Após a sessão solene de posse dos 41 vereadores da Casa, Salmito Filho (PT), um dos favoritos à presidência, recebe 24 votos. O petista teve como adversários Elpídio Nogueira (PSB) e João Alfredo (PSol)

Salmito Filho (PT) confirmou o favoritismo dos parlamentares e venceu a disputa pela presidência da mesa diretora da Câmara Municipal de Fortaleza. Antes mesmo do início da votação, durante a solenidade de posse dos parlamentares, já foi possível ouvir manifestações a seu favor quando o nome de Salmito era pronunciado.

O petista teve como adversários Elpídio Nogueira (PSB) e João Alfredo (PSol), vereador que obteve maior número de votos e que apresentou sua candidatura pouco antes de iniciadas as votações. João Alfredo, que presidiu a sessão de posse dos parlamentares, transferiu o posto ao vereador Machadinho Neto (DEM). Salmito recebeu 24 votos. Dezesseis parlamentares votaram em Elpídio. João Alfredo recebeu apenas um voto, o dele próprio. Os votos foram contabilizados manualmente, em virtude de um defeito no painel eletrônico. Todos os parlamentares votaram, não houve abstenções.

O nome de Elpídio à candidatura surgiu na última terça-feira, 30, a partir de um acordo acertado entre PT e PSB, que determinou que o PSB teria o direito de indicar um nome da base aliada da Prefeitura para comandar a Mesa da Câmara.

Em novembro, os petistas Salmito Filho e Guilherme Sampaio iniciaram suas pré-candidaturas à presidência da Casa. Dia 28 de dezembro, Guilherme anunciou a desistência da candidatura, atendendo a uma recomendação da bancada do PT diante da falta de acordo entre ambos.

Posse – Todos os 41 vereadores eleitos compareceram à solenidade de posse. João Alfredo, (PSol), vereador que obteve maior número de votos nas eleições, presidiu à mesa. Com a posse dos novos parlamentares, mais de 60% da Câmara foi renovada.

A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), e o governador do Estado, Cid Gomes (PSB), não estavam presentes, mas foram representados pelos seus vices, Tin Gomes (PHS) e Francisco Pinheiro (PT).

Fonte: Jornal O Povo