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Um idoso é agredido a cada dez minutos no Brasil

A Organização das Nações Unidas instituiu 15 de junho como o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa. A data foi definida para alertar a sociedade sobre o número crescente de maus tratos cometidos à população da terceira idade.

Para se ter uma ideia desta triste realidade, a cada 10 minutos, um idoso é agredido no Brasil. Em 70% desses casos, o agressor é o próprio filho. Os dados são da Secretaria de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida do Rio de Janeiro.

A violência contra os idosos tem várias facetas. Abandono, roubo, espancamento, humilhação, cárcere privado, violência física e psicológica são alguns exemplos das agressões cometidas. Medo, constrangimento e constantes ameaças são as principais causas que impedem a população idosa de denunciar esses delitos. As agressões ocorrem dentro de casa, de quem, teoricamente, mais se espera amor e proteção.

Como denunciar aquele a quem mais dedicamos cuidado durante uma vida? Quebrar o laço familiar é um desafio para as vítimas, que se calam diante de um muro intransponível. O idoso não consegue anular a relação parental com o agressor da família. Romper esse silêncio muitas vezes gera dor. Esse conflito interno explica porque 90% das denúncias de maus tratos são anônimas.

A expectativa de vida do brasileiro cresceu nos últimos tempos e hoje temos cidadãos conscientes e felizes aos 90 anos. Mas, infelizmente, ainda falamos de uma minoria. É preciso maior cuidado do Estado com essa população. Hoje, temos diretrizes, serviços e órgãos que têm por objetivo proteger essa população, o Estatuto do Idoso, conselhos estaduais e municipais, delegacias de proteção e o Disque Denúncia (181). Mas sem a participação da sociedade e a consciência de cada um de nós, esse ideal de respeito não se constrói.

Ao final da próxima década, as pessoas maiores de 40 anos serão quase metade da população brasileira. Nossa nação vai envelhecer e precisaremos redobrar os (ainda poucos) cuidados com quem passou grande parte da vida prestando serviços e produzindo amor.

Crédito: http://www.tribunahoje.com/

Microsoft inaugura seu primeiro centro de tecnologia no Brasil

Por Flávia Gianini

A Microsoft inaugurou nesta terça-feira (17), na capital paulista, o Microsoft Technology Center Brasil (MTC Brasil). O novo centro de tecnologia é o segundo da América Latina (o primeiro foi o MTC México) e representou um investimento total de US$ 10 milhões para a companhia. Entre as empresas parceiras do projeto estão HP, Intel, Nokia e Dell.

 

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Espaço para o desenvolvimento de projetos no centro tecnológico inaugurado em São Paulo

O MTC Brasil conta com área de 1,3 mil metros quadrados, divididos em salas interativas, laboratórios e espaços para o desenvolvimento de projetos e conta com um datacenter com capacidade para armazenar 700 terabytes. “O objetivo é trazer para dentro do centro o cliente da Microsoft com seus demanda para estudar soluções de tecnologia”, afirmou Fabio Souto, diretor do MTC Brasil.

No evento, a Microsoft assinou com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação um protocolo para a criação de seis aceleradoras de empresas iniciantes de tecnologia, as startups, principalmente nas áreas de jogos, educação, energia, óleo e gás, telecomunicações e saúde. Seis cidades vão sediar as aceleradoras, mas só quatro estão definidas: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.

As novas startups ficarão nas incubadoras durante o período de três anos, com acesso às tecnologias fornecidas pela Microsoft. Segundo o presidente da companhia no Brasil, Michel Levy, cada aceleradora incubará dez startups. “A intenção é fomentar empresas brasileiras que gerem conteúdo de alta qualidade”, afirmou.

(Mercado Digital, por ISTO É DINHEIRO)

Facebook é a maior rede social do Brasil

A rede social Facebook ultrapassou seu concorrente Orkut, do Google, e assumiu a liderança do setor no Brasil, segundo a consultoria americana comScore. A informação foi antecipada pela DINHEIRO em setembro

De acordo com dados da consultoria, o número de visitantes únicos do Facebook cresceu 192% em 2011, alcançando 36 milhões de usuários. Ao mesmo tempo, o Orkut viu sua audiência crescer apenas 5%, para cerca de 34 milhões de visitantes. 

Criada em 2004, a rede social do Google teve grande aceitação no Brasil, onde moram mais de 60% de seus usuários. Em 2008, a administração da rede passou para as mãos do escritório brasileiro do gigantes das buscas. 

Maior rede social do mundo, o Facebook agora só não é líder em seis países: China, Japão, Coreia, Vietnam, Polônia e Rússia. Com o crescimento da audiência, aumentou também o tempo de navegação no site. No ano passado, as pessoas passavam em média 4,8 horas navegando na rede, ante 37 minutos um ano antes, segundo a comScore.

(Mercado Digital, ISTO É DINHEIRO)

Brasil envia ajuda humanitária para Quênia, Etiópia e Honduras

O Brasil vai mandar ajuda humanitária para países africanos e centro-americanos. Quênia e Etiópia vão receber pouco mais de 18 mil toneladas de arroz doados pelo governo federal.

Os grãos saíram de estoques da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e deixaram o Brasil na segunda-feira (16), pelo Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, rumo aos dois países.

Também será enviado hoje cerca de 700 toneladas de milho para Honduras, pelo Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. Na semana passada, 31 toneladas de milho foram enviadas pelo mesmo porto para a Somália.

Os três países africanos para onde serão enviados os grãos são considerados pela ONU (Organização das Nações Unidas) com baixo desenvolvimento humano.

(Via Opera Mundi)

Brasil, China, Índia e Russia voltam a liderar economia mundial

MADRI – As economias emergentes vão liderar o crescimento global nos próximos anos, com o Bric – grupo formado pelo Brasil, Rússia, Índia e China – correspondendo por dois terços do crescimento mundial neste ano, disse o ministro da Economia do Brasil, Guido Mantega. Segundo o ministro, a economia brasileira deverá apresentar uma expansão entre 5,5% e 6% em 2010.

Em uma conferência sobre a economia do Brasil na Espanha, Mantega disse que a Europa levará mais tempo do que o esperado para se recuperar da recessão econômica, devido à sua atual crise da dívida soberana. O ministro ressaltou, no entanto, que o crescimento econômico brasileiro dificilmente será afetado pela crise na Europa, uma vez que a expansão no país será impulsionada pela demanda interna.

Segundo Mantega, o crescimento econômico no Brasil é sustentável, e o recente aumento da inflação foi apenas devido a chuvas fortes que destruíram plantações e tornaram, temporariamente, alguns produtos alimentícios mais caros. “A previsão é de que a inflação recuará nos próximos meses”, acrescentou o ministro.

Em um movimento para conter a rápida expansão da economia no Brasil e reduzir a aceleração da inflação, o governo anunciou na semana passada que vai cortar R$ 10 bilhões em despesas do setor público planejadas para este ano. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou na mesma conferência que o governo não pretende “colocar freios” na economia, mas apenas levar o crescimento para um nível mais razoável, o que possibilitará uma expansão de mais de 5% da economia também nos próximos anos. Segundo Bernardo, Mantega queria que os cortes alcançassem a cifra de R$ 20 bilhões.

(Agência Estado)

Economia brasileira cresce perto de 10% no primeiro trimestre, estima BC

A economia brasileira cresceu 9,84% nos três primeiros meses deste ano, na comparação com igual período de 2009, segundo estimativas feitas pelo Banco Central no novo Índice de Atividade Econômica da instituição (IBC-Br), divulgado nesta quarta-feira (19).

O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) e ajudar na definição da taxa básica de juros (Selic).

Já sobre o último trimestre do ano passado, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teria sido de 2,38%, de acordo com o índice. Em termos anualizados, representaria aumento de cerca de 9,5%.

Nova medida
O Banco Central informa que o IBC-Br “constitui uma medida antecedente da evolução da atividade econômica”. Antes divulgado por estados, e por regiões, desde o início deste ano o indicador passou a ser calculado com abrangência nacional.

O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além dos impostos. O resultado oficial do PIB do primeiro trimestre deste ano será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente no começo de junho.

“A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores da economia acrescida dos impostos sobre produtos, que são estimados a partir da evolução da oferta total (produção+importações)”, explicou o Banco Central, em seu último relatório de inflação.

Juros e inflação
O IBC-Br é uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Central para definir a taxa básica de juros da economia brasileira. Atualmente, os juros básicos estão em 9,5% ao ano, após uma elevação de 0,75 ponto percentual, a primeira em 19 meses, realizada no mês passado.

Com a demanda por produtos e serviços em alta, cresce o risco de que haja pressão sobre os preços. Para tentar conter a demanda, o governo anunciou, na última semana, um corte adicional de R$ 10 bilhões no orçamento dos ministérios em 2010.

A estimativa dos analistas é de que o forte crescimento da economia, agora confirmado pelas previsões do Banco Central, continue a pressionar a inflação, o que deverá levar a novos aumentos da taxa de juros no decorrer deste ano.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), a previsão do mercado é de 5,5% para este ano, acima da meta central de 4,5%, mas dentro do intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (entre 2,5% e 6,5%).

Como a previsão para o IPCA deste ano está acima da meta central, os economistas projetam um novo aumento de 0,75 ponto percentual nos juros, para 10,25% ao ano, no começo de junho. O mercado acredita que os juros terminarão este ano mais altos ainda, em 11,75% ao ano. Para o PIB, a estimativa dos analistas é um crescimento de 6,3% para 2010, o maior desde 1986.

(Portal G1)

ONU: desmatamento global teve queda, mas persiste

Apesar de programas ambientais na Ásia e nos Estados Unidos ajudarem a diminuir a taxa de desmatamento, fazendeiros ainda derrubam florestas locais em um nível alto e alarmante, advertiu hoje um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O documento também mencionou a queda do desmatamento no Brasil.

O diretor-assistente da ONU para florestas, Eduardo Rojas, disse que o estudo relativo à última década mostra a primeira queda no desflorestamento desde que os especialistas começaram a monitorar o fenômeno.

Os programas de plantação, sobretudo na China, na Índia e no Vietnã, ajudaram muito a reduzir a taxa de perda florestal. O total caiu de 20,3 milhões de acres por ano, na década de 1990, para 12,8 milhões de acres, entre 2000 e 2010, informaram os especialistas que apresentaram o estudo, na sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma.

“O Brasil e a Indonésia, que tinham os índices mais altos de perda de florestas nos anos 1990, reduziram significativamente suas taxas de desflorestamento”, afirmou o estudo. E os três programas de reflorestamento, incluindo os Estados Unidos, acrescentaram milhões de acres de novas florestas anualmente.

A América do Sul como um todo, porém, perdeu 9,9 milhões de acres anualmente, ao longo da última década, e a África perdeu outros 8,3 milhões de acres todos os anos, no mesmo período. A dura seca na Austrália desde 2000 contribuiu para a perda florestal, informou o relatório.

Obstáculos – Notando que o programa de reflorestamento da China tem data marcada para acabar, em 2020, Mette Loyche Wilkie, coordenadora do levantamento da FAO, disse: “Nós temos uma pequena janela de oportunidade” para manter a redução no desmatamento na próxima década. Caso isso não ocorra, podemos “voltar aos altos índices dos anos 1990″, advertiu.

Fazendeiros comprando florestas virgens para transformar essas áreas em terra agricultável tem sido um problema crescente em partes de América do Sul, Ásia e África, mas Wilkie disse que não está claro quanto esse comportamento impactou na perda de florestas. Um estudo da ONU, que deve ser concluído no fim do ano que vem, busca determinar o papel que essas ações têm no desflorestamento, disse ela.

As árvores também estão vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. O besouro mountain pine, espécie que tem resistido mais ao inverno, graças às temperaturas menos frias, tem dizimado florestas de pinheiros no oeste do Canadá e dos EUA, afirmou Wilkie. A escala de danos causados pelos insetos tem sido “massiva e sem precedentes” desde o fim dos anos 1990, destruindo um total de 2,7 milhões de acres, disse ela.

(Agência Estado)

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O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

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. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

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