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Educação

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MEC antecipa resultado do ProUni; confira lista dos aprovados

O Ministério da Educação (MEC) decidiu antecipar a divulgação da lista dos estudantes selecionados para receber bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). O resultado, que estava previsto para domingo, 22, já está disponível no site do programa (acesse aqui).

Cerca de 1,2 milhão de estudantes candidataram-se nesta edição – um recorde desde a criação do ProUni, em 2004. Do total de bolsas previstas para o primeiro semestre de 2012, 98 mil são integrais e 96 mil parciais, que custeiam 50% da mensalidade.

Os aprovados deverão comparecer à instituição de ensino onde conseguiram a bolsa no período de 23 de janeiro a 1° de fevereiro para apresentar a documentação necessária e providenciar a matrícula. A lista dos documentos necessários está disponível na página do programa.

Para participar do ProUni é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou ter estudado em colégio particular com bolsa integral. As bolsas integrais são destinadas àqueles com renda familiar per capita mensal de até 1,5 salário mínimo. Já o benefício parcial pode ser pleiteado por quem tem renda familiar per capita de até três salários mínimos.

Após esse processo de confirmação, será divulgada a segunda chamada no dia 7 de fevereiro. Ao fim das duas chamadas, o sistema vai gerar uma lista de espera para preencher as bolsas remanescentes. Os interessados em participar dessa lista deverão fazer o pedido no próprio site do ProUni entre 22 e 24 de fevereiro.

(O POVO ONLINE)

Enem: Escolas com melhor e pior notas têm mais de 500 pontos de diferença

Uma diferença de mais de 500 pontos separa as escolas de ensino médio com a melhor e a pior colocação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009. Com 749,7 pontos, o Colégio Vértice Unidade 2 é uma escola particular e está localizado na zona sul da capital paulista. Na outra ponta, está a Escola Estadual Indígena Dom Pedro I, que fica no município de Santo Antônio do Içá (AM), que obteve 249,25 pontos.

Desde que os resultados do Enem começaram a ser divulgados, em 2005, o Colégio Vértice está sempre entre as dez melhores notas do país e em primeiro lugar na cidade de São Paulo. Segundo o diretor da escola, Adilson Garcia, a formação de um hábito de estudo é o segredo para a boa colocação da instituição.

“Nossos alunos são formados para não querer dominar conteúdo só em véspera de prova bimestral, mas para que o bimestre todo seja de aquisição de conteúdos e conceitos para aplicação em problemas do dia a dia”, diz. Ele explica que, antes de conhecer a matéria em sala de aula, os alunos recebem instruções para estudar em casa, que pode ser um capítulo de livro ou pesquisa na internet.

Além disso, a cada semana, os professores fazem uma checagem do aprendizado, para ver se os alunos estão conseguindo absorver todo o conteúdo. “Quando [o aluno] chega às provas bimestrais, não tem essa de ficar varando a noite estudando, porque ele já checou durante o bimestre todo.”

A escola conta, atualmente, com 900 alunos matriculados, sendo 210 no ensino médio, onde a mensalidade varia de R$ 2.253 a R$ 2.756. Nesse valor, estão incluídas aulas de reforço, plantão de professores e algumas atividades extracurriculares, como esportes, sapateado, música, culinária, informática, coral e teatro.

A melhor escola pública foi o Coluni, Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (MG), com 734,66 pontos, que também foi o destaque no Enem do ano passado. De acordo com a página do colégio na internet, os professores trabalham em regime de dedicação exclusiva, o que permite maior atendimento às dificuldades individuais dos alunos. “O Coluni procura aprimorar seus métodos e suas técnicas de ensino. Isso permite uma aprendizagem efetiva e capacita os alunos para a aplicação dos conhecimentos em situações novas, evitando a simples memorização de conteúdos”, afirma o texto.

A reportagem da Agência Brasil não conseguiu entrar em contato com a direção da Escola Estadual Indígena Dom Pedro I e não obteve retorno do pedido de entrevista feito à Secretaria Estadual de Educação do Amazonas.

(Folha Online)

Escola do Ceará é pioneria no ensino de Libras com avaliações por teleconferência

Imagine aprender uma segunda língua sem o recurso dos sons, memorizando os retratos das palavras no papel. Uma língua cujo acesso precisa extrapolar a barreira dos silêncios e avançar na decoreba de uma estrutura sintática bem diferente da língua com a qual você se expressa. Assim é o português para 1.520 alunos do ensino básico no Ceará: uma segunda língua – e das difíceis. Se é através da Língua Brasileira de Sinais (Libras) que eles se comunicam, nada mais natural que realizar provas na língua materna.

O Instituto Cearense de Educação de Surdos (Ices) é a primeira escola da rede pública estadual do Brasil a implantar o ensino médio exclusivo para surdos com avaliações bilíngues em todos os anos escolares. Na contramão da educação inclusiva, o Ices preza pelo respeito à primeira língua dos alunos, sem descuidar da formação em português, exigência para o acesso deles ao mercado de trabalho.

“A proposta é fortalecer o ensino desses alunos a fim de prepará-los para concursos e empregos“, adianta a diretora, Juliana de Brito. As versões visuais da prova foram filmadas por dois professores surdos do Instituto. Uma deles é Débora Vasconcelos, que, junto dos outros dez professores surdos da instituição, serve de inspiração para os alunos.

“Por favor, não escreva que sou muda. Sou Surda, com S maiúsculo. Esta é minha identidade. Posso dirigir um carro, comunicar minhas ideias, sou pós-graduada, tenho meu emprego. Não sou deficiente“, declara. Ela explica que a motivação em realizar a prova por teleconferência é simples: o aluno surdo nem sempre entende o texto em português, como o aluno brasileiro tem níveis de proficiência em inglês, por exemplo.

“O estado do Ceará mantém o plano de inclusão de acordo com a política nacional, mas deixa à família do aluno a escolha: escola regular ou escola exclusiva“, pontua o superintendente da educação especial das escolas estaduais de Fortaleza, Ernany Barbosa. A família do estudante José Felipe Nogueira, 19 anos, atualmente no 1º ano do ensino médio, prefere o ensino específico para a surdez do filho.

O garoto concluiu o ensino fundamental no Ices e começou o ensino médio em uma escola inclusiva. Quando soube que o Instituto abriria turma de 1º ano do EM, voltou para lá.

E-MAIS

> Dos 40 professores do Ices, 11 são surdos, o que representa 27,5% do corpo docente.

> Uma disciplina curricular específica para o ensino de Libras nos cursos de formação de professores em nível médio e superior está prevista pelo decreto 5626/2008, mas esta ainda não é uma realidade.

> A Universidade Federal do Ceará (UFC) forma, neste ano, a primeira turma de licenciados em Letras Libras, por meio de convênio com outra instituição – a Universidade Federal de Santa Catarina.

> Os estudantes do curso, tanto os surdos quanto os ouvintes, já estão inseridos na rede pública estadual de ensino.

(O Povo Online)

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O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

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. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

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