
Dois homens foram detidos ao tentar embarcar em um voo de Brasília para o Rio de Janeiro com R$ 465 mil em espécie escondidos em meias, cuecas e outras peças de roupa. A prisão ocorreu na quinta-feira pela Polícia Federal. Um dos homens, que se identificou como Michel, disse que portava R$ 229 mil. O economista e empresário Eduardo Lemos, dono da Fides Advisor Consultoria Financeira, se apresentou como dono do dinheiro.
Segundo Lemos, o dinheiro seria enviado ao Rio para ser usado na compra de um apartamento para a mãe e no pagamento de dívida de R$ 50 mil.
Em 2005, um funcionário do deputado José Guimarães, atual líder do PT na Câmara, foi preso com dólares na cueca no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Ele chegou a ser processado por improbidade administrativa, mas foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2012. “Não tenho contrato com o serviço público, não tenho ligação com político”, disse Lemos.
(Portal Terra)

São Paulo – Noticiada hoje, mas não confirmada ainda pelo Itaú, a compra da Credicard pelo Itaú por 3 bilhões de reais surpreendeu pelo valor, bem acima dos cerca de 2 bilhões de reais que estavam sendo negociado pelos demais interessados e o triplo do valor de mercado da companhia.
Uma oferta grande o suficiente para fazer com que o banco da família Setúbal deixasse para trás os rivais Bradesco e Santander na disputa pela bandeira.
Mas, afinal, por que pagar para o Citibank um preço tão alto por uma empresa?
O Itaú tem lá seus motivos – e, de cara, quatro deles parecem ser bem consistentes. São eles:
Negócio
A Credicard tem 7 milhões de plásticos, estima o mercado, e teria sido responsável por cerca de 4,5% das transações feitas por brasileiros no exterior, um número que beirou aos 500 bilhões de reais em 2011.
Além do que, a companhia é a última “dona” de carteira de cartões em negociação hoje, em um mercado em ascensão em que nenhum banco quer ficar de fora. Isso porque o setor de cartões no Brasil cresce a passos largos em comparação aos demais países, tanto pelo tamanho do mercado e pelo aumento de crédito ao consumidor, quanto pelo hábito de compras por meio de cartões que vêm se consolidando no cotidiano da vida dos brasileiros.
Nos últimos cinco anos, o setor no Brasil cresceu em torno de 20% ao ano, índice que deve se manter pela fase de amadurecimento do setor financeiro pela qual passa o país. Apenas no ano passado, 724,3 bilhões de reais em transações foram feitas por meio de pagamentos por cartões de crédito ou débito, um número 18% maior em relação ao ano anterior.
Concorrência
Não deixar que o concorrente Santander levasse para casa a Credicard também acabaria ajudando o Itaú a tirar da frente um concorrente de potencial imenso de crescimento. Além de ainda desbancar o arquirrival Bradesco do páreo. Dois concorrentes que, sem participar da fundação da Credicard, ainda teriam acesso a uma das marcas mais fortes e tradicionais do setor de cartões do país. Uma hipótese difícil de ser digerida pelo Itaú.
Estimativas de mercado mostram que o Itaú lidera esse setor, com 30% do volume de transações feitos por meio de cartões no país. Bradesco e Banco do Brasil teriam, cada um, cerca de 20% e o Santander 5%.
Além dos ganhos sobre os volumes transacionados, o setor de cartões representa para os bancos uma maneira fácil de capturar e reter clientes. Os plásticos funcionam como uma ferramenta para eles traçarem os gastos e hábitos de consumo de seus clientes, informações que podem ser usadas para a oferta de crédito e produtos financeiros direcionados para tipos específicos de pessoas.
Histórico
A Credicard foi fundada, nos anos 70, pelo Itaú, Unibanco e Citibank e em 2004, o Unibanco vendeu sua participação na Credicard. Cada sócio ficou com metade da carteira. Em 2006, quando Citi e Itaú resolveram finalizar a parceria, um algoritmo matemático fez a divisão entre as partes – e, claro, uma parte de clientes do Unibanco acabou indo para a Credicard.
É esta fatia que o Itaú consegue, agora, reaver com a compra do Credicard. Trata-se de uma carteira de clientes do Unibanco, correntistas do Itaú desde 2008, quando o banco foi adquirido pelo concorrente, que permaneceu com cartão da Credicard.
Presença
Além de ser uma marca com histórico forte na memória dos brasileiros, a Credicard ainda conta com cerca de 100 lojas de rua de sua Credicard Financiamentos, quando ainda controlada pelo Citi. A empresa promove vendas de pacotes de créditos voltados para o varejo – um nicho que vinha sendo renegado pelo Citibank aos poucos, desde os últimos anos, e foi definitivamente deixado de lado com a venda da bandeira para o banco rival.
A dúvida agora é o que o Itaú fará com as lojas de ruas, bem como o que será feito dos cerca de 1.200 empregados herdados da transação. Hoje o Itaú conta com pouco mais de 89.000 funcionários.
(Exame Online)

Dia 31 de março de 2009. Foi nesta data, quando foram unificadas as ações de Itaú e Unibanco, que a bolsa de valores marcou uma distância que parecia quase intransponível entre o recém-criado Itaú Unibanco e o Bradesco. Enquanto o valor de mercado do primeiro chegou a R$ 99,577 bilhões, o do segundo era 67,5% dessa cifra, ou R$ 65,1 bilhões.
Mais de quatro anos depois, porém, os números mostram que o banco da Cidade de Deus não deixou barata a vantagem do concorrente. Na sexta-feira, por exemplo, enquanto o Itaú Unibanco valia R$ 155,9 bilhões na bolsa, o valor de mercado do Bradesco era de 90,9% do rival, somando R$ 141,8 bilhões.
Não foi só na bolsa que o Bradesco diminuiu a liderança conquistada pelo Itaú com a fusão. Tanto em ativos totais como em operações de crédito, a distância entre os dois encurtou. Em financiamentos, logo após a fusão, o estoque do Bradesco representava 74,66% do saldo do Itaú, com R$ 179,9 bilhões. No balanço patrimonial mais recente dos dois bancos, contudo, esse percentual avançou para 80,22%.
Em ativos totais, o Bradesco representava 71,3% do concorrente pós-fusão. Hoje, é 86,9%, com seus R$ 894,4 bilhões.
Méritos do Bradesco à parte, esse encurtamento de distância reflete, pelo menos parcialmente, as dores pós-crescimento do Itaú nos anos que seguiram a maior união bancária brasileira.
Seja pela dificuldade que envolve engolir uma aquisição do porte do Unibanco, seja por alguns lances não bem-sucedidos para avançar no mercado de crédito ao consumo, os últimos anos não foram fáceis para o Itaú navegar.
“O Itaú enfrenta hoje o desafio de uma receita que não está crescendo, graças à migração para linhas de menor risco. Os benefícios dessa mudança só vão aparecer mais tarde, depois que a linha de provisões para inadimplência diminuir”, raciocina analista que acompanha a instituição. Ou seja, embora o banco tenha promovido ajustes em sua política de crédito, é lenta a recuperação dos problemas passados.
A carteira de crédito de veículos é o grande exemplo de uma aposta do banco que saiu pela culatra. Hoje, já em ritmo de recuperação, a linha chegou a dar prejuízo para o Itaú, graças às elevadas taxas de inadimplência.
Foi uma aposta em um segmento de crédito de risco menor, já que tinha garantia real do veículo, que se mostrou não tão segura assim. Tanto que, no ano passado, a carteira do banco na modalidade encolheu 14,8% na instituição.
A arrumação da casa já está em curso. Os cortes de pessoal, por exemplo, foram severos no Itaú. De março de 2012 a março deste ano, o quadro de funcionários encolheu em 6.339 postos de trabalho, a maior redução entre os bancos privados.
“São ajustes de eficiência operacional que o banco promoveu no último ano. Outro exemplo foi a dissolução de parcerias com varejistas que não eram rentáveis”, afirma o analista Carlos Daltozo, da BB Investimentos. Desde 2010, o Itaú encerrou 300 alianças desse tipo, incluindo Lojas Americanas e C&C.
Embora tenha enfrentado seu quinhão de problemas também no campo do calote, o Bradesco se mostrou, em algumas áreas, mais adaptável a uma realidade bancária de spreads de crédito menores e busca por linhas mais seguras de financiamento. Antes de o Itaú levar o BMG, por exemplo, o Bradesco já tinha em casa uma estratégia para avançar no consignado, o crédito com desconto em folha em pagamento.
A seguradora do Bradesco, responsável por cerca de um terço do lucro ajustado de R$ 2,943 bilhões do trimestre, é outra vantagem competitiva no cenário bancário atual. A operação reforça as receitas fora do mundo do crédito.
No Itaú, o consolidado das operações mostrou lucro recorrente de R$ 3,512 bilhões no primeiro trimestre, enquanto a divisão de seguros, previdência privada e títulos de capitalização apresentou resultado líquido de R$ 546 milhões.
O que se nota é que o Itaú vem tentando semear hoje iniciativas que lhe deem vantagens sobre os rivais no futuro. Na área de cartões, por exemplo, o banco tem investido no Itaucard 2.0, que propõe nova metodologia para cobrança de juros no rotativo, mas que ainda não convenceu a concorrência a ponto de ser seguida. A credenciadora de cartões Redecard, trazida no ano passado para dentro do banco, também é outra aposta para um avanço mais saudável do crédito na instituição.
Fonte: Felipe Marques e Carolina Mandl – Valor
São Paulo – Como se não bastassem a pressão pelo cumprimento de metas abusivas, o assédio moral e as demissões, os funcionários do Itaú também estão descontentes com o plano de saúde. Desde que o convênio passou a ser administrado pela Porto Seguro Saúde, houve vários descredenciamentos, tanto por pedido de médicos e clínicas, quanto por iniciativa do próprio Itaú.
“O banco, de forma unilateral, está enviando correspondências a clínicas e médicos, informando o descredenciamento a partir de junho. Isso está gerando diversos transtornos aos funcionários, principalmente os que possuem tratamentos perenes como fisioterapia. Vamos exigir que a instituição nos dê explicações sobre os motivos disso”, afirma o diretor do Sindicato Júlio Cesar Silva Santos.
Júlio cita como exemplo o caso de uma bancária do CAT que faz fisioterapia na Clínica de Fraturas da Zona Leste, mas que terá de parar o tratamento porque a unidade será descredenciada, sendo que a clínica é uma das que mais presta serviços aos trabalhadores do Itaú.
“Quando adquiriu a Porto Seguro, o Itaú nos garantiu que o convênio continuaria a ser administrado pela Fundação Saúde Itaú. Mas não foi isso que aconteceu”, critica Júlio.
Prejudicados – Segundo a diretora executiva do Sindicato Ivone Maria da Silva, representante dos bancários no Comitê de Acompanhamento do Plano de Saúde do Itaú (Caps), várias reclamações de bancários têm chegado à entidade. “Vamos cobrar uma posição do banco sobre o assunto que tem prejudicado os usuários do plano.”
O problema tomou tal dimensão que o Sindicato está realizando uma pesquisa sobre o convênio entre os funcionários do Itaú.
“Mas podemos ter ideia da insatisfação nos e-mails que recebemos e depoimentos que escutamos. Os trabalhadores, por exemplo, reivindicam maior rede credenciada. Reclamam que os valores de reembolso são baixos em relação aos cobrados pelos médicos, e que o atendimento é ‘péssimo’ na central do convênio”, denuncia Ivone.
(Andrea Ponte, Sindicato dos Bancários de SP)

Delaware se tornou nesta terça-feira no 11º Estado americano a legalizar o casamento gay, depois que o Congresso Estadual aprovou uma nova legislação e o governador, o democrata Jack Markell, a assinou.
O Senado do pequeno Estado do nordeste dos Estados Unidos aprovou hoje por 12 votos a favor e nove contra a medida, que já foi respaldada pela Câmara dos Representantes em uma votação em abril.
Markell assinou a lei assim que chegou a seu escritório e assegurou em comunicado que Delaware havia “escrito hoje um novo capítulo” em sua história e “provado que a justiça e a igualdade seguem adiante” no estado.
Até hoje, Delaware permitia as uniões civis entre casais do mesmo sexo, mas não os casamentos, em uma situação similar à de Havaí, Illinois, Nova Jersey, Nevada, Oregon e Colorado.
Segundo a lei, o casamento entre pessoas do mesmo sexo será uma realidade em Delaware a partir do dia 1º de julho e os casais que tenham recorrido às uniões civis poderão mudar seu status se desejarem. A legalização chega menos de uma semana depois que outro pequeno Estado do nordeste, Rhode Island, aprovou os casamentos homossexuais.
Além de Delaware e Rhode Island, o casamento homossexual é legal nos estados de Connecticut, Iowa, Massachusetts, Maryland, Maine, New Hampshire, Nova York, Vermont e Washington, além do Distrito de Columbia.
O casamento homossexual gera cada vez mais aceitação na sociedade americana, que espera as decisões para julho a decisão da Corte Suprema americana sobre dois casos relacionados com o assunto.
(EFE)

São Paulo – A edição de junho da revista Bloomberg Markets traz uma pesquisa sobre os bancos mais sólidos e, por consequencia, mais confiáveis do mundo. Entre os da América do Sul, Santander Brasil, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil lideram o ranking.
No mundo, a liderança ficou com o Qatar National Bank, do Catar, o primeiro entre 20 instituições globais. Para chegar a tal conclusão, a revista avaliou 78 bancos com ativos totais de 100 bilhões de dólares ou mais, em março deste ano.
Ficaram de fora da análise apenas os bancos que não relataram, até março, os dados de desempenho de 2012 e as instituições que reportaram prejuízo ou falharam no último teste de estresse do Federal Reserve.
Os principais critérios analisados foram: proporção entre o capital da instituição e os ativos ponderados pelo risco; proporção entre os ativos inadimplentes e o total de ativos; relação entre reservas para perdas e empréstimos para ativos inadimplentes; e o índice de eficiência em 2012.
Na avaliação, quanto menor a nota do banco, melhor o seu desempenho. No caso dos bancos que operam no Brasil, o Santander acabou se saindo melhor, na avaliação da Bloomberg.
| Os bancos mais sólidos por região | |||
|---|---|---|---|
| Líder Mundial | Instituição | País | Nota |
| 1 | Qatar Nacional Bank | Qatar | 13,8 |
| América do Norte | Instituição | País | Nota |
| 1 | Canadian Imperial Bank of Commerce | Canadá | 14,9 |
| 2 | Royal Bank of Canadá | Canadá | 17,4 |
| 3 | Bank of New Scotia | Canadá | 22,5 |
| 4 | Toronto-Dominion Bank | Canadá | 23,5 |
| 5 | Citigroup | EUA | 28,8 |
| América do Sul | Instituição | País | Nota |
| 1 | Banco Santander Brasil | Brasil | 33,2 |
| 2 | Itaú Unibanco | Brasil | 50 |
| 3 | Bradesco | Brasil | 60,1 |
| 4 | Banco do Brasil | Brasil | 60,2 |
| Europa | Instituição | País | Nota |
| 1 | Svenska HandelsBanken | Suécia | 24,7 |
| 2 | Credit Suisse Group | Suíça | 26,9 |
| 3 | Skandinaviska Enskilda | Suécia | 28,7 |
| 4 | Turkiye Garanti Bankasi | Turquia | 29,2 |
| 5 | SwedBank | Suécia | |
| Ásia | |||
| 1 | Oversea-Chinese Banking | Cingapura | 14,1 |
| 2 | DBS Group | Cingapura | 19,9 |
| 3 | United Overseas Bank | Cingapura | 21,4 |
| 4 | Hand Seng Bank | Hong Kong | 23,9 |
| 5 | China Construction Bank | China | 25,4 |
Fonte: Bloomberg Markets
O Itaú Unibanco elevou as suas receitas com prestação de serviços, incluindo as rendas de tarifas bancárias, no primeiro trimestre, impulsionadas por cartões de crédito e serviços de conta corrente. Esses ganhos foram 18,8% maiores de janeiro a março ante igual intervalo de 2012, para R$ 5,122 bilhões.
Ante o trimestre anterior, foi vista queda de 0,5%, apesar da sazonalidade típica do período, que apresenta concentração de receitas no último trimestre do ano, segundo o banco. Desconsiderando o efeito da aquisição das ações dos minoritários da Redecard, ao final de 2012, que impulsionou as receitas com cartões, os ganhos com prestação de serviços do Itaú teriam apresentado crescimento de 8,8% em março ante um ano.
Se levado em conta o resultado com operações de seguros, previdência e capitalização, as receitas do banco atingiram R$ 6,476 bilhões, queda de 1,1% em relação ao trimestre anterior e crescimento de 15,9% ante o mesmo período de 2012.
As receitas de serviços com cartões de crédito atingiram R$ 2,087 bilhões no primeiro trimestre, cifra 2,4% superior em relação ao trimestre anterior e 36,1% maior em um ano. Esses ganhos foram puxados, conforme o Itaú, pelo crescimento nos volumes transacionados no período, pela aquisição de 100% das ações dos minoritários da Redecard e pelas maiores receitas de anuidades de cartões.
Já as receitas decorrentes dos serviços de conta corrente atingiram R$ 978 milhões no primeiro trimestre do ano, alta de 7,8% em relação ao trimestre anterior e de 30,4% em um ano. Os ganhos com administração de recursos somaram R$ 567 milhões, queda de 4,1% e alta de 14,5%, respectivamente.
(Aline Bronzati, Agência Estado)
Um analista de suporte do antigo Banestado Informática (Bisa) receberá diferenças salariais decorrentes de alteração contratual ocorrida em 1992, quando os empregados desta instituição foram incorporados pelo Banco do Estado do Paraná (Banestado), posteriormente adquirido pelo Itaú Unibanco.
Na mudança, o salário foi desmembrado com a criação de rubricas de “adicional de cargo” e “horas extras fixas”, e o entendimento foi o de a mudança acarretou redução salarial.
No julgamento de embargos em recurso de revista do banco contra a condenação, a Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho discutiu, principalmente, a prescrição do direito. Tendo em vista que a alteração se deu em 1992, o Itaú alegava que a pretensão do analista estaria totalmente prescrita, ou seja, ele não teria o direito de reclamar judicialmente as parcelas.
A maioria dos ministros, porém, entendeu que a prescrição era apenas parcial, reconhecendo-se o direito às diferenças relativas aos últimos cinco anos.
Prescrição total
Com o desmembramento do salário e a criação das duas rubricas, o valor do ordenado padrão até então recebido foi reduzido. Na reclamação trabalhista, ajuizada em 2005, o juízo da 13ª Vara do Trabalho de Curitiba (PR) enquadrou o analista como bancário desde sua admissão, em 1983, e, considerando ilícita a alteração contratual, entendeu que as duas rubricas integravam o salário. Assim, as diferenças, as horas extras e o adicional de cargo deveriam ser pagos separadamente.
O banco, ao recorrer da condenação, argumentou que, apesar do desmembramento, não houve redução salarial em termos globais, e defendeu a prescrição total da pretensão às diferenças salariais, devido ao intervalo entre a contratação, a alteração contratual e o ajuizamento da ação. O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região acolheu os argumentos e reformou a sentença, declarando a prescrição, com base na Súmula 294 do TST.
Segundo a súmula, nas ações que envolvem pedido de prestações sucessivas decorrentes de alterações contratuais, a prescrição é total, isto é, contada a partir da efetiva alteração, e não mês a mês. Com este fundamento, o TRT-9 extinguiu o processo.
Prescrição parcial

O analista recorreu ao TST e a Sexta Turma, ao examinar o recurso de revista, adotou outro entendimento. O relator, ministro Augusto César Leite de Carvalho, assinalou que a irredutibilidade do salário é direito assegurado no artigo 7º, inciso IV, da Constituição da República, e são vedadas alterações das condições do contrato de trabalho quando resultam em prejuízo para o empregado, como no caso. “Assim, é garantido ao trabalhador o direito às diferenças salariais decorrentes da redução, as quais ficam submetidas apenas à prescrição parcial”, concluiu.
O banco, então, interpôs embargos à SDI-1 sustentando que não houve simples diminuição salarial, mas uma alteração contratual complexa, inclusive com transposição do vínculo empregatício – sujeita, portanto, à prescrição total. A decisão da Turma, assim, seria contrária à Súmula 294.
Para a relatora, ministra Dora Maria da Costa, porém, “não há dúvidas de que a redução salarial, por implicar mudança em um dos aspectos essenciais do contrato de trabalho”, se trata de alteração contratual objetiva. “Contudo, não basta que se verifique alteração contratual para que seja aplicável a prescrição total prevista na parte inicial da Súmula 294″, afirmou, lembrando que é preciso observar outros aspectos: se a alteração foi unilateral por parte do empregador e se o direito eventualmente prejudicado tem fundamento legal. “Tratando-se de pretensão fundada em sucessivas lesões aos direitos do trabalhador ou em direito fundado em preceito legal, aplica-se a prescrição parcial, e não a total”.
No caso, a ministra constatou que, embora configurada a alteração unilateral, o TRT deixou claro que a pretensão se fundava em redução salarial, expressamente vedado pela Constituição. Por isso, a prescrição aplicável é a parcial, conforme a parte final da Súmula 294.
Por maioria, a SDI-1 não conheceu dos embargos, mantendo a decisão da Turma. Ficaram vencidos os ministros Ives Gandra Martins Filho, Renato de Lacerda Paiva, Cristina Peduzzi, João Oreste Dalazen, Brito Pereira e Carlos Alberto Reis de Paula, que, aplicando a prescrição total, davam provimento aos embargos para restabelecer a decisão do TRT-9.
Fonte: TST

Por volta das 12h15min, desta sexta feira, (19) o gerente do Banco Itaú de Assis Chateaubriand acionou a policia militar para informar uma tentativa de estelionato contra o banco. Segundo Ele, um elemento ligou para a agência e pediu para falar com uma determinada funcionária do caixa e passou a ameaça-la dizendo, que de onde estava a via perfeitamente, relatando inclusive como a funcionária estava vestida e que se ela não fizesse um deposito de R$ 70.000,00 na conta Ag:1424 c/c:16116-2, iria lhe dar um tiro. Assustada a funcionária chamou o gerente e passou o telefone para o mesmo, mas neste momento o golpista desligou.
Após o ocorrido foi verificado que a referida conta está em nome da pessoa de iniciais, J P. N. e está cadastrada em uma agência da cidade de Cariacica – Espírito Santo. Como o golpe não foi consumado, a policia militar simplesmente orientou as partes.
(www.brandaojunior.com.br)

O Itaú já implantou seu sistema de bicicletas públicas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na primeira, investiu R$ 20 milhões.
Na segunda, R$ 15 milhões e quer por mais dinheiro. Quer fazer o mesmo em Recife, Salvador, Porto Alegre e Belo Horizonte. Nas duas cidades nordestinas, o projeto já está mais avançado.
O programa funciona assim: a prefeitura faz uma licitação. Quem ganha fornece as bicicletas, organiza os pontos de troca e estacionamento e o cadastramento dos usuários. A prefeitura não paga nada. O banco expõe sua marca nas bicicletas.
(Época Online)

O principal investimento da Ambev em 2013 no futebol brasileiro está sofrendo um ligeiro boicote da Globo. O programa sócio-torcedor, que distribui descontos para torcedores em compras e serviços de várias empresas, fechou parceria com o Bradesco. O rival Itaú, patrocinador do futebol na emissora, foi procurado, mas não fechou negócio.
Agora, a Globo exibe apenas inserções publicitárias do programa da Ambev. Espaço na transmissão de jogos ou em telejornais, nem pensar.
Por Lauro Jardim, Veja Online

O Ministério Público do Estado do Ceará ajuizou uma ação civil pública, na última terça-feira (16), contra o Banco do Brasil, o Bradesco, o Itaú e o Banco do Nordeste em Iguatu. O pedido é para que as agências atendam os clientes em um tempo máximo de 25 minutos.
A ação, realizada pelos promotores de Justiça Francisco das Chagas da Silva e Aureliano Rebouças Júnior, foi motivada pelas reclamações de vários consumidores recebidas no Decon de Iguatu. De acordo com o MP, houve queixas relacionadas a um tempo de espera superior a uma hora.
O MP colheu elementos e constatou o descumprimento ao art. 1º da Lei Municipal nº 1.669/2012, que regulamenta o tempo de espera dos clientes na fila de bancos. Pelalegislação, as agências ficam obrigadas a atenderem as pessoas em tempo hábil, respeitando a dignidade e o tempo do usuário, que deve ser de, no máximo, 25 minutos em dias normais; 30 minutos nas vésperas e após os feriados prolongados; e 35 minutos nos dias de pagamento dos funcionários públicos municipais, estaduais e federais, não podendo em hipótese alguma ultrapassar esses prazos.
Obrigações
No processo, o MP pede a condenação dos bancos por danos morais coletivos, por violação ao direitos dos consumidores e solicita ainda uma liminar que obrigue as agências de Iguatu a cumprirem imediatamente a lei.
Além disso, pede que os bancos sejam condenados a instalar em suas dependências máquinas que emitam senhas para os clientes, para que, através desse procedimento, fiquem registrados os horários de entrada e de atendimento de cada consumidor. O Ministério Público sugere uma multa de R$ 5 mil para cada instituição financeira que descumprir a ordem judicial.
(Tribuna do Ceará)

O Bradesco é o banco mais rentável entre as maiores instituiçõs financeiras do Brasil, segundo levantamento da consultoria Economatica, divulgado nesta segunda-feira (8).
A Rentabilidade sobre o Patrimônio do Bradesco em 2012 ficou em 17,27% – valor inferior ao verificado em 2011 quando o banco alcançara 19,83%.
Em 2011, o líder era o Banco do Brasil, com ROE de 21,55%. No ano anterior, o BB ficou em segundo lugar, com ROE de 16,89%.
O terceiro mais rentável em 2012, entre os gigantes bancários do Brasil foi o Itaú Unibanco, com 16,70%, ficando na mesma posição que ocupou em 2011.
O quarto banco brasileiro entre as maiores instituições com maior ROE é o Santander Brasil. A instituição ficou na 16ª colocação em 2012 com ROE de 6,83%. Em 2011, estava na nona colocação.
(G1 Economia)

A Saúde Assistência Médica Internacional, operadora de planos de saúde, acusa o Itaú Unibanco de fraude e atos ilegais em operações bancárias de débitos feitos por pessoas não autorizadas. A operadora ajuizou ação indenizatória com pedido de antecipação de tutela no valor de R$ 37,4 milhões, alegando extrema necessidade para garantir a sobrevivência da empresa no mercado. O banco apresentou contestação apontando ilegitimidade passiva, prescrição do direito e que nunca praticou nenhum ato ilícito. Na última segunda-feira (19/3), a operadora protocolou réplica para demonstrar a responsabilidade do banco pela fraude, citando a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça, que diz que as instituições financeiras ”respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”.
Segundo a inicial da operadora, representada pelo advogado Fernando Bianchi, a relação com o banco começou em 1999, quando foram abertas várias contas-correntes no Unibanco — hoje Itaú Unibanco —, que tiveram movimento intenso até 2007 em pagamentos a prestadores de serviços e nos recebimentos de mensalidades pagas pelos clientes de planos de saúde.
Pelo fato de a empresa exercer um papel fundamental na prestação de assistência medica à população e por estar sujeita às Leis 9.656/1998 e 9.961/2000, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) começou a intervir, não só no âmbito fiscalizador, mas também legislador da empresa que, segundo a inicial, apresentava suspeitas de problemas financeiros.
Bianchi conta que, após visita técnica da ANS, em 2008, foram descobertos grandes desvios por meio do sistema bancário da empresa. Como consequência, foi interposto um processo criminal contra o gestor da operada à época da fraude. Além disso, foram solicitados ao Unibanco extratos, microfilmagens de cheques, cartas de autorização de débito e borderôs autorizadores de operações bancárias, entre outros documentos.
De acordo com a inicial, o Unibanco forneceu alguns documentos, entre eles cheques microfilmados, em que “foi verificado que houve permissão de compensação de cheques assinados por pessoas não autorizadas pela empresa”. Após essa constatação, foi pedido novamente ao banco para que todos os documentos da movimentação bancária entre a empresa e o banco fossem disponibilizados. Porém, segundo Bianchi, “o banco se negou a fornecer qualquer outro documento”.
O advogado alegou que “a empresa emitia um cheque para pagar um imposto e era levado ao banco para recolhimento da guia. O cheque era devolvido por insuficiência de fundos. No mesmo dia, o cheque era reapresentado na boca do caixa e o caixa liberava o dinheiro e o dinheiro não era pago. Esse dinheiro era liberado para um terceiro desconhecido da empresa.” De acordo com Bianchi, esse ato foi apontado por perícia extrajudicial.
Após a negativa do banco em entregar os documentos, foi proposta uma Ação Cautelar de exibição de documentos contra ele que, “por força do contrato bancário, do Código de Defesa do Consumidor e dos protocolos de legislação interna do Banco Central, tem obrigação de guardar os documentos e fornecer quando for solicitado”, diz a inicial.
Segundo o advogado da empresa, o objetivo da ação foi apurar o tamanho do desvio e aparelhar a ação principal — o que, segundo ele, só seria possível fazer com todos os documentos em mãos. Procurado, o Itaú Unibanco não respondeu às perguntas feitas pela ConJur.
Resultados na Justiça
A ação teve duas decisões judiciais determinando a apresentação dos documentos — primeiro liminarmente, depois por sentença de mérito — confirmada, posteriormente, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em grau de Apelação. “Porém o banco não apresentou os documentos”, afirmou Bianchi. “O Unibanco pediu então mais de vinte vezes prazos que variavam de 30 a 60 dias para apresentação de documentos. Todos foram deferidos pelo juiz. Mas o banco não cumpriu nenhum dos pedidos e continuou sem apresentar os documentos.” O processo já dura mais de dois anos.
Com base no artigo 359 do Código de Processo Civil, foi determinado que a empresa apresentasse os números do desvio. O dispositivo diz que o juiz tomará por verdadeiros os fatos não contestados em até cinco dias a partir da intimação. “Foi feita uma perícia extrajudicial em cima da contabilidade da empresa que chegou ao montante de R$ 64 milhões. Desse número foram tiradas contas ordinárias como folha de pagamento e contas de água e luz, entre outras. O saldo caiu para R$ 37,4 milhões. Tal valor foi apresentado em juízo como sendo o valor dos desvios do Unibanco”, afirma Bianchi.
Além do processo cautelar, os advogados da Saúde Assistência Médica Internacional entraram com uma ação principal e pediram que fossem devolvidos os R$ 37,4 milhões a título de danos materiais, e isso em antecipação de tutela, devido à situação de emergência da empresa, que precisava cumprir suas obrigações e mostrar à ANS que tinha condições de continuar no mercado. Além disso, foi solicitada também a apuração, via perícia, dos danos indiretos, como lucros cessantes.
Na primeira instância, o pedido de antecipação de tutela foi indeferido. No Tribunal de Justiça de São Paulo, o recurso teve efeito suspensivo negado, mas o restante ainda não foi apreciado.
Culpa do cliente
O banco contestou a decisão de primeira instância, reconhecendo que houve fraude. Porém, alegou que o responsável pelas irregularidades foi um antigo consultor da empresa e que, portanto, não poderia ser responsabilizado pelo ato. “Ao invés de responsabilizar os indivíduos que lhe causaram o real prejuízo, prefere se arriscar numa aventura jurídica pretendendo que o banco a indenize por todos os males que lhe foram causados em quase dez anos”, disse a instituição financeira em contestação.
O Itaú Unibanco alegou ainda ter fornecido os extratos mensais da conta-corrente que demonstravam todos os débitos impugnados. E que, assim, é “inadmissível” que uma empresa que recebia todas as informações não tenha observado que havia o suposto desvio de valores.
“A autora iniciou, em janeiro de 2010, uma auditoria em que foram constatadas inúmeras irregularidades nas operações bancárias. Ou seja, apenas em 2010 a autora começou a tomar providências acerca de uma fraude que perdurou por cerca de oito anos”, disse a instituição.
A prescrição também foi alegada pelo Itaú Unibanco. Isso porque, segundo a contestação, os fatos que geraram a demanda ocorreram há mais de três anos. “Os fatos ocorreram entre os anos de 2000 e 2008, sendo que apenas em 2010 foi proposta a ação de exibição de documentos.”
Responsabilidade objetiva
A Saúde Assistência Médica Internacional apresentou réplica lançando mão da Súmula 479 do STJ, que diz que a responsabilidade do banco é objetiva, independentemente de culpa, por fraudes praticadas por seus prepostos ou terceiros. “O STJ firmou posição de que o banco é responsável pelo dinheiro dos correntistas. Se a fraude for feita pelo gerente ou pelo representante do cliente, o banco tem responsabilidade objetiva pela fraude”, diz o advogado Fernando Bianchi.
Em relação à entrega dos demonstrativos pelo banco, o advogado da operadora de planos de saúde afirma que os extratos apresentam somente o lançamento de débitos e créditos, mas não informam quem assinou o cheque ou quem autorizou a saída de dinheiro. “Com a movimentação intensa de débito e crédito da empresa, foi presumida a boa-fé, e que estariam corretos os vários lançamentos.”
“Se eu afirmo sem dúvida que houve a participação de alguém da empresa na fraude, tenho que admitir que ela jamais poderia ter se concretizado se não por meio de conluio e autorização do banco”, argumenta Bianchi.
O Itaú Unibanco disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta processos judiciais em andamento. Informou que há duas ações em curso, uma em fase passível de recurso e outra em estágio inicial. O banco disse ainda que apresentará suas argumentações em juízo.
As partes aguardam agora a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo em relação ao pedido de antecipação de tutela.
Livia Scocuglia é repórter da revista Consultor Jurídico.
Revista Consultor Jurídico, 21 de março de 2013
Depois de Rio e São Paulo, o Itaú Unibanco quer estender seu sistema de aluguel de bicicletas para Recife e Salvador. A ideia é que as laranjinhas estimulem o transporte alternativo – e levem marca do banco para cartões postais – nas duas capitais nordestinas em até três meses. Depois, o objetivo é avançar para as outras 8 cidades que terão jogos da Copa do Mundo de 2014.
“Há uma decisão nossa de investir nessas duas praças”, diz ao iG Cícero Araújo, diretor de Relações Institucionais e de Governo do Itaú Unibanco. “Queremos ampliar principalmente nas cidades que serão sedes da Copa.”
Na Grande Recife, o objetivo do Itaú é conseguir vencer a disputa para instalar o que seria o seu primeiro sistema intermunicipal de aluguel de bicicletas. Segundo o secretário municipal de Turismo da capital, Felipe Carreras, o sistema abrangerá também Olinda e Jaboatão dos Guararapes e terá 60 estações – o mesmo número do Rio.

“(A distribuição das estações) vai passar por um roteiro que vai ter um perfil de visitação turística também. (Mas) não será só para lazer, e sim também uma opção de mobilidade, integrada com estação de metrô e terminais de passageiros”, afirma Carreras.
Segundo a Secretaria de Estado das Cidades, a licitação será lançada até o fim do mês. O Itaú não concorrerá diretamente, mas por meio da Serttel, que é uma das empresas patrocinadas pelo banco para gerir o sistema em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O banco já havia feito uma promoção de seu sistema em novembro, durante a Festa Literária de Pernambuco (Fliporto), quando disponibilizou bicicletas em Olinda. Já a Serttel tem uma parceria com o Porto Digital, que disponibiliza 100 bicicletas nos bairros de Recife, Santo Amaro e Santo Antônio, na capital pernambucana.
Além das laranjinhas, Recife também importará as ciclofaixas de lazer existentes hoje em São Paulo. De acordo com Carreras, elas estarão em vigor a partir do dia 24 e funcionarão aos domingos e feriados das 8h às16h . Serão 22 km divididos em dois trajetos: um ligando o Marco Zero, no centro, ao Parque da Jaqueira, e outro da região central até o Parque Dona Lindu, na Praia de Boa Viagem.
Na semana que vem, a Prefeitura lançará um chamamento público em busca de patrocínio para o projeto – em São Paulo, ele é bancado pelo Banco Bradesco.
A Prefeitura de Salvador, procurada no fim da tarde desta sexta-feira (8), não comentou.
Futuro incerto
Enquanto planeja expansão, o Itaú ainda não definiu se dará continuidade aos contratos de três anos firmados para a prestação do serviço no Rio e em São Paulo – onde o sistema começou a funcionar respectivamente em 2011 e 2012.
“A princípio, sim. Interessa ao banco, interessa às pessoas, que se apropriaram das bicicletas como um bem público. Mas não é do Itaú. É da prefeitura e da Serttel”, diz Araújo. “Então discutir o futuro com a visão de hoje é muito difícil. O comportamento futuro disso não sabemos. Pode ser que a própria prefeitura assuma. Mas dada a situação de hoje, sim, queremos continuar.”
O executivo não revela o valor investido no sistema – “é um segredo de Estado”, diz –, que é tratado como um projeto de mobilidade urbana e não de publicidade. Além das bicicletas, o banco faz reuniões e debates com trabalhadores dos transportes públicos e membros do Poder Público municipal sobre o tema da mobilidade. Os dados de utilização, por exemplo, são repassados às prefeituras para auxiliar no planejamento de ciclofaixas e ciclorrotas.
“É claro que tem o aspecto de imagem, mas não isso que a gente busca. Quando fizemos, era até um risco”, diz.
(Vitor Sorano, IG SP)
São Paulo – Pelo menos três bancos, o Santander, Itaú e Bradesco, estão avaliando comprar a Credicard, que pertence ao Citibank. As informações são do Valor Econômico, da última quinta-feira, dia 07/03.
De acordo com a reportagem, o banco americano está conduzindo um processo acelerado para vender os braços de cartão de crédito e financiamentos da Credicard. Os ativos são avaliados em torno de 1 bilhão e 1,5 bilhão de reais, disse o jornal.
Ainda segundo o Valor, propostas preliminares de preços já foram entregues ao Citi e um grupo restrito de instituição foi selecionado para acessar o chamado “data room”. O grupo é composto por três bancos, mas outras instituições, como Banco do Brasil e até o BTG também tinham interesse.
A conclusão da transação está prevista para no máximo em três semanas e o Citi espera contabilizar ainda no balanço no primeiro trimestre a operação.
(Exame Online)
SÃO PAULO – Os bancos Itaú e Santander não estão aceitando o pagamento da conta de energia da AES Eletropaulo, distribuidora da região metropolitana de São Paulo, em seus caixas. O motivo para o fim do serviço é de que ambas as instituições não renovaram o contrato com a empresa.
De acordo com a Eletropaulo, somente o pagamento “boca caixa” foi suspenso, as outras opções, como caixas eletrônicos, débito automático, internet, telefone, lotéricas e supermercados, continuam funcionando.
Bancos
Em nota, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) informou que não existe uma norma sobre o assunto, pois a arrecadação de contas é regulada por contrato, que é negociado livremente entre a instituição financeira e a concessionária. Sendo que cada banco é livre para negociar as cláusulas de acordo com sua estratégia comercial.

Até a publicação desta matéria, o Santander não se pronunciou sobre o caso. Já o Itaú preferiu seguir o posicionamento da Febraban.
(Por Juliana Américo Lourenço, Infomoney)
Por Renan Carreira
Uma audiência de mediação entre a Contraf-CUT e os dois bancos na quarta-feira (16) terminou sem acordo. Messias Melo, secretário de Relações do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), explicou que o encontro buscava um acerto sobre dois aspectos: a prestação de informações, ou seja, os bancos informarem aos sindicatos os mesmos dados que repassam ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e a adoção de conversas prévias com os sindicatos a fim de se evitar demissões.
Conforme a Contraf-CUT, representantes do Itaú e Santander e o representante da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Magnus Apostolico, recusaram-se a negociar. “Os bancos não fornecem dados transparentes, não tomam medidas para evitar as demissões e não aceitam negociar, então só sobra a greve como medida. Os sindicatos não podem só ficar olhando”, afirmou Cordeiro.
Segundo o último balanço do Itaú, o número de colaboradores no Brasil recuou de 98.258 para 90.427 de janeiro a setembro de 2012, queda de 8%. Considerando um período mais amplo, de abril de 2011 a setembro de 2012, foram fechados na instituição 13.595 vagas, uma redução de 13%. Já o Santander cortou 955 empregos somente em dezembro último, após determinação da Justiça para que o banco divulgasse os dados.
Em nota, a Fenaban informou que os bancos e a representação dos bancários têm a mesa de negociação mais complexa do País. Para a entidade, não é necessário um “fórum alternativo” para tratar de questões que envolvem os bancários. “Os lados têm maturidade suficiente para tocar as negociações”, escreveu Apostolico. A nota informou ainda que, em relação aos dados do Caged, eles são encaminhados, mas não de forma individualizada. “Nós negociamos com o todo e não de forma particularizada”, afirmou a nota.
O secretário do Trabalho disse que o governo está atento. “É importante que (os bancos) mantenham os empregos, para que o País continue crescendo e distribuindo renda.” Ele afirmou ainda que a União vai continuar insistindo para que os bancos sejam mais transparentes e discutindo a alta rotatividade do setor.
Questionado se a greve preocupa, o secretário afirmou que é sempre melhor que não ocorra. “O governo prefere que se chegue a um acordo, sem greve, mas não nos cabe opinar. A greve é um direito dos trabalhadores. Vamos ficar de olho para que não haja prejuízo ao cidadão.”
(Agência Estado)

São Paulo – O ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, participará na próxima quarta-feira (16) de audiência com dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e representantes dos bancos Itaú e Santander, em Brasília, para discutir a redução dos postos de trabalho e a política de rotatividade das duas instituições financeiras. Em apenas um ano e meio, o Itaú demitiu 13,5 mil funcionários, enquanto o Santander ameaçou cortar 1,2 mil vagas em dezembro, às vésperas do Natal.
De acordo com levantamento do Dieese) divulgado no final de 2012, pouco mais de 9 mil bancários perderam o emprego no país entre janeiro e setembro. O número equivale a 3,2% do total de empregados registrados em dezembro de 2011. Considerando o saldo entre cortes e novas contratações, no final do ano passado havia 7.286 vagas a menos que no período anterior.
“De um lado, os bancários perdem seus empregos e, de outro, o governo amplia os gastos com seguro-desemprego”, afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf, em nota divulgada pela entidade sindical. “Só os bancos saem ganhando, porque reduzem a folha de pagamento e aumentam ainda mais os seus lucros.” De acordo com os representantes da Contraf, que se reuniram com Brizola Neto no último dia 9 para requisitar a audiência, o ministro se mostrou preocupado com os números crescente de demissões e reafirmou o seu compromisso com a geração de empregos e o combate à alta rotatividade.
“Enquanto o Brasil não voltar a ser signatário da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe demissões imotivadas, é preciso encontrar travas para acabar com essa verdadeira sangria de empregos nos bancos, especialmente os privados”, ressalta a secretária de imprensa da Contraf, Rosane Alaby. Diante da justificativa dos bancos, que veem as demissões como parte de seu plano de eficiência, o presidente da Contraf atesta que “empresa eficiente não pode ser a que demite, mas a que emprega, valoriza os trabalhadores e presta bons serviços aos clientes e à sociedade”.
(Rede Brasil Atual)

Os clientes do Itaú também já podem realizar saques em caixas eletrônicos “até um determinado valor” sem o uso do cartão da conta, utilizando apenas a identificação biométrica. O banco informou nesta terça-feira (18) que a tecnologia está disponível a partir em todas as agências do banco e que até o final de 2013 todos os caixas eletrônicos da rede terão leitores biométricos.
Desde o último dia 13, os clientes do Bradesco já conseguem realizar saques e consulta de saldos sem o uso de cartão de débito, se valendo apenas da identificação biométrica.
Segundo o Itaú, o sistema do banco se encontrava em fase de testes e começou a entrar em operação na semana passada. O banco não informou qual será o limite para saques sem uso do cartão, mas disse que será menor.
Para realizar operações sem o uso do cartão, os clientes precisam, entretanto, ter a biometria dos dedos cadastrada. O cadastro pode ser feito em qualquer agência do Itaú.
Em comunicado, o banco afirma que o uso da tecnologia nos terminais bancários aumenta a segurança dos clientes e a confiabilidade das transações, além de conferir mais agilidade e conveniência.
“A biometria por meio de impressão digital é a tecnologia adotada nos sistemas de identificação mais modernos do mundo, devido ao seu alto grau de confiabilidade. Foi também a escolhida pela Justiça Eleitoral para o sistema brasileiro de eleições. Além da digital do cliente, o leitor verifica o padrão da circulação sanguínea para autenticar a operação”, diz o comunicado.
“Essa possibilidade de saque sem cartão confere bastante conveniência, principalmente agora na época de férias, para os clientes que estão em viagens, como praia”, destaca Luiz Veloso, diretor de produtos para Pessoa Física do Itaú Unibanco. “Nossa expectativa é que, até final deste ano, todas as novas contas correntes abertas já estejam adotando essa tecnologia”, acrescentou.
O banco informa ainda que a tecnologia dará mais agilidade também nas operações que continuarem a exigir o uso do cartão. “Com ela, o cartão da conta é necessário somente na identificação inicial do cliente. Depois dela, todas as operações são validadas apenas com a biometria -ou seja, a digital do cliente substitui a necessidade de digitar a senha”, afirma o Itaú.
(G1 Economia)

Os bancos privados aceleraram o ritmo de demissões neste ano. De acordo com o Dieese, 9.080 bancários foram dispensados entre janeiro e setembro, o equivalente a 3,2% do total de empregados registrado em dezembro passado. Considerando o saldo entre novas contratações e cortes, o resultado fica negativo em 7.286 vagas.
Esses números poderiam ser piores caso o Dieese já tivesse incluído as mil demissões feitas pelo Santander na semana passada, das quais 415 foram revertidas pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo depois de pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
De janeiro a setembro do ano passado, as instituições financeiras privadas haviam contratado mais 8.512 empregados. O corte dos funcionários ocorre no momento em que a taxa básica de juros Selic está no histórico patamar de um dígito. Com a redução, as instituições viram seus ganhos crescerem em ritmo mais lento, mas, ainda assim, registraram lucratividade acima da de outros setores da economia. O lucro de 25 instituições no terceiro trimestre atingiu R$ 11,29 bilhões, segundo pesquisa da consultoria Economatica.
Admitidos ganham menos
O Itaú Unibanco teve lucro de R$ 10,102 bilhões de janeiro a setembro. Mas, segundo o Dieese, foi o que mais demitiu neste ano: 7,8 mil. O Bradesco, que lucrou R$ 8,48 bilhões até setembro, cortou 584 pessoas. O Citibank demitiu 665 nos primeiros nove meses e anunciou na semana passada que fechará 14 das 198 agências no país. O Santander, até setembro, tinha saldo positivo de 518 empregos. Mas só nos últimos dias cortou mil, com o argumento de adaptar sua estrutura ao mercado. Uma nova audiência de conciliação foi marcada para hoje no TRT entre o banco e sindicalistas.
“Buscamos uma justificativa para isso, mas não encontramos. Acreditamos que está havendo uma reestruturação do segmento financeiro, mas para o lado oposto. Enquanto os bancos públicos ganham concedendo mais empréstimo, os privados demitem para tentar fechar os ciclos com resultados e índices de eficiência mais altos”, disse Ademir Wiederkehr, diretor da Contraf.
Os dados também mostram que a remuneração média dos bancários está caindo. Enquanto o salário dos demitidos estava em R$ 4 mil, o dos admitidos é de R$ 2,5 mil, diferença de 38,39%.
Procurados, Itaú, Citi e Santander disseram que não comentariam o assunto. O Bradesco, por sua vez, disse que “as demissões ocorreram dentro da rotatividade normal do quadro de pessoal do banco”.
Analistas afirmam que o setor está passando por uma adaptação. Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating, disse que esse é um “cenário nunca visto no setor”.
“Os bancos estão num cenário nunca visto, de redução de juros e spread, concorrência acirrada e inadimplência. São coisas que os bancos nunca viram. Este ano e 2013 serão muito delicados.”
(Agência O Globo)

O Banco Santander confirmou na noite da última quinta-feira (06/12) a demissão de cerca de mil pessoas de seu quadro de funcionários. Segundo comunicado enviado à imprensa, a instituição financeira realizou nesta semana algumas mudanças organizacionais que levaram a uma redução no quadro.

Crédito: Contraf-CUT, com CUT
Os bancários realizam protestos com paralisações nesta quarta-feira (5) em todo Brasil. No Itaú, os trabalhadores promovem um Dia Nacional de Luta contra o horário estendido de atendimento ao público. Já no Santander a mobilização é contra as demissões em massa que atingiram a rede de agências e os centros administrativos em pleno fim de ano, às vésperas do Natal.
Itaú
A implantação do horário estendido feito pelo Itaú em diversas agências no último dia 27 de agosto deste ano tem sobrecarregado os funcionários e causado consequências diretas no emprego, jornada, organização de trabalho e principalmente na qualidade de vida dos trabalhadores, fragilizando a segurança dos bancários e clientes.
Devido à forma unilateral e sem transparência de colocar em prática o projeto, a Contraf-CUT, federações e sindicatos de bancários de todo país realizam um Dia Nacional de Luta, como forma de pressionar o Itaú para que reveja esse horário diferenciado e discuta com os trabalhadores um novo modo de organizar o atendimento. Uma edição especial do jornal Itaunido, elaborado pela Contraf-CUT, está sendo distribuída aos funcionários e clientes do banco.
> Clique aqui para ler o jornal Itaunido.
“Não somos contra a ampliação do horário de atendimento das agências. Temos uma reivindicação antiga para ampliar o horário das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho e mais contratações de bancários, a fim de atender melhor os clientes e a população. Essa proposta está com a Fenaban há muitos anos. Por que não começamos a discussão a partir daí?”, questiona Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Com o horário estendido, as agências localizadas nos shoppings passaram a abrir das 12h às 20h. Nos corredores, as agências têm agora quatro horários diferentes: 8h às 16h, 9h às 16h, 11h às 18h e 11h às 19h. Hoje são 450 agências que esticaram o expediente ao público. O objetivo do banco é chegar a 1.500 agências com horários ampliados em todo o país.
O Itaú argumenta que o projeto visa atender os clientes do banco que desejam realizar operações de negócios. Desta forma, essas agências ampliaram em duas horas diárias o atendimento para transações e destinaram outras cinco horas diárias ininterruptas para atendimento ao público, conforme exigido pela norma do Banco Central.
Para Jair Alves, diretor da Fetec-SP e um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, o programa está acarretando inúmeros prejuízos aos bancários em todo o país. “As informações recebidas dos sindicatos é que diversas agências não possuem o movimento de clientes que o banco afirma ter. Além disso, a medida sequer amplia o número de contratações, e os bancários estão sendo obrigados a trabalhar no limite”, denuncia.
Santander
Os bancários protestam contra as demissões em massa. A onda de dispensas foi deflagrada na semana passada com o desligamento de 40 funcionários na Torre Santander e disparou na segunda-feira (3) com cerca de mil demissões e que podem chegar a 5 mil até sexta-feira (7), segundo informações extraoficiais.
A luta das entidades sindicais é pela reintegração de todos os funcionários desligados e a manutenção dos empregos. A Contraf-CUT já cobrou uma negociação com o banco, mas até o momento não obteve retorno.
“Solicitamos uma negociação com o Santander para discutir a suspensão imediata das dispensas e a manutenção dos empregos dos trabalhadores”, destaca Ademir Wiederkehr, funcionário do banco e secretário de imprensa da Contraf-CUT.
A denúncia dos bancários repercutiu na imprensa. O Santander disse que “os números não correspondem à realidade” e alegou que “está procedendo um ajuste em sua estrutura de forma a adequá-la ao contexto competitivo da indústria”.
Não há motivos para cortar empregos. “O banco não demite na Espanha onde há crise, nem em outros países da América Latina. Não aceitamos que dispensem os funcionários daqui”, afirma Maria Rosani, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.
“Ao invés de promover um Natal de demissões em massa, o Santander deveria fazer contratações, acabar com a rotatividade, melhorar as condições de trabalho e apostar no crescimento do país. Por isso, exigimos a reintegração dos desligados e a manutenção dos empregos dos trabalhadores”, conclui Ademir.
Fonte: Contraf-CUT
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) elege, nesta quinta-feira (29), seu novo presidente em São Paulo. Na capital, três advogados disputam o cargo para o mandato entre 2013 e 2015. Em todo o estado, mais de 500 chapas concorrem nas outras 225 subsecções. A votação ocorre das 10h às 18h e o resultado deve sair durante a madrugada de sexta-feira (30).

Candidatos à presidência da OAB: Ricardo Sayeg, Alberto Toron e Marcos Costa (Foto: Divulgação)
Para a cúpula da OAB/SP concorrem Marcos da Costa, que é o atual vice-presidente e tem apoio de Luiz Flávio Borges D’Urso, há 9 anos no cargo; Alberto Zacharias Toron e Ricardo Sayeg. De acordo com a Ordem, as eleições desta quinta valem para as Diretorias do Conselho Seccional – que terá eleita alguma das três chapas citadas – e as Diretorias das 225 Subsecções. Estão aptos a votar mais de 250 mil advogados, sendo 93 mil na capital e 158 mil no interior.
Os votos neste ano serão colhidos em cédulas de papel. De acordo com a comunicação do Conselho Federal da OAB, o Tribunal Superior Eleitoral não cedeu urnas eletrônicas devido à proximidade das eleições municipais.
O voto é obrigatório para todos os advogados que estiverem em dia com o pagamento da anuidade junto à Ordem. A OAB/SP alerta que não há voto em trânsito e que quem não votar deverá justificar sua ausência por meio de um requerimento encaminhado ao Conselho Seccional da Ordem. No caso de falta injustificada, o advogado deverá pagar multa de 20% do valor da anuidade.
Apoios e desistências
No início deste ano, ao menos outros três advogados chegaram a anunciar a pré-candidatura para a presidência da OAB em São Paulo, mas não registraram suas chapas. O criminalista Roberto Podval, que mantinha até esta terça-feira (27) o site de sua candidatura no ar, anunciou em outubro que deixava a corrida pelo cargo para apoiar Toron. “Nosso movimento foi e continuará sendo importante, mas a continuidade na nossa chapa dividiria a oposição e fatalmente daria a vitória ao grupo que ai está”, disse, em carta aberta publicada em seu site.
A advogada trabalhista Sônia Mascaro também abriu mão da candidatura meses depois de anunciá-la e decidiu unir-se a Sayeg. Sônia chegou a anunciar apoio a Toron, mas afirmou ter voltado atrás por discordar da opinião do candidato sobre questões como a descriminalização das drogas, à qual Toron seria favorável.
Especialista em defesa do consumidor na área da saúde, a advogada Rosana Chiavassa também foi pré-candidata na corrida pela presidência da OAB/SP, porém anunciou no fim de outubro seu apoio a Toron, chapa da qual se tornou vice-presidente. “Nós nos unimos porque iríamos todos morrer na praia. Estávamos em empate técnico e essa era a única forma da oposição ganhar”, afirmou ao G1, por telefone.
Perfis dos candidatos

Candidato da situação, Marcos da Costa, 48 anos, é o atual vice-presidente da OAB/SP e é especializado em direito empresarial.
Em sua chapa “Marcos da Costa – Trabalho pela Advocacia” estão os advogados Ivette Senise Ferreira (vice-presidente), Caio Augusto Silva dos Santos (secretário-geral), Antonio Fernandes Ruiz Filho (secretário-geral adjunto) e Carlos Roberto Fornes Mateucci (tesoureiro).

Ricardo Sayeg, 44 anos, é membro da Comissão de Prerrogativas Profissionais da OAB/SP desde 1995 e atua em áreas diversas do direito.
Em sua chapa “Sayeg Hermes Arruda Alvim – OAB 100% Você” conta com Eduardo Pellegrini de Arruda Alvim (vice-presidente), Leandro Donizete Pinto (secretário-geral), Maristela Basso (secretária-geral adjunta) e Marcus Vinícius Lobregat (tesoureiro).

Alberto Zacharias Toron, 53 anos, é especialista em direito penal e eleito por São Paulo Conselheiro Federal da OAB.
Em sua chapa “Toron e Rosana – União para Mudar” estão Rosana Chiavassa (vice-presidente), Antonio Ivo Aidar (secretário-geral), Aderbal da Cunha Bergo (secretário-geral adjunto) e Cesar Rodrigues Pimentel (tesoureiro).
(Nathália Duarte, G1 São Paulo)

Depois de investir para ter como principais atrativos o empréstimo imobiliário e a poupança, a Caixa Econômica Federal agora quer ganhar uma posição no ranking e se tornar uma das três maiores instituições financeiras do País até 2015. Para chegar ao objetivo, terá de derrubar ao menos um gigante: Banco do Brasil, Itaú ou Bradesco.
Para isso, a instituição pretende investir no relacionamento com o consumidor. “Não basta trazer o cliente para a agência. Ele tem de querer ficar”, diz presidente da instituição, Jorge Hereda. Para isso, nos próximos meses, a Caixa espera tirar o atraso na tecnologia. O internet banking está sendo reformulado e deverá entrar no ar em 14 de dezembro. Onze mil caixas eletrônicos já foram substituídos, e a renovação deve seguir nos próximos anos. Para desafogar o atendimento, a rede de agências também crescerá: o banco vai inaugurar 550 agências em 2012 e prevê abrir outras 1.450 nos próximos três anos.
Neste ano, a principal arma da Caixa para crescer foi a expansão de 44% no crédito (a maior entre todos os bancos do País e suficiente para passar o Bradesco nesse indicador). Em um ambiente de alta na inadimplência e restrições a financiamentos, o banco – a mando do controlador, o governo federal – abriu as torneiras de dinheiro e baixou os juros de algumas linhas a menos da metade. E não economizou para deixar isso claro: a Caixa gastou o dobro dos concorrentes em mídia no primeiro semestre.
Para ter a sua marca estampada no peito e nas costas da camisa do Corinthians até 2014, por exemplo, o banco irá pagar R$ 30 milhões anuais ao clube, o maior patrocínio do futebol brasileiro na atualidade.
Para ter o logotipo na camisa já durante o Mundial de Clubes da Fifa, a ser realizado em dezembro deste ano, a Caixa se comprometeu a pagar mais R$ 1 milhão, e portanto o valor total do acordo passa a ser de R$ 31 milhões.
O casamento com o Corinthians representa para a Caixa um modo de ganhar espaço no futebol, até então dominado por concorrentes. O Itaú é patrocinador da Copa do Mundo e da seleção brasileira. O Bradesco, dos Jogos Olímpicos. E o Santander é parceiro da Copa Libertadores e tem Neymar como seu garoto-propaganda. A saída encontrada pelo banco estatal foi procurar clubes.
(*Com informações do jornal O Estado de S.Paulo)

Nesta segunda-feira, dia 26/11, os bancários paralisaram seis agências do Itaú em Fortaleza, em protesto contra decisão da direção do banco de estender o atendimento nas agências até às 20 horas, sem oferecer as mínimas condições de segurança aos bancários e clientes. Essa paralisação aconteceu simultaneamente em todo o Nordeste, coordenada pela Fetrafi/NE e Sindicatos, como forma de advertência, visando a abertura de negociação para discutir a questão com a direção do banco.
“Nosso protesto é pela irresponsabilidade do Itaú que, de forma unilateral, está querendo expor seus funcionários ao risco. As agências que terão horário diferenciado têm alto índice de insegurança, como as agências do Centro de Fortaleza”, denunciou o diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará e representante da Fetrafi/NE na COE Itaú, Ribamar Pacheco.
Para o dirigente, o grande problema é a extrapolação de jornada dos bancários. O banco não está contratando novos funcionários para esse horário estendido. Além disso, muitas agências que a direção do banco quer abrir até esse horário da noite, ficam em locais reconhecidamente sem segurança. O Itaú é um dos bancos que menos oferece itens de segurança nas suas agências. O banco recentemente retirou as portas de segurança (com detectores de metal) das suas unidades, deixando seus clientes e funcionários à mercê dos assaltantes.
“Nosso protesto não é contra o horário estendido, só queremos um atendimento que não prejudique nem os bancários, nem os clientes. Reivindicamos dois turnos para os bancários, para evitar extrapolação de jornada, a sobrecarga de trabalho e, principalmente, garantir segurança”, afirma Iêda Marques, diretora do Sindicato e funcionária do Itaú.
Regime de escravidão
O horário estendido das agências do Itaú muda a rotina dos bancários, que ficam prejudicados na vida acadêmica, social e familiar. “O banco ignora tudo isso, querendo impor cada vez mais um regime de escravidão. Temos uma reivindicação histórica cujo atendimento das agências seria das 9 às 17 horas. Com dois turnos de atendimento, onde os bancários não seriam explorados”, enfatiza Ribamar Pacheco.
Segundo o dirigente sindical, a Fetrafi/NE e Sindicatos irão acionar as Superintendências Regionais do Trabalho e Ministério Público do Trabalho para que o Itaú seja chamado à responsabilidade. Quanto a questão da segurança, os bancários vão acionar o Decon e Procon de cada Estado, exigindo o cumprimento do Estatuto Municipal de Segurança Bancária.
Fonte: Sindicato dos Bancários do Ceará

Os funcionários de seis agências do banco Itaú, em Fortaleza, protestaram nesta segunda-feira (26) contra a mudança de horário das unidades. Segundo o representante do Sindicato dos Bancários do Ceará, Ribamar Pacheco, os trabalhadores pararam o atendimento nas duas agências da Rua Floriano Peixoto, duas da Avenida Santos Dumont e as duas da Avenida Bezerra de Menezes. A assessoria do banco Itaú disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.
Os novos horários, ainda conforme Pacheco, excedem o tempo de trabalho dos funcionários e não foi discutido. O sindicalista alega ainda a falta de estrutura de segurança oferecida aos funcionários que vão ter de trabalhar no turno da noite, afirmando que o banco não oferece os itens de segurança exigidos por lei, como porta giratória.
(G1 Ceará)

São Paulo – O Itaú foi condenado pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho a pagar quase R$ 480 mil a um funcionário acusado pelo banco de falsa imputação de crime. A condenação foi decretada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ).
Segundo informação divulgada pelo TST, o ex-bancário teria ficado preso por nove dias, além de ter seu nome exposto pela imprensa e associado a estelionatários. Também foi demitido sumariamente, por justa causa, após longo período dedicado ao Banco, sem que tenha recebido qualquer apoio.
O ex-bancário abriu uma conta para um cliente que havia sido indicado por uma outra correntista e nela o novo cliente recebeu um cheque para pagamento de tributo estadual. O gerente desconfiou da fraude, e impediu o saque do valor depositado. Avisou ao gerente geral do Banco que ordenou fosse feita auditoria no cheque.
O banco conclui que o funcionário estava envolvido e chamou a polícia para detê-lo em flagrante. O ex-bancário ficou preso até provado que ele não estava envolvido na fraude.
Acompanhando, de forma unânime, o voto do ministro relator José Roberto Freire Pimenta, a Turma ratificou a configuração do dano moral, bem como o valor da reparação em quase R$ 500 mil a ser paga ao autor. O ministro José Roberto Freire Pimenta ressaltou que o acusado, além de não ter causado prejuízo financeiro ao banco, foi demitido por justa causa, sem que fosse considerado o longo tempo dedicado ao empregador, ficando “ao desalento e sob o massacre da impressa”.
(Exame Online)

No acumulado do primeiro semestre deste ano, o lucro líquido do banco Itaú totalizou R$ 6,730 bilhões. Na maior caradura, porém, a poderosa instituição financeira alardeia na mídia rentista que está em dificuldades – que teve queda de 5,6% nos seus lucros na comparação com o mesmo período de 2011. Esta é a desculpa esfarrapada para dispensar milhares de trabalhadores. Entre junho de 2011 e junho último, o Itaú demitiu 9.014 bancários – 8,8% do seu quadro funcional. Só no segundo trimestre deste ano foram 3.777 vítimas.
Com o amparo de alguns “especialistas” da imprensa – na verdade, porta-vozes do oligarquia financeira -, o banco alega que a queda “abrupta” da taxa de juros – seja da Selic, patrocinada pelo Banco Central, ou das instituição públicas, bancada pelo governo – prejudicou os seus negócios. O Itaú também joga a culpa nos clientes, difundindo que houve aumento da inadimplência decorrente do “crédito fácil”. As duas desculpas também são esfarrapadas. Bravatas de banqueiros e dos seus “calunistas” da mídia.
Diante da queda da taxa de juros, que não teve nada de “abrupta” e continua das mais altas do mundo, os bancos elevaram suas taxas de serviços e passaram a ser mais seletivos. Já no que se refere à inadimplência, ela permaneceu praticamente estável – atingindo 5,2%, alta de 0,1 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior e de 0,7 ponto em relação a igual período de 2011. Nada justifica o Itaú aniquilar tantos empregos e penalizar tantas famílias de trabalhadores – a não ser a gula por lucros estratosféricos.
“É inadmissível que um banco com esse resultado gigantesco, que não enfrenta nenhum problema, demita tantos trabalhadores, como também estão fazendo o Bradesco e o HSBC. É uma política socialmente irresponsável, que joga contra o desenvolvimento e os interesses do país”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Sistema Financeiro (Contraf-CUT).

O processo seletivo para o Programa Trainee Itaú Unibanco 2013 está aberto e recrutará jovens graduados entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012. O programa neste ano conta com 70 vagas.
As inscrições podem ser realizadas até 2 de setembro pelo www.itau.com.br/carreira.
Entre os pré-requisitos está a formação em 19 áreas específicas (Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Ciências Atuarias, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Direito, Engenharia, Estatística, Física, Marketing, Matemática, Propaganda e Marketing, Publicidade e Propaganda, Psicologia, Relações Internacionais, Relações Públicas, Ciências da Computação, Sistemas de Informação Análise e Desenvolvimento de Sistemas).
Também é necessário inglês avançado e disponibilidade para morar em São Paulo, já que as vagas são para trabalhar nos pólos administrativos do banco na capital.
O processo seletivo inclui cinco fases que começam pela triagem de currículos, passando por testes online, oficinas em grupo e entrevista individual, terminando na entrevista com diretores e vice-presidentes do Itaú.
Os trainees com performance diferenciada serão contemplados com formação internacional em uma das melhores escolas de negócios do mundo, além de um programa de Coaching estruturado.
Com 18 meses de duração, o programa está alinhado às estratégias do banco de atrair e desenvolver de forma acelerada jovens talentos e transformar alto potencial em performance diferenciada. Na última edição, foram mais de 31 mil inscritos, que preencheram 87 vagas.
(O Povo Online)

O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (10) um contrato de associação com o Banco BMG para oferta, distribuição e comercialização de créditos consignados.
A operação será estruturada como um novo negócio do Itaú Unibanco e do BMG, por meio de instituição financeira denominada Banco Itaú BMG Consignado.
“As instituições têm a intenção de que a efetivação da associação ocorra no prazo de 90 dias, condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes, da celebração de contratos definitivos e das aprovações regulatórias competentes”, diz o BMG, em nota.
O Itaú Unibanco terá 70% da nova sociedade, ficando o BMG com o restante. O capital inicial da empresa será de R$ 1 bilhão.
“O Itaú espera atingir a liderança entre os bancos privados nesse segmento, considerando além de suas operações, a carteira da joint-venture, que nos próximos dois anos deve atingir o volume de aproximadamente de R$ 12 bilhões”, diz o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Nas últimas semanas, Bradesco e BTG vinham sendo apontados como possíveis compradores ou participantes de uma associação com o BMG. O Itaú Unibanco não fora citado como potencial parceiro.
Recursos
Pelo prazo de 5 anos, o Itaú Unibanco proverá parte dos recursos financeiros para a operação de crédito consignado do BMG, no valor mensal de até R$ 300 milhões, afirma o Banco BMG em comunicado.
Segundo o BMG, o valor mensal financiará parte substancial das necessidades de captação de recursos do banco, a custos mais adequados à sua operação de crédito consignado. A instituição também espera melhora nos índices de alavancagem, com consequente liberação de capital requerido (Índice de Basiléia), tendo em vista que aproximadamente 70% das contratações de créditos consignado que serão realizadas pela associação.
Além disso, o BMG também espera redução substancial dos custos operacionais, já que despesas com correspondentes bancários, entre outras, serão arcadas, proporcionalmente, pela parceria.
O banco também cita o fortalecimento da marca, já que parte importante do negócio de crédito consignado passará a ser realizado em associação com o Itaú Unibanco, maior banco privado da América Latina.
(G1 CEARÁ)

BANCO DE ROBERTO SETUBAL TERIA CORTADO PRIORITARIAMENTE PESSOAS MAIS IDOSAS, DEFICIENTES E PORTADORES DE DOENÇAS OCUPACIONAIS; PEDIDO DE REINTEGRAÇÃO DOS EMPREGADOS FOI APRESENTADO À JUSTIÇA
Fernando César Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Curitiba – O Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou na Justiça pedido de reintegração dos trabalhadores que foram demitidos pelo Itaú Unibanco desde março de 2011. A ação civil pública, assinada pela procuradora Margaret Matos de Carvalho, denuncia que as “inúmeras demissões” tiveram “nítido caráter discriminatório” e visaram aos mais velhos, às pessoas com deficiência e aos portadores de doenças ocupacionais.
“Os empregados dispensados eram os que contavam com mais idade e tempo de serviço, sendo que muitos se encontravam há poucos meses do tempo necessário para requerer aposentadoria”, diz trecho da ação. Outra irregularidade das demissões, de acordo com a procuradora, é a falta de negociação coletiva prévia com as entidades sindicais que representam a categoria.
A procuradora não especifica na ação civil pública, que tramita desde a semana passada na 9ª Vara do Trabalho de Curitiba, o número exato de bancários que seriam beneficiados por uma eventual decisão favorável da Justiça. Com pedido de liminar, a ação do MPT solicita que o banco apresente a relação das dispensas efetuadas no período.
Entre março de 2011 e março deste ano, o total de funcionários do Itaú teria passado de 104 mil para 98,2 mil – uma redução de 7,8 mil postos de trabalho em todo o país. Os dados fazem parte de uma pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), a partir de números oficiais do Ministério do Trabalho. Apenas em Curitiba, 170 funcionários foram dispensados de janeiro até o último dia 15.
Além da reintegração, o MPTpede na ação o pagamento de todos os salários e benefícios dos demitidos durante o período de afastamento. Também requer a condenação do banco ao pagamento de uma indenização de R$ 100 milhões por dano moral coletivo. O dinheiro seria revertido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Funcionária do Itaú há 23 anos, uma trabalhadora demitida no começo deste mês relatou àAgência Brasil como recebeu a notícia de seu desligamento. “Muitas vezes você abre mão do almoço para atingir as metas do banco, nunca fiz menos do que os mil pontos exigidos, e, no final do dia, você recebe a visita de alguém para lhe dizer que você está fora da curva”, diz a ex-bancária, que prefere não se identificar.
A ex-bancária acredita em sua reintegração ao cargo. “Preciso do emprego, estou na rua da amargura, desesperada. Meu marido ficou dez anos fazendo bicos, agora até conseguiu um emprego, mas com baixo salário. Essa ação judicial é a esperança que tenho”.
Entre os argumentos da ação do MPT está a Lei 9.029, de 1995, que proíbe práticas discriminatórias para efeito de acesso ou manutenção de emprego em razão da idade. A Lei 8.213, de 1991, que estabelece cotas de até 5% nas empresas para pessoas com deficiência e proíbe a demissão de pessoas nessa condição sem a devida substituição, também é citada no processo.
De âmbito nacional, a convenção coletiva de trabalho da categoria garante estabilidade de um a dois anos aos bancários em idade próxima à de aposentadoria, conforme o tempo de serviço.
“Sabemos que a Justiça ainda não se pronunciou, mas já consideramos a propositura da ação uma vitória, já que nem sempre conseguimos sensibilizar os procuradores para problemas como esse”, disse à Agência Brasil a secretária de Assuntos Jurídicos Coletivos e Individuais do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Karla Huning.
Segundo levantamento do Dieese e da Contraf, os trabalhadores demitidos pelos bancos brasileiros ao longo de 2011 tinham um salário médio de R$ 4,1 mil. Já a remuneração média dos novos contratados foi de R$ 2,4 mil, o equivalente a 58,5% do salário dos dispensados. O lucro do Itaú Unibanco no primeiro trimestre deste ano foi de R$ 3,4 bilhões. “Para o banco, arotatividade de trabalhadores é uma forma de redução de custos”, avalia Karla Huning.
A Contraf levou ontem (28) o caso do Itaú ao conhecimento do ministro do Trabalho, Brizola Neto, durante audiência em Brasília. “O ministro mostrou preocupação com essa realidade e afirmou que chamará o banco para explicar os motivos desta redução de empregos”, disse Carlos Cordeiro, presidente da confederação. Procurada pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa do Itaú Unibanco afirmou que a instituição irá se manifestar apenas nos autos do processo.
(BRASIL 247)

FOTO: MONTAGEM 247
21 de Junho de 2012 às 11:17
247 – De terno e gravata, em seu gabinete ou em palestras ao mercado, o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, tem-se mostrado um dos mais reticentes, entre os grandes banqueiros do País, em apoiar e praticar a política do governo de baixar juros, reduzir margens de lucro e ampliar os empréstimos ao público. Na contramão da política de crescimento, a instituição que ele preside demitiu 7.728 sete mil funcionários nos últimos doze meses, nas contas das entidades de classe dos bancários, e, sempre que pode, o próprio Setúbal lança farpas de ironia sobre os incentivos oficiais a um novo momento no setor. “O crédito não vai mais subir no ritmo de 30% ao ano”, determinou Setúbal, na quarta-feira 20, em palestra. “Árvores não crescem até o céu.
A mesma crueza não se vê nas frases de outra face pública do Itaú, o garoto propaganda Luciano Huck, de camisa laranja. Na publicidade da tevê, o eterno rapaz diz que o Itaú é um banco dos novos tempos, que reconhece que o Brasil mudou e que está mudando junto. Um banco feito para ajudar, alinhado, aparentemente, com a direção que os últimos governos vêm apontando para a sociedade. Uma propaganda de fundo político, assim. Na vida real ditada por Setúbal, no entanto, esse apoio é de todo complicado. “Empréstimo exige capital e capital precisa ser remunerado. O problema não está nas margens grandes”, afirmou ele em sua palestra na quarta, fazendo, nitidamente, uma defesa dos ‘grandes’ spreads, que é como são chamadas as diferenças entre o preço de captação de dinheiro de um banco e o valor que este mesmo banco cobra para emprestar a seus clientes. “Há pressões por todos os lados”, reconheceu, sobre o movimento do governo e da sociedade contra os altos spreads. “No fim, a racionalidade vai prevalecer”.
Em defesa de seu lucro de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, não daria para o presidente do Itaú dizer que se tratou de pouco dinheiro, mas ele deu um jeito de reclamar do resultado. “Os lucros são nominalmente altos, mas não a rentabilidade”, acentuou.
Diante da discrepância entre o que o Itaú prega em suas propagandas com Huck e a estratégia que revela com Setúbal, vale sempre perguntar qual das caras do Itaú é a que realmente vale.
(BRASIL 247)

São Paulo – O banco Itaú ampliou e modificou o horário de atendimento de 46 de suas agências localizadas em shopping centers de nove estados e do Distrito Federal. Em vez do clássico horário bancário de 10h às 16h, estas agências passarão a atender o público das 12h às 20h (horário de Brasília). A partir das 17h, o atendimento será exclusivamente para clientes Itaú.
A iniciativa visa a adequar o funcionamento desses pontos aos horários de maior fluxo de pessoas nos shoppings. Agora será possível cuidar da vida financeira após o horário comercial de trabalho. O cliente poderá pagar contas na boca do caixa, contratar empréstimos, fazer investimentos, sacar dinheiro, enfim, fazer todas as transações bancárias disponíveis no horário regular das agências normais dos bancos.
Em novembro de 2011, o novo horário já havia sido implantado em seis agências de shoppings de São Paulo em um projeto piloto. Com a avaliação positiva, o banco resolveu expandi-lo. Veja abaixo a lista com os 46 shopping centers contemplados:
São Paulo (capital e Grande São Paulo)
Metrô Tatuapé
Eldorado
Anália Franco
Interlagos (2 agências)
Interlar Aricanduva
Plaza Sul
Santana Parque Shopping
Shopping D
Central Plaza Shopping
Metrô Itaquera
Auto Shopping Aricanduva
Itaquera
Morumbi
Ibirapuera
SP Market
Aricanduva
Shopping Raposo
Barueri – Shopping Tamboré
Guarulhos – Internacional Shopping
Santo André – Shopping ABC
São Paulo (litoral e interior)
Santos – Shopping Miramar
Campinas – Shopping Iguatemi
São José do Rio Preto – Rio Preto Shopping
Rio de Janeiro (capital e Grande Rio)
Barra Shopping
Shopping Nova América
Via Parque Shopping
Guadalupe Shopping
Via Brasil Shopping
Duque de Caxias – Caxias Shopping
Minas Gerais
Belo Horizonte – Shopping Del Rey
Betim – Betim Shopping
Uberlândia – Uberlândia Center Shopping
Distrito Federal
Brasília – Shopping Conjunto Nacional
Águas Claras – Águas Claras Shopping
Mato Grosso
Cuiabá – Shopping Pantanal (das 11h às 19h, com atendimento exclusivo para clientes Itaú a partir das 16h, horário local)
Rio Grande do Sul
Porto Alegre – Barra Sul Shopping
Canoas – Shopping Canoas
Bahia
Salvador – Shopping Iguatemi
Salvador – Shopping Paralela
Salvador – Shopping Salvador
Salvador – Shopping Norte Salvador
Pernambuco
Recife – Shopping Recife
Jaboatão – Shopping Guararapes
Alagoas
Maceió – Shopping Pátio Maceió
Amazonas
Manaus – Shopping Manauara (das 11h às 19h, com atendimento exclusivo para clientes Itaú a partir das 16h, horário local)
(EXAME ONLINE)

247 – Um movimento de paralisação de funcionários está atingindo o banco Itaú Unibanco. Os bancários protestam contra demissões ocorridas nos últimos meses na instituição das famílias Setúbal e Moreira Sales.
Abaixo, notícia do portal Valor On Line sobre o assunto:
Por Filipe Pacheco | Valor
SÃO PAULO – A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) promove hoje um movimento de paralisações de agências do Itaú Unibanco em diferentes partes do Brasil, em ato contra demissões feitas pelo banco nos últimos meses.
Segundo o presidente da entidade, Carlos Cordeiro, há pelo menos 39 agências do banco paradas pelo país. São sete na região do Leblon, no Rio de Janeiro, seis em Belo Horizonte e 26 em Curitiba. Em algumas delas, os clientes conseguem efetuar operações em caixas eletrônicos.
O número de unidades paradas em São Paulo está sendo apurado, diz Cordeiro, mas devem se concentrar principalmente na região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, região de forte concentração de bancos e empresas financeiras na cidade.
O Itaú não confirma o número de agências fechadas. A assessoria de imprensa do banco afirma apenas que está apurando se há cancelamento de operações, e diz que não há nenhum centro de administração paralisado.
A Contraf-CUT alega que o Itaú fechou 1.964 postos de trabalho no primeiro trimestre deste ano, e que nos últimos 12 meses o total de demissões seria de 7.728 empregados.
“O Itaú não entrou em contato com o sindicato para falar sobre as demissões até agora”, diz Cordeiro, presidente da entidade dos trabalhador.
(brasil 247)

Os bancários realizaram nesta quarta-feira (23) um Dia Nacional de Luta contra as demissões no Itaú. O protesto foi promovido pela Contraf-CUT, federações e sindicatos. Os trabalhadores pararam agências e fizeram manifestações, panfletagens e atos públicos contra as dispensas, a rotatividade, o assédio moral, as metas abusivas, as condições precárias de saúde, segurança e trabalho, e a terceirização.
Houve distribuição de jornal específico da Contraf-CUT para bancários e clientes, denunciando as demissões, a política de rotatividade e as precárias condições de saúde, segurança e trabalho.
Clique aqui para ler o jornal especial da Contraf-CUT.
Ocorreram manifestações em várias capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Fortaleza, Cuiabá, Campo Grande, Teresina, Maceió, Porto Velho e Rio Branco, além de cidades como Campinas (SP), Londrina (PR), Arapoti (PR), Cornélio Procópio (PR), Jundiaí (SP), Santo André(SP), São Caetano (SP), São Bernardo (SP), Juiz de Fora (MG), Teófilo Otoni (MG), Dourados (MS), Passo Fundo (RS), Santa Maria (RS) e Camaquã (RS), entre outras.
“A manifestação recebeu grande apoio em todo o país, mostrando a insatisfação dos bancários com a política de rotatividade do Itaú. É inaceitável que o banco que mais lucra seja também o que mais demite”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e funcionário do Itaú.
No primeiro trimestre, o banco bateu outro recorde ao obter lucro líquido de R$ 3,4 bilhões. No entanto, seguiu demitindo e ainda fechou 1.964 postos de trabalho, uma redução de 7,4% em relação ao mesmo período ano passado, o que acumula um corte de 7.728 vagas nos últimos 12 meses.
“Vamos continuar mobilizados para pressionar a direção do banco, a fim de garantir proteção ao emprego dos bancários, bem como mais contratações e melhores condições de saúde, segurança e trabalho para todos”, completa Cordeiro.
Confira algumas notícias sobre as manifestações em todo país:
Bancários param 12 agências do Itaú contra demissões na Avenida Paulista
Bancários do Rio param agências do Itaú no Dia Nacional de Luta
Bancários paralisam 20 agências do Itaú contra demissões em Curitiba
Bancários fecham Itaú e exigem fim das demissões e segurança em Recife
Bancários repudiam demissões e param quatro agências do Itaú em Fortaleza
Fonte: Contraf-CUT com sindicatos

Funcionários do Itaú devem paralisar suas atividades em algumas agências do banco a partir das 8h da manhã desta quarta-feira (23) na Capital.
Segundo o Sindicato dos Bancários do Ceará, o protesto faz parte de uma campanha nacional, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), contra demissões, terceirização, assédio moral e más condições de trabalho.
As quatro agências do Centro serão alvo da ação do Sindicato, que contará com cartazes, faixas, carro de som e distruibuição de material informativo.
Demissões
O Sindicato informou que, no Ceará, 20 funcionários da empresa foram demitidos nos últimos dois meses. “Desde a fusão Itaú-Unibanco, foram mais de 10 mil postos de trabalho ceifados no Itaú”, declara o diretor do Sindicato e funcionário do banco, Ribamar Pacheco.
O diretor disse ainda que a paralisação tem o objetivo de pressionar a instituição financeira a se comprometer com o encerramento das demissões que, segundo ele, são injustificáveis diante da alta lucratividade do banco.
A redação do Diário do Nordeste Online entrou em contato com o banco, que declarou que não ia se pronunciar sobre o assunto.
(DIÁRIO DO NORDESTE)
São Paulo – O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o Itaú Unibanco por não dar a um funcionário o direito a uma homenagem por 30 anos de trabalho na instituição. Segundo a ação, o trabalhador não recebeu a festa que o banco costuma organizar a todos os que completam três décadas de atividades.
A Oitava Turma do TST determinou ontem (9) uma sanção de R$ 5 mil por danos morais, acrescida de juros e correção monetária desde o ajuizamento da ação, em 2010. Segundo o funcionário, a homenagem incluía um relógio de ouro como presente e ações do Itaú no valor de três salários. Tudo isso em uma grande festa para todos os empregados com mesmo tempo de empresa, com direito a um “lauto jantar, hospedagem suntuosa em imponente hotel, transporte aparatoso e show com artistas de renome, como Roberto Carlos, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gilberto Gil”. Estavam incluídos ainda alguns “mimos”, como frigobar, lavanderia, telefonemas e salão de beleza.
O funcionário alegou à Justiça que se sentiu humilhado perante a família e os colegas, como se tivesse sofrido uma discriminação que resultasse em desmerecimento de seu trabalho. Para ele, o ato da empresa de não convidá-lo e premiá-lo desrespeitou sua moral como empregado. Com isso, além da indenização, ele terá, enfim, direito ao relógio de ouro e às ações.
(REDE BRASIL ATUAL)
O lucro líquido do Itaú Unibancono primeiro trimestre deste ano, de R$ 3,4 bilhões, é o segundo maior da história dos bancos de capital aberto brasileiros, de acordo com a consultoria Economatica. O maior ganho para o primeiro trimestre do setor também é do Itaú Unibanco, e foi registrado em 2011, com R$ 3,53 bilhões.
| Ranking – 5 maiores lucros para o 1º trimestre | |
|---|---|
| Itaú Unibanco | R$ 3,5 bilhões (em 2001) |
| Itaú Unibanco | R$ 3,4 bilhões (em 2012) |
| Itaú Unibanco | R$ 3,2 bilhões (em 2010) |
| Banco do Brasil | R$ 2,9 bilhões (em 2011) |
| Bradesco | R$ 2,8 bilhões (em 2012) |
O resultado do primeiro trimestre é também abaixo do alcançado nos três últimos meses de 2011 (R$ 3,7 bilhões). A queda é de 6,9%.
O lucro líquido do Bradesco para o período, divulgado na segunda-feira (23), de R$ 2,793 bilhões, é o quarto maior da historia dos bancos de capital aberto brasileiro.
(G1)
Falhas na segurança bancária fizeram com que a Ccasp (Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada), do Ministério da Justiça, arbitrasse multas no total de R$ 808,9 mil a seis bancos públicos e privados. Para Ademir Wiederkehr, representante da Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) no colegiado, as irregularidades indicam risco para trabalhadores e clientes.
A Ccasp é composta por representantes do governo, dos trabalhadores e dos empresários. Segundo Ademir Wiederkehr, que participou da reunião da última quarta-feira (18/4), as multas comprovam que os bancos continuam tratando com descaso a segurança das agências.
Os processos encaminhados pelas delegacias estaduais de segurança privada tiveram como parâmetro as determinações da Lei 7.102/83, que estabelece normas para proteção dos estabelecimentos financeiros. De acordo com a fiscalização, foram constatados número insuficiente de vigilantes, alarmes inoperantes, planos de segurança não renovados e utilização de bancários no transporte de valores, entre outros descumprimentos da normal legal.
Os três maiores bancos privados receberam as multas mais altas: Bradesco (R$ 318,1 mil), Itaú Unibanco (R$ 160,5 mil) e Santander (R$ 156,4 mil). Foram multados também o Banco do Brasil (R$ 120,6 mil), Mercantil do Brasil (R$ 42,5 mil) e Banco do Nordeste (R$ 10,6 mil). A campeã de multas foi uma agência do Bradesco em Rio Branco, no Acre, arrolada em nove processos e multada em R$ 127,6 mil.
Conforme dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentados pela Contraf, os cinco maiores bancos do país lucraram R$ 50,7 bilhões no ano passado e investiram apenas R$ 2,6 bilhões (5,2% do lucro) em segurança e vigilância. Isso mostra, para Ademir Wiederkehr, que os bancos gastam pouco com segurança e expõem ao risco a vida de funcionários e clientes.
Mas esses números são contestados pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Procurada pela Agência Brasil, a diretoria de Comunicação da entidade assegura que os bancos brasileiros investem em torno de R$ 10 bilhões por ano em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a integridade de clientes, bancários e colaboradores.
A Febraban garante ainda que os bancos cumprem as determinações da Lei 7.102/83, de acordo com planos de segurança previamente submetidos à Polícia Federal. Observa, contudo, que “as falhas apontadas são pontuais, em boa parte de natureza meramente administrativa, sem espelhar uma redução dos padrões e procedimentos de segurança seguidos pelas instituições financeiras”.
(AGÊNCIA BRASIL)
Rio de Janeiro recebeu no dia 10 de abril (terça-feira), o primeiro Seminário Itaú Empresas de 2012. Evento promovido pelo banco percorrerá as 12 cidades sede ao longo do ano para debater os impactos econômicos que o maior evento esportivo do mundo deve gerar. Discutirá ainda como empresários devem se preparar para entrar em campo e ganhar o jogo.
São Paulo – Para o Itaú, patrocinador oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014, o jogo já começou. Ao longo do ano, o banco promoverá debates nas 12 cidades sede com o objetivo de mostrar à comunidade empresarial que já é hora de entrar em campo. A iniciativa, denominada Seminário Itaú Empresas, tem como objetivo reunir empresários, autoridades, entidades e academia para discutir os impactos econômicos e as oportunidades de negócios que serão gerados por conta da Copa do Mundo da FIFA 2014. O evento também abordará como pequenos e médios empresários podem aproveitar a oportunidade para crescer de maneira sustentável e de que maneira devem se preparar.
O primeiro Seminário Itaú Empresas ocorreu hoje (10), no Rio de Janeiro, e contou com a participação do economista Ricardo Amorim; do Secretário Municipal Especial para a Copa do Mundo da FIFA de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016, Ruy Cesar; do Sócio fundador e executivo da SCORE Sport Business & Consultoria, Rafael Plastina; e do autor do livro “O Brasil e a Copa do Mundo”, Ricardo Azevedo. Ao longo de 2012 o evento ocorrerá também em Porto Alegre, Brasília, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Cuiabá, Salvador, Manaus e Natal.
Segundo dados apurados pelo Itaú Empresas, nos próximos três anos haverá incremento de cerca de três milhões de turistas, sendo dois milhões de estrangeiros e um milhão de brasileiros, no país. Essa população extra incrementará toda a economia. O volume financeiro movimentado por esses turistas deve gerar receitas adicionais de aproximadamente R$ 5 bilhões para as empresas brasileiras, beneficiando especialmente os setores de hotelaria, transporte, comunicações, cultura, lazer e comércio varejista.
Para não perder esse jogo, os empresários precisam estar preparados. Isso tem que se dar de maneira adequada e escalonada para o aumento de demanda, treinando a mão de obra, investindo em equipamentos e aumento de produção, planejando novas contratações e se prevenindo para possíveis ajustes de rota. Primeiramente, os empresários devem avaliar se o setor em que estão inseridos será impactado, mesmo que indiretamente. Depois, precisam estudar profundamente o seu público consumidor, os seus concorrentes e a sua rede de fornecedores. Com essas informações em mãos, o próximo passo é elaborar um plano de negócios bem detalhado que contemple as ações pré, durante e pós evento.
Segundo Marcos Massukado, diretor comercial do Itaú Empresas, a comunidade empresarial deve estar atenta às oportunidades dos próximos anos, pois o País receberá não apenas a Copa do Mundo da FIFA 2014, mas outros eventos importantes, como a Copa das Confederações em 2013, a Copa América em 2015 e os eventos esportivos no Rio de Janeiro em 2016. O executivo ressalta que as oportunidades serão muitas, mas as empresas precisam se preparar desde já. A antecedência e o planejamento cuidadoso serão imprescindíveis, e o alinhamento entre planejamento financeiro, estratégia de marketing e gestão de pessoas será fundamental.
“Temos grandes exemplos de países e cidades que se transformaram com eventos esportivos dessa magnitude. Queremos o mesmo para o Brasil, porque acreditamos no potencial do empresariado brasileiro. Importante que o empresário tenha visão de longo prazo e foque no legado que a Copa do Mundo da FIFA 2014 pode deixar para o seu negócio. E não falo apenas em relação ao aspecto financeiro, mas também de qualificação de mão de obra, de melhoria na qualidade do serviço e do produto, e na criação de uma relação perene com os seus clientes, que prime pela transparência e pelo bom atendimento. É essa mensagem que queremos passar para a comunidade empresarial”, finaliza Massukado.
Impactos macroeconômicos da Copa do Mundo da FIFA 2014 -Segundo estudo liderado por Ilan Goldfajn, economista chefe do Itaú Unibanco, a Copa do Mundo da FIFA 2014 deve ampliar o PIB em 1,5 ponto percentual e gerar cerca de 250 mil empregos no Brasil. Além disso, cerca de 165 milhões de potenciais consumidores no país devem gastar de US$ 3 bilhões a US$ 6 bilhões até 2014.
“Boa parte do impacto econômico da Copa do Mundo da FIFA 2014 virá de grandes obras de infraestrutura. Mas os efeitos multiplicadores deste crescimento inicial, bem como os efeitos da melhor infraestrutura pós-evento espalhará os benefícios para as pequenas e médias empresas”, afirma Ilan. As 12 cidades-sede do torneio devem receber R$ 142 bilhões em investimentos para a preparação do maior torneio mundial de futebol. Somente em infraestrutura devem ser investidos R$ 37 bilhões, na construção de estádios R$ 7,2 bilhões, no setor de telecom R$ 4,2 bilhões e no de segurança R$ 4,1 bilhões. Já o consumo deve receber incremento de R$ 8 bilhões até 2014.
Em paralelo, haverá um forte avanço no consumo da classe média. Em levantamento realizado pelo banco, até 2014 a classe média deve crescer 23%, passando de 114 milhões para 140 milhões de pessoas, fator que também proporcionará aumento de demanda para as pequenas e médias empresas. “Na América Latina em geral, e no Brasil em particular, a alta participação de pequenas e médias empresas na atividade econômica destoa da média mundial. Desta forma, boa parte do crescimento econômico do país nos próximos anos será sustentado por este segmento”, conclui Ilan, economista-chefe do Itaú Unibanco.
Palestrantes e debatedores-Ricardo Amorim (mediador e palestrante) – Economista formado pela USP, Ricardo Amorim é pós-graduado em Administração e Finanças Internacionais pela ESSEC de Paris. Atua no mercado financeiro desde 1992, trabalhou em Nova York, Paris e São Paulo sempre como economista e estrategista de investimentos.
Ruy Cesar – Secretário municipal especial para a Copa do Mundo da FIFIA de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016 – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Coordenou, no âmbito da Cidade, a elaboração do dossiê de candidatura e todos os procedimentos para a visita obrigatória de inspeção dos Membros do Comitê Olímpico Internacional nas Cidades Candidatas.
Rafael Plastina – Sócio fundador e executivo da SCORE Sport Business & Consultoria Ltda. Professor dos cursos de Pós-Graduação em Gestão e Marketing Esportivo da Trevisan e da Anhembi Morumbi.
Ricardo Azevedo – CEO Alpha Co Brasil. Docente na Universidade Federal da Bahia/Escola de Administração e Universidade Anhembi/Morumbi (SP). Atua em dois projetos associados a Copa do Mundo da FIFA (Arena Castelão em Fortaleza e Arena Independência em Belo Horizonte), além de assessoria especial do comitê da Copa do Mundo da FIFA da cidade de São Paulo. É autor do livro “O Brasil e a Copa do Mundo”, publicado em 2010.
Calendário dos próximos Seminários Itaú Empresas: Porto Alegre – 18 de abril | Natal – 23 de maio |Brasília – 13 de junho| São Paulo – 21 de junho | Curitiba – 07 de agosto | Belo Horizonte – 16 de agosto | Fortaleza – 27 de agosto | Recife – 20 de setembro| Cuiabá – 10 de outubro|Salvador – 17 de outubro | Manaus – 07 de novembro.
O Itaú Unibanco é o maior conglomerado financeiro da América Latina e está entre os dez maiores bancos do mundo em valor de mercado e, entre eles, é a instituição com maior ROE (retorno sobre o patrimônio). Fruto da fusão entre duas grandes instituições financeiras, o banco consolidou sua liderança como banco especialista no mercado de pequenas e médias empresas, buscando identificar as melhores soluções financeiras para necessidades específicas de seus clientes.
Além disto, o Itaú se estruturou para ser um grande parceiro de negócios de seus clientes, buscando orientá-lo de acordo com as necessidades do dia a dia e abordando temas que agreguem valor e efetivamente contribuam para a melhoria do desempenho financeiro dos negócios. Esse papel se traduz, dentre outras iniciativas, na realização de uma série de eventos voltados ao empresário nos quais são abordados temas como educação e gestão financeira, segurança e agilidade nos processos, tecnologia, gestão de mudanças e cenário macroeconômico.
Somente em 2010, foram realizados 21 encontros desse tipo em 15 cidades, impactando cerca de 20 mil clientes. Em 2011, o Seminário Itaú Empresas passou por Florianópolis, Manaus, Belém, Recife, Curitiba, Brasília, Campo Grande e Vitória, atingindo quase quatro mil pessoas. A realização da série de 12 seminários sobre os impactos econômicos da Copa do Mundo da FIFA 2014 faz parte desse posicionamento.
São Paulo – O Sindicato recebeu denúncias de demissões de pessoas com deficiência na administração predial do Ceic do Itaú Unibanco. Foram seis funcionários que atendiam demandas sobre a manutenção, e também por meio do sistema SAP do banco, que abrange o CTO e o CAT.
Uma das trabalhadoras demitidas foi convocada durante o período de férias para participar por dois dias de uma dinâmica promovida pelo banco. O objetivo era realocar a funcionária, o que não ocorreu, uma vez que a demissão foi anunciada na volta das férias. “Além de demitir funcionários com deficiência, a instituição financeira desrespeitou o período de férias da trabalhadora”, destaca a diretora do Sindicato Marta Soares.
A dirigente ressalta a obrigação do banco em cumprir a lei nº 8.213, de 1991. A empresa com 100 ou mais funcionários tem de preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas com deficiência. “Já cobramos do banco satisfação sobre a prática e estamos conversando com os funcionários demitidos para analisar as situações, caso a caso”, completa Marta.
Além das cotas – Uma das reivindicações do Sindicato para os funcionários com deficiência contratados pelas instituições financeiras é um espaço maior para a ascensão profissional. “Para que não ocorram tantas demissões, reivindicamos que o banco analise a capacidade laboral desses trabalhadores para que sejam integrados em áreas com oportunidades de crescimento”, conclui a dirigente.
(SEEB-SP)
247 - Uma quadrilha formada por 15 criminosos, alguns armados com fuzis, explodiu cinco caixas eletrônicos de uma agência bancária do Itaú próxima à rodovia Raposo Tavares, na zona oeste de São Paulo. Encapuzados, os criminosos chegaram ao bairro do Jardim Arpoador na madrugada desta terça-feira e, segundo informações da Polícia Militar, renderam o motorista de um ônibus que fazia sua última viagem, obrigando-o a atravessar o veículo na pista para dificultar o acesso da polícia.
Enquanto o condutor, o cobrador e um passageiro se escondiam atrás do veículo, a Polícia Militar chegou no local trocando tiros com os bandidos. A quadrilha conseguiu fugir sem que ninguém fosse preso. Segundo informações da Agência Estado, o coletivo fazia a linha 7903 (Praça Ramos – João XXIII) e havia deixado o bairro em direção ao Centro da capital paulista. Um helicóptero Águia da PM também foi chamado ao local para ajudar nas buscas dos bandidos.
A ocorrência foi registrada no 89º Distrito Policial do Portal do Morumbi. A polícia não sabe informar se a quadrilha conseguiu levar o dinheiro dos caixas. Pelo menos duas viaturas foram atingidas por tiros, uma delas no radiador, ficando inutilizada.
(BRASIL 247)
A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomaram no dia 10/2 o processo de negociação com o Itaú Unibanco, em São Paulo. As entidades entregaram ao banco a minuta específica de reivindicações dos funcionários, que possui nove itens: emprego, remuneração, metas abusivas, saúde e condições de trabalho, segurança bancária, liberdade sindical, previdência complementar, plano de saúde e igualdade de oportunidades. A minuta foi construída no Encontro Nacional de Dirigentes Sindicais do Itaú Unibanco, realizado nos dias 14 e 15/12, em São Paulo.
A Contraf-CUT reivindicou e o banco concordou que a negociação da minuta seja feita por meio de blocos temáticos ao longo do primeiro semestre, de forma a discutir as demandas apresentadas. A primeira reunião está prevista para o final de fevereiro e as demais devem acontecer quinzenalmente. Os temas serão escolhidos previamente. O tema da primeira rodada será o Plano de Saúde, além de dois itens do bloco de remuneração: PCR (Participação Complementar nos Resultados) e auxílio-educação.
Segurança – Durante a reunião foi entregue ao banco uma carta endereçada ao presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, na qual a Contraf-CUT cobra proteção da vida dos trabalhadores e clientes do banco. Os bancários demonstraram a contrariedade à retirada de portas giratórias com detectores de metais nas agências e postos de atendimento. “Vimos manifestar nossa inconformidade e preocupação diante da retirada de portas giratórias com detectores de metais em cidades onde não existem leis municipais que obriguem a instalação desse equipamento de segurança”, diz a carta. Os bancários lembram que as portas giratórias reduziram o número de assaltos a bancos desde sua introdução, no final dos anos 1990. Os bancários refutam o argumento apresentado pelo banco, de que a retirada é motivada por ações judiciais movidas por clientes que se sentiram constrangidos ao tentarem entrar em agências. “Concordar com essa visão equivocada seria o mesmo que acabar com a vistoria dos passageiros nos aeroportos, onde também ocorrem eventuais constrangimentos”, diz o documento.
“A solução não é a retirada das portas giratórias, mas sim, aperfeirçoar o seu funcionamento, com revisão técnica permanente, orientação aos clientes e garantia de condições adequadas de trabalho para os vigilantes”, completa o documento. Os bancários cobram a instalação do equipamento em todas as agências e postos de atendimento no País.
A carta lembra que o banco lucrou R$ 14,620 bilhões em 2011 e aplicou, segundo levantamento do Dieese, somente R$ 482 milhões em despesas de segurança e vigilância, o que representa apenas 3,30% do lucro.
Emprego – Apesar de fazer parte dos temas que serão debatidos com o banco ao longo do semestre, o movimento sindical cobrou do Itaú durante a reunião o fim das demissões. No balanço de 2011, 4.058 empregos foram eliminados. Mas as dispensas não param por aí. Além da eliminação dos postos de trabalho, a rotatividade também é uma prática nefasta adotada pelo Itaú. O movimento sindical vai mobilizar os trabalhadores na luta pelo emprego.
Ar condicionado – Um problema detectado pelo movimento sindical em todo o País diz respeito ao ar condicionado nas agências. Muitos equipamentos estão defeituosos e alguns gestores que, querendo economizar, desligam os aparelhos fora do horário comercial. O resultado é um só: funcionários, clientes e vigilantes sofrendo com o calor insuportável que faz nesta época do ano nas unidades. Os representantes do banco ficaram de averiguar as denúncias e dar uma resposta na próxima reunião.
Outros temas – De forma breve, foi discutido o “Projeto Corredor”, que trata da abertura de agências em horário estendido, das 8h às 20h. O banco deverá fazer uma apresentação do projeto para o movimento sindical, em data a ser definida. Outros dois temas estiveram ainda na pauta. A divulgação do ranking individual de metas por gestores, uma prática proibida pela convenção coletiva; e a questão da fita de caixa, um problema que continua gerando inúmeros constrangimentos aos bancários, apesar das modificações feitas no ano passado pelo banco.
(TRIBUNA BANCÁRIA – SEEB-CE)
Itaú pode ser sócio da Rede TV!
Roberto Setúbal, presidente do Itaú, visitou esta semana as instalações da Rede TV! em Osasco (SP).
Como se sabe, os 30% da rede de TV que estão nas mãos do sócio Marcelo de Carvalho estão à venda por R$ 500 milhões.
Uma bagatela em se tratando dos ativos do superbanco, que só em 2011 faturou R$ 14,6 bilhões, o maior lucro da história do Brasil. Amílcare Dalevo, dono dos outros 70%, tentou comprar a parcela de Marcelo, mas não conseguiu.
Será que o bancão está de olho no mundo do entretenimento?
(Anna Ramalho – Jornal do Brasil)
O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira que fará uma oferta pública para aquisição de ações da Redecard, em uma operação que poderá envolver desembolso de até R$ 11,77 bilhões.
O maior banco privado do país, que teve lucro líquido de R$ 14,6 bilhões em 2011 , vai ofertar preço máximo de R$ 35 por ação, um ágio de 9,2% sobre o valor do papel no fechamento da segunda-feira.
O banco, que já possui 50% do capital da Redecard, de acordo com o site da empresa de meios de pagamentos, informou que a oferta envolverá 336.390.251 ações ordinárias, representativas de 49,9% do capital social da Redecard.
O anúncio ocorre depois que a Redecard encerrou o quarto trimestre de 2011 com lucro líquido acima do esperado, a R$ 457 milhões.
Acontece depois também que a gestora de recursos Lazard Asset Management anunciou no início deste mês que passou a deter 9,83% da Redecard.
(Com informações da Reuters)
Por Altamiro Silva Júnior
São Paulo (AE) – Os três maiores bancos privados brasileiros, Itaú, Bradesco e Santander, lucraram R$ 29,2 bilhões em 2011, aumento de 7,3% em relação a 2010, considerando a somatória dos resultados contábeis informados pelas companhias. O maior ganho líquido ficou com o Itaú, que anunciou hoje resultado de R$ 14,6 bilhões. Em segundo lugar veio o Bradesco, com lucro líquido de R$ 11 bilhões, ao passo que o banco espanhol informou resultado contábil ajustado aos padrões brasileiros de R$ 3,6 bilhões no ano de 2011.
A expansão dos resultados no ano passado foi puxada principalmente pelas operações de crédito, que cresceram em média 19% em 2011 nos três bancos. O Santander foi o que ficou com o maior crescimento, de 21%. As linhas que mais se destacaram foram o financiamento habitacional, na pessoa física, e a carteira de pequenas e médias empresas, na pessoa jurídica.
As receitas com serviços bancários somaram R$ 41,6 bilhões nos três bancos no ano passado, aumento de 11,5% na comparação com 2010. No geral, as taxas cobradas pela concessão de empréstimos, aberturas de novas contas correntes e operações de cartões de crédito garantiram o crescimento das receitas dos bancos. Só o Bradesco ganhou 2 novos milhões de correntistas em 2011.
No quarto trimestre, o resultado consolidado dos bancos somou R$ 7,3 bilhões, queda de 5,5% ante o mesmo período de 2010. A redução é reflexo principalmente da queda dos juros básicos da economia, a taxa Selic.
(AGÊNCIA ESTADO)
Segundo informações divulgadas nesta terça-feira pelo Itaú Unibanco, houve lucro líquido de R$ 14,62 bilhões em 2011. O resultado corresponde a uma alta de 9,7% em relação a 2010, quando o banco registrou R$ 13,32 bilhões. A consultoria Economática declarou que a cifra é a maior obtida anualmente na história dos bancos.
Nos últimos três meses de 2011, o lucro líquido foi de R$ 3,681 bilhões, mas no comparado com o mesmo período do ano anterior, o valor diminuiu: foram R$ 3,89 bilhões lucrados no quarto trimestre de 2010.
De acordo com o levantamento, a carteira de crédito do banco aumento 19,1% em 2011 e 3,9% no último trimestre, chegando a R$ 397 bilhões.
Verificado pelas operações de crédito com atraso superior a 90 dias, o índice de inadimplência total alcançou 4,9% em dezembro de 2011, com crescimento de 0,2% em relação a setembro do ano passado.
(PORTAL DO SIDNEY REZENDE)
Salvador – A Bahia começa o ano ganhando três novas agências do Itaú. Em janeiro, o banco expande sua rede no Estado com novos pontos de atendimento em Salvador (Matatu), Juazeiro e levando sua primeira unidade para a cidade de Brumado. Em dezembro, o Itaú Unibanco já havia inaugurado outras cinco agências no Estado, três delas em municípios que não contavam ainda com a presença física do banco: Jacobina, Catu e Paulo Afonso. As inaugurações levam a rede do Itaú na Bahia a 111 pontos de atendimento, entre agências e PABs
Desde fevereiro do ano passado, o Itaú abriu 12 agências na Bahia, sendo sete em cidades onde ainda não tinha ponto de atendimento, dentro de sua estratégia de expansão e com o objetivo de levar seus produtos e serviços a cada vez mais localidades do Brasil.
“A Bahia é um dos grandes motores do crescimento econômico do Nordeste e do Brasil e é foco de expansão do Itaú”, afirma Aurélio Portella, diretor comercial do Itaú Unibanco para a região. O executivo destaca que, além dos produtos e serviços que os novos pontos de atendimento levam a população, parte do pessoal que atua nas novas agências e contratada localmente, contribuindo com o desenvolvimento dessas cidades.
As agências seguem um visual moderno, com peças de design mais arrojado, desenvolvidas especialmente para compor esses ambientes.
O aumento da rede beneficia todos os clientes, novos e os que já mantêm relacionamento com o banco. “Além de expandir a disponibilidade de serviços para mais pontos de atendimento, oferecemos mais conveniência também para nossos atuais clientes, que passam a contar com o atendimento Itaú em mais cidades, além de acompanharmos o desenvolvimento do país”, conclui o executivo.
(JORNAL DA MÍDIA)