barack-obama«Não há uma América negra, uma América branca, uma América  latina e uma América asiática. Existem os Estados Unidos da América». Foram estas palavras, num discurso proferido à quatro anos, em Boston, que marcaram o nascimento de uma nova estrela.
Barack Hussein Obama ficou na memória dos democratas, reunidos na convenção de Boston e, alguns meses depois, foi eleito senador pelo Estado do Illinois.

A história do candidato democrata simboliza o sonho americano: filho de um queniano e uma americana, Obama nasceu no Havai, mas mudou-se para Jacarta quando a mãe, Ann, casou com um indonésio.

O candidato democrata ainda se lembra de como a mãe o obrigava a acordar às 04:30 horas da manhã para estudar. Também foi a mãe que decidiu que o pequeno Barack devia voltar para o Hawai, onde cresceu com os avós maternos e onde sentiu na pele o que é ser um afro-americano nos Estados Unidos, já que era um dos três alunos negros na escola.

Los Angeles, Nova Iorque e Chicago foram as etapas seguintes. Trabalhou com e para os pobres, deu aulas a alunos universitários e defendeu causas na área dos direitos cívicos, até que, no ano passado, sentiu que tinha chegado a hora de conquistar o país.

A mudança, a retirada do Iraque, a aposta nas energias renováveis são promessas de Obama, que foi criticado quando admitiu agir no Paquistão.

Acusado ainda de ligações perigosas com a esquerda radical, na pessoa de Bill Ayers, Jeremiah Wright e Tony Rezko, nem por isso a vaga de fundo pró-Obama parou de crescer, sustentada em três palavras: «Sim, nós conseguimos».

Fonte: http://tsf.sapo.pt/