evolução em marcha da auditoria focada em processos e risco, e na implantação da fábrica de softwares e investimentos em TI. Esse esforço vem culminando com a criação da sua universidade corporativa, voltada para a continuidade da qualificação e excelência de seu corpo funcional, que desde a criação do Banco constitui a base da confiabilidade da Instituição por parte de seus clientes.

 

 

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