Dentre as já confirmadas estão as inéditas Calvin Klein, Farm, Animale e Fast Shop no Iguatemi

Desenvolvimento econômico que atrai novas grandes lojas para Fortaleza. Até agora, pelo menos 11 novos estabelecimentos de peso nacional e até internacional estão confirmados para adentrar o mercado de Fortaleza até o fim do ano. No Iguatemi (no piso 2 da expansão, onde situavam-se as bilheterias do Multiplex) acabam de ser confirmadas as seguintes: a americana Calvin Klein; a perfumaria, também de grife, Animale; a Fast Shop, que vende eletroeletrônicos, telefonia, dentre outros; e a marca carioca de roupas femininas, Farm. Todas com inauguração prevista para até novembro.

No Shopping Via Sul confirmadas como lojas-âncora estão: Centauro, C&A, Marisa, Riachuelo, Lojas Americanas e Rabelo. Já o endereço nobre, da Avenida Antônio Sales esquina com a Rua Tibúrcio Cavalcante, que abrigou a Padaria Napolitana, mas, que há muito encontrava-se fechado, agora, receberá uma filial da Macavi. A rede que comercializa eletrodomésticos e móveis, atualmente com presença em 20 municípios cearenses e em Parnaíba (PI), deverá inaugurar sua segunda loja na Capital até o Natal deste ano no endereço nobre e valorizado do ponto de vista imobiliário.

Por outro lado, o potencial da Capital para receber lojas de grandes cadeias de diversos segmentos, extrapola a capacidade de empreendimentos até agora anunciados. ´O setor de eletrodomésticos, por exemplo, está em plena ascensão. Fortaleza ainda comporta de 20 a 30 novas lojas do tipo, distribuídas em bairros ainda pouco explorados´, ressalta o presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves.

De acordo com ele, locais como o Bairro de Fátima, José Wálter, Bom Jardim, Barra do Ceará, Antônio Bezerra, Maraponga, Parque Araxá e Conjunto Ceará ainda têm espaço para serem explorados fortemente, não apenas pelo setor de Construção Civil. ´Esses bairros, antes considerados secundários, hoje não são mais. Tem força econômica, sobretudo com a melhoria do poder de renda da Classe C, mas, as grandes cadeias ainda precisam enxergá-los´, observa Alves.

Se em setembro do ano passado, havia perspectiva de as vendas do comércio varejista fortalezense crescerem entre 5% e 6% naquele ano, mas, teve como resultado consolidado 8% de incremento; em 2008, com uma ´febre´ de acesso ao crédito favorecendo, espera-se, pelo menos, igual patamar contabilizado em 2007.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/

Postado por Erismar Carvalho, às 10h38.