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Mais de 330 mil fazem concurso para Banco do Brasil neste domingo

VAGAS

MACAPÁ - A prova do concurso do Banco do Brasil para formação de cadastro de reserva para o cargo de escriturário será aplicada neste domingo (13). Os portões foram fechados às 9h (horário de Brasília). A seleção terá provas objetivas e prova discursiva-redação. O exame terá 4h30 de duração.

No total são 339.173 candidatos que irão concorrer a vagas nos estados do Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, parte de Santa Catarina e parte do Amazonas. Por ser uma seleção para cadastro de reserva, não há número de vagas definido – o banco chama os aprovados de acordo com a necessidade.

A Fundação Carlos Chagas, organizadora disponibilizou um link para os candidatos terem acesso aos locais de prova – veja seu local de prova.

O horário de aplicação das provas seguirá o horário de Brasília em todas as cidades, sendo de exclusiva responsabilidade do candidato observar as diferenças de horário decorrentes de fuso horário e horário de verão na cidade de realização da sua prova. Todos os candidatos deverão levar caneta esferográfica de material transparente e tinta preta, lápis preto nº 2 e borracha.

A prova de conhecimentos básicos terá português, raciocínio lógico-matemático e atualidades do mercado financeiro. A prova de conhecimentos específicos terá cultura organizacional, técnicas de vendas, atendimento (focado em vendas), domínio produtivo da informática e conhecimentos bancários. Na prova discursiva – redação, deverão ser rigorosamente observados os limites mínimo de 20 linhas e máximo de 30 linhas, sob pena de perda de pontos.
Agência do Banco do Brasil de Queimadas por invadida por assaltantes (Foto: Plínio Almeida/TV Paraíba)Agência do Banco do Brasil

Perfil dos candidatos
Dos 339.173 inscritos para o concurso, 55,5% são mulheres, mais de 60% possuem renda mensal familiar de até três salários mínimos, 69,5% são solteiros e cerca de 45% têm entre 19 e 25 anos. Estabilidade e possibilidade de ascensão e carreira são os principais motivos alegados para participar do concurso do BB, cujos candidatos são, em sua maioria, empregados do setor privado: quase 38%.

Paraná, Pernambuco e Ceará são os estados com maior número de inscritos: são 76.967, 42.607 e 41.872, respectivamente – clique aqui para ver os inscritos por estados.

Para participar, o candidato deve ter ensino médio e idade mínima de 18 anos completos até a data da contratação. O salário é de R$ 1.892 para jornada de trabalho de 30 horas semanais. Há ainda cesta alimentação de R$ 367,92 e auxílio refeição de R$ 472,12.

O provimento das vagas está sujeito ao planejamento estratégico e às necessidades do Banco do Brasil.

De acordo com o edital, ficam asseguradas as admissões, conforme necessidade de provimento, dos candidatos classificados nas seleções externas 2011/001, 2011/002 e 2011/003 até o término de suas vigências (04/03/2013, 29/04/2013 e 28/09/2013, respectivamente).

O concurso 2011/001 abrangeu 36 cidades do Norte, Nordeste e Sul, nos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Paraíba e Paraná. O concurso 2011/002 englobou 48 cidades do Norte, Nordeste e Centro-Oeste nos estados do Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Sergipe. O concurso 2011/003 engloba 51 cidades no Norte, Sul e Sudeste, nos estados do Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

As atividades do escriturário são comercialização de produtos e serviços do Banco, atendimento ao público, atuação no caixa (quando necessário), contatos com clientes, prestação de informações aos clientes e usuários; redação de correspondências em geral; conferência de relatórios e documentos; controles estatísticos; atualização/manutenção de dados em sistemas operacionais informatizados; execução de outras tarefas inerentes ao conteúdo ocupacional do cargo.

O candidato será classificado por macrorregião e por microrregião, de acordo com a sua opção no ato da inscrição. O candidato classificado será convocado, em função das necessidades do banco, a assinar contrato individual de trabalho com o banco, que se regerá pelos preceitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O candidato poderá ser convocado, uma única vez, para microrregião diferente daquela em que se inscreveu desde que exista vaga e não haja candidato classificado para preenchê-la. Nesse caso, o Banco do Brasil utilizará a ordem de classificação da macrorregião. Se o candidato não aceitar tomar posse na dependência fora da microrregião em que se inscreveu, será excluído da classificação por macrorregião, mantendo, porém, a classificação na microrregião em que se inscreveu.

(Portal Amazônia)

Banco do Brasil anuncia mudanças em 13 diretorias‎

O Banco do Brasil promoveu nesta sexta-feira (27/1) uma dança de cadeiras na Diretoria Executiva da instituição que resultou em alterações em 13 cargos de diretores.

As mudanças foram motivadas por uma vaga que estava aberta e a aposentadoria de outros quatro profissionais.

“O Banco do Brasil promoveu o rodízio de diretores, buscando a formação multidisciplinar de seus executivos”, explicou, em nota, a instituição.

A Diretoria Executiva do BB é dividida em 40 áreas, além dos nove vice-presidentes e o presidente. 
O início para as mudanças foi uma vaga aberta na diretoria de Distribuição São Paulo.

O antigo ocupante do cargo, Dan Conrado, foi promovido para vice-presidente de Varejo e Distribuição no final de dezembro.

Além disso, quatro diretores se aposentaram por idade e tempo de contribuição. Pelas regras do BB, o profissional pode se aposentar ao ter no mínimo 50 anos e 30 anos de contribuição para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do banco.

Aposentaram-se Armando Medeiros (Marketing e Comunicação), Amauri Niehues (Gestão de Pessoas), Renato Donatello (Controladoria ) e Paulo Roberto Evangelista (Gestão de Risco).

Foram promovidos aos cargos de diretores Adriano Meira Ricci (Reestruturação de Ativos), Antonio Maurício Maurano (Comercial), Carlos Alberto de Araújo Netto (Gestão de Pessoas), Clênio Sevério Teribele (Agronegócios) e Hayton Jurema da Rocha (Marketing e Comunicação).

Outros oito profissionais já estavam na Diretoria Executiva, mas mudaram de áreas. São eles: Adilson do Nascimento Anísio, Ives Cezar Fulber, José Maurício Pereira Coelho, Márcio Hamilton Ferreira, Osvaldo Cervi, Rogério Fernando Lot, Sandro Kohler Marcondes e Walter Malieni Junior.

Já as mudanças entre os vice-presidentes ocorreram no final de dezembro, quando houve a exoneração de Allan Toledo do cargo de vice-presidente da área internacional e de atacado, responsável pelo relacionamento com grandes empresas.

Ele foi substituído por Paulo Rogério Caffarelli, então vice de Novos Negócios. Alexandre Corrêa Abreu saiu da vice-presidente de Varejo e Distribuição, substituído por Dan Conrado, e assumiu o lugar deixado por Caffarelli.

(PORTAL BRASIL ECONÔMICO)

Correios e BB inauguram Banco Postal na Rocinha e no Vidigal

Os Correios do Rio de Janeiro e o Banco do Brasil inauguram o Banco Postal na Rocinha e no Vidigal, neste sábado (21), às 11h. O evento ocorrerá na agência de correio da Rocinha, Estrada da Gávea, 250.

Os serviços do Banco Postal estarão disponíveis para os moradores de ambas as comunidades a partir de segunda-feira (23).

Participarão do evento o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, o diretor-adjunto do Rio de Janeiro, Marcello Ganim e os representantes do Governo do Estado e Banco do Brasil.

Os Correios estão presentes na comunidade desde 1982 e o Banco Postal permitirá aos seus moradores a abertura de contas bancárias e poupança, acesso ao microcrédito e efetivação de pagamentos.

(JORNAL DO BRASIL ONLINE)

PCCS do Banco do Brasil: Proposta do funcionalismo deve ser apresentada até o próximo dia 30/6

Tema de inúmeras reuniões e mobilizações por parte de sindicatos e comissão de empresa, o PCCS continua sendo uma das principais bandeiras de luta dos funcionários do Banco do Brasil.

Em reunião das mesas temáticas, realizada no dia 15/12, os funcionários elegeram várias premissas sobre o plano. O crescimento no lucro do Banco do Brasil, que registrou R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre deste ano, reforça as demandas dos trabalhadores por melhores condições de trabalho e valorização. O tema também foi abordado durante o 21º Congresso Nacional dos Bancários, realizado em São Paulo.

O debate realizado durante a reunião das mesas temáticas se concentrou nos seguintes temas: formatação do novo PCCS, interstício, piso salarial, jornada de seis horas e promoção por mérito e antiguidade. A Comissão de Empresa (CEBB) mandou, em abril, um documento à direção do banco pedindo o número de bancários escriturários. De posse dos dados, o movimento sindical poderá formular e apresentar uma proposta real para implementação do PCCS.

A valorização do piso salarial é reivindicação da categoria e durante a reunião a CEBB também conversou sobre equiparação do salário dos bancários com o piso calculado pelo Dieese, que atualmente está em torno de R$ 2.000,00. O prazo para o banco apresentar uma proposta termina em 30/6.

“Precisamos de um plano que corrija as distorções, valorize o piso de ingresso, valorize o mérito e, principalmente, estimule o funcionário. Mas, para alcançarmos tudo isso, precisamos da mobilização e unidade de todos”, analisa o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra.

Deliberações do Congresso – O 21º Congresso Nacional dos Funcionários do BB ratificou as premissas e apresentou propostas concretas para a elaboração do PCCS no BB. “O Congresso encerra um processo de construção democrática de uma proposta de PCCS que será negociada com o banco”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato de Brasília e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

De acordo com o aprovado durante o congresso, as entidades representativas dos funcoinários devem construir e apresentar uma proposta do PCCS baseado nas premissas aprovadas na plenária de dirigentes sindicais, para entrega ao BB até 30/6.

“O Congresso encerrou um processo de construção democrática de uma proposta de PCCS que será negociada com o banco”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato de Brasília e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. “A partir do Congresso, vamos convocar os bancários a se mobilizarem para defender a proposta do funcionalismo”.

Confira as principais premissas:

* Propor como piso do PCCS o salário mínimo do Dieese, hoje equivalente a R$ 2.139,06);
* Adotar a jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários;
* Excluir da alçada dos gestores imediatos a decisão sobre comissionamentos e descomissionamentos;
* Não criar obrigação de migração de planos;
* Incorporar anuênio e gratificação semestral;
* Buscar a isonomia;
* Instituir políticas afirmativas nos processos de seleção interna;
* Elevação do interstício para 12% e 16%;
* Eliminar a coexistência de várias categorias de funcionários;
* Valorizar a antiguidade e a experiência no cargo e na função (interstício no PCS e no PCC);
* Elaborar regras claras de encarreiramento e adotar mecanismos para assegurar o seu cumprimento (regras objetivas para seleções internas);
* Criar regras claras sobre a progressão funcional horizontal (lateral, na mesma função) e vertical, mediante valorização da maturidade e da qualificação profissional;
* Estabelecer valorização do dirigente sindical no PCCS.

(SEEB/CE)

Fundo Soberano vai comprar ações do BB

SÃO PAULO – O governo resolveu utilizar os recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB) na subscrição de ações do processo de aumento de capital do Banco do Brasil. Decreto publicado na sexta-feira  no Diário Oficial da União autoriza a cessão sem ônus do direito de preferência da União para a subscrição de ações para o Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE), que é administrado pelo próprio BB.

O FFIE, que tem hoje cerca de R$ 17 bilhões, é o fundo de investimento no qual estão depositados os recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB), o único cotista do FIEE, que é administrado pelo Banco do Brasil.

Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, a operação pode ser considerada normal se não se tornar o precedente de outras operações semelhantes. “O BB está precisando se capitalizar, e o governo pode usar recursos do Fundo Soberano para investir em estatais. O único problema, neste caso, é que o Banco do Brasil é uma empresa de economia mista. Então essa injeção de recursos vai beneficiar também investidores particulares”, ponderou Oliveira.

O decreto autoriza também o não-exercício do direito de preferência pela União para a subscrição das ações, desde que mantido o controle do capital votante, com no mínimo 50% mais uma ação do capital.

Foi autorizada a manutenção em titularidade do Tesouro Nacional dos 60 milhões de ações ordinárias do Banco do Brasil, a serem retiradas do Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas (FGP), que não foram utilizadas na subscrição de cotas do Fundo de Garantia a Empreendimentos de Energia Elétrica (FGEE).

Por sua vez, em entrevista ao “Panorama do Brasil” desta semana, o diretor de Distribuição do Banco do Brasil em São Paulo, Dan Conrado, contou a estratégia do banco público para o mercado paulista, depois de finalizada a compra da Nossa Caixa. Ele também chamou a atenção para o fôlego  — de R$ 110 bilhões — que o banco tem para conceder novos empréstimos, , mesmo antes do processo de capitalização que está em andamento.

(DCI)

Previ pode investir mais em infraestrutura, diz novo dirigente

RIO DE JANEIRO, 1o de junho (Reuters) – O maior fundo de pensão da América Latina, Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, poderá aumentar seus investimentos em infraestrutura se isso for interesse do país e ao mesmo tempo atender as regras de governança corporativa da entidade, afirmou o novo presidente Ricardo Flores, que toma posse nesta terça-feira.

Sem se preocupar com possíveis usos da Previ pelo governo por entender que a entidade está blindada por uma governança corporativa madura, Flores disse que projetos para a Copa em 2014 e para as Olimpíadas de 2016 podem ser analisados como qualquer outro investimento que seja proposto à entidade.

“Queremos ser atores principais e não coadjuvantes no desenvolvimento do país”, disse Flores a jornalistas horas antes de tomar posse. “Se isso for interesse do país e desde que atenda aos requisitos, não vejo como excludentes (os projetos estruturantes)”, completou.

Na véspera, a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, comentou em evento em São Paulo que fundos de pensão poderiam ter uma participação maior no setor de infraestrutura do país ao citar diversificação das fontes de financiamento da economia para além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Sem a presença da imprensa, o ex-presidente da Previ, Sérgio Rosa, passa oficialmente o bilionário caixa de 142 bilhões de reais da Previ para Flores e a nova diretoria em cerimônia no final desta tarde no Rio de Janeiro.

Junto com Flores tomam posse os dois diretores indicados pelo Banco do Brasil e os dois eleitos pelos participantes do fundo. Apenas um diretor, de Seguridade, José Ricardo Sasseron, permaneceu da antiga diretoria.

Marco Geovanne Tobias da Silva, que ocupava a gerência geral de Relações com Investidores do BB assume a diretoria de Participações no lugar de Joílson Ferreira prometendo dar maior visibilidade ao fundo.

“Vamos dar maior transparência, como foi feito com o banco, queremos fazer mais reuniões com o mercado”, disse Silva, lembrando que atualmente a Previ tem apenas uma reunião anual na Apimec.

A entidade ganhou mais fôlego para investimentos no ano passado, depois que o governo resolveu aumentar de 50 para 70 por cento o limite das aplicações em renda variável. Mesmo assim, Flores e sua diretoria terão que lidar com casos polêmicos como o desinvestimento a ser feito na Vale, para que a Previ possa se adequar à regra de não concentrar mais de 10 por cento do patrimônio do fundo em uma única empresa. Atualmente a Vale é o maior investimento da Previ, com peso em torno dos 20 por cento do seu patrimônio.

“Isso ainda não foi avaliado”, afirmou.

CONSELHO DA VALE

Flores não decidiu também se vai assumir o cargo de presidente do Conselho de Administração da Vale. Argumentando que o mandato de Sérgio Rosa vai até 2011, Flores deu sinais de que vai esperar a decisão do ex-dirigente.

“Esse assunto ainda não foi tratado (o conselho da Vale). Existe um mandato e este mandato está em curso até maio de 2011″, disse Flores. “Isso tem um rito próprio, ele (Rosa) pode pedir para sair, renunciar…tem que ter assembléia de acionistas…”, explicou o executivo que preferiu generalizar o assunto:

“Não pretendemos mudar as coisas no sentido de mudar por mudar, queremos olhar o processo de maneira geral e manter aquilo que está maduro e aperfeiçoar o que puder”, explicou, referindo-se também às suas outras participações em empresas.

Outras questões delicadas, como o superávit de mais de 40 bilhões de reais da entidade que poderá ou não ser distribuído aos beneficiários, assim como possíveis mudanças nas participações da Previ no setor elétrico (CPFL e Neoenergia) serão avaliadas com calma, disse Flores.

Funcionário de carreira, Flores está no banco há 32 anos.

(O Globo)

Bomba explode agência do BB em Rio Claro – SP

Uma explosão destruiu uma agência do Banco do Brasil no bairro Cervezão, no início da manhã do último domingo (30), em Rio Claro, a 174 km de São Paulo.

Os autores do crime não foram localizados. Segundo a polícia local, testemunhas teriam vistos os dois homens saindo em um veículo preto. Logo depois, aconteceu a explosão.

O banco não informou o valor dos prejuízos, e não há informações sobre a abertura da agência nesta segunda-feira.

A polícia estuda os motivos que levaram a explosão.

(Band)