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De FHC para Dilma: “Você larga o Lula que eu abandono o Serra”

Os ecos da entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a um blog da revista The Economist ainda ressoam em corações e mentes de tucanos e petistas, que viram ali um outro recado.

FHC e Dilma — sedução durante entrega da medalha 25 de Janeiro (Foto: Léo Barrilari/Frame/AE)

Quando FHC disse ter sonhado com uma aliança entre o PSDB e o PT, e ainda praticamente classificou José Serra como um desagregador, ele, na prática, acenou para a presidenta Dilma Rousseff com a seguinte proposta:

– Você deixa o Lula de lado, o PSDB lança o Serra ao ostracismo e poderemos ser felizes para sempre. Que tal?

O salamaleques de ontem na cerimônia de entrega da Medalha 25 de Janeiro só fizeram reforçar essas suspeitas.

(ULTIMO SEGUNDO)

Aprovação de Dilma supera a de Lula após primeiro ano, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (21) mostra que a presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde – 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como ruim ou péssima. De acordo com a Folha de São Paulo, o índice é maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das eleições diretas.

Antecessor de Dilma, Lula teve 42% de aprovação no primeiro ano do primeiro mandato e 50% no segundo. Já Fernando Henrique Cardoso alcançou 41% e 16%, respectivamente. Itamar Franco registrou 12% e Fernando Collor, 23%.

A pesquisa Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

(Via Portal NE10)

Governo “com alma e coração de mulher”

O compromisso do título acima com todas as mulheres e homens do país foi assumido pela candidata Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) na convenção que oficializou sua candidatura no fim de semana (domingo), em Brasília.

A candidata assegurou o prosseguimento da administração e das políticas atuais e antecipou como isso se dará: “O nosso presidente Lula mudou o Brasil e a nação, por causa dessa mudança, quer seguir mudando. A continuidade que o Brasil deseja é a da mudança que nós conseguimos consolidar no governo do presidente Lula. É seguir mudando para melhor”. Fazendo um governo, completou “com alma e coração de mulher”.

Dilma sai candidata com a maior coligação partidária da história do país em apoio a um postulante numa eleição presidencial; uma aliança coesa que lhe garante palanque forte em todos os Estados; com um vice-presidente, deputado Michel Temer (PMDB-SP); em situação de empate com o principal adversário nas pesquisas de intenção de voto – ganhando, inclusive, em várias delas; e com programa de governo de metas e rumo definidos para o país.

Ela rebateu as críticas dos adversários de que sua campanha divide o país, ao defender uma eleição plebiscitária em que a população vai avaliar os governos dos presidentes Lula e FHC. “Nesta campanha nós vamos debater em alto nível. Vamos mostrar ao povo que somos diferentes dos outros candidatos, mas depois de eleitos vamos governar para todos os brasileiros”, tranquilizou Dilma, numa contestação de resto desnecessária, já que os brasileiros não só não acreditam nessa história da oposição como entendem a acusação, feita para fugir da comparação tão temida pelo candidato conservador.

Governavam só para um terço da população

“O tabu mais importante que derrubamos foi o de que era impossível governar para todos os brasileiros. Historicamente, quase todos os governantes brasileiros governaram para 1/3 da população. Para muitos deles, o resto era peso, estorvo e carga”, destacou Dilma, em outro trecho de seu pronunciamento em que retratou com fidelidade a prática de governos anteriores aos do presidente Lula.

Dilma também relacionou as prioridades de seu futuro governo: investimentos em saúde, educação e em infra-estrutura. Na educação, a criação de creches e maiores aplicações nos ensinos técnico e superior, além de tratar os professores com a dignidade que estes merecem e não com polícia, cassetete e repressão como ocorreu na recente greve de professores paulistas quando o candidato a presidente pela oposição, José Serra, era governador.

Já na saúde, detalhou, “nossas prioridades estarão baseadas em três pilares: financiamento adequado e estável para o Sistema; valorização das práticas preventivas; e organização dos vários níveis de atendimento, garantindo a assistência básica, ambulatorial e hospitalar de alta solução em todos os Estados.”

(Zé Dirceu)

Exclusivo: Dilma passa à frente de Serra, confirma CNT/Sensus

Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (17) mostra a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, em situação de empate técnico com o pré-candidato do PSDB, José Serra, na disputa eleitoral pelo Palácio do Planalto.

A cinco meses da eleição presidencial de outubro, Dilma aparece com 35,7% contra 33,2% de Serra, no cenário em que o entrevistado é confrontado com uma lista com 11 candidatos. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que justifica o empate técnico. No levantamento, a pré-candidata do PV, Marina Silva,  tem 7,3%.

A pesquisa foi encomendada ao Institudo Sensus pela Confederação Nacional do Transporte. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados.

Apesar de Dilma superar Serra pela primeira vez na pesquisa CNT/Sensus, a margem de erro leva o resultado a um empate técnico. “Há uma intersecção na margem de erro”, afirmou Ricardo Guedes, do Instituto Sensus.

No cenário em que apenas Serra, Dilma e Marina são apresentados aos entrevistados, o candidato do PSDB tem 37,8% e leva ligeira vantagem sobre Dilma que aparece com 37%. Nessa situação, Marina tem 8%.

Todos os cenários estão relacionados ao primeiro turno da disputa. Já no segundo turno simulado entre Dilma e Serra, a candidata petista soma 41,8% dos votos contra 40,5% do candidato da oposição.

Em 1º de fevereiro, na última rodada divulgada pela CNT/Sensus, Dilma já aparecia empatada com Serra. O candidato tucano tinha 33,2% contra 27,8% da petista. A diferença de 5,4% caracterizou empate porque a margem de erro do levantamento foi de três pontos percentuais.

A ex-ministra-chefe da Casa Civil ficou em igualdade com o ex-governador de São Paulo no cenário simulado com o deputado federal Ciro Gomes (PSB), obrigado a se retirar da disputa por uma decisão do seu partido, que declarou apoio à petista.

Cenário espontâneo
Realizada entre 10 e 14 de maio, a pesquisa não chega a medir a influência do programa partidário do PT, exibido em rede nacional de rádio e televisão no dia 13 de maio. Pelo critério de manifestação espontânea (quando os próprios entrevistados dizem em quem pretendem votar, sem apresentação de uma lista de nomes pelo pesquisador), Dilma tem 19,8% contra 14,4% de Serra. Marina Silva aparece com 2,7%.quando os próprios entrevistados dizem em quem pretendem votar, sem apresentação de uma lista de nomes

Candidata do governo
Segundo Guedes, o bom desempenho de Dilma é justificado pela popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (83,7%) e de seu governo (76,1%). A CNT/Sensus também mediu a capacidade de transferência de votos de Lula para Dilma e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para Serra.

O grupo dos que votariam ou poderiam votar em um candidato de Lula somou 60,8%. Já os que votariam ou poderiam votar em um candidato de FHC representaram 23,5%. “Dilma é a candidata do governo e o governo tem uma aprovação positiva. As condições socioeconômicas são favoráveis à população. A medida que ela é identificada com lula, o desempenho vai subindo”, analisou Guedes. “A queda de Serra também está associada ao fato de Serra ser associado à oposição”, complementou.

Candidatos
Além de Dilma, Serra e Marina, a pesquisa CNT/Sensus incluiu outros oito pré-candiatos. José Maria Eymael (PSDC) teve 1,1% e Américo de Souza (PSL) somou 1%. Mario de Oliveira (PTdoB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) aparecem com 0,4% das intenções de voto. Rui Costa Pimenta (PCO) tem 0,2% e Levy Fidelix (PRTB) e Oscar Silva (PHS), 0,1%. Nulos, indecisos ou que não responderam ao levantamento somam 20,6%.

Metodologia
Por questões técnicas, a CNT/Sensus modificou a forma de apresentação do questionário aos entrevistados. Nas outras edições, a avaliação do governo e de Lula era consultada primeiro e depois o entrevistado respondia sobre a disputa eleitoral. Agora, os entrevistadores do Instituto Sensus fizeram as perguntas eleitorais primeiro e só depois questionaram a avaliação do governo e de Lula.

Para Guedes, a inversão só evitou possíveis contestações jurídicas: “Essa modificação não influencia no resultado da pesquisa.” Outra modificação realizada foi a apresentação dos nomes dos candidatos em um formato de “pizza” e não no modelo tradicional de lista.

(Portal G1)

Maioria dos eleitores votaria “com certeza” em um candidato apoiado por Lula

A maioria dos eleitores votaria, com certeza, em um candidato à Presidência apoiado pelo presidente Lula. O dado é da pesquisa Vox Populi/Band divulgada neste sábado. Outros 30% dos entrevistados disseram que poderiam votar, 10% disseram que não votariam e 24% afirmaram que não levam isso em conta.

Quando questionados sobre se sabem ou não quem Lula está apoiando, 74% dos entrevistados responderam que é Dilma Rousseff (PT), 4% acharam que é José Serra (PSDB) e 1% acredita que é Marina Silva (PV).

No caso do governo do Estado, o instituto Vox Populi perguntou sobre a influência do apoio de um governador a um presidenciável. Entre os entrevistados, 15% responderam que votariam com certeza em um candidato à Presidência apoiado pelo governador de seu Estado. Outros 36% disseram que poderiam votar, 15% afirmaram não votar e 30% acham que isso não faz diferença.

Para 47% dos entrevistados, o próximo presidente deve dar continuidade à maioria das políticas de Lula e mudar apenas algumas. Outros 34% disseram que todas as políticas públicas atuais devem ser mantidas, 13% acham que se deve manter algumas e mudar a maioria e 5% gostariam que tudo fosse mudado.

A pesquisa Vox Populi/Bandeirantes foi realizada entre os dias 8 e 13 de maio em 117 municípios. A margem de erro é de 2.2. pontos percentuais. Foram entrevistadas 2 mil pessoas e a pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Eleitoral (TSE) no dia 7 de maio, com o protocolo de número 11.266/2010.

(band.com.br)

Pesquisa Vox Populi mostra Dilma com 38% e Serra com 35%

Pela primeira vez desde que as pesquisas sobre intenções de voto começaram a ser realizadas, a ex-ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), aparece na frente do ex-governador paulista José Serra (PSDB) quanto à preferência dos entrevistados para saber quem querem que ocupe a Presidência da República a partir de janeiro de 2011.

A pesquisa divulgada pelo Instituto Vox Populi no sábado (15) coloca a petista com 38% das intenções e o tucano com 35% das 2 mil pessoas ouvidas em 117 cidades entre 8 e 13 de março.

Conforme o instituto, a margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos. Ou seja, isso os coloca tecnicamente empatados.

Na pesquisa anterior do Vox Populi, de abril, Dilma aparecia com 33% e Serra com 38%. Marina Silva (PV) ficou praticamente estável, subindo de 7 por cento naquela pesquisa para 8 por cento agora. Este cenário de abril já não incluía o deputado Ciro Gomes (PSB), que deixou a corrida presidencial.

Na simulação de segundo turno, Dilma tem 40 por cento e Serra, 38 por cento.

Escolha sem lista

Quando a pesquisa é espontânea, ou seja, aquela em que o eleitor fala em quem votará sem que seja provocado (sem lista com nomes), Dilma permanece à frente

A candidata de Luiz Inácio Lula da Silva à sucessão aparece com 19% e Serra tem 15%.

Num eventual segundo turno, Dilma recebeu 40% e Serra 38% da preferência.

Marina Silva (PV) vem logo após, com 8%. No levantamento anterior, apresentado em3 de abril, ela tinha 7% .

(www.capitalnews.com.br)

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O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

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. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

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