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Inovação e Tecnologia

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Novo estudo mostra que Lua é mais antiga do que se pensava

A Lua começou a se formar até 65 milhões de anos depois do que algumas estimativas anteriores, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira que utiliza uma nova forma de calcular o surgimento do único satélite natural da Terra, de 4,47 bilhões de anos.

O mega-asteróide que colidiu com a Terra, lançando detritos dos quais um mais tarde deu origem à Lua, ocorreu cerca de 95 milhões de anos depois do nascimento do sistema solar, segundo mostra uma pesquisa na edição desta semana da revista Nature.

O estudo contesta, com um grau de 99,9 por cento de precisão, a conclusão de algumas estimativas anteriores de que o impacto formando a Lua ocorreu entre 30 a 40 milhões anos após a formação do sistema solar, cerca de 4,58 bilhões de anos atrás.

O novo estudo é baseado em 259 simulações de computador sobre como o sistema solar evoluiu a partir de um disco primordial de embriões planetários girando em torno do sol. Os programas simulam as colisões e fusões dos pequenos corpos, até que se fundem com os planetas rochosos que existem hoje.

Pelo relógio geológico, o último grande impacto contra a Terra veio de um corpo do tamanho de Marte que a atingiu 95 milhões de anos depois da formação do sistema solar, de acordo com o estudo.

“Achamos que a coisa que atingiu a Terra e acabou formando a Lua, a parte do leão dela, ficou na Terra. Uma pequena fração de sua massa e algum material da Terra foi empurrado para o espaço para formar a Lua”, disse em entrevista o astrônomo John Chambers, do Instituto Carnegie para a Ciência, em Washington. “Esse foi provavelmente o último grande evento”, acrescentou.

A avaliação anterior era baseada na medição do decaimento radioativo que ocorre naturalmente de átomos reveladores dentro de rochas lunares. O mesmo processo, no entanto, também levou à descoberta de que o impacto aconteceu entre 50 milhões e 100 milhões de anos após a formação do sistema solar.

“Nosso novo método … independe de técnicas radiométricas etc, portanto, nós rompemos a controvérsia”, escreveu o pesquisador Seth Jacobson, do Observatório Côte D’Azur, na França, em um e-mail. Os resultados também criam um outro mistério ainda maior sobre o motivo pelo qual alguns planetas, como Marte, se formam de forma relativamente rápida, enquanto outros, como a Terra e, possivelmente, Vênus, demoram muito mais tempo.

Análise de meteoritos marcianos e as simulações de computador indicam que Marte foi formado em apenas alguns milhões de anos. Não há meteoritos conhecidos de Vênus, e até hoje não foram enviadas naves espaciais a Marte ou Vênus para coletar amostras.

(Reuters)

FireChat permite enviar mensagens de graça, sem conexão à internet ou bluetooth

Apps de chat famosos como WhatsApp, Viber ou Line precisam de conexão à internet para entregar as mensagens aos destinatários. Já o novo FireChat é gratuito e permite conversar com alguém sem estar conectado à rede ou pelo Bluetooth.

Uma tecnologia do iOS 7 permite conectar-se com outros iPhones que estão próximos. O FireChat trabalha neste campo, onde é possível enviar e receber mensagens instantaneamente. Em nossos testes, a distância máxima foi de aproximadamente 30 metros, sem obstáculos como paredes no caminho.

É claro que enviar mensagens a esta distância é útil em poucos casos, já que normalmente é possível falar pessoalmente com alguém tão perto. Entretanto, os desenvolvedores do aplicativo afirmam ser possível, em atualizações futuras do app, criar uma rede própria entre os iPhones. Assim, caso o FireChat tenha muitos usuários espalhados pelo mundo todo, seria um app de mensagens totalmente livre de qualquer servidor.

Neste caso, ainda seria um app seguro contra espionagem, já que não haveria um servidor central pelo qual as mensagens passam. Por outro lado, passaria por muitos dispositivos de usuários comuns.

Apesar da tecnologia ser boa e a ideia de crescimento melhor ainda, o app atualmente é bastante precário. Não é possível conversar diretamente com um contato: as mensagens enviadas vão para uma janela comum, onde todos os usuários próximos estão ligados. O perfil de cada pessoa também é bem simples: um nome, sem foto, senha ou qualquer tipo de informação. Além de tudo, para o app funcionar, é preciso ligar a tecnologia AirDrop na central de controle.

Via http://info.abril.com.br

WhatsApp registra 64 bilhões de mensagens em um só dia e fica fora do ar

Getty imagens

WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (02/04) que quebrou seu próprio recorde ontem registrando 64 bilhões de mensagens trocadas em apenas um dia. Foram 20 bilhões de envios e 44 bilhões de mensagens recebidas. O recorde anterior era de 54 bilhões em 24h.

Nesta manhã, o serviço apresentou instabilidade mundialmente por cerca de uma hora, mas a companhia não se manifestou sobre o caso.

Os grupos são os responsáveis por multiplicar os números do WhatsApp como indica a descrição acima. Ainda assim, 20 bilhões de mesagens é um numero alto, visto que a companhia conta com cerca de 460 milhões de usuários em todo o mundo. É como se cada um deles tivesse mandado 44 mensagens em 24h.

O WhatsApp conta com 55 funcionários e foi comprado pelo Facebook por 19 bilhões de dólares no mês passado — 4 bilhões em dinheiro, 12 bilhões em ações do Facebook e 3 bilhões como bônus para os colaboradores da companhia.

Ainda assim, o WhatsApp deve operar de forma independente, como acontece com o Instagram.

Via http://info.abril.com.br 

Teste comprova que Instagram processa imagens com menos qualidade no Android do que no iOS

Agora, uma polêmica que com certeza vai fazer muitos usuários prestarem mais atenção em suas fotos publicadas pelo Instragram – ou não. Depois de ganhar uma grande atualização com mudanças no visual e melhorias de performance, o aplicativo do Instagram paraAndroid​ foi alvo de várias manchetes. A ideia desse update era de entregar aos usuários uma experiência mais agradável ao utilizar o aplicativo nos seus dispositivos móveis, sem que houvessem “travadas” ou lags​.

O popular serviço que adiciona efeitos em fotos e vídeos (curtos) tem sido utilizado por cada vez mais usuários ao redor do mundo. Talvez você não se lembre, mas o “Insta” era exclusivo do iPhone, da Apple, e ainda assim possuía milhares de usuários. Quando chegou para Android que a coisa mudou e esses números aumentaram cada vez mais, mas você já notou alguma diferença entre a qualidade de imagem do aplicativo para as duas plataformas?

Instagram - Teste
Instagram - Teste

 

Quem comprovou a diferença drástica de qualidade foi um usuário do Reddit, que montou uma imagem no Photoshop simulando a resolução nativa publicada pelo aplicativo (640×640), e em seguida publicou a mesma imagem usando o Instagram pelo iOS e pelo Android. O resultado é muito visível, como comprova a imagem acima (cliquenela para ver em tamanho real).

Este mesmo problema já foi encontrado em versões anteriores do aplicativo para Android, e o mais curioso é que, mesmo depois de tantas atualizações, ele ainda continua presente. Talvez não seja nenhum bug ou algo do tipo, e sim que a compressão para Android seja, definitivamente, muito maior do que a feita no iOS.

Muitos usuários não ligam para esse tipo de situação, porém, é sempre importante sabermos que algumas coisas deveriam funcionar de maneira melhor e mais prática.

Via http://www.tudocelular.com

Galaxy S5 arrasa em vendas mesmo sem ter sido lançado oficialmente na Coreia do Sul

Samsung Galaxy S5

Parece que mesmo sem o incrível poder de marketing da Samsung, o seu novo top de linha, o Galaxy S5 tem apresentado excelente desempenho em vendas na Coreia do Sul. Fato curioso é que o aparelho nem foi lançado (oficialmente) ainda no país. A expectativa de lançamento do produto é para o próximo dia 11 de abril.

De acordo com um relatório divulgado pela agência local de notícias Yonhap, mais de 7 mil unidades do aparelho foram vendidas desde que ele começou a ser vendido no país; dia 27 de março. Quando lançado no país, o Galaxy S4 apresentou 8 mil unidades vendidas por dia, desde que entrou em pré-venda. Vale lembrar que o S4 contava com o marketing da empresa na época.

O relatório também observa que o Galaxy S5 é mais barato do que o Galaxy S4 quando lançado, custando $820, sem contrato, enquanto o S4 custava $850 sem contrato.

A Samsung havia informado que não autorizou as operadoras a lançarem adiantadamente o smartphone. As companhias de telefonia, numa medidade desesperada de vendas, iniciaram a liberação do aparelho pois serão impedidas de vender smartphones em breve, uma vez que o governo sul-coreano descobriu práticas ilegais por parte das mesmas quanto ao uso de subsídios para a venda de telefones e planos.

No Brasil, o Galaxy S5 custa R$ 2.430,00. O Galaxy S4 está custando R$ 1.425,00.

Via http://www.tudocelular.com

YouTube e G+ são redes sociais com mais engajamento, diz estudo

A plataforma de compartilhamento Shareholic divulgou nesta segunda-feira sua primeira análise de engajamento nas redes sociais. Com dados referentes ao período de setembro do ano passado a fevereiro deste ano e desconsiderando total de usuários, o estudo mostra que, dos sites analisados, oYouTube e o Google+ são os que tem os visitantes mais ativos.

Os resultados apresentados englobam oito redes sociais, e as atividades monitoradas se deram em 200 mil páginas pela web e envolveram mais de 250 milhões de usuários únicos mensais. Durante o período analisado, os visitantes do YouTube gastaram uma média de 227,82 segundos por acesso ao site, e abriram mais ou menos 2,99 páginas por visita – os dois maiores números da pesquisa. A taxa de bounce foi de apenas 43,19%, o que significa que mais da metade das pessoas abriram outras páginas dentro da rede de vídeos antes de fechar a aba.

Não há muito segredo para atingir esse resultado. Nas palavras da Shareholic, “o próprio vídeo atrai engajamento, e os espectadores têm costume de manter um nível parecido nesse quesito com conteúdos relacionados”. Segundo a companhia, os usuários ainda são “especialmente receptivos” a links nas descrições dos vídeos, que “complementam o conteúdo audiovisual que acabaram de consumir”. Outra razão para essa média alta de tempo gasto é a própria duração dos vídeos: “os usuários estão simplesmente acostumados a gastar minutos – ou talvez horas – se educando ou se entretendo com os clipes”.

Já no caso segundo colocado do ranking, o Google+, a média de tempo gasto por acesso ao site foi de 188,54 segundos, período pelo no qual 2,45 páginas eram abertas. Enquanto isso, a taxa de bounce chegou a 50,63%, a segunda mais baixa na pesquisa da Shareholic. Completando o top 3, aliás, está o LinkedIn, com 133,10 segundos, 2,23 páginas e 51,28% de bounce.

Só então aparecem Twitter e Facebook, ambos com números bem parecidos, apesar da disparidade de usuários. Na rede de microblogs, 123,1 segundos foram gastos por visita, 2,15 páginas foram abertas e a taxa de bounce chegou a 56,35%. A mesma porcentagem é vista no site do Zuckerberg, que faz as pessoas gastarem pouco mais de 2 minutos, em média, e abrirem outras 2,03 páginas.

O Pinterest ocupa a sexta posição no ranking da Shareholic, e detém a segunda pior taxa de tempo gasto no site – são apenas 64 segundos. Nesse ponto, ele só ganha do StumbleUpon, oitavo colocado, que mantém os usuários “grudados” por menos de 55 segundos. Em termos de bounce rate, no entanto, ambos batem com algum sobra o Reddit, que alcança incríveis – e péssimos – 70,16%, o que mostra que são poucos os visitantes que continuam no site após clicar em algum link. Confira abaixo a tabela com todos os resultados.

 

tabela

 

 Via , de INFO Online

Smartphones lideram lista de reclamações no Procon-SP, e Motorola é a fabricante campeã

Com os aparelhos eletrônicos cada vez mais populares entre as pessoas, é natural que a queixa quanto a eles aumente. E isso se mostra verdadeiro quando olhamos os relatórios do Procon, órgão do governo que tem por objetivo proteger o consumidor.No ranking que foi divulgado pela entidade hoje, os aparelhos eletrônicos aparecem como os líderes de reclamações em 2013. Os smartphones, especificamente, correspondem a 30% de todas as reclamações abertas no órgão.  

As queixas mais frequentes dizem respeito a não entrega dos produtos ou a uma entrega errada, ou seja, a pessoa compra um produto X e recebe o Y. Defeitos do aparelho que não são solucionados na fase preliminar, ou seja, direto na loja ou na garantia, também fazem parte das reclamações. Mas o mais incrível é quando vemos quais são as marcas de que detém o maior número de reclamações. 

A Motorola foi a que, de longe, mais gerou aberturas de processos no Procon, com 419 registros. Em segundo lugar temos a Nokia, com um distante 239 reclamações. Os outros são a Sony, com apenas 82 reclamações, a Samsung com 72  e a LG com 43 processos abertos pelos consumidores. 

A entidade também liberou o número de soluções entre o consumidor e a empresa. A sul-coreana Samsung resolveu 94% das queixas, sendo a que mais se empenhou em achar uma solução satisfatória. Dentre as que resolveram o menor número de casos, novamente se encontra a Motorola, com 60% de problemas resolvidos e a Nokia, com a pífia taxa de 30% de soluções encontradas. 

De acordo ainda com a entidade, o padrão de qualidade dos aparelhos celulares no Brasil é insatisfatório, com durabilidade baixa e falhas de funcionamento. Para piorar a situação, o pós-venda também é péssimo, com um suporte que não se empenha em resolver o problema do cliente. O Procon aconselha que antes de comprar, o consumidor se informe sobre serviços que acompanham a venda, o suporte e as plataformas de atendimento. E você, já teve algum problema com seu smartphone que fosse necessário recorrer ao órgão de defesa do consumidor?

Felipe Alencar, via http://mobilexpert.com.br

As 11 coisas que você não pode fazer no Facebook

(Foto: Reprodução)

Como todas as comunidades, físicas ou virtuais, o Facebook tem suas regras de convivência. Elas nunca ficam muito claras e a maioria dos usuários jamais chegou a procurar a página onde os termos são descritos em detalhes, que podem ser conferidos clicando aqui. Abaixo está um resumo das principais regras da rede:

Violência e ameaças -  O Facebook se compromete a remover qualquer conteúdo que indique que alguma pessoa esteja em risco de sofrer violência. Organizações terroristas também são vetadas, assim como posts que promovam atos de vandalismo, roubo, ou que causem danos financeiros a outras pessoas.

Autoflagelação - O Facebook remove conteúdo que encoraje a automutilação, distúrbios alimentares ou o uso de drogas pesadas. Pessoas com tendências suicidas poderão receber auxílio de agências de prevenção.

Bullying e assédio - Comportamento abusivo direcionado a pessoas específicas, como envio de solicitações de amizade repetidamente, ou mensagens indesejadas são consideradas assédio, e o Facebook não aceita.

Discurso de ódio - A empresa faz distinção em discursos sérios e humor e encoraja discussões de ideias, mas não tolera que grupos ou indivíduo ataquem pessoas baseado em “raça, etnia, nacionalidade, religião, gênero, orientação sexual, deficiência ou doença”.

Conteúdo gráfico - O Facebook não veta imagens violentas indiscriminadamente: existe uma subjetividade. A rede social permite a divulgação de material como decapitações, desde que seja com intuito de condená-lo. Para fins sádicos ou glorificação da violência, não é permitido.

Nudez e pornografia - Material pornográfico é proibido. Para a nudez existem limites: fotos de amamentação são permitidas, assim como esculturas e “conteúdo de importância pessoal” como um todo.

Identidade e privacidade - A empresa pede que usuários não divulguem informações pessoais de outros sem a devida permissão. Além disso, a criação de “fakes” com intuito de se passar por outra pessoa ou organização é proibida.

Propriedade intelectual - O Facebook não permite uso e divulgação de material protegido por direitos autorais na rede se o usuário não tiver permissão para isso.

Produtos controlados - Não é permitido vender produtos regulamentados como armas, álcool e tabaco. Posts promovendo estes conteúdos devem obedecer a legislação local.

Phishing e spam - O Facebook tenta evitar estas práticas e solicita que não se entre em contato com outras pessoas com fins comerciais sem permissão.

Segurança - A rede social também não tolera fraude ou enganação, bem como “tentativas de comprometimento de sua privacidade ou segurança”.

Como denunciar conteúdo?

Para marcar um post para análise, acesse a timeline da página ou usuário que postou o material que você considera impróprio e encontre o post em questão. Em seguida, pressione a setinha cinza e clique em “Denunciar/Marcar como spam”. O post será escondido; então, pressione “Denunciar” para concluir o processo e selecione o tipo de reclamação que tem a fazer.

Confira um exemplo:

Reprodução


Como funciona a remoção de conteúdo?

O Facebook diz que todas as denúncias são analisadas manualmente pela equipe. Segundo a empresa, a exclusão acontece apenas em caso de violação dos termos e mediante ordem judicial.

As denúncias são classificadas de acordo com o tipo e entram em uma fila de análise da equipe. Alguns casos, como conteúdo suicida e usuários menores de 13 anos (proibidos de criar contas) acabam passando na frente. No primeiro caso, a rede pode sugerir o encaminhamento para instituições de ajuda.

Depois de fazer uma denúncia, o usuário pode conferir a o status da análise no painel de suporte. Clique aqui para conferir o seu. O Facebook também diz que não adianta denunciar o mesmo conteúdo várias vezes; se ele não for considerado impróprio, ele não será removido.

(Revista Olhar Digital)

 

Anatel começa a mapear celulares piratas; aparelhos serão bloqueados

Usuários brasileiros com smartphones não homologados devem começar a procurar alternativas a partir desta segunda-feira (17). Começou a funcionar o Siga, um sistema feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em parceria com as operadoras de telefonia móvel do país, para identificar e bloquear produtos cuja venda não é autorizada em território nacional.

Nesta primeira fase do projeto, que deve durar cerca de seis meses, ainda não serão feitos bloqueios de aparelhos. O passo inicial é a identificação deles para a criação de um banco de dados com os códigos IMEI de cada gadget. Depois de realizar este mapeamento completo, será feita uma análise de rede. Os alvos para bloqueios são os produtos com IMEIs clonados, alterados ou não homologados, que afetem a qualidade da rede.

Entretanto, não são somente celulares que podem ser atingidos pela medida. Todos os aparelhos que utilizam chips de operadoras de telefonia móvel para acesso à rede, como tablets e máquinas de cartões de crédito, também serão identificados e, caso estejam fora das regras, podem ser bloqueados. Aparelhos homologados, mas em versões do exterior que não sejam as mesmas das vendidas no Brasil, são outros que podem entrar na mira.

Segundo a Anatel, a proibição da utilização de aparelhos não homologados já existe desde 1997, mas agora ela será repaginada por conta do advento dos chips, que tem três objetivos básicos. O intuito é aumentar a qualidade da rede, evitar problemas de saúde causados por gadgets de baixa qualidade e evitar a reutilização de aparelhos roubados. OiClaroTim e Vivo fazem parte do projeto.

Como funciona o Siga

A cada ligação ou acesso à Internet de um celular, a operadora precisa autenticar a conexão, identificando os aparelhos pelos seus IMEIs. Um banco será criado com estes dados e, futuramente, comparados a base de IMEIs de aparelhos homologados. Quem não estiver na lista corre o risco de ser bloqueado.

A lista de produtos não homologados é referente não só aos gadgets importados ilegalmente ou modelos falsos, como também os aparelhos comprados por turistas brasileiros no exterior. A Anatel ainda não explicou como funcionará exatamente o sistema de bloqueio e se será possível incluir aparelhos de fora na lista, mas o SindiTelebrasil explicou que,nesses casos, o usuário será encaminhado para um atendimento diferenciado pela operadora. Ainda assim, vale manter a ressalva quanto a compra de modelos de smartphones vendidos no exterior, como o iPhone dos EUA, cujo modelo não é registrado no Brasil.

(Thiago Barros, Tech Tudo)

Comida do futuro poderá ser impressa em 3D

Imprimir comida pode soar estranho, mas não para Kyle von Hasseln, que nesta semana apresentou em Austin, nos Estados Unidos, uma impressora 3D que produz balas, colares de chocolate e adornos comestíveis para bolos de noiva.

Chef Jet e sua versão mais sofisticada Chef Jet Pro estarão disponíveis no mercado no final deste ano, segundo explicou em entrevista à Agência Efe Von Hasseln, que apresentou o protótipo no festival multidisciplinar de tecnologia, música e cinema South by Southwest (SXSW) realizado em Austin.

“Este é nosso protótipo”, explicou Von Hasseln, diretor criativo da empresa 3D Systems, junto à impressora 3D instalada no interior de uma caminhonete preta nas imediações do Centro de Convenções de Austin.

A máquina será comercializada por entre R$ 4 mil e R$ 10 mil, dependendo da quantidade de cores em que se possa imprimir.

“Utilizamos este protótipo na Sugar Lab, uma confeitaria de Los Angeles onde fazemos todos os tipos de confeitos divertidos, inclusive chocolates e balas”, explicou o arquiteto, que cursou também estudos de biologia.

A poucos metros do caminhão expositor, uma pequena mesa contém balas muticoloridas de figuras geométricas fabricadas a base de açúcar e água.

O processo para imprimir os doces começa com a elaboração por computador de um modelo tridimensional do objeto que se quer imprimir.

Um programa informático divide esse modelo em camadas, que servem de padrões para a impressora, começando com a camada inferior. A máquina distribui uma camada fina de açúcar que é polvilhada com água.

Esse processo é repetido várias milhares de vezes até que sejam completadas todas as camadas e se obtenha uma réplica real de açúcar lustrado do modelo desenhado por computador.

“Para que o povo possa entendê-lo, colocamos como exemplo do que ocorre quando se acrescenta água ao açúcar e deixa a mistura em um recipiente toda a noite”, assinalou Von Hasseln.

“O que se encontra de manhã é uma espécie de rocha dura, açúcar cristalizado que é muito difícil de limpar e esse é basicamente o processo que utilizamos para imprimir balas”, acrescentou o empresário, que indicou que o jato de água da impressão permite também acrescentar cor e sabor.

O empreendedor acredita que, em geral, a vantagem da impressão 3D é que permite fazer objetos muito personalizados com uma geometria que seria quase impossível de fazer à mão.

“Nós podemos, por exemplo, imprimir em três dimensões um colar de chocolate e conseguir que cada uma das conexões no colar seja flexível”, explicou.

Von Hasseln pensa que um produto como o que fabrica sua empresa possa ser especialmente interessante para os doceiros.

“É um espaço, o da confeitaria, no qual são esperados objetos de design, objetos que embelezam uma celebração”, afirmou.

Como exemplo, Von Hasseln mostrou um adorno de açúcar geométrico feito em sua confeitaria de Los Angeles para um casamento e que imitava um detalhe dos pratos nos quais foi servido o banquete.

Iniciativas como a de Von Hasseln geram entusiasmo, mas também ceticismo.

“Faz com que nos afastemos ainda mais da origem dos alimentos”, disse Nicole Vickey, uma especialista no setor alimentício da empresa Dinner Elf em um vídeo produzido pelo site de empreendedores Tech Ranch Austin.

“Um dos grandes problemas que temos neste país (…) é que estamos muito desligados de como se produz a comida, de onde vem, e isto acrescenta outra camada de tecnologia que faz com que pareça que a comida se produz de forma mágica”, afirmou.

Seja como for, a iniciativa gerou interesse. A empresa de Von Hasseln assinou recentemente um acordo com o fabricante de chocolates Hersheys para explorar “oportunidades inovadoras para o uso da tecnologia 3D”.

Entre os interessados na tecnologia está também a agência espacial americana, Nasa, que assinou um contrato por US$ 125 mil com a Systems & Materials Research para desenvolver uma impressora de pizzas que possa ser transportada nos veículos espaciais.

Por sua assinatura, a Natural Machines espera lançar neste ano a impressora 3D Foodini, capaz de imprimir raviolis prontos para cozinhar. 

(EFE)

Vírus no Facebook usa falso vídeo de avião desaparecido em novo golpe

O sumiço do avião da Malaysian Airlines durante o voo MH370 no início de março segue sem solução. Além dos jornais, o caso também repercutiu nas redes sociais com grande circulação de posts sobre o assunto, incluindo um novo vírus no Facebook. Falsos posts foram detectados pela Kaspersky Labpromovendo um suposto vídeo da aeronave que teria sido encontrada no Triângulo das Bermudas. 

Segundo Fabio Assolini, analista sênior de segurança da empresa, tem circulado uma mensagem contendo um suposto vídeo sobre a descoberta do avião desaparecido e seus passageiros. No entanto, quando o usuário clica no link, ele é redirecionado para uma página que lhe pede, como condição para assistir o vídeo, o compartilhamento da mensagem no mural do Facebook e a instalação de um plug-in.

Vídeo sobre descoberta do avião desaparecido é vírus. (Foto: Reprodução/Facebook)
Vídeo sobre descoberta do avião desaparecido é vírus. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

 

O software, por sua vez, faz o download de um programa classificado como Adware, que interrompe a experiência online do usuário e exibe automaticamente anúncios, gerando lucro para seus autores.

Assolini demonstra preocupação com a circulação do vírus por conta da grande repercussão e curiosidade que o caso tem gerado. “Por enquanto, a mensagem só foi detectada no Facebook e em inglês. No entanto, acreditamos que nos próximos dias ela estará em outras redes sociais e outras línguas como o espanhol e português”, disse. 

“Além disso, é claro que outros tipos de malware, tais como trojans bancários estão se espalhando por meio deste tipo de ataque, já que o tema tem despertado interesse mundial”, completou.

Não é novidade o fato dos cibercriminosos agirem se aproveitando de notícias de grande interesse mundial, como tragédias e acidentes. O mesmo aconteceu com a notícia da morte de Osama Bin Laden em 2011 e com o nascimento do bebê real britânico. Diante disso, a Kaspersky Lab alertou aos usuários para que não clicarem em links ou imagens de notícias suspeitos, especialmente em redes sociais, já que há grande de risco de esses links disseminarem malware ou algum software indesejado.

(Milena Pereira, Via Tech Tudo)

Confira como desbloquear o celular para outras operadoras

Anatel determinou, em 2010, que todas as operadoras de celulares são obrigadas a desbloquear um aparelho a qualquer momento e de forma gratuita, deixando o usuário livre para usar chip da empresa de sua preferência. Quem deseja desbloquear um dispositivo, o mais recomendável é realizar o procedimento via operadora: por meio de uma loja ou pelo atendimento telefônico. Porém, quem quiser fazer sozinho, basta seguir o passo a passo abaixo. Atenção: embora o procedimento seja relativamente seguro, o TechTudo não se responsabiliza por danos causados ao seu aparelho.

Passo 1. Faça o download e instale o WorldUnlock Codes Calculator. Este programa é uma calculadora que gera um código de desbloqueio;

Download do WorldUnlock Codes Calculator (Foto: Reprodução)Download do WorldUnlock Codes Calculator (Foto: Reprodução)

 

Passo 2. Digite *#06# no seu celular para aparecer automaticamente o número de série (IMEI) do seu aparelho;

Número de série do aparelho (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)
Número de série do aparelho (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)

 

Passo 3. No WorldUnlock Codes Calculator, selecione a fabricante e o modelo de seu dispositivo. Insira também o IMEI, selecione o seu país e sua operadora;

Insira as informações solicitadas para conseguir o código de desbloqueio (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)Insira as informações solicitadas para conseguir o código de desbloqueio (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)

 

Vale ressaltar que este programa pode não funcionar para o seu modelo do celular.

Passo 4. Clique em “Calculate”;

Calculando o código de desbloqueio (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)Calculando o código de desbloqueio (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)

 

Após selecionar “Calculate”, aparecerá  um código no lado direito da tela.

Código de desbloqueio (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)
Código de desbloqueio (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)

 

Passo 5. Desligue o celular, tire o chip da operadora e ligue novamente;

Passo 6. Digite o código obtido.

Pronto! Seu celular já está desbloqueado.

Importante: se ocorrer algum erro durante o procedimento, não tente usar os códigos mais do que cinco vezes. Caso contrário, poderá travar o seu celular.

(Lívia Dâmaso, via Tech Tudo)

Skype lança cartões pré-pagos com crédito para ligações no Brasil

Skype, famoso programa de bate-papo e chamadas de voz e vídeo da Microsoft, anunciou mais uma recente novidade: o lançamento dos cartões pré-pagos do Skype. A nova opção facilita o pagamento de créditos para o usuário que deseja entrar em contato com pessoas do Brasil e do mundo. 

A aquisição do cartão em lojas físicas abastece a conta do serviço VoIP de maneira pré-paga, sem que seja necessário cadastrar um cartão de crédito bancário na conta do usuário, por exemplo.

A compra de crédito Skype pelo cartão pode ser feita em lojas de varejo nacionais (incluindo a Livraria Saraiva, a Livraria Cultura e a rede de lojas de vídeo 100% Vídeo). Para efetuar o pagamento, não é preciso realizar cadastro.

Os cartões Skype, vendidos a R$ 27,00, tem como benefícios: tarifas de baixo custo da Skype (para ligar para números de telefone e enviar SMS via Skype) e a possibilidade de usar o Skype Wi-Fi em pontos de acesso no país e no mundo.

(Milena Pereira, Tech Tudo)

Motorola apresenta o Moto 360, seu relógio inteligente com Android Wear

Moto 360, da Motorola, é um relógio inteligente que aposta em um design clássico e notificações sutis (Foto: Divulgação/Motorola)

Motorola anunciou a sua próxima aposta para o mercado de relógios inteligentes: o Moto 360. Com design clássico e arredondado, o aparelho apresenta uma aparência bastante similar a relógios comuns do mercado e menos futurista do que concorrentes como o Samsung Gear 2 e Gear Fit. Com o smartwatch rodando o também recém-apresentado Android Wear, o usuário poderá obter notificações rápidas sem precisar tirar o smartphone do bolso e até usar os comandos de voz presentes no Moto X.

De acordo com a Motorola, a ideia por trás do Moto 360 foi manter a aparência “clássica e elegante” mantida há séculos nos relógios comuns. O novo smartwatch da companhia chega equipado com o Android Wear, nova versão para dispositivos wearables (ou “vestíveis”, em tradução livre). Com o ele, os usuários poderão ter acesso a informações de seus smartphones apenas com o chacoalhar dos pulsos. 

O Moto 360 deve apostar ainda em notificações mais sutis que os concorrentes, segundo post da Motorola em seu blog. Nele será possível visualizar chamadas perdidas, mensagens do Hangouts, navegação GPS, compromissos do calendários, informações do Google Now, entre outros recursos. Outra funcionalidade que também deve chamar bastante atenção dos usuários é a o recurso de comandos de voz partir do “Ok, Google Now”, como no Moto X, com o qual os usuários poderão fazer perguntas e descobrir, entre outras coisas, o placar de um jogo. 

Ainda não há muitas informações sobre as especificações técnicas do Moto 360 e nem sobre quanto o aparelho custará, porém seu lançamento deve ocorrer a partir de junho em mercados selecionados pela empresa. O relógio inteligente deve chegar às lojas com, pelo menos, duas opções de pulseira: uma metálica e outra de couro. A Motorola não divulgou também se o aparelho será compatível com todos os dispositivos Android ou apenas com os smartphones da companhia.

(Tech Tudo)

Serviço 4G não estará disponível a turistas de alguns países durante a Copa

Alguns visitantes estrangeiros que vierem ao Brasil para assistir aos jogos da Copa do Mundo poderão ficar sem o serviço de Internet móvel com tecnologia 4G. Isso porque a frequência na qual o 4G está disponível no Brasil não é a mesma usada em muitos países, como os Estados Unidos e o Japão. Nesse caso, os estrangeiros terão que se contentar com a Internet 3G.

4G está disponível no Brasil desde abril do ano passado, mas apenas na frequência de 2,5 giga-hertz, que foi licitada em junho de 2012. Essa é a mesma frequência usada em países como a Alemanha, Colômbia, o Chile, a Costa Rica e o Canadá. A faixa de 700 mega-hertz, usada em vários países da América do Sul e da Ásia, deverá ser licitada pelo governo ainda este ano, mas antes é preciso migrar os canais de televisão que atualmente usam esse espectro.

O diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, diz que, nesses casos, o turista estrangeiro irá usar a rede 3G do Brasil, desde que faça um contrato de roaming (capacidade do usuário de uma rede para obter conectividade em áreas fora da localidade geográfica onde está registrado) com a operadora do seu país. “Os visitantes dos Estados Unidos que vêm ao Brasil não podem usar o 4G porque não há compatibilidade de serviços dos dois países. Quem vier, vai usar como se não existisse o 4G no Brasil, vai usar o 3G. Assim como os brasileiros que vão aos Estados Unidos não vão ter acesso à quarta geração lá”, acrescenta.

Para o especialista Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, a demanda pelo 4G na Copanão será tão grande, já que ainda há poucos usuários no Brasil e o número de turistas de países onde a tecnologia já está desenvolvida, como os Estados Unidos, a Coreia e o Japão, será pequeno. “Não acreditamos que venha muita gente dos Estados Unidos para a Copa, mas os americanos que já usam o 4G lá vão chegar aqui e a frequência será diferente, então eles vão ter que usar o 3G. Essas pessoas vão sentir uma diferença, mas acredito que seja um número pequeno de visitantes”, diz.

Levy explica que as operadoras de telefonia do Brasil já estão acostumadas a montar estruturas para eventos com grandes concentrações de pessoas, como a Fórmula 1, em São Paulo, e oreveillon, em Copacabana. Para não haver congestionamento de tráfego, principalmente nos estádios, as empresas vão montar estruturas indoor, com antenas dentro dos estádios, além de equipamentos móveis no entorno das arenas e rede wi-fi com acesso liberado.

“A cobertura do Brasil vai dar ao turista a qualidade que o brasileiro percebe, porque o número de turistas que devem vir é muito pequena proporcionalmente aos 270 milhões de celulares que temos. Não é isso que vai fazer uma diferença no tráfego brasileiro”, diz Levy.

Segundo Eduardo Tude, o funcionamento do 3G durante a Copa será parecido com a que os brasileiros encontram atualmente. “Haverá zonas de sombra, onde não se consegue pegar o sinal do 3G, aí vai para 2G e a velocidade fica mais lenta. Mas, de um modo geral, a rede estará operando”, explica o especialista. Para ele, a rede 4G disponível está com bom desempenho, porque ainda tem poucos clientes, apesar de a cobertura ainda não ser tão boa.

No Brasil, existe atualmente cerca de 1,6 milhão de acessos em 4G, que já estão disponíveis em 98 cidades, entre elas todas as sedes da Copa. Até abril, deverão chegar a todas as capitais e  municípios com mais de 500 mil habitantes, conforme previsto no calendário de implantação determinado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Desses, 41 já têm cobertura de 4G. Apenas quatro não têm cobertura: Duque de Caxias (RJ), Feira de Santana (BA), Londrina (PR) e Porto Velho (RO).

O representante das operadoras de telefonia garante que o país não vai passar vergonha durante o Mundial, especialmente em relação à disponibilidade do 4G. “Não é vergonha nenhuma, porque hoje poucos países do mundo têm o 4G. Na sua opinião, ninguém que vai viajar hoje em dia sente vergonha de um lugar ou outro não estar com o 4G ativado”.

(Correio do Brasil)

Fracasso: mais de 3 milhões de iPhone 5C estão encalhados nos estoques

No Brasil, dispositivo custa R$ 1.399 (Stephen Lam/Reuters)

Um levantamento divulgado nessa semana indica que os estoques do iPhone 5c estão acumulando entre os fornecedores e parceiros de vendas da Apple, enquanto a demanda pelo aparelho segue abaixo do esperado. 

Segundo o site Digitimes, mais de 3 milhões de aparelhos iPhone 5c aguardam por compradores. Destes, 2 milhões se encontram estocados nos armazéns da Pegatron (uma das linhas de produção chinesas usada pela Apple) e outro 1 milhão estão empoeirados nos depósitos de operadoras e revendas. 

No entanto, mesmo com este cenário não há nenhuma sinalização da Apple em reduzir o preço do iPhone 5c — mas os próximos meses podem ser decisivos para a empresa conseguir dar conta do montante do smartphone em estoque. 

“Devido a contratos com a Apple e altos preços de compra, a maior parte das operadoras e revendas não conseguem oferecer reduções significativas no preço do aparelho”, diz o site. 

Atualmente, nos Estados Unidos, o iPhone 5c pode ser encontrado a partir de US$ 99 (modelo de 16GB) sob contrato com operadoras ou a partir de US$ 549 (16GB) para a versão desbloqueada. 

Visto como um aparelho de baixo custo da Apple, o iPhone 5c nunca foi oficialmente rotulado como um smartphone com iOS barato e seus preços evidenciam isso. Mas nem por isso deixou de ser uma opção para quem desejava ter um iPhone novo e mais em conta. 

Para especialistas ouvidos pelo Digitimes são muitos os motivos para que o iPhoen 5c não tenha sido tão bem sucedido. O alto preço por um modelo de tela com 4 polegadas e o erro estratégico da Apple em manter esse padrão podem ser um dos principais motivos para a baixa demanda pelo aparelho.

 (Info Abril)

Maioria dos brasileiros não lê jornais, nem revistas; aponta Ibope

Enquanto a televisão se mantém na preferência dos brasileiros e a internet cresce, especialmente entre jovens, os jornais impressos e as revistas não estão entre os meios de comunicação consumidos pela maioria dos brasileiros. Os dados fazem parte da “Pesquisa Brasileira de Mídia 2014” encomendada ao Ibope Inteligência pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. 

O estudo observa que 75% dos entrevistados nunca lê jornal e 85% nunca lê qualquer revista. No extremo oposto, apenas 6% dos brasileiros leem jornais diariamente. Apesar da baixa popularidade, o jornal impresso conta com a maior credibilidade: 53% dos respondentes afirmam confiar sempre ou muitas vezes neste tipo de mídia.

Ao contrário de outros meios de comunicação, os jornais acentuam diferenças de consumo segundo recorte de gênero, renda e escolaridade. O hábito de leitura de jornais é maior entre homens (27%) do que entre mulheres (22%). Outra constatação da pesquisa é que quanto maior a renda, a escolaridade ou o porte do município, maior tende a ser a frequência do uso de jornal impresso como meio de informação. 

Quando se recorta os assuntos de interesse dentro dos jornais, as notícias locais são as mais lembradas (33%) na pesquisa de resposta espontânea. O caderno de esportes vem em segundo lugar, com 25%, seguido de notícias do Brasil, com 21%. No recorte de gênero, esporte é o tema preferido de 42% dos homens entrevistados, enquanto 36% das mulheres mostraram maior interesse por notícias locais, seguidas pelo caderno de celebridades, fofocas e novelas (27%). 

Outro destaque da pesquisa é que a lista dos jornais mais citados tem predominância de publicações populares de baixo custo que circulam em regiões metropolitanas populosas, como Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Dentre as revistas, os 20 títulos mais citados pelos respondentes apontam predileção por notícias e celebridades/fofoca. 

O trabalho de campo “Pesquisa Brasileira de Mídia 2014” foi realizado entre 12 de outubro e 6 de novembro do ano passado com 18.312 brasileiros em 848 municípios. A margem de erro estimada é de 1 ponto percentual, assumindo o intervalo de confiança de 95%. Apesar de a pesquisa mostrar hábitos de consumo de mídia, a verba de publicidade do governo continuará sendo definida por dados de audiência, como o comScore, por exemplo.

(Diogo Alcântara, Portal Terra)

TV é o meio de comunicação preferido dos brasileiros, revela pesquisa

A televisão é o meio predileto de comunicação dos brasileiros (76,4%), seguido da internet (13,1%). Os dados fazem parte  da Pesquisa brasileira de mídia 2014 – Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira, divulgada nesta sexta-feira (7) pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

Com o objetivo de saber por quais meios de comunicação o brasileiro se informa e também para subsidiar a elaboração da política de comunicação do governo federal, o Ibope Inteligência ouviu 18.312 pessoas em 848 municípios entre os dias 12 de outubro e 6 de novembro do ano passado. O levantamento custou R$ 2,4 milhões.

Segundo a pesquisa, apesar de os usuários de internet passarem mais tempo navegando que os telespectadores passam assistindo a programas na TV, o alcance da televisão é muito maior que o da web nos lares brasileiros: só 3% dos entrevistados disseram não assistir nunca a televisão. No caso da internet, 53% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de acessar a rede mundial de computadores.

De acordo com a sondagem, de segunda a sexta-feira, os internautas ficam, em média, três horas e 39 minutos na internet, enquanto os telespectadores passam três horas e 29 minutos vendo TV. Os que ouvem rádio nesse período dedicam três horas e sete minutos a esse hábito e os que leem jornais impressos, uma hora e cinco minutos.

Ainda segundo a pesquisa, enquanto 21% dos entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo acessam a rede semanalmente, o índice sobe para 75% entre os que têm renda superior a cinco salários mínimos.

Os mais escolarizados também levam vantagem: 87% dos entrevistados com nível superior disseram que têm acesso à internet pelo menos uma vez por semana. Por outro lado, só 8% dos entrevistados que cursaram até a 4ª série acessam a rede mundial de computadores ao menos uma vez por semana.

Outro dado da pesquisa revela que 75% dos entrevistados nunca leem jornais e 85% nunca leem qualquer revista. Apenas 6% dos brasileiros entrevistados disseram ler jornais diariamente. Mesmo em baixa, o jornal impresso é o veículo apontado como de  maior credibilidade: 53% das pessoas consultadas responderam que confiam sempre, ou muitas vezes, nos jornais.

(Agência Brasil)

Loja online cria sistema de entrega em até três horas para todo o Brasil

Você compra pela internet e, no máximo, 180 minutos depois da confirmação do pagamento, o seu produto chega à porta do endereço cadastrado. Parece o sonho de qualquer consumidor virtual, mas isso, por incrível que pareça, já existe e é um serviço oferecido por uma empresa brasileira.

Trata-se da Giuliana Flores, uma das principais lojas virtuais no segmento de flores no país. A empresa criou o programa “Same Day”, que promete entregar o pedido em até três horas, em qualquer lugar do Brasil. A “mágica do deslocamento” está fundada em um bom plano arquitetado de logística.

Para que seja possível essa rápida distribuição, a Giuliana Flores fez parcerias com floriculturas locais para entrega no mesmo dia, com um número limitado de arranjos. “Buscamos parceiros que pudessem manter a mesma qualidade dos produtos que saem da Giuliana Flores. Após uma pesquisa local nas capitais, identificamos os melhores parceiros, e eles copiam os arranjos disponibilizados para entrega no mesmo dia na região”, afirma Clóvis Souza, diretor e fundador da empresa.

Em cidades maiores, como São Paulo, a entrega é feita por três distribuidoras em um período de 24 horas, e o cliente ainda conta com a opção de entrega em três períodos (manhã, tarde e noite), além dos serviços especiais como a entrega com hora marcada.

“Em outros estados, para ser entregue no mesmo dia, o pedido deve ser finalizado até no máximo às 16 horas, após este horário o produto será entregue no dia seguinte. Entretanto, pedidos que não necessitem serem entregues no mesmo dia podem ser feitos tranquilamente sem restrição de horário”, destaca Clóvis.

Ideia promissora já traz bons resultados

A implementação desse programa já está traz bons resultados financeiros para Giuliana Flores e abre precedente para que outros setores do e-commerce também adaptem sua logística com novos parceiros em outras regiões para que agilizem sua entrega.

“As vendas aumentaram em 20% com as entregas no mesmo dia fora de São Paulo, e nosso foco é chegar a marca de 50%, pois estamos com intuito de investir em mídias locais. Para nós, o beneficio maior é conseguir atender a necessidade do cliente, e o cliente conseguir presentear em qualquer ocasião no mesmo dia”, finaliza Clóvis.

(Fábio Bandeira de Mello, Portal Administradores)

Não recebeu a fatura do cartão pelos Correios? Saiba como conseguir a 2ª via

Se você mora em uma cidade que pertence à algum dos 13 estados brasileiros que aderiram à greve dos Correios, é provável que tenha algum problema com a entrega de cartas. Em nossos sites recebemos muitas reclamações de pessoas que não receberam as faturas do Cartão de Crédito e querem saber como obter a 2ª via. Por isso, o portal Prestum preparou um passo a passo de como emitir a 2ª via do cartão de crédito nas 4 principais entidades do país:

Banco do Brasil: Acesse o site oficial do BB (http://www.bb.com.br/) e do lado direito da tela vai aparecer o Menu “Destaques”. Clique em “2ª via de Boleto” e após digitar seus dados pessoais e dados do cartão de crédito a fatura em aberto já deve aparecer. Se tiver alguma dúvida durante o processo, entre em contato diretamente com a Central de Atendimento do BB: 4004 0001 (capitais e região metropolitana) ou 0800 729 0001 (demais localidades).

Santander: No site oficial do Santander (http://www.santander.com.br/) você verá em destaque “Resolva Online” (com tudo o que você pode fazer sem precisar ir a uma agência ou contatar a Central de Atendimento). Clique em “Acessar” e em seguida “Emissão de 2ª via do boleto de cobrança”. Informe seus dados pessoais e referentes ao boleto e a fatura em aberto já deverá aparecer. Se tiver alguma dúvida durante o processo, entre em contato diretamente com a Central de Atendimento do Santander: 4004-3535 (Capital e Regiões Metropolitanas) ou 0800 702 3535 (Demais Localidades).

Bradesco: Ao entrar no site oficial do Bradesco (http://www.bradesco.com.br/), do lado direito da tela deve aparecer “2ª via de boleto (prático, rápido e online). Clique e escolha “Não possui o boleto em mãos?”. Em seguida, ligue para a empresa beneficiária e solicite o CPF/CNPJ do beneficiário e do pagador e o nosso número, ou a linha digitável. Com essas informações, acesse os links acima (“Possui o boleto em mãos?“) para emitir a 2ª via. Se, ao digitar os dados, não for apresentada a 2ª via do boleto, ligue para a empresa beneficiária. Se tiver alguma dúvida durante o processo, entre em contato diretamente com a Central de Atendimento do Bradesco: 0800 727 9988.

Itaú: Na home do site oficial do Itaú (https://www.itau.com.br) acesse “Produtos” e, em seguida, “Cartões”. No topo da página, do lado direito, digite o número do seu Cartão no espaço indicado. Logo, preencha seus dados e dados do cartão de crédito e já deverá aparecer a fatura em aberto. Se tiver alguma dúvida durante o processo, entre em contato com a Central de Atendimento do Itaú: 3003 3030 (capitais e região metropolitana) ou 0800 720 3030 (demais localidades).

(Luana Sanchez, via http://www.segs.com.br)

A ciência já sabe como dar o golpe final no vírus HIV

Ele é rudimentar. É uma bolinha minúscula, de 130 nanômetros, com apenas nove genes dentro. O vírus HIV não se compara, nem de longe, à sofisticação de uma célula humana (que tem 20 mil genes) ou mesmo uma bactéria (500 genes). Mas ele mudou a história da humanidade: espalhou pânico, transformou hábitos, arrasou países africanos, matou 30 milhões de pessoas. O homem respondeu criando os antirretrovirais, remédios que contêm a multiplicação do vírus e evitam que o soropositivo morra de Aids. Hoje, 8 milhões de pessoas têm as vidas preservadas por esses medicamentos. Eles não são uma cura, pois não eliminam o vírus – que continua escondido no organismo.

 

Mas essa história está prestes a dar uma virada dramática. A ciência finalmente descobriu como dar o último passo: arrancar o HIV dos lugares onde ele se esconde no corpo humano. No último ano, vários grupos de pesquisadores comprovaram que é possível expulsar o HIV de seus esconderijos e jogá-lo de volta na corrente sanguínea – de onde ele poderia ser eliminado, livrando completamente o organismo do vírus. Ou seja, cura. Os pesquisadores mantêm cautela, mas a possibilidade tem gerado euforia em setores da comunidade científica. Parece que, depois de passar as últimas décadas tomando dribles do vírus, a humanidade finalmente pode ter descoberto uma forma de encurralá-lo. “Há dois anos, se alguém falasse em cura, seria considerado maluco. Isso era considerado impossível”, diz John Frater, imunologista da Universidade de Oxford e um dos líderes do Cherub (Collaborative HIV Eradication of Viral Reservoirs), projeto que reúne cinco universidades inglesas num estudo contra o vírus. “Estou genuinamente entusiasmado”, afirma.

 

A técnica de expulsão do HIV é a inovação científica mais importante, e instigante, das últimas décadas. Mas não é a única novidade na luta contra o vírus. Há pessoas que, por meio de outros procedimentos médicos, foram curadas da Aids. Em alguns casos, elas desenvolveram resistência ao HIV; em outros, o vírus desapareceu do organismo. Você vai conhecer essas histórias a seguir.

 

 

ONDE O VÍRUS SE ESCONDE

 

Como o HIV é muito pequeno, penetra facilmente nas mucosas genitais durante o sexo, e delas vai para a corrente sanguínea, onde encontra sua vítima: as células T, peças centrais do sistema imunológico. O vírus penetra nessas células e as escraviza, transformando-as em máquinas de produzir HIV. É um processo diabolicamente eficiente, que gera 100 bilhões de novas cópias do vírus por dia. No começo, a pessoa não sente nada, no máximo febre e um mal-estar discreto. Mas as células T vão morrendo até que, após alguns anos, o sistema imunológico fica comprometido – e a Aids se instala.

 

 

Existem dois tipos de células T: as ativas e as inativas. É como no exército. Alguns soldados estão de prontidão nos quartéis e outros vivem na reserva, podendo ser convocados em caso de emergência. O HIV infecta tanto as células ativas quanto as inativas. O problema é que os medicamentos antirretrovirais só agem nas células ativas. Nas células inativas, que vivem numa espécie de hibernação, o remédio não faz efeito. Isso porque essas células não contêm um montão de HIV dentro. Na verdade, é algo mais assustador ainda.

 

 

Elas têm o vírus HIV copiado dentro do próprio código genético. Isso significa que, conforme vão sendo ativadas pelo organismo (um processo natural, que acontece ao longo da vida de todo mundo), começam a se reproduzir – e fabricar enormes quantidades do vírus. É por isso que os medicamentos antirretrovirais não curam a Aids. As células T inativas funcionam como um enorme reservatório de vírus. Ele até vai sendo esvaziado aos poucos, na medida em que as células inativas vão sendo repostas pelo organismo e o vírus vai sendo eliminado pelos medicamentos, mas isso leva uma eternidade: segundo estimativas, pelo menos 60 anos. Ou seja, o portador de HIV tem mesmo de passar a vida toda tomando antirretrovirais (que provocam efeitos colaterais como hipertensão, diabetes e danos aos rins, fígado e ossos).

 

 

A menos que exista uma forma de esvaziar à força os reservatórios de HIV.

 

 

Essa possibilidade começou a se desenhar em outubro de 2006, quando o governo americano autorizou a venda de um novo medicamento, chamado vorinostat. Esse remédio foi criado para tratar o linfoma cutâneo de células T, um câncer no sistema imunológico. Esse câncer se manifesta na forma de lesões na pele, mas se origina no sangue. Ele é tratado com quimioterapia. Mas a quimioterapia só funciona bem com tumores que se multiplicam bastante (porque ela age na reprodução celular). E o linfoma cutâneo não é assim. Por algum motivo, ele faz o corpo aumentar a produção de histona deacetilase (HDAC), um tipo de enzima que faz as células pararem de se reproduzir. E isso reduz o efeito da quimioterapia. O vorinostat bloqueia a ação dessa enzima, colocando o câncer de novo em estado de multiplicação – e vulnerável à quimiotepia. Atiçar o câncer é uma estratégia arriscada. Por isso, o vorinostat só é usado em casos graves, nos quais dá resultado (70% dos pacientes respondem a ele).

A infecção – e o caminho da cura

O segredo está em acordar células dormentes, onde o HIV fica escondido

 

1. Contaminação

O HIV entra no organismo. Ele se instala nas células T, que são responsáveis por coordenar a ação do sistema imunológico. Há dois tipos de célula T: ativa e inativa. O vírus invade ambos os tipos.

 

2. Invasão do DNA

O HIV entra na célula e se infiltra no núcleo dela, onde está o DNA. As células ativas se multiplicam – e, com isso, multiplicam o HIV.

 

As células inativas não se multiplicam. Graças à ação de uma enzima, elas ficam dormentes (e o vírus também).

 

3. O tratamento tradicional

Os medicamentos antiretrovirais, usados hoje, conseguem bloquear a progressão do HIV – e controlar a Aids. Mas não agem nas células inativas, onde o vírus fica escondido. Se a pessoa parar de tomar os antirretrovirais, o HIV “escondido” acorda. E a Aids volta.

 

4. A nova tática

Um novo tipo de medicamento é capaz de fazer as células inativas acordarem: e botarem para fora o HIV que trazem escondido. O vírus é jogado na corrente sanguínea.

 

5. A eliminação

Os antirretrovirais agem sobre o HIV, permitindo que ele seja eliminado.Os reservatórios vão sendo esvaziados, até não restar mais vírus.

 

Mais tarde, alguns pesquisadores descobriram que o vorinostat também tinha outro efeito: ele desperta as células T adormecidas. E isso é valiosíssimo no combate ao HIV. Porque quando essas células acordam, elas começam a se reproduzir e jogar vírus no sangue – onde ele fica vulnerável à ação dos remédios antirretrovirais. O HIV é eliminado, as células T morrem e, se esse processo for repetido por tempo suficiente, é possível eliminar todas as células infectadas – e sacar o HIV do organismo.

David Margolis, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), foi o primeiro cientista a testar esse procedimento. “Tive a ideia de acordar o HIV e empurrá-lo para fora do corpo, permitindo a erradicação do vírus”, diz. Depois de obter resultados positivos em testes de laboratório, ele ficou três anos pedindo permissão às autoridades de saúde americanas para fazer um estudo em humanos. O vorinostat tem efeitos colaterais, como fadiga, diarreia, hiperglicemia e anemia. Em casos raros, pode levar à formação de coágulos no sangue, o que é perigoso. Mas o grande receio era quanto ao vírus da Aids. Afinal, acordar células dormentes e estimulá-las a produzir HIV envolve risco. E se o vírus surgisse com alguma mutação, e os medicamentos antirretrovirais não fizessem efeito contra ele? Os pacientes seriam inundados pelo HIV, e morreriam.

 

Mesmo assim, Margolis obteve autorização para fazer o teste em oito portadores de HIV, que receberam vorinostat. Os resultados foram publicados em 2012 – e reanimaram o interesse da comunidade científica. Uma única dose de vorinostat aumentou em mais de quatro vezes a quantidade de vírus no sangue dos pacientes. Ou seja, a tese se comprovou. Funcionou. O remédio conseguiu o que era considerado impossível: expulsar o HIV de seus reservatórios (e fez isso sem provocar efeitos colaterais relevantes). Mas foi um estudo de breve duração. Agora, Margolis está realizando uma nova experiência, na qual os pacientes recebem mais doses de vorinostat, durante mais tempo.

 

Pelo menos um estudo, feito pela Universidade de Aarhus (Dinamarca) em parceria com a Universidade do Colorado (EUA), comprovou o mesmo efeito em células humanas testadas em laboratório. “Ainda temos um longo caminho, mas acredito que a cura para o HIV seja alcançável”, diz Ole Søgaard, líder do estudo dinamarquês. Søgaard está finalizando um novo estudo, desta vez dando o remédio diretamente a pacientes, e publicará os resultados nos próximos meses. Pesquisadores da Universidade de Monash, na Austrália, também estão testando o vorinostat e devem publicar resultados em breve. A equipe pioneira, de David Margolis, continua aperfeiçoando a técnica – em estudos que envolveram cientistas da Universidade da Califórnia e uma pesquisadora da multinacional farmacêutica Merck.

 

Ainda há dúvidas sobre o procedimento. Qual a dose ideal do medicamento? Por quanto tempo? Ele é o remédio ideal, ou surgirão outros? “É como o AZT, que foi a primeira droga da sua classe (antirretroviral). Talvez a gente encontre drogas melhores, ou resultados melhores combinando essa droga com outras”, diz Margolis.

 

Também há um dilema ético envolvido. Como convencer um paciente que toma antirretrovirais, e por isso está com o HIV sob controle, a participar de um estudo que envolve risco de acordar uma doença letal? “Os métodos que temos hoje são eficazes, relativamente seguros, bem tolerados e não tão caros”, afirma Daniel Kuritzkes, chefe do AIDS Clinical Trials Group (ACTG), um dos maiores grupos de pesquisa na área.

 

Além disso, um paciente curado pode ser facilmente reinfectado – basta fazer sexo sem proteção com alguém que tenha HIV. O ideal mesmo seria criar uma vacina contra o vírus. Infelizmente, o vírus conseguiu burlar todos os esforços nesse sentido. Há várias razões que dificultam o desenvolvimento de uma vacina. A primeira é a intensa variabilidade do vírus. Embora o HIV seja dividido em somente dois tipos, 1 e 2 (que têm origem em primatas diferentes), ele sofre constantes mutações dentro de cada tipo. Estima-se que a capacidade de mutação do HIV seja mil vezes maior que a do genoma humano. Isso torna o HIV imprevisível e complica bastante as coisas. Como preparar o corpo para se defender se ninguém sabe exatamente como o vírus pode se comportar? Mesmo assim, os esforços seguem: em maio, um novo teste de vacina foi anunciado por pesquisadores do Imperial College, de Londres, que farão um estudo em Ruanda e Nigéria e divulgarão os resultados em 2015.

 

Mas, mesmo sem uma vacina, e com a técnica de desinfecção ainda em testes iniciais, já existem pessoas que chegaram lá – foram curadas do HIV.

Nós e eles

A longa história da Aids na Terra

 

1959

Surgem os primeiros registros de homens morrendo devido a infecções de origem inexplicável. Um deles, que morreu no Congo, teve tecidos do seu corpo preservados e analisados nos anos 90. Eles continham HIV.

 

1981

O governo dos EUA publica um relatório descrevendo os casos de cinco homens homossexuais de Los Angeles, que tinham uma série de infecções raras. É o primeiro registro oficial da doença. Duas das vítimas morreram antes mesmo da publicação do artigo.

 

1983

Em abril, o Center for Disease Control (CDC), dos EUA, estima que dezenas de milhares de pessoas estejam infectadas pela doença. Ela ganha o nome de Aids (síndrome de imunodeficiência adquirida, em inglês).

 

1984

O pesquisador Robert Gallo, do Instituto Nacional do Câncer dos EUA, afirma que a Aids é causada por um vírus.

 

1985

O ator americano Rock Hudson morre de Aids. É a primeira grande celebridade a ser vitimada pela doença, que já tem casos em todo o planeta.

 

1986

O Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus batiza o causador da Aids de Human Immunodeficiency Virus (HIV), ou vírus da imunodeficiência humana.

 

1987

O governo americano aprova o uso da zidovudina (AZT), primeiro medicamento a combater o HIV.

 

1989

Magro e abatido, o cantor Cazuza anuncia publicamente que está com Aids. Morreria em 1990 depois de uma agonia que expôs a fragilidade das vítimas.

 

1991

O laço vermelho se torna o símbolo da luta contra a Aids. Magic Johnson, estrela do basquete dos EUA, anuncia que é soropositivo. O cantor Freddie Mercury, do Queen, morre vítima da doença.

 

1993

O filme Filadélfia, em que Tom Hanks interpreta um advogado com HIV, chega aos cinemas. O bailarino Rudolf Nureyev e o tenista Arthur Ashe morrem de Aids.

 

1994

A epidemia atinge 1 milhão de casos no mundo.

 

1995

Surge a terapia antirretroviral altamente ativa (highly active antiretroviral therapy – HAART), um coquetel de drogas que impede a progressão do HIV.

 

1997

O número de pessoas infectadas chega a 30 milhões no mundo.

 

2000

A busca por uma vacina se torna prioridade global na pesquisa contra o HIV.

 

2003

Cientistas comprovam que o HIV veio dos chimpanzés. O laboratório VaxGen, um dos que desenvolve vacinas, anuncia que os testes em humanos falharam.

 

2007

Médicos anunciam que um paciente está livre do HIV. Timothy Brown, conhecido como Paciente de Berlim, não registra a presença do vírus no corpo desde então.

 

2009 a 2013

São publicados os primeiros estudos sobre eliminação de reservatórios do HIV, apontando um caminho para a cura. A busca por vacinas continua.

 

OS PRIMEIROS CURADOS

Em 1995, o americano Timothy Ray Brown descobriu que era soropositivo. Logo começou a tomar os medicamentos antirretrovirais e estava indo bem, até que em 2007, quando estava morando na Alemanha, ele começou a se sentir muito fraco. E descobriu que estava com leucemia, um câncer que ataca as células T (pois é, justo elas). Seu médico, o oncologista Gero Hütter, se lembrou do seguinte: no norte da Europa, uma em cada cem pessoas é imune ao vírus da Aids. Devido a uma mutação genética, elas não produzem uma proteína chamada CCR5. E sem essa proteína, o vírus da Aids não consegue entrar nas células.

 

Como Timothy estava com leucemia, teria de receber um transplante de medula óssea. Nesse tipo de transplante, o sistema imunológico do paciente é morto (por meio de quimioterapia) e substituído pelas células do doador. O médico teve a ideia de usar, como doadora, uma pessoa que fosse imune ao vírus da Aids. Dessa forma, quem sabe, poderia acertar dois alvos com um só tiro: curar Timothy da leucemia e do HIV.

 

O primeiro transplante não teve o efeito esperado, e a leucemia voltou. Timothy aceitou se submeter a um segundo. Funcionou. Ele ficou um ano no hospital, teve várias complicações de saúde, mas se tornou o primeiro humano na história a ser curado do HIV. Parou de tomar os antirretrovirais, e o vírus nunca voltou. Timothy ficou conhecido como o “Paciente de Berlim”. Em julho deste ano, dois casos semelhantes ao dele foram apresentados na conferência da International Aids Society. Mas, nesses casos, os transplantes foram feitos há pouco tempo e ainda é cedo para dizer que o HIV não retornou.

 

Seja como for, transplante de medula é uma técnica complexa, que depende de fatores muito específicos – o procedimento de Timothy tinha apenas 5% de chance de sucesso. “Esse paciente ganhou na loteria”, afirma Caio Rosenthal, infectologista do hospital Emílio Ribas, de São Paulo. Além de pouco eficaz, o procedimento é muito arriscado. “A pessoa que vai receber o transplante de medula fica completamente sem defesas [imunológicas] durante um período”, explica Dirceu Greco, diretor do departamento de DST e Aids do Ministério da Saúde.

 

Além das pessoas que não produzem a proteína CCR5, há outro tipo de gente resistente ao HIV: os chamados controladores de elite. Eles são infectados pelo vírus, mas não desenvolvem Aids. “De todas as pessoas infectadas, 5% são chamados progressores lentos. Eles têm carga viral baixa e só vão ficar doentes muitos anos depois. E, dentro desses 5%, há também uma porcentagem de controladores de elite, que apresentam carga viral há mais de dez anos e conseguem viver sem remédios”, explica Breno Riegel, infectologista do Hospital Conceição, de Porto Alegre, e colaborador de estudos internacionais – incluindo uma pesquisa com antirretrovirais que foi considerada a mais importante do mundo em 2011 pelo jornal científico Science.

 

Para ser um controlador de elite, ou uma pessoa imune ao HIV, é preciso nascer com determinadas mutações genéticas. Mas também existe gente que se torna controladora de elite. Em março deste ano, pesquisadores do Instituto Pasteur, de Paris, apresentaram um estudo demonstrando a cura funcional de 14 pacientes franceses portadores do HIV. A palavra funcional significa que eles ainda carregam o vírus, mas não desenvolvem a Aids – mesmo tendo parado de tomar medicamentos antirretrovirais. Esses pacientes são identificados pela sigla Visconti, que vem de Viro-immunological Sustained Control After Treatment Interruption (Controle Viro-imunológico Sustentado Após a Interrupção do Tratamento). O líder do estudo, Asier Sáez-Cirión, destaca uma característica importante desses pacientes. Quando se descobriram infectados pelo HIV, na década passada, eles logo passaram a tomar o coquetel antirretroviral. Começaram a tomar os remédios no máximo 70 dias depois da contaminação. E essa rapidez ajudou muito. “Tratando desde cedo, você limita a entrada de vírus nos reservatórios (as células T inativas)”, diz Sáez-Cirión. E isso teoricamente permite que, depois de alguns anos tomando o remédio, seja possível parar com ele – e mesmo assim não desenvolver Aids. Na prática, as coisas costumam ser diferentes. “Quando a pessoa chega ao médico, na maioria das vezes ela já está soropositiva há anos, e daí o tratamento já não é mais tão eficiente”, explica Rosenthal. Um paciente que carrega o vírus há dez anos, por exemplo, já está com danos graves ao sistema imunológico.

 

Os pacientes do grupo Visconti tomaram os remédios durante três anos até que interromperam o tratamento. Eles conseguiram se manter saudáveis mesmo sem os antirretrovirais e estão assim há cerca de sete anos. Um deles está há uma década sem a medicação. Sáez-Cirión se refere a essa cura como “estado de remissão do vírus” – pois o HIV continua presente no corpo, ainda que não provoque o desenvolvimento da Aids. “Quando vimos os resultados, percebemos que isso pode ser um grande passo para a luta contra o HIV. Ficamos muito emocionados. Queremos reforçar a mensagem de que o tratamento precoce é importante”, diz Sáez-Cirión.

 

O tratamento precoce foi responsável por um caso ainda mais impressionante. Em março deste ano, cientistas americanos revelaram que um bebê (que não teve o nome nem o sexo divulgados) havia sido curado do HIV. Se uma grávida sabe que tem o vírus da Aids e recebe tratamento adequado, com medicamentos antiretrovirais, há 96% de chance de que o bebê nasça sem o vírus. Mas, neste caso, não foi assim. A mãe da criança, que não havia recebido atendimento pré-natal, chegou ao hospital já em trabalho de parto. Um teste feito na hora detectou que ela tinha HIV. Era tarde demais para tratar a mãe e impedir que transmitisse a doença para o filho.

 

Então os médicos fizeram o parto e levaram o recém-nascido para a pediatra Hanna Gay, da Universidade do Mississipi. Ela decidiu tratar o bebê com altas doses de antiretrovirais, que foram mantidos durante os primeiros 18 meses da vida da criança. A partir daí, a mãe sumiu e não veio mais pegar os remédios. Ela ficou dez meses sem aparecer, e o bebê não recebeu nenhum tratamento durante esse período. O que era um caso de relapso materno acabou resultando numa descoberta científica incrível: mesmo sem nenhum remédio, o HIV não retornou. Não havia mais vírus no sangue da criança. Aparentemente, o tratamento ultraprecoce evitou que o HIV entrasse nos reservatórios (mesma coisa que teria acontecido com os pacientes franceses).

Humanos x HIV

Veja quem já está vencendo a doença – e como

 

Terapia atual

Como é? – O portador de HIV recebe uma combinação de medicamentos (o chamado coquetel de antiretrovirais) que impede a multiplicação do vírus. A quantidade de HIV no sangue despenca, chegando a níveis muito baixos.

 

A pessoa desenvolve Aids? – Não.

 

Pode transmitir o vírus? – Sim. O HIV permanece escondido no organismo.

 

Terapia de próxima geração

Como é? – O portador de HIV recebe um medicamento que acorda as células onde o vírus estava escondido. Em seguida, toma o coquetel de antiretrovirais – que impedem a multiplicação do HIV. Com o tempo, isso pode levar à eliminação total do vírus do organismo.

 

Pode transmitir o vírus? – Em tese, não. Mas a técnica ainda está em fase experimental.

 

Geneticamente imune

Como é? – Existem pessoas que nascem com uma mutação na proteína CCR5 – e isso impede o HIV de entrar nas células.

 

Pode transmitir o vírus? – Há controvérsias. Embora o HIV não consiga se multiplicar, é possível que algumas cópias dele se instalem no organismo – o suficiente para infectar alguém.

 

Supercontrolador

Como é? – É uma pessoa cujo sistema imunológico consegue controlar o HIV, mesmo sem a ajuda de remédios. Ainda não se sabe o que torna uma pessoa controladora de elite. É o caso dos pacientes franceses do grupo Visconti.

 

Pode transmitir o vírus? – Sim.

 

Bebê de Mississipi

Como é? – O filho de uma mulher HIV-positiva começou a receber o coquetel de antirretrovirais logo após o nascimento. O vírus sumiu.

 

Pode transmitir o vírus? – Em tese, não. O bebê está aparentemente curado, com carga viral indetectável.

 

Paciente de Berlim

Como é? – Recebeu um transplante de medula óssea de um paciente que tinha CCR5 mutante, ou seja, era imune ao HIV. Com isso, ele também adquiriu imunidade ao vírus.

 

Pode transmitir o vírus? – Em tese, não. O HIV desapareceu do organismo.

 

REENGENHARIA GENÉTICA

A expulsão do vírus, o tratamento ultraprecoce, as vacinas e os transplantes não são as únicas frentes de pesquisa contra o HIV. Existe mais uma, que consegue ser ainda mais ousada: modificar geneticamente o corpo humano para torná-lo resistente ao vírus. A técnica foi idealizada em 2008 e está sendo desenvolvida pela Universidade do Sul da Califórnia em parceria com a empresa de biotecnologia Sangamo BioSciences. Primeiro, obtém-se uma amostra de células T do paciente (coletando um pouco de sangue). Em seguida, usando técnicas de manipulação genética, essas células são alteradas. Elas passam a produzir uma versão deficiente da proteína CCR5 – aquela proteína essencial para o vírus da Aids. As células geneticamente modificadas são reinjetadas na pessoa, se multiplicam e aos poucos vão substituindo as células T normais. E o paciente adquire imunidade ao HIV. Essa é a ideia.

 

A técnica já foi testada em algumas pessoas. A mais famosa delas é um homem, identificado apenas como “Paciente de Trenton” (o nome vem da cidade onde mora, em Nova Jersey). Ele recebeu as células modificadas e parou de tomar os medicamentos anti-HIV. Num primeiro momento, a quantidade de vírus em seu sangue disparou. Mas em seguida despencou, até zerar. O HIV sumiu. “Eu me senti um super-homem”, disse o paciente ao jornal New York Times. O resultado é animador, mas ainda não pode ser considerado cura. O estudo durou pouquíssimo tempo, apenas três meses (depois disso, o homem voltou a tomar os antirretrovirais, de forma preventiva). Seria preciso esperar mais para assegurar que o vírus não iria voltar. Além disso, o Paciente de Trenton possuía uma mutação genética que debilitava um pouco a proteína CCR5. Ele não era imune ao HIV, mas essa mutação pode ter aumentado a eficácia do tratamento – que não funcionou tão bem com os outros pacientes. Há um novo teste em curso, com nove soropositivos, e os resultados serão publicados até o final do ano.

 

Há um detalhe especialmente intrigante. No Paciente de Trenton, apenas 13,5% das células T adquiriram resistência ao vírus durante o estudo. Todas as demais continuaram vulneráveis. Mas essa mudança, modesta, já foi suficiente para que o organismo virasse o jogo contra o HIV e o eliminasse completamente do sangue. Talvez seja possível estender os limites do corpo humano – e, com uma pequena ajuda, torná-lo capaz de vencer a Aids. Talvez as drogas que expulsam o vírus de seus reservatórios funcionem cada vez melhor, e se tornem lugar-comum daqui a alguns anos. Talvez os tratamentos ultraprecoces livrem milhões de pessoas do vírus. Mas notícias promissoras não significam que devamos baixar a guarda. Pelo contrário. A prevenção e o sexo seguro (com camisinha) continuam sendo essenciais. Para de fato vencer a Aids, a humanidade terá de apelar para as armas mais poderosas que existem: a inteligência e o bom senso. Afinal, se o vírus pode evoluir, nós também.

 

O primeiro curado

O americano Timothy Ray Brown, 47, recebeu um transplante experimental de medula óssea – e, por conta disso, seu corpo se livrou do vírus HIV. Aqui, ele conta como foi o processo, e como vive hoje em dia.

 

O transplante, que você recebeu em 2009, era um procedimento arriscado, que poderia levar à morte. Por que você aceitou?

Quando os médicos começaram a tentar me convencer, eu disse não, porque o vírus HIV estava em remissão (sob controle). Mas eu tive leucemia, e tive de fazer o transplante por causa dela. Não fiz por causa da Aids; fiz por causa da leucemia.

 

E como você se sentiu quando descobriu que estava curado do HIV?

Eu não acreditei muito, até que o Dr. (Gero) Hütter publicou o caso no New England Journal of Medicine (em 2009). Aí eu pensei: ok, se outras pessoas acreditam que aconteceu, então eu vou acreditar. Se cientistas estavam acreditando, então era verdade. Me senti aliviado. Isso mudou a minha vida.

 

Você se sente curado?

Eu definitivamente me sinto curado. Meu corpo foi analisado da cabeça aos pés, fiz inúmeros exames de sangue, e não há sinal do HIV no meu corpo.

 

Como é a sua rotina médica?

Quando eu estava morando em São Francisco, ia ao médico pelo menos uma vez por mês. Mas, desde que me mudei para Las Vegas (onde administra uma fundação de luta contra a Aids), só vou ao médico se tiver necessidade. Mas eu continuo participando de estudos que possam ajudar mais pessoas a serem curadas.

O placar do jogo

Números da epidemia que mudou o mundo

 

- 26% da população na Suazilândia tem o vírus. É o país com maior incidência de contaminação.

 

- Em Bangladesh, menos de 0,1% da população está infectada. É a menor proporção.

 

- Mais de metade dos infectados são mulheres, mas o problema é muito pior no sul da África, onde mulheres representam 58% dos infectados.

 

- Até 2015, o orçamento estimado para combater a Aids no mundo inteiro é de US$ 24 bilhões anuais.

 

- Somente nos EUA, foram gastos US$ 344 bilhões no combate à Aids desde 1981.

 

- 30 milhões de pessoas já morreram de Aids

 

- Cerca de 15 milhões de pessoas têm acesso a tratamento com antirretrovirais.

 

- Nas Maldivas, menos de 100 pessoas possuem o vírus. É o país de menor incidência.

 

- Na África do Sul, 5,6 milhões de pessoas estão infectadas. É o líder mundial.

 

- 34 milhões estão infectadas no mundo.

 

 Via http://www.cenariomt.com.br

Vacina contra HIV desenvolvida pela USP surpreende cientistas

Uma vacina contra o HIV desenvolvida na (Universidade de São Paulo) USP surpreendeu os cientistas que conduziram os testes preliminares.

De acordo com a Folha, os resultados preliminares vão muito além do esperado. “Testamos a resposta imune dos animais e os resultados foram excelentes”, diz Edecio Cunha Neto, pesquisador que liderou os trabalhos de desenvolvimento da vacina. Ainda de acordo com a publicação, Susan Ribeiro, cientista do projeto também declara sua surpresa com os avanços. “o sinais foram bem mais intensos do que os que encontramos em camundongos”.

Vacinação

Os pesquisadores ministraram três doses da vacina por 15 dias em quatro macacos-resos do Instituto Butantã. Geralmente esta vacina apresenta resultado menor nestes primatas do que nos roedores. Só que desta vez, o resultado surpreendeu, foi o contrário do obtido cotidianamente. A vacina apresentou melhores resultados nos primatas e não nos roedores.

nova vacina derruba um dos maiores desafios do combate ao vírus, o fato de que ele costuma passar ileso pelo sistema imunológico, que não o reconhece como um invasor.

Ainda de acordo com a Folha, como o HIV infecta justamente as células de defesa, ele desativa mecanismos do nosso organismo que nos defendem de infecções.

Testes em humanos

Os testes em primatas serão intensificados e caso tudo dê certo estará aberto o caminho para o início dos testes da vacina em humanos. Cientistas e pesquisadores estão animados e dizem que finalmente conseguem ver uma “luz no fim do túnel” quando o assunto é a cura da Aids.

(O Povo Online)

“Onívoros digitais”, mais uma tendência que as marcas precisam lidar

As marcas precisam lidar com um novo perfil de consumidor em plataformas online, os chamados “onívoros” digitais. Uma presença multiplataforma será cada vez mais exigida pelo público, bem como ações integradas que contribuam para a construção de valor e de marca. Outro ponto que demandará uma adaptação das empresas é a evolução dos indicadores usadas para medir o desempenho das ações na web e no mobile. O tradicional foco em cliques, pageviews e exibições dará lugar a índices mais ligados ao contexto, olhando para o diálogo e o nível de envolvimento atingido com o usuário. Estes são alguns dos pontos apresentados pela ComScore em seu estudo sobre tendências no digital para a América Latina.

O continente desperta especial interesse das companhias globais pelo potencial de crescimento que ainda possui no ambiente virtual. Os usuários latinos se destacam em diversos aspectos. Dos 10 mercados mundiais com usuários mais engajados nas redes sociais, três estão na América Latina: o Brasil aparece em terceiro lugar, com média 13,9 horas mensais de uso por pessoa; Argentina em sexto, com 9,2 horas; e o Peru em nono, com 8,1 horas mensais. O ritmo de crescimento dos usuários entre os latinos também é mais acelerado: entre 2012 e 2013, enquanto a média mundial de aumento de pessoas usando plataformas sociais foi de 10%, o salto foi de 22% no continente sul americano.

No comércio eletrônico, a região também se destaca: o número de e-consumidores aumentou em 10% no período de 2012 a 2013, enquanto a média global foi de 7%. Para aproveitar este potencial, as empresas precisam modificar sua forma de atuação, migrando de modelos tradicionais que foram importados da mídia eletrônica e impressa, para novos indicadores de performance, baseados no comportamental. “O desafio é medir efetivamente o que importa. Nesse caso, já não interessa tanto a quantidade de impressões ou de cliques, mas sim se as pessoas certas estão acessando estes conteúdos”, explica Marcos Christensen, Country Manager Argentina & Uruguay da ComScore.

Relacionamento estará fragmentado entre diversas plataformas
O levantamento da ComScore aponta para um perfil de usuário que estará apto a entrar em contato com a marca e consumir seus conteúdos por todas as plataformas que estiverem disponíveis. O acesso digital a partir de outros dispositivos, que vão além de smartphones e tablets, vem crescendo e ganhando destaque. Em países como México e Chile, o tráfego gerado por outros aparelhos já soma quase 15% de tudo o que é acessado na internet. No México, em especial, a navegação por PCs e notebooks representa 85% do total, smartphones 10,6%, tablets 3,6% e outros, 0,9%. No Chile, a proporção é de 87% para PCs e notes, 11% para smartphones, 1,7% para tablets e 0,3 para outros. O Brasil ainda apresenta uma divisão mais tradicional: 92,1% para PCs e notes; 5,8% para smartphones; 2% para tablets e 0,1% para outros devices.

Para os próximos anos, o relatório aponta para uma divisão mais equilibrada entre as plataformas, com o destaque para o crescimento cada vez mais rápido de smartphones, tablets e outros aparelhos, como smart TVs, set top boxes, videogames e outros gadgets que ganhem acesso à web, como smartwatches e Google Glass. “Não existirá mais o ato de se conectar. As atividades que se realizam nas plataformas digitais começam a surgir como a extensão do pensamento e incorporam-se ao cotidiano e às necessidades básicas do indivíduo. São impulsos de conseguir informação imediata, de opinar, de auto-expressão, de consumo de um conteúdo específico naquele exato momento e, sobretudo, de se comunicar”, avisa Leonardo Carrilho, Gerente de Mídia Digital da NBS, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para atender a estes “onívoros” digitais, as marcas precisam de estratégias adaptadas a cada plataforma, criando relevância e engajamento nos diferentes ambientes. “Não se trata de uma duplicação dos mesmos conteúdos e não é necessário que todos os serviços como atendimento, vendas, relacionamento, entre outros, sejam executados em todas ao mesmo tempo. É indispensável que se mostre às pessoas que existem canais apropriados e eficientes para lidar com cada uma dessas demandas ou estas expectativas frustradas vão ‘tumultuar’ as agendas positivas das marcas com seus consumidores, transformando estes que seriam canais proprietários de comunicação em verdadeiros muros de lamentações”, comenta Leonardo Carrilho.

Gerando valor e experiência no digital
O usuário multiplataforma vai exigir mais entrega de valor e de experiências pelas interfaces digitais. Ao contrário do que se verifica atualmente, as marcas precisam mudar o foco de gerar leads e vendas para a construção de um relacionamento contínuo e que deve estar integrados a todas os canais onde a empresa estiver presente. “O consumidor está em múltiplas plataformas, mas será que ele está consumindo qualquer coisa? Acredito que não. Precisamos entender que o consumo não é do digital em si, mas de valores e experiências que a marca proporciona. As marcas têm que se posicionar como agregadoras de valor por meio do conteúdo, e facilitadoras da experiência por meio de processos. E tudo isso tem que ser relevante para o e-consumidor”, argumenta Klaus Rabello, Professor da ESPM, em entrevista ao portal.

As companhias costumam ser rápidas para ocupar esses novos espaços, mesmo sem os conhecerem ou entenderem por completo. E a presença “estanque” nos múltiplos canais não garante uma estratégia integrada. “As marcas brasileiras precisam romper dificuldades mais elementares para usufruir minimamente desta tendência. Em todos os países em que a penetração dos meios digitais atingiu 40% da população, houve um crescimento acelerado nos níveis de investimento. Temos percentuais do bolo publicitário acima dos 30% em países como Inglaterra, Estados Unidos e Japão. No Brasil, existe uma dificuldade em enxergar a Internet como meio de massa. Dessa forma, as oportunidades trazidas por estes dispositivos estão longe de um uso consistente”, acrescenta Leonardo Carrilho, Gerente de Mídia Digital da NBS.

A experiência deve ser integrada, inclusive, com os canais tradicionais, como o SAC e o atendimento no ponto de venda. O relatório da ComScore aponta para a eliminação das barreiras que hoje separam o físico e o digital. Como isso ainda não acontece, na prática o com consumidor vive um diálogo “esquizofrênico” com as marcas.  “O exemplo mais evidente é que quando o consumidor vai no Twitter, no SAC ou na loja física, parece que são marcas diferentes e em todas elas, o cliente não é alguém conhecido. O grande desafio é sobre como manter os valores da marca convergentes em todos esses canais”, diz Klaus Rabello, da ESPM.

Fim da ditadura do clique
Outro ponto levantado pela ComScore fala da evolução dos indicadores de performance no digital e até de uma possível unificação entre as métricas usadas nestes ambientes e nas mídias tradicionais. “O mercado está caminhando para o mesmo tipo de métrica. A partir do momento em que se adota uma única variável para todas as plataformas, e isso está sendo encampado pelos players bem importantes, como o Google por exemplo, o cenário começa a se alterar. A que volume de pessoas chegamos e quantas vezes os impactamos? É isso que o anunciante quer saber e as plataformas, por sua vez, estão cada vez mais focadas em entregar performance. É o fim da ditadura do clique”, avisa Marcos Christensen, Country Manager Argentina & Uruguay da ComScore.

Entre todas as tendências, esta talvez seja uma das que ainda depende de mais tempo e amadurecimento, inclusive dos profissionais e empresas que lidam com o setor. “Em termos digitais, temos uma divisão clara entre especialistas e leigos, com pouquíssima representatividade em uma camada intermediária importantíssima de profissionais não-especialistas. Aqui não faço isenção, referindo-me a agências, anunciantes, veículos de comunicação e demais envolvidos nesse ecossistema. É preciso evoluir em todas as pontas”, argumenta Leonardo Carrilho, da NBS.

As organizações também precisam ter maior clareza de objetivos. Isso garante a definição de KPIs adequados.  “Já existem, ainda que de forma tímida, estratégias e possibilidades técnicas para promover a leitura de métricas de forma integrada, mas que dependem de condições ideais no back-office e de criatividade na tática no front para fazer funcionar. Claro que hoje já se cruza a intensidade de mídia na TV com o tráfego no site e já se trabalham filtros específicos para identificação da origem de volume de ligações e suas subsequentes conversões no call center, mas a visão global de todo esse esforço para o resultado imediato de vendas e para os ganhos diversos de médio e longo prazo ainda é um luxo para poucos”, acrescenta o executivo da NBS.

(Bruno Garcia, Mundo do Marketing)

Você é popular, chato ou influente no Facebook? Site ajuda a medir a sua popularidade

Muitos não admitem, mas um dos grandes atrativos do Facebook é a possibilidade de massagear o ego e alimentar a vaidade. Narcisistas postam fotos para receber elogios, polêmicos e trolls escrevem conteúdo controverso para ver o circo pegar fogo e por aí vai. O fenômeno é tão antigo que já até recebeu o nome de “attention whore” ou, adaptando para um português mais suave, uma meretriz em busca de atenção, que se aplica tanto a mulheres quanto a homens.

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Ao filosofar sobre o valor das amizades virtuais, uma attention whore pode descobrir a verdade sobre seus amigos

O extenso nariz de cera do parágrafo acima é apenas para apresentar o Beonpop, que permite medir o quanto de atenção os usuários estão recebendo no Facebook. O site levanta dados como número de publicações feitas pelo usuário, quais foram curtidas, compartilhadas ou comentadas, número de amigos e com quais se têm mais interação.

Com as informações, atribui uma pontuação de popularidade na rede social e enquadra o usuário em quatro perfis: o “Publicador” é aquele amigo chatão que posta toda hora, “Popular” é o rostinho bonito cujas fotos ganham pelo menos 100 curtidas, “Influente” é o usuário cujo posts atingem um grande número de pessoas e, finalmente, “Relevante” possui posts curtidos, comentados e compartilhados com frequência.

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E aí, bora descobrir quem é você no Facebook? Comenta aí qual é seu perfil!

(Flávio Barboni, Via CLicrbs)

Facebook muda perfil e aceita 50 opções de gênero, além de masculino e feminino

Facebook decorou sua sede com as cores do arco-íris em referência à novidade na rede social (Foto: Reprodução/Facebook)

O Facebook adicionou uma opção customizável com 50 opções de termos para que as pessoas identifiquem seus gêneros. A ferramenta está disponível para os usuários que escolhem o inglês dos Estados Unidos como idioma na rede social.

O Facebook disse à agência Associated Press que tem o objetivo de dar mais escolhas para os usuários se descreverem. Entre as opções, estão andrógino, transexual, neutro, bissexual, entre outros. A rede social, que tem 1,23 bilhão de usuários ativos por mês no mundo, vai continuar a ter a opção de manter o gênero privado.

Diferente de se tornar noivo ou casar, a mudança de sexo não será registrada como um evento na vida dos usuários e não aparecerá na linha do tempo. O Facebook afirma que os anunciantes não conseguirão direcionar publicidade àqueles que se declararem transexuais ou que mudarem de sexo. A empresa teve a ideia desses termos depois de consultar os principais ativistas gays e transexuais, e planeja continuar trabalhando com eles e com ativistas de outros países para colocar termos apropriados em mais idiomas.

“Para muitas pessoas, isso não vai significar nada, mas para os poucos que isso impacta, significa muito”, disse a engenheira de software do Facebook Brielle Harrison, que trabalhou no projeto e, no seu próprio perfil, está passando por uma transformação de sexo, de masculino para feminino.

A ação do Facebook representa uma forma básica, mas significativa de reconhecimento do movimento de direitos dos transexuais. A Campanha de Direitos Humanos do ano passado descobriu que 10% de 10 mil jovens, entre gays, lésbicas e bissexuais usam a palavra “outro” ou seus próprios termos para definir o gênero.

(Portal Terra)

Confira 30 curiosidades sobre a primeira Apple Store do Brasil

Por Allan Melo, via http://www.techtudo.com.br/

A espera acabou: a primeira Apple Store brasileira já está pronta! Para mostrar como ela ficou e como será o seu funcionamento, a empresa promoveu nesta quinta-feira (13) uma pequena recepção para jornalistas. É claro, o TechTudo estava lá e conferiu de perto algumas das novidades. Conheça as curiosidades e exclusividades desta loja:

1. A Apple Store do Village Mall, shopping na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, é a primeira da América Latina e tem todos os produtos da Apple.

Frente da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Frente da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

2. Trabalham lá 45 empregados, e alguns deles foram a Cupertino e tiveram experiências de trabalho em lojas lá de fora. No total são 43 mil empregados, em 14 países.

Funcionários da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Funcionários da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

3. A loja tem o formato Pavillion, que divide a loja em duas áreas: a frontal, com os produtos, e o interior, com mesas para treinamentos, workshops e Genius Bar.

Apple Store em formato Pavillion (Foto: Allan Melo / TechTudo)Apple Store em formato Pavillion (Foto: Allan Melo / TechTudo)

4. Na parte frontal, um pequeno detalhe sobre o vidro da vitrine da loja: ele é curvo.

Vitrine curva da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Vitrine curva da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

5. Nas mesas, há um iPad com um aplicativo só para apresentar os recursos dos produtos exibidos.

Macs na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)Macs na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)

6. Nos iPads do iPhone 5C, por exemplo, é possível simular o uso de capinhas e achar a combinação mais legal antes de comprar.

Escolha a cor do iPhone 5C (Foto: Allan Melo / TechTudo)Escolha a cor do iPhone 5C (Foto: Allan Melo / TechTudo)

7. Depois de usar o aplicativo, se você simplesmente sair da mesa, ele volta ao estado normal para receber outra pessoa. Do zero, sem bagunças.

iPad do lado do Mac na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)iPad do lado do Mac na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

8. Na mesa dos acessórios, em cada um deles há um iPod do lado, já pareado via Bluetooth e com músicas para demonstração.

Acessórios para iPhone na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Acessórios para iPhone na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

9. Os especialistas são extremamente cordiais, assim como nas outras Apple Stores do exterior. E eles vão te encher de elogios: “Nós ficamos muito felizes em te receber por aqui”.

Especialista na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Especialista na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

10. Os funcionários se esquivam de perguntas capciosas. Além disso, não falam opiniões pessoais. Quando questionamos isso, um deles respondeu: “Você poderia perguntar a minha opinião sobre o que eu acho de trabalhar na Apple”.

Área de treinamentos da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Área de treinamentos da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

11. Se você perguntar alguma coisa que eles não saibam, eles educadamente dizem: “Talvez eu não seja a melhor pessoa a te explicar isso, mas eu posso te apresentar ao fulano de tal, que pode te ajudar”.

Acessórios na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Acessórios na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

12. Se você tentar convencê-los que o Android ou Windows Phone é melhor, eles vão concordar com você e te orientar sobre o uso deles com os produtos da Apple.

Lado de dentro da Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)Lado de dentro da Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)

13. Ao comprar o produto, você sai com ele já configurado. “Nós acreditamos que quando você compra um produto, o seu relacionamento com a Apple está apenas começando”.

Fones na Apple Store Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)Fones na Apple Store Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)

14. No Brasil, não teve jeito: eles usam a tradicional máquina de cartão para pagamentos. No exterior, a transação pode ser feita com um pequeno acessório acoplado ao iPhone de cada atendente.

Máquina de cartão na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)Máquina de cartão na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)

15. Eles oferecem workshops no interior da loja, para ensinar a usar seus produtos, com seções diárias. Segundo eles, a cota desta semana foi preenchida em apenas um dia. Na verdade, menos que isso.

Treinamento em grupo na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Treinamento em grupo na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

16. A loja tem um programa chamado “One to One”, onde você paga uma “pequena taxa” para ser treinado. Quem entrar no programa terá aulas individuais, toda semana, por um ano.

Atendimento na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)Atendimento na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)

17. Existe um espaço dedicado às crianças.

Espaço para crianças na Apple Store Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Espaço para crianças na Apple Store Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

18. E eles têm um programa chamado “Field trip”, onde recebem uma turma de uma escola e os funcionários ensinam como usar os produtos da Apple, além de dar brindes (como camisas).

Cliente na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Cliente na Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

19. Falando em brindes, os 1.500 primeiros clientes da loja ganharão camisas.

Brinde da Apple Store Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Brinde da Apple Store Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

20. Uma das seções mais populares em qualquer Apple Store é o “Genius bar”. Não importa onde você comprou esse produto: se é da Apple, você vem aqui e recebe o suporte a ele.

Genius Bar da Apple Store do Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Genius Bar da Apple Store do Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

21. A loja brasileira tem acessórios exclusivos, como a capa com a bandeira do Brasil para iPhone.

Capinhas para iPhone com bandeira do Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)Capinhas para iPhone com bandeira do Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)

22. E as capas para o Mac.

Capas para Mac exclusivas da Apple Store Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)Capas para Mac exclusivas da Apple Store Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)

23. A Apple gastou muito tempo procurando o espaço perfeito para construir uma loja da Apple. Como o Village Mall tinha esse espaço, isso pesou a favor para a Apple abrir a loja do Rio antes de São Paulo. E sobre a loja São Paulo… não, eles não falam sobre isso.

Parte da frente da Apple Store Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Parte da frente da Apple Store Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

24. Sobre o processo seletivo: “A coisa mais importante que a Apple faz é selecionar pessoas. Nós dedicamos muito tempo entrevistando aqueles que podem ser os melhores e exemplos de funcionários da Apple”.

Funcionários da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)Funcionários da Apple Store (Foto: Allan Melo / TechTudo)

25. Sobre os requisitos para trabalhar na Apple: “pessoas que verdadeiramente amem a Apple e amem atender bem”. Só isso.

Atendimento na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)Atendimento na Apple Store brasileira (Foto: Allan Melo / TechTudo)

26. E quanto às filas: “veremos no sábado”. Provavelmente ainda vão discutir se as filas da loja serão feitas dentro ou fora do shopping.

Fila na porta da Apple Store do Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Fila na porta da Apple Store do Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

27. A Apple Store vai abrir no próximo dia 15 para o grande público.

Abertura da Apple Store do Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Abertura da Apple Store do Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

28. O vice-presidente das lojas de varejo da Apple, Steve Cano, esteve na apresentação. “Estamos muito empolgados com a nossa perspectiva de crescimento aqui no Brasil”, disse.

Vice-presidente mundial das lojas de varejo, Steve Cano, no Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)Vice-presidente mundial das lojas de varejo, Steve Cano, no Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)

29. Na recepção dos jornalistas ofereceram água e maçãs. Mas calma… o shopping já oferece isso pra todo mundo. Coincidência?

Maças no Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)Maças no Village Mall (Foto: Allan Melo / TechTudo)

30. Mas nem adianta correr pra ser o primeiro comprador. O jornalista Alexandre Fontoura já conseguiu essa proeza.

Primeiro comprador da primeira Apple Store do Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)Primeiro comprador da primeira Apple Store do Brasil (Foto: Allan Melo / TechTudo)

Apple Store do Rio ‘será a primeira de muitas no Brasil’, promete executivo da empresa

A primeira loja da Apple no Brasil será aberta no sábado no Shopping Village Mall, no Rio (Yasuyoshi Chiba/AFP)

A primeira loja física da Apple na América Latina será inaugurada no shopping de luxo Village Mall, no Rio de Janeiro, no próximo sábado. A empresa americana tem loja virtual no Brasil desde 2009 e atua no mercado local há 20 anos. “Estamos muito empolgados com a primeira de muitas lojas no Brasil”, disse Steve Cano, vice-presidente de lojas da Apple, em evento nesta quinta-feira. Segundo ele, a empresa nunca abre apenas uma unidade nos países onde decide operar.

Cano afirmou que a empresa está “muito empolgada com as perspectivas de crescimento no Brasil”, indicando que a companhia norte-americana prepara a abertura de novas lojas no país. Contudo, o executivo não informou quando e onde a empresa deve abrir a próxima loja. Atualmente, a Apple tem 423 lojas próprias em 14 países.

Sobre a escolha do Rio de Janeiro para receber a primeira loja da empresa na América Latina, Cano afirmou que o Brasil é um país de grande importância para a marca, especialmente com a proximidade de grandes eventos esportivos. “Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, é um momento muito empolgante para estar no Brasil”. Os preços dos produtos na loja serão iguais aos oferecidos no site. Um iPad Air, com conexão exclusiva por meio de redes Wi-Fi e 16 GB de memória, custará R$ 1.749. No total, a empresa venderá mais de 170 produtos na loja.

A primeira loja da Apple no Brasil terá 45 funcionários, que se juntam a um time de 43 mil empregados da marca no mundo. Eles são conhecidos por “gênios”, já que tem treinamento técnico avançado da Apple para ajudar os consumidores durante e após a compra de produtos da marca. Alguns dos funcionários da loja do Rio vieram de outros estados e se mudaram para a cidade para trabalhar para a empresa.

Além de vender produtos, a Apple vai oferecer palestras gratuitas em sua loja no Brasil. As inscrições podem ser feitas pelo site da empresa. Em um dia, as vagas da primeira semana de atividades foram preenchidas. Há atividades para adultos e crianças. Turmas de escolas podem participar de um treinamento com duração de duas a três horas. “Ensinamos, por exemplo, como fazer vídeos”, diz Cano.

(Com Estadão Conteúdo)

HSBC é condenado em R$ 67,5 milhões por espionar empregados doentes

O banco HSBC foi condenado em R$ 67,5 milhões por espionar funcionários doentes. A sentença foi dada pela 8ª Vara do Trabalho de Curitiba (PR), em ação civil pública do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Segundo nota do MPT, documentos comprovam que, entre 1999 e 2003, a instituição financeira contratou o Centro de Inteligência Empresarial (CIE) para realizar investigações privadas, “supostamente justificadas pelo alto número de trabalhadores afastados por motivos de saúde”.

Para o procurador do Trabalho Humberto Mussi de Albuquerque, responsável pela ação, a decisão tem efeito pedagógico e servirá como parâmetro para a atuação de outros empregadores no Brasil.

“Por suspeita de fraude, 152 trabalhadores tiveram suas vidas devassadas e seus direitos fundamentais à intimidade e à vida privada brutalmente violados”, afirma.

Para espionar os trabalhadores, segundo nota do MPT, o CIE abordava os empregados usando disfarces como de entregador de flores e de pesquisador. Os espiões também seguiam os profissionais pela cidade, filmavam e fotografavam as residências dos funcionários afastados e mexiam em seus lixos.

Dossiês

Nos dossiês constavam informações como horários de saída e volta à casa do profissional, local de destino, meio de transporte e trajes usados quando saíam, hábitos de consumo, informações sobre cônjuges e filhos, antecedentes criminais, participação em sociedade comercial e posse de bens como carros.

O MPT começou a investigar o banco após denúncia da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Créditos do Estado do Paraná (Fetec-CUT-PR) e do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Curitiba e Região.

De acordo com o MPT, 12 testemunhas confirmaram dados sobre suas rotinas expostos nos dossiês, mas informaram não saber da existência da investigação contratada pelo banco.

Além do pagamento da indenização, o HSBC foi condenado a não realizar novas investigações particulares, sob pena de multa de R$ 1 milhão por empregado investigado. Os trabalhadores prejudicados ainda podem entrar com ação na Justiça do Trabalho para obter indenização por dano moral individual.

Em nota, o HSBC afirma que não comenta o caso porque a decisão foi em primeira instância.

(IG SP)

Brasil já conta com 88 milhões de ‘feicebuqueiros’

Rio – O Facebook completa hoje dez anos. Só chegou aqui ao Brasil algum tempo depois, mas foi em 4 de fevereiro de 2004 que Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes jogaram na rede o ‘Thefacebook’, desenvolvido inicialmente para conectar os estudantes de Harvard e instituições afins. O sucesso retumbante os levou a ganhar fronteiras. Hoje, 1,23 bilhão de usuários entram no Facebook pelo menos uma vez por mês. A empresa vale US$ 135 bilhões. Mais que isso, está explodindo no mundo móvel: no fim de 2013, as vendas por meio de anúncios em smartphones ou tablets ultrapassaram as feitas nos velhos PCs. É um caminho sem volta.

Na última década, Zuckerberg, que só completa 30 anos em maio, ficou podre de rico; o brasileiro Saverin tomou outros rumos, etc, etc. Tudo virou história. A questão agora é: qual é o futuro do Facebook?

Para quem vive da internet — e, especialmente — do comércio eletrônico, é sempre bom pensar nisso, porque essa ‘coisa’ chamada rede social tornou-se o território da internet onde milhões de pessoas estão diariamente trafegando, trocando ideias, abrindo segredos. Isso significa um grande potencial de negócios.

Fui ouvir a opinião de quem entende, o diretor de Estratégia da Agência Frog, Roberto Cassano, que é, digamos assim, um ‘jovem veterano’ do mundo digital. Perguntei como ele acredita que será o Facebook daqui a dez anos:

Facebook completa dez anos nesta terça-feira

Foto:  Divulgação

“O Facebook não vai ser mais exatamente como o conhecemos hoje. Vai se pulverizar em diversos sistemas de aplicativos”, respondeu o Cassano. “Ele será menos um endereço e mais uma família de soluções. Hoje o Facebook tem o Instagram e o recém-lançado Paper, por exemplo. E tudo bem se perder espaço no desenho atual. Esses aplicativos vão todos levar para o mesmo mundo. Dentro de casa, acaba ficando tudo bem.”

Tudo a ver — e os resultados financeiros da empresa comprovam isso. Ramificar-se é uma estratégia que comparo à da Google, que prende você, por exemplo, pelo Gmail, pelo Drive ou até pelos Maps, o que seja.

A Google já tinha feito isso muito bem com o moribundo porém insistente Orkut, ferramenta que realmente ensinou o brasileiro a gostar e transitar pelas redes sociais interneteiras. Só que o Orkut não soube se adaptar e acabou perdendo seu espaço depois que o Facebook chegou por aqui, em 2008. Hoje, somos 88 milhões de “feicebuqueiros” bastante ativos. E o Orkut caiu no esquecimento.

Cassano garante, aliás, que é justamente essa capacidade de adaptação que garante saúde ao Facebook. É o contrário do que disseram, nos últimos tempos, pesquisas indicando que a rede de Zuckerberg está começando a entrar em crise. Palpite furado.

“Estudos como a da Universidade de Princeton não consideram esse lado mutante do Facebook”, diz Cassano. “Essas pesquisas fizeram confusão. A empresa não é um produto, ou seja, ela pode se transformar em um ecossistema completamente diferente”.

Fica a lição Facebook, via Cassano: saiba adaptar-se. 

(Nelson Vasconcelos, O Dia)

Saiba quais são as profissões ‘mais ameaçadas’ pela tecnologia

Cargos nas áreas de educação, saúde, arte, mídia, gestão, negócios e finanças são os que têm maior probabilidade de sobreviver aos avanços na tecnologia, aponta estudo da Universidade de Oxford.

A crescente informatização, porém, continuará a eliminar profissões, principalmente aquelas que não exigem habilidades criativas, sociais e percepção espacial mais sofisticada. São atividades em áreas como vendas, produção industrial, suporte administrativo, transporte e construção civil.

Os pesquisadores Carl Benedikt Frey, do Departamento de Filosofia, e Michael A. Osborne, do Departamento de Engenharia, analisaram 702 profissões – retiradas de uma classificação americana – segundo a probabilidade de perdas de postos de trabalho devido aos avanços tecnológicos.

Aplicando fórmulas estatísticas, eles deram notas entre 0 e 1 para essas profissões – quanto maior a classificação, maior o risco de desaparecimento.

A fórmula aplicada levou em conta o quanto essas atividades demandam criatividade, interação social, percepção espacial e atividades manuais complexas.

São habilidades que ainda não foram incorporadas por computadores e talvez nunca sejam. O atual estágio tecnológico não indica que isso seja possível nas próximas duas décadas, observam os pesquisadores.

“Profissões que exigem habilidades criativas e sociais estão imunes à informatização”, disse Osborne, em entrevista à BBC Brasil.

O artigo que apresenta a pesquisa explica que a criatividade depende de valores humanos que variam muito no tempo e em diferentes culturas, o que torna difícil reproduzi-los em uma máquina.

Avanço das máquinas
Já as habilidades sociais que não podem, ao menos por enquanto, ser informatizadas incluem a capacidade de perceber a reação das pessoas e entender suas causas, de negociar, reconciliar e persuadir, e de cuidar dos outros, dando suporte emocional e médico.

A limitação atual de computadores e robôs de lidar com formas e espaços não padronizados reduz também as possibilidades de substituição de algumas funções, notam os pesquisadores.

Outros avanços tecnológicos, porém, têm permitido substituir mais atividades humanas por máquinas, detalha o estudo. Antes, a mecanização estava restrita a atividades manuais mais padronizadas. O desenvolvimento de sensores cada vez mais modernos e o aumento da capacidade de armazenamento e processamento de dados estão permitindo, no entanto, que mesmo atividades menos ‘ensaiadas’ possam ser executadas por máquinas.

É o caso por exemplo do carro autônomo desenvolvido pelo Google, que é conduzido por seu próprio sistema, prescindindo do motorista.

Esses avanços tecnológicos também vêm permitindo mecanizar atividades cognitivas, notam os pesquisadores. Oncologistas do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, já usam tecnologia da IBM para fazer diagnósticos.

Escritórios de advocacia também usam softwares para fazer pesquisas em leis e decisões judiciais antes dos julgamentos, o que reduz a necessidade de pessoal, embora não ponha em risco a existência da profissão que exige, por exemplo, a capacidade de persuadir.

Mais qualificação
Os trabalhos mais ameaçados com a contínua evolução tecnológica são trabalhos de baixa qualificação. Entre eles estão o telemarketing, caixas, e corretores de imóveis. No caso da construção civil, por exemplo, os pesquisadores de Oxford acreditam que o aumento do uso de partes pré-fabricadas vai eliminar algumas etapas do processo.

O principal desafio para evitar o aumento do desemprego com a perda dessas vagas, portanto, é o investimento na educação para desenvolver as habilidades criativas e sociais das pessoas, diz Osborne.

O estudo se baseou em 702 profissões categorizadas pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos. Embora os pesquisadores não calculem quantos postos devem ser fechados, eles estimam que haja risco elevado de perda de vagas em 47% das atividades americanas nas próximas duas décadas.

Para Osborne, essa é uma tendência mundial, mas que deve ser mais lenta nos países pobres, onde a mão de obra é mais barata e há menos recursos para investimentos em informatização.

(BBC)

II Conferência Nacional de Blogs será realizada em Fortaleza, dia 22 de março

As atenções dos blogueiros brasileiros em um universo gigante que soma algo em torno de 2,5 milhões de blogs falando sobre praticamente todo e qualquer tema estarão voltadas a Fortaleza no próximo dia 22 de março.

Nesta data, a capital cearense abriga a 2ª Conferência Nacional de Blogs do CBBlogers, organização brasileira que congrega mais de dois mil sites focalizados nessa área autoral da internet autodenominada blogosfera.

O evento, que deve reunir mais de 100 participantes, além de 100 blogueiros profissionais, ocorrerá das 10h às 16h no Oásis Atlântico Hotel (Avenida Beiramar, 2500).

O objetivo do encontro, segundo os organizadores, é múltiplo. De um lado, pretende dar aos editores de blogs da região acesso a informações de novas tendências e tecnologias no segmento, os auxiliando a manter seus negócios sustentáveis e em crescimento.

De outro, objetiva sensibilizar lojistas, fabricantes e outros criadores de bens de consumo quanto à relevância da blogosfera como parte do instrumental de marketing disponível hoje em dia para empresas antenadas em novas ferramentas de comunicação com o consumidor.

Para o desfile já estão confirmadas as presenças das marcas Mar de Rosas, Le Belle, Daniella Prado, Vult Cosmética, Tikebum, Camélia Moda e Moda Sauces, entre outras.

As inscrições para participação no evento já estão abertas e podem ser feitas em http://www.cbblogers.com/inscricao-fortaleza/. O ingresso, válido para o dia inteiro, tem preço simbólico de R$ 10. Ainda há, também, disponibilidade de vagas para patrocinadores. Empresas interessadas podem contatar a CBBlogers pelo site http://www.cbblogers.com ou pelo email parceria@cbblogers.com

Serviço
2ª Conferência Nacional de Blogs – Fortaleza
Dia 22/3/2014, das 10h às 16h
Local: Oásis Atlântico Hotel (Avenida Beiramar, 2500) – Fortaleza
Ingressos antecipados: R$ 10 pelo site http://www.cbblogers.com/inscricao-fortaleza/
Contato de Patrocinadores: parceria@cbblogers.com e fone (19) 99148-2131
Promoção: CBBlogers – http://www.cbblogers.com

Redação O POVO Online

Nokia lança celular com bateria que dura 20 dias por R$ 300

Um celular com acesso à internet via 3.5G, que compartilha a web com outros aparelhos usando um cabo USB, com memória expansível até 32GB e cuja bateria dura incríveis 20 dias em stand by. Até parece brincadeira, mas o aparelho em questão, o Asha 208 que foi anunciado pela Nokia e está disponível no site da empresa.

O Asha 208, um modelo ‘vintage‘ fabricado em Manaus, chega ao mercado com a promessa de exterminar a preocupação diária dos usuários de smartphones em levar suas coleiras (digo, carregadores) para onde vão.

câmera (sim, ele tem câmera!) tem sensor de 1.3 MP e resolução de 1280 x 960 pixels.

Chama a atenção o fato de que a Nokia anuncia o aparelho como sendo opção para “seu segundo celular”. Ele utiliza um micro chip, semelhante aos smartphones top de linha disponíveis no mercado.

O site da empresa não informa, mas os rumos apontam para o valor de R$ 300. Há uma versão dual chip do aparelho que ainda não aparece disponível no site brasileiro.

(Diário do Nordeste)

 

Crianças brasileiras usam o Facebook três vezes mais que o restante do mundo

Há quem seja contra a inclusão da tecnologia na vida das crianças. O que não dá para ignorar é que, graças a um mundo muito mais conectado que antigamente, o público tem acessado computadores, celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos cada vez mais cedo. E isso se reflete com grande impacto no Brasil em uma nova pesquisa realizada pela AVG, que afirma: quase todas as crianças do país com menos de 9 anos de idade possuem um perfil no Facebook. Saiu no jornal Folha de São Paulo.

O relatório levou em consideração 5.423 entrevistas on-line com pais em dez países – incluindo o Brasil, no qual cerca de 600 pais ou mães foram entrevistados para responder à pesquisa –  em dezembro do ano passado. A partir dos questionários, os especialistas concluíram que pelo menos 97% das crianças brasileiras com idade entre 6 e 9 anos usam a internet, contra 89% da média dos demais países pesquisados.

No Facebook, a diferença de porcentagem é ainda maior. A taxa brasileira de crianças que estão na rede social de Mark Zuckerberg é de 54%, ou seja, mais que o triplo dos números dos demais países pesquisados (16%) e nove vezes superior aos da Austrália (6%). Vale lembrar que a idade mínima para ingressar no Facebook é de 13 anos, e a criação de um perfil para pessoas abaixo dessa idade deve ser supervisionada de perto pelos pais.

Falando nisso, o estudo mostra que 66% dos pais não impõem nenhum tipo de controle ou regras ao conteúdo acessados pelos filhos em tablets e computadores. Cerca de 12% das mães criam contas para os seus filhos maiores ou bebês e 47% delas consideram bom ou ótimo o uso de dispositivos móveis para o desenvolvimento da criança.

“Vemos que os dados para o uso da tecnologia são mais altos no Brasil que em qualquer outra parte do mundo”, diz Tony Anscombe, executivo de segurança da AVG. “A criança pode, querendo ou sem querer, entrar em um site e fazer uma compra. Imagine se meu filho acessa o aplicativo de e-mail, o do banco, publica uma foto errada – ele pode devastar minha vida profissional”, completa.

Anscombe destaca que é necessário educar os pais sobre a importância de restringir o uso que a criança faz do PC e de dispositivos móveis para evitar problemas de privacidade. O especialista reconhece que a tecnologia é importante para a educação e a vida profissional desde cedo, mas acha inapropriado uma criança com menos de 10 anos ter o próprio tablet ou celular porque ela não tem maturidade suficiente.

A psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP, também considera que a privacidade das informações da segurança é um dos principais problemas do uso não controlado da internet. “Funciona como na vida: o pai não deve deixar uma criança de 6 anos fazer certas coisas sozinha. Os pais devem acompanhar o uso da internet e impor limites, como permitir uma só foto no Facebook”, conclui a profissional.

Créditos:  http://canaltech.com.br

Cidade de São Paulo ganha mais dois pontos de internet Wi-Fi gratuita

Em comemoração aos 460 anos da cidade de São Paulo, que aconteceu no último sábado, 25 de janeiro, a prefeitura inaugurou mais dois pontos com internet Wi-Fi gratuita. Os hotspots estão localizados no Pateo do Collegio, na região central, e na Praça Dilva Gomes Martins, na zona leste, onde cerca de 100 pessoas poderão utilizar as conexões simultaneamente.

Os pontos fazem parte do Projeto Praças Digitais, iniciativa que pretende implantar um total de 120 deles por todo o município. A manutenção dos dois locais, e de outros 58 espalhados pelas zonas leste e central, fica a cargo da empresa WCS, uma das duas vencedoras do pregão realizado em outubro do ano passado. Já a Ziva Tecnologia assinou um contrato de US$ 30 milhões com o governo municipal para implementar os outros hotspots nas regiões norte, sul e oeste.

As duas companhias serão responsáveis pelos pontos Wi-Fi durante três anos, prorrogáveis por mais dois, e o prazo final para a instalação de todos os locais é junho de 2014. Os próximos lugares escolhidos para receber o sinal são o Mercadão, no Centro, o vão livre do MASP (Museu de Arte Moderna), na Avenida Paulista, e as praças Benedito Calixto, em Pinheiros, Fortunato da Silveira, em São Miguel Paulista, e João Tadeu Priolli, no Campo Limpo.

Sobre o Praças Digitais

Considerado o maior projeto de inclusão digital da América Latina, o Praças Digitais foi anunciado em maio de 2013 com o objetivo de aumentar a ocupação dos espaços públicos em São Paulo, além de ampliar o acesso à internet pela população e ajudar no desenvolvimento de novas ações culturais. Os primeiros testes aconteceram na Praça Dom José Gaspar, na região central, em agosto do ano passado.

De acordo com a prefeitura, o acesso pode ser realizado através de qualquer dispositivo eletrônico que ofereça suporte à rede Wi-Fi, incluindo tablets, smartphones, notebooks e ultrabooks. O uso é gratuito e o internauta não precisa fazer nenhum cadastro prévio para acessar o serviço, que possui velocidades de no mínimo 512 Kbps para download e upload de conteúdos.

Você pode visualizar todos os pontos que farão parte do projeto neste PDF.

Créditos: http://canaltech.com.br

Revendedora da Apple em Fortaleza sofre terceiro assalto em 45 dias

A loja Universo Digital, localizada entre as avenidas Desembargador Moreira e Santos Dumont, na Aldeota, sofreu na madrugada desta segunda-feira, 27, o terceiro assalto em 45 dias. O estabelecimento – revendedora e assistência técnica autorizada Apple em Fortaleza – existe há dez anos em Fortaleza e até então não havia registrado casos de violência.

De acordo com proprietário da loja, que preferiu não ter a identidade divulgada, todas as ações dos assaltantes aconteceram demadrugada. “As ocorrências foram no dia 12 de dezembro, 12 de janeiro e nessa madrugada, normalmente por volta de 3 horas. Eles quebram o vidro, o alarme dispara, os assaltantes pegam um computador ou um notebook, e saem andando com o equipamento debaixo do braço”, relembra. 

Todas as ações foram registradas pelo circuito de segurança da loja. 

Demora na ocorrência
O empresário afirma ter registrado boletim de ocorrência, mas reclama da demora para a chegada da Polícia ao local. “Você liga e eles não chegam. Hoje cheguei por volta de 3h30min e a Polícia chegou 8h, 5h depois do chamado. Temos sério problema de policiamento nesse horário. Eles não aparecem”, denuncia.

O tenente-coronel Sávio Bezerra, comandante do 8º Batalhão da PM, afirmou que quem controla as ocorrências é o Ciops, e por isso não saberia precisar o porquê da demora. “Infelizmente, se todas as viaturas estiverem ocupadas, tem que esperar”.

Redação O POVO Online

AM, AP, MA, PA e RR terão 9º dígito em números de celular em novembro

Os números de celular dos estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima (com prefixos 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98 e 99) irão ganhar o nono dígito a partir do dia 2 de novembro de 2014, segundo publicação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (27).

Isso significa que, para fazer ligações para os telefones celulares dessas áreas, será necessário digitar o algarismo 9 antes dos outros oito números da linha, assim como já acontece nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No caso de SP, o objetivo da alteração foi ampliar o número de combinações. A expansão para o restante do país tem como objetivo padronizar as discagens para telefonia móvel e evitar confusões.

A medida será necessária independente de a ligação estar sendo feita a partir de um celular ou de um telefone fixo. Pessoas de qualquer lugar do Brasil que liguem para celulares dessas áreas terão que digitar o 9 antes dos oito números da linha.

Segundo a Anatel, após 2 de novembro, as ligações sem o nono dígito para essas localidades ainda serão completadas por um tempo determinado. Uma mensagem de voz vai orientar as pessoas sobre a nova forma de discagem. Depois desse prazo, as chamadas com oito dígitos não vão ser mais concluídas.

Cronograma da expansão
Após a implementação nos estados do AM, AP, MA, PA e RR, a Anatel planeja expandir o nono dígito para Minas Gerais e estados do Nordeste (até o fim de 2015) e para as regiões Sul, Centro-Oeste e os estados do Acre, Rondônia, e Tocantins (até o final de 2016).

(G1 São Paulo)

Justiça do Maranhão penhora R$ 25 milhões da TIM e proíbe venda de chips

São Paulo A Justiça do Maranhão determinou a penhora dos bens da TIM no valor de R$ 25 milhões. A decisão, segundo o Ministério Público do Maranhão, visa garantir o pagamento de indenizações por dano moral coletivo aos consumidores que se dizem lesados por quedas de sinal e interrupção de ligações.

A TIM também fica proibida de habilitar novas linhas. Caso descumpra as decisões, a empresa deverá pagar multa diária de R$ 100 mil. A operadora também deverá apresentar, em um prazo de 20 dias, uma listagem completa dos usuários do Plano Infinity, com a data de adesão e de saída a partir de 29 de março de 2009. A lista deverá ser usada para o eventual cumprimento da sentença.

Ligações

A ação foi movida em dezembro do ano passado, motivada por denúncias de consumidores sobre a qualidade do serviço prestado pela operadora, constante falta de sinal e queda de ligações. Segundo a promotora Lítia Cavalcanti, em fiscalização feita pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), com base em ligações efetuadas no Brasil no dia 8 de março de 2012, foi constatado que, no Maranhão, 234.272 usuários do plano pré-pago Infinity foram lesados por 502.527 desligamentos. O prejuízo, de acordo com o estudo, foi de R$ 129.869,25 em apenas um dia. “A Anatel também constatou que, entre 12 de agosto de 2012 e 11 de agosto de 2013, na rede da TIM, no Maranhão, as interrupções de serviço totalizaram 24.115 horas, o que equivale a, aproximadamente, 1.005 dias de falta de sinal”, disse a promotora.

Outro Lado

Por meio de sua assessoria de imprensa, a TIM informou que irá recorrer da decisão. Ainda de acordo com a empresa, o dado apresentado no processo foi baseado em metodologias de consolidação e registros inadequados. “A operadora rejeita com veemência qualquer especulação adicional sobre as alegações de queda proposital de chamadas de clientes do plano Infinity, que nunca representaram a realidade, uma vez que a própria agência reguladora já emitiu parecer oficial confirmando a inexistência de irregularidades.”

(Diário do Nordeste)

Fortaleza ganha sala de cinema IMAX

A primeira sala IMAX de Fortaleza será inaugurada na próxima quinta-feira (23) na UCI Ribeiro do Shopping Iguatemi. O espaço comporta até 424 pessoas e possui uma tela gigante que vai do teto ao chão e de parede a parede.

A primeira sessão será exibida às 20h25 com o filme “Frankenstein – Entre Anjos e Demônios”. Os preços variam entre R$ 24 R$ 36(entrada inteira) e os ingressos já podem ser comprados nos balcões de atendimento, caixas de autoatendimento ou no site.

A tecnologia canadense IMAX conta com uma tela côncova, imagens cristalinas, melhor definição e som digital alinhado a laser para que o espectador tenha a mesma sensação sentado em qualquer local da sala. A tela para filmes em 3D digital é revestida com pintura de prata com alta propriedade de grãos para aumentar a polarização da luz e do brilho, criando uma profundidade ainda maior.

Aumento de espectadores

Com um investimento de R$ 5 milhões, o shopping espera aumentar em 5% o número de espectadores. Essa sala é a quarta já inaugurada pela UCI Ribeiro no Brasil, depois de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

(Diário do Nordeste)

 

Descubra quem te excluiu do Facebook ou recusou um pedido de amizade

Descobrir quem te excluiu do Facebook ou recusou um pedido de amizade é bastante simples. Há diversos aplicativos que ajudam a encontrar aqueles que não são “tão amigos” como você imagina e apagaram seu nome da lista de contatos na rede social. O TechTudo ensina como usar os aplicativosUnfriend AlertsFacewatcher e Who Deleted Me para achar os “amigos da onça” da rede.

1) Unfriend Alert

Passo 1. Faça o download do Unfriend Alert no TechTudo Downloads. O aplicativo funciona apenas no navegador Google Chrome ;

Passo 2. Instale o plugin clicando em “Gratuito”;

Clique em para baixar o plugin (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Clique em para baixar o plugin (Reprodução/ Taysa Coelho))Clique em “Gratuito” para baixar o plugin Unfriend Alert no Google Chrome (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

 

Passo 3. Clique em “Adicionar”;

Clique em adicionar para instalar o Unfriend Alert (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Clique em adicionar para instalar o Unfriend Alert (Reprodução/ Taysa Coelho))Clique em adicionar para instalar o Unfriend Alert (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Passo 4. Feche o navegador e abra de novo. Em seguida, acesse seu perfil do Facebook. Você vai visualizar um novo ícone no menu, um símbolo de “-1”. Caso algum amigo o exclua, a aplicação vai exibir um alerta.

Um novo ícone surge no menu do Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Um novo ícone surge no menu do Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho))Um novo ícone surge no menu do Facebook toda vez que um amigo te exclui (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

2) Facewatcher

Passo 1. Faça o download do Facewatcher no TechTudo Downloads;

Passo 2. Abra o programa em seu dispositivo móvel e clique em “Entrar com Facebook”

Faça o login no Facewatcher com seus dados do Facebook (Reprodução/ Taysa) (Foto: Faça o login no Facewatcher com seus dados do Facebook (Reprodução/ Taysa))Faça o login no Facewatcher com seus dados do Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Passo 3. Uma janela vai abrir em seguida, pedindo autorização para que o aplicativo acesse suas informações. Clique em “OK” para prosseguir;

Autorize o acesso do app a seus dados na rede social (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Autorize o acesso do app a seus dados na rede social (Reprodução/ Taysa Coelho))Autorize o acesso do app Facewatcher a seus dados na rede social (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Passo 4. Assim que o programa abrir, basta clicar na opção “ex-amigos” para descobrir quem desfez a amizade com você na rede social depois da instalação do aplicativo;

Descubra quem são seus ex-amigos com Facewatcher (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Descubra quem são seus ex-amigos com Facewatcher (Reprodução/ Taysa Coelho))Descubra quem são seus ex-amigos com Facewatcher (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

3) Who Deleted Me

Passo 1. Acesse o Who Deleted Me através do TechTudo Downloads;

Passo 2. Clique em “Login with Facebook”;

Clique em Log me with Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Clique em Log me with Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho))Clique em Login with Facebook na página do Who Deleted Me (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

 

Passo 3. Clique em “OK” na janela que abrir;

Clique em Ok para autorizar o acesso do Who Deleted Me (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Clique em Ok para autorizar o acesso do Who Deleted Me (Reprodução/ Taysa Coelho))Clique em OK para autorizar o acesso do Who Deleted Me (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Passo 4. Confira no site os amigos que te deletaram da rede social no último dia, semana ou mês. Caso haja alguma alteração, o aplicativo enviará um e-mail para o endereço cadastrado na rede social;

Descubra quem te deletou (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Descubra quem te deletou (Reprodução/ Taysa Coelho))Descubra quem te deletou com o Who Deleted Me (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Veja os pedidos de amizade rejeitados no Facebook

Passo 1. Entre em seu perfil no Facebook;

Passo 2. Vá ao menu de solicitação de amizades e clique em “Localizar amigos”;

Clique em Visualizar (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Clique em Visualizar (Reprodução/ Taysa Coelho))Clique “Localizar amigos” no Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

 

Passo 3. Na página seguinte, clique em “Visualizar solicitações enviadas”;

Clique em Visualizar solicitações enviadas (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Clique em Visualizar solicitações enviadas (Reprodução/ Taysa Coelho))Clique em Visualizar solicitações enviadas no Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Passo 4. Lá, é possível ver as pessoas que não aceitaram sua solicitação de amizade.

Veja quem não aceitou seu pedido de amizade no Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho) (Foto: Veja quem não aceitou seu pedido de amizade no Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho))Veja quem não aceitou seu pedido de amizade no Facebook (Reprodução/ Taysa Coelho)

 

Agora é só usar umas das opções para descobrir que são seus ex-amigos ou quem não quer entrar para seu círculo de contatos.

(Taysa Coelho, Tech Tudo)

BB é acusado de usar SMS e celular corporativo para pressionar funcionários

O Ministério Público do Trabalho do Piauí (MPT-PI) entrou com ação contra o Banco do Brasil pedindo uma indenização de R$ 10 milhões por dano moral. O motivo é o assédio moral que os funcionários da superintendência do Banco no estado têm sofrido com cobranças de metas a serem atingidas.

A principal forma de pressão acontece por meio de mensagens SMS em aparelhos celulares corporativos. Caso o banco seja condenado, o valor da multa deverá ser revertido em campanha publicitária de combate ao assédio moral no trabalho e em programas de acompanhamento psicológico aos trabalhadores.

Iniciadas em janeiro de 2013, a partir de dados do Sindicato dos Bancários no Piauí, as investigações constataram que, apesar do plano de metas da empresa ser semestral, a exigência ocorria diversas vezes ao dia, tendo casos em que um determinado funcionário afirmou ter recebido mais de 80 mensagens seguidas. De acordo com o MPT, a pressão desencadeou doenças nos funcionários – alguns estavam tomando remédio controlado para trabalhar e outros chegaram até a antecipar a aposentadoria.

Para a procuradora do Trabalho Maria Elena Moreira Rêgo, responsável pela investigação, o tom de cobrança nas mensagens era agressivo, irônico, ameaçador e extrapola os limites do aceitável. “A pressão que esses trabalhadores sofreram é injustificável e insuportável. Ouvi relatos emocionantes de homens angustiados. Trabalhadores que começaram a ser cobrados e pressionados tão intensa e constantemente que não resistiram e desistiram”, afirmou.

Na ação, que foi ajuizada em 16 de dezembro de 2013 e distribuída para a 4ª Vara do Trabalho de Teresina, a procuradora pede ainda a quebra de sigilo de dados telefônicos de todos os celulares corporativos do Banco do Brasil no Piauí para a empresa Telemar Norte Leste S/A, a fim de verificar a frequência das ligações e envios de SMS. Se a empresa de telefonia não atender ao pedido, pode ser multada em R$ 1 mil por dia de atraso no envio dos relatórios com os registros das chamadas e mensagens.

*Com agências de notícias

Via Convergência Digital

Aprenda a bloquear tudo sobre BBB no Facebook e Twitter

Tutorial criado por CanalTech

Há quatorze anos, o Brasil é invadido por uma febre chamada Big Brother Brasil. Se você não faz parte dessa legião de fãs, bloquear esse assunto no Twitter e Facebook é uma ótima opção para usuários do navegador Chrome.

Para isso, basta filtrar o conteúdo relacionado ao programa. Mas, como?

O primeiro passo é criar uma lista de palavras que estejam relacionadas ao reality-show. Termos comoBBB, Big Brother Brasil, Big Brother, BigBrother, BBB14, paredão, eliminação, prova do anjo, prova do líder, Big Fone, estalecas, casa de vidro, Pedro Bial, Bial, Boninho e os nomes ou apelidos dos participantes são ótimos para a filtragem fazer efeito.

Mas atenção: incluir o nome “André”, por exemplo, irá bloquear qualquer André. Assim como outros termos que podem estar relacionados a assuntos diversos. Avalie se isso valerá a pena.

1. A extensão Open Tweet Filter faz toda a coisa do Big Brother desaparecer da timeline do Twitter e ainda indica quais usuários foram bloqueados. Vá até o topo da página, do lado direito, clique em “Usar no Chrome”. Uma notificação aparecerá na tela e então você deve aceitar. Assim que instalado, vá até sua conta no Twitter, clique em Configurações > Filters e então acrescente os termos que quer bloquear.

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2. Já a extensão No BBB promete bloquear o assunto tanto no Facebook quanto no Twitter. Para instalar, basta fazer o download e ir até o topo da página, do lado direito. Clique em “Usar no Chrome”. Uma notificação aparecerá na tela e então você deve aceitar. Depois de instalado, atualize a página. Um ícone da extensão aparecerá no canto superior direito, logo ao lado das Configurações. Clicando no ícone e depois em “Palavras”, você pode adicionar novos termos ao filtro.

bbb3

Porém, estas extensões só estão disponíveis para o navegador do Google. O Feed Filter costumava ser o filtro de termos usado no Firefox, mas não está mais disponível na página de Add-ons da Mozilla. Alguns sites de download oferecem filtros, mas quem baixa estes programas corre risco de baixar algum malware.

Prefeitura de Fortaleza lança serviço de trânsito em parceria com Google

A Prefeitura de Fortaleza realizou uma parceria com a multinacional de serviços online Google para desenvolver uma versão local do Google Transit. O recurso do Google Maps auxília usuários com informações sobre melhores intinerários para se deslocar pela Capital. O serviço será lançado na próxima quinta-feira (9), no Paço Municipal.

Com o novo serviço é possível descobrir qual linha de ônibus utlizar em determinados percursos. O recurso possui informações pré-definidas pelos órgãos públicos responsáveis pelo transporte urbano.

O Google Transporte Público dá instruções sobre como percorrer um trajeto, informa o tempo estimado para completar um percurso, mostra, por exemplo, até qual ponto de ônibus o usuário deve andar, qual coletivo pegar e onde descer para chegar ao destino. E quando houver mais de uma alternativa de percurso, a ferramenta mostrará as melhores rotas, levando em conta o tempo de viagem para o usuário.  O Google Transit deve atualizar os dados com atualizações constantes. 

Mais de 1 milhão utiliza transporte público na Capital

O sistema de transporte público de Fortaleza conta com 296 linhas, 579 itinerários e 4.807 paradas de ônibus, com uma frota diária de 1.812 veículos circulando na cidade. Toda essa estrutura transporta aproximadamente 1 milhão de passageiros que utilizam diariamente o transporte público. “Diante da dimensão do serviço de transporte público da capital, esse será um excelente alternativa para o fortalezense que utiliza ônibus, mas também para os turistas que estão em Fortaleza, especialmente para o período da Copa do Mundo de 2014”, afirma o Prefeito Roberto Cláudio.

Para disseminar ainda mais o serviço no Brasil, a multinacional pretende desenvolver o Google Transit em todas as cidades sedes do mundial de 2014. Hoje o Google Maps oferece esse serviço em mais de 800 cidades do mundo todo e é sem dúvida um facilitador.

(Diário do Nordeste)

Estudante do Ceará desenvolve telha que gera energia elétrica a partir dos ventos

Foi sentado debaixo de uma árvore que o físico Isaac Newton teve inspiração para investigar o motivo das coisas “caírem”, desenvolvendo a teoria da gravidade. Três séculos depois, foi olhando para uma telha, em uma noite fria de Fortaleza, que o estudante de Mecatrônica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) Eduardo Morais teve a ideia de criar um projeto que gera energia elétrica a partir da força dos eventos.

Filho de eletricista, o jovem de 23 anos sempre gostou de “mexer” com energia. “Desde pequeno que eu gostava de desmontar coisas e saber como funcionava. Queimei os dedos algumas vezes, mas meu pai me dava inspiração para conhecer mais sobre a área de eletricidade”.

Já na faculdade, Eduardo Morais passou a desenvolver projetos que envolvessem energia e mecânica. Primeiro foi um tênis que gerava energia com o movimento, depois veio uma mochila que também produzia energia e, por último, a telha eólica. “A telha veio depois de outros projetos que eu já desenvolvia na escola. Motivado pelo potencial eólico do Ceará, comecei a pensar em algo que pudesse ajudar a população que não pode pagar energia cara”, afirma.

Ambiente de trabalho

Eduardo Morais usa um túnel de vento para testar o processo de produção de energia alternativo (Foto: Divulgação)

O projeto, que conta com a ajuda do amigo Heitor Lustosa e do professor Antônio Cleidson da EEFM Professor Paulo Freire, no bairro Henrique Jorge, onde começou a ser desenvolvido, consiste em um aparelho que gera energia por meio do movimento do vento. Ele é acoplado nas telhas convencionais de barro e consegue levar energia até as lâmpadas elétricas.

Eduardo calcula que as telhas eólicas são mais econômicas que as fotovoltaicas, popularmente chamadas de telhas de vidro. Apenas um metro quadrado de telha eólica poderia alimentar uma lâmpada de 60 watts e uma de 20 watts. A vantagem é que, em casas que já possuem a telha convencional, basta adaptar os equipamentos. “O metro quadrado de uma telha eólica está sendo avaliado em R$ 240, já o m² de uma fotovoltaica custa em torno de R$ 1.000”, conta.

Equipe-de-estudo

Da esquerda para a direita: prof° Antônio Cleidson , Eduardo Morais e Heitor Lustosa (Foto: Divulgação)

Questionado sobre a concorrência que poderia gerar com as companhias de energia, o estudante diz que o projeto é voltado para família carente e poderia tornar-se um grande benefício. “De certa forma geraria um incômodo, mas o projeto poderia ser usado por famílias de baixa renda para economizar energia. Também poderia ser implantado em regiões em que as redes elétricas ainda não chegaram”, observa Eduardo, que já apresentou o projeto em vários eventos científicos e aguarda investimento privado.

(Felipe Lima, Tribuna do Ceará)

Ceará tem 4ª pior condição de acesso a serviços judiciais, afirma Ministério

Ceará tem a 4ª pior condição de acessar os serviços ligados ao Judiciário, apontou estudo elaborado pelo Ministério da Justiça em parceria com universidades, instituições públicas e entidades. O Índice Nacional de Acesso à Justiça (Inaj), disponível no Atlas do Acesso à Justiça, será lançado nesta segunda-feira (16), às 17h, pelo governo federal.

O banco de dados administrado pelo Executivo federal consolida em uma mesma ferramenta informações como número de profissionais e de unidades da Justiça – entre as quais Defensoria Pública, Ministério Público, Procons e instâncias do Judiciário – para quantificar o grau de dificuldade que a população enfrenta ao tentar usar serviços públicos judiciais.

O portal do Atlas do Acesso à Justiça também traz informações sobre os serviços extrajudiciais, como cartórios, delegacias e Procons, e utiliza dados sobre o total da população e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada localidade.

Na versão que considera equipamentos judiciais e extrajudiciais, o Ceará teve índice de acesso à Justiça de 0,09. O pior índice foi o do Maranhão, com 0,06. Além do Maranhão, o Ceará fica à frente de Pará e Amazonas quando se trata da facilidade de acesso a recursos judiciais. Em primeiro lugar ficou o Distrito Federal, com índice 0,41.

“A justiça se realiza não apenas nos tribunais, mas com o apoio de inúmeras instituições essenciais à Justiça – Ministério Público, Defensoria Pública e Advocacia –  e iniciativas extrajudiciais, como núcleos de Justiça Comunitária, delegacias de polícia, Procons, cartórios, entre outros”, destacaram os organizadores do Atlas na justificativa do projeto.

(G1 Ceará)

iPhone 5s passa Galaxy S4 e se torna smartphone mais vendido

Os aparelhos iPhone 5s e iPhone 5 ultrapassaram juntos as vendas do Samsung Galaxy S4 em outubro deste ano, segundo dados da empresa Counterpoint. 

O iPhone 5s manteve o topo da lista de vendas globais de smartphones. Já o iPhone 5 alcançou o segundo lugar, ultrapassando o Galaxy S4. 

O novo iPhone 5c também aparece na lista na quarta posição, seguido pelo Galaxy Note 3, Galaxy S3 e Galaxy S4 Mini. 

Apesar de possuir boas vendas em todo o mundo, o principal trunfo da Apple para a boa recepção do iPhone 5s foi o início da comercialização do aparelho na China, onde viu sua porcentagem de participação de mercado subir de 3% em setembro para 12% em outubro. 

Além disso, a Apple está em fase final de negociação com a operadora China Mobile, a maior do país, e poderá alcançar números de vendas ainda maiores. 

Os dados contabilizados pelo relatório mensal “Market Pulse”, da Counterpoint, utilizam informações de vendas de revendedores e distribuidores de 33 países.

Via http://info.abril.com.br 

Contas residenciais e extratos bancários devem ser entregues por e-mail até abril de 2014

Até abril do ano que vem deverá estar concluída uma parceria dos Correios com a empresa Valid para a criação de uma empresa que irá prestar serviços como certificação digital, impressão descentralizada e emissão eletrônica de documentos.

O memorando de entendimento já foi firmado entre a estatal e a empresa, escolhida em processo de seleção que iniciou com cerca de 360 concorrentes.

Com a parceria, os clientes poderão receber, por exemplo, extratos bancários ou contas telefônicas por e-mail.

A ideia é que no futuro, quem quiser poderá receber a maioria das correspondências de forma eletrônica. “A opção final sempre será do consumidor. Esta nova geração vai ser natural a opção neste sentido”, avalia a vice-presidenta de negócios dos Correios, Morgana Santos.

Ela explica que os Correios querem começar a se equiparar aos grandes players postais do mundo, que têm esse tipo de diversificação de negócios. Ela também destaca a necessidade de redução de mensagens impressas, uma tendência mundial. “Isto vem para dar resposta ao movimento que está acontecendo no mundo, e ainda não está acontecendo de forma relevante no Brasil, porque ainda temos uma demanda crescente por impressões”, diz.

O vice-presidente econômico-financeiro dos Correios, Luís Mário Lepka disse que os Correios terão participação de cerca de 49% na empresa que será criada. Ela será uma prestadora de serviços e a associação deve ser concluída em abril do ano que vem.

O valor previsto para o investimento, tanto dos Correios como da Valid será objeto de estudos, assim como o plano de negócios dos serviços a serem ofertados. A transação ainda depende da finalização das negociações entre as partes e de providências administrativas, entre elas a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

(Rádio Verdes Mares)

Facebook libera retrospectiva de usuários e assuntos mais comentados em 2013

O Facebook liberou nesta segunda-feira, 9/12, uma página especial com tudo que mais “bombou” na maior rede social do mundo durante 2013.

Ao acessar a página Facebook Stories, é possível descobrir, por exemplo, quais foram os principais eventos cotidianos relatos pelos usuários do site de Mark Zuckerberg – a lista traz atividades como “Abandonou um hábito”, “Colocou um piercing” e “Terminou um relacionamento”.

Já na seção Principais Check-ins Pelo Mundo, o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, aparece representando o Brasil. Outros locais que receberam destaque nessa lista incluem a região de Puerto Madero, em Buenos Aires, na Argentina, e a Disney, que aparece com destaque na Califórnia e no Japão.

Assuntos mais comentados

O Carnaval, uma das festas mais conhecidas do Brasil, foi o assunto mais comentado entre os usuários do país no Facebook neste ano. Em seguida aparecem o atacante Neymar, do Barcelona, o festival de música Rock in Rio e o Papa Francisco, que visitou o país em 2013.

O mesmo Papa Francisco conseguiu ficar em primeiro lugar na lista de assuntos mais comentados no mundo, seguido por eleições políticas e o bebê real do Reino Unido.

Pontos altos do seu ano

Além disso, o usuário também pode conferir ao final da página o recurso Year in Review, que reúne alguns dos seus principais momentos no Facebook neste ano que está chegando ao fim.

Via http://idgnow.uol.com.br

Internet avança sobre TV e finca bandeira como segunda mídia global

Um estudo sobre investimentos globais em mídia liberado hoje (09/12) pela ZenithOptimedia, do grupo  Publicis, mostra que a Internet é dona absoluta do segundo lugar como mídia global mais importante, terminando 2013 com uma fatia de 20,26% do dinheiro de publicidade global (17,9% desktop internet e 2,7% mobile).

A TV continua com a “fatia do leão”, detendo 40,2% dos investimentos em 2013, mas vai reduzir sua participação no bolo para 39,3% em 2016, perdendo terreno para a internet, que em 2016 vai capturar 26,6% do bolo publicitário mundial (18,9% internet desktop e 7,7% mobile).

Segundo a ZenithOptimedia, o faturamento mundial total de publicidade deverá terminar 2013 com um total de US$ 532 bilhões, crescimento de 3,6% sobre 2012 e, pela primeira vez na história, superando a casa dos US$ 500 bilhões. Em 2014 a taxa de crescimento sobe para 5,3%, mantendo taxas de crescimento de 5,8% em 2015 e 2016.

Segundo a empresa, é boa notícia para as empresas de mídia e publicidade, porque as taxas de crescimento a partir de 2014 vão voltar ao patamar de 2007 (5,4%) antes da crise econômica global.

Todas as regiões estão em crescimento. A América Latina tem sido a área com taxa de crescimento em mídia mais alta entre todas elas desde 2010 e vai manter a posição de liderança até 2016, acelerando do crescimento de 8,1% em 2013 para 12,7% em 2016. Investimentos na região da Ásia Pacífico manterão as taxas de crescimento entre 6% e 7% ao longo dos anos. A Europa Oriental, depois de ter enfrentado queda em 2012 e 2013, terá crescimento modesto de 1,9% em 2014 e um pouco melhor em 2015 e 1016 (2.3%).

Em termos de países, a China continua o mercado mais quente, com crescimento de 10% ao ano até 2016. O país é o terceiro maior mercado mundial, perdendo apenas para EUA e Japão. O bloco dos BRICs está em rota ascendente. A Rússia vai entrar para a lista dos dez maiores mercados publicitários em 2015, juntando-se à China e ao Brasil. A Índia, atualmente em 14o lugar no ranking, vai crescer 39% em 2016 comparado com 2013, tornando-se a número um na lista dos que mais crescem em publicidade no período.

Via http://idgnow.uol.com.br

Falso vídeo do acidente de Paul Walker é usado em golpe no Facebook

A morte prematura de Paul Walker em um grave acidente de carro na Califórnia está sendo explorada por hackers para espalhar vírus e ganhar dinheiro com pequenos golpes envolvendo cartões de crédito. Segundo equipes do Hot for Security, cibercriminosos têm usado o Facebook para causar estragos.

O ator de 40 anos morreu durante uma colisão em Santa Clarita, nos Estados Unidos. Seu amigo Roger Rodas, de 38 anos, dirigia o veículo e também morreu no local; a cena teria sido impactante.

Posts no Facebook com vídeos da morte de Paul Walker são vírus (Foto: Reprodução/Hot for Security) (Foto: Posts no Facebook com vídeos da morte de Paul Walker são vírus (Foto: Reprodução/Hot for Security))Posts no Facebook com vídeos da morte de Paul Walker são vírus (Foto: Reprodução/Hot for Security)

Apenas dois dias após a tragédia envolvendo o famoso ator da série “Velozes e Furiosos”, posts falsos que prometem mostrar vídeos com imagens do momento da batida e da explosão do Porsche vermelho, assim como do corpo de Walker começaram a se espalhar no Facebook.

Supostos vídeos circulam pelo site de relacionamento com mensagens, como “Assista o terrível acidente de carro de Paul Walker” seguidos de links para sites duvidosos.

Entretanto, as imagens iniciais (da fotos do post) são as mesmas reproduzidas pela TV, registradas minutos após o acidente, e não durante a colisão.

Segundo instruções do post, os usuários do Facebook são “obrigados” a compartilhar o conteúdo na rede social para, só depois, vê-lo por completo. Após compartilhar, e finalmente conseguir acessar as páginas que teoricamente hospedam os vídeos, o usuário é redirecionado para um download e cai nas garras dos golpistas.

Suposto vídeo da morte de Paul Walker se espalha na web; entenda o golpe (Foto: Reprodução/Hot For Security)Suposto vídeo da morte de Paul Walker se espalha; entenda o golpe (Foto: Reprodução/Hot For Security)

As páginas solicitam um cadastro gratuito, porém com dados bancários. Entretanto, as imagens não aparecem. Quem fornece os dados como número do cartão, nome, endereço, data de validade e código de segurança pode ter seu cartão de crédito utilizado indevidamente e seu dinheiro roubado.

 

Golpitsas pedem dados bancários para fazer o download do vídeo (Foto: Reprodução/Hot for Security) (Foto: Golpitsas pedem dados bancários para fazer o download do vídeo (Foto: Reprodução/Hot for Security))Golpitsas pedem dados bancários para fazer o download do vídeo (Foto: Reprodução/Hot for Security)

 

Esta não é a primeira vez que cibercriminosos se aproveitam da morte de uma celebridade. Casos semelhantes ocorreram em junho de 2009, quando o ícone da música pop, Michael Jackson, também morreu.
Sendo assim, os usuários devem manter o antivírus e outros softwares atualizados para evitar a infecção do seu sistema operacional e sempre desconfiar de vídeos com imagens exclusivas de acidentes e corpos, além de nunca fornecer dados pessoais a sites duvidosos em troca de algum conteúdo inédito ou exclusivo na rede social.

O ator Paul Walker que faleceu no dia 30 de novembro em um acidente de carro ficou conhecido pelo seu papel na pele de “Brian O’Conner” em “Velozes e Furiosos. Segundo as autoridades locais, o resgate chegou ainda quando o veículo estava pegando fogo. Mas, após apagarem as chamas, os bombeiros da Califórnia declararam mortas as duas vítimas.

Via Hot for Security.

(Lívia Dâmaso, Tech Tudo)

30 COISAS QUE VOCÊ NÃO PRECISA MAIS PORQUE TEM UM SMARTPHONE

Se o seu smartphone está com você desde as primeiras horas do dia, sendo usado tanto para a função de despertador quanto para checar o clima lá fora, 30 itens que os seus pais e avós costumavam a usar estão sendo deixados de lado. O site BuzzFeed fez uma lista que mostra três dezenas de objetos que são abandonados quando decidimos comprar um celular que possui diversas funcionalidades.

De telefone fixo a lanterna, veja todos os itens da seleção.

30 coisas que você não precisa mais porque tem um smartphone
Telefone fixo
Lanterna
Agenda telefônica
Jornal
Walkman
Bússola
Câmera fotográfica
Bloco de anotações
Gravador
10ª Calculadora
11ª Relógio
12ª Relógio com calculadora
13ª Despertador
14ª Timer
15ª Cronômetro
16ª E-mail
17ª Jogo portátil
18ª Mapa
19ª GPS
20ª Enciclopédia
21ª Rádio
22ª Conversar
23ª Lojas de discos
24ª Lista telefônica
25ª Folheto de delivery
26ª Homem do tempo
27ª Álbum de fotos
28ª Lembrar algo sozinho
29ª Sentir tédio
30ª Mídia impressa

(Blog do Luis Nassif)

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O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

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. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

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"Todo o indivíduo tem direito a liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão". Art.19 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, promulgada em 10 de dezembro de 1948.
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