
2012 não foi um bom ano para os programas de auditório da Globo. Luciano Huck e Fausto Silva amargaram a pior audiência anual de suas histórias.
O Domingão do Faustão fechou o ano com 16,4 pontos de média, 0,7 a menos que em 2011.
Já o Caldeirão do Huck fechou 2012 com média de 12,6 pontos. 0,3 ponto menor que sua pior média anual registrada em 2001.
O melhor ano para o Caldeirão foi em 2007 quando fez 16,2 de média. Uma queda de 22,5% se comparada com a média de 2012.
Faustão teve sua melhor média deste século em 2002, com média de 23,2 pontos. Se comparado com os 16,4 do ano passado – a pior da história – chega-se a uma queda de 30%.
Cada ponto do Ibope equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo.
(Portal R7)
Com informações do portal Band.
Por Jorge Lourenço, do Jornal do Brasil Online
Na mesma semana em que alguns partidos começaram a veicular seus programas na televisão, a Rede Globo estreou a minissérie “O Brado Retumbante”. Entre críticas e acertos, os políticos de esquerda não perderam tempo em apontar a verdadeira identidade do protagonista: o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
Bon-vivant
O presidente acidental da atração, Paulo Ventura, é um bon-vivant mulherengo incorruptível que chega ao posto máximo da política brasileira após a morte do presidente e do seu vice na mesma viagem. Desde a semelhança física até o estilo, é Aécio da cabeça aos pés.
O Rio de Janeiro continua lindo…
A suposta transferência da capital de Brasília para o Rio de Janeiro, dizem as más línguas, também agradaria bastante a Aécio. Seus opositores em Minas costumam dizer que ele comandava o estado da capital fluminense.
Bola fora
Detalhe técnico que o seriado omitiu: presidente e vice não podem viajar juntos.
Foto: divulgação
17 de Janeiro de 2012
Diego Iraheta _247 – A TV Globo deu um show de hipocrisia na noite desta segunda-feira, 16. Ao invés de esclarecer a expulsão de Daniel, suspeito de estuprar Monique, Pedro Bial criou um mistério para aqueles telespectadores que, sem acesso às redes ou ao pay-per-view, não souberam do que aconteceu após a festa de sábado à noite no BBB. O apresentador do programa simplesmente informou ao público que a produção do BBB estava analisando “criteriosamente” o comportamento de Daniel desde a manhã de domingo. E, por ter cometido “infração” nas regras do Big Brother, o modelo acabou sendo expulso.
Que infração foi essa, Bial? No domingo à noite, o apresentador resumia a suspeita de estupro com a frase “o amor é lindo”. Por que usar eufemismos para lidar com um caso de polícia? Se policiais baixaram no Projac para investigar um possível crime, é porque o assunto é sério. Por que então não aproveitar o gancho para debater o “estupro de vulnerável”? Quantas mulheres brasileiras já não viveram uma situação em que, por terem bebido além da conta, podem ter sido abusadas?
Por que ignorar o tema? Ontem, com amor, e hoje, com “infração”?!
Não se trata de reconhecer que houve estupro. Até porque isso é a polícia que vai dizer. E se a suposta vítima – a Monique – quiser registrar ocorrência.
O fato é que, se a Globo e Bial fizessem um mea-culpa, admitiriam a tese que o 247 defendeu há mais de uma semana – a de que começava mais um Big Bacanal do Bial.
Esse é um programa que é feito na medida certa. Na medida certa dos excessos – de silicone, de corpos seminus ou até nus, cerveja, álcool. E na medida certa da escassez de camas. É um programa do programa. Sexo como commodity. O álcool está lá pra turbinar as relações.
A produção do BBB só não contava com a possibilidade de que, dentre esses excessos, abre-se precedente para abuso. Para o “estupro de vulnerável”, sobre o qual a polícia falou tanto hoje.
Até parece que a TV Globo, guardiã da conduta adequada, cidadã e altruísta, admitiria publicamente que o tipo de programa que ela transmite incentiva sexo e abre precedente para abusos e estupros!
Um big FAIL para o Big Brother. Decepcionou, Bial!
(Via Brasil 247)