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Campanha Salarial 2010

Esta categoria contém 79 posts

Contraf-CUT disponibiliza íntegra dos Acordos Aditivos do BB e da Caixa

Já estão disponíveis no site da Contraf-CUT os acordos aditivos assinados na última sexta-feira, dia 29 de outubro, pelas entidades sindicais com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, no Rio de Janeiro. Conquistados após a maior greve da categoria em duas décadas, os instrumentos garantem avanços históricos nas pautas específicas dos trabalhadores dos dois bancos federais.

Na Caixa, as conquistas vão do reajuste de 7,5% (aumento real de 3,08%) em todas as verbas salariais, elevação do piso de ingresso para R$ 1.600 (o que representa 10,11% de reajuste) e para R$ 1.637 após 90 dias (o que significa reajuste de 12,74%), além de um acréscimo linear de R$ 39,00 em todas as referências do PCS de 2008.

> Clique aqui para acessar a integra do acordo da Caixa.

Os empregados conquistaram ainda uma PLR Social, equivalente a 4% do lucro líquido, distribuídos de forma linear para todos os empregados. A conquista foi garantida com um acordo específico com o banco, assinado pelas entidades sindicais também no dia 29.

> Clique aqui para acessar a íntegra do acordo de PLR da Caixa.

No caso do Banco do Brasil, o acordo firmado traz conquistas relativas ao Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), como a implantação da Carreira de Mérito, valorização dos pisos (com reajuste de 12,99% em todos os VPs, representando aumento real de 8,71%) e proibição ao banco de iniciar processo de descomissionamento de funcionários sem no mínimo três avaliações negativas consecutivas na GDP – o que é um avanço também no combate ao assédio moral.

Além disso, os trabalhadores do BB conquistaram reajuste de 7,5% (aumento real de 3,08%) para todas as verbas salariais, incluindo comissões e VRs, e um acordo de PLR considerado o melhor da categoria.

> Clique aqui para acessar a integra do acordo do BB.

Os acordos também estão disponíveis na seção Convenções e Acordos no site da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT

Lucro do Santander beira os R$ 2 bilhões

São Paulo – O Santander Brasil divulgou lucro líquido de R$ 1,934 bilhão no terceiro trimestre deste ano, de acordo com o padrão contábil internacional, o IFRS. Pelo padrão nacional, denominado BR Gaap, o resultado foi de R$ 1,016 bilhão.

O Sindicato leva em consideração o padrão IFRS, que também é o resultado analisado pelos acionistas em todo o mundo, pois acha justo que ele seja levado em conta na hora de se discutir a PLR (Participação nos Lucros e Resultados), já que o trabalho dos bancários brasileiros foi fundamental para o impacto nos lucros mundiais do grupo. A participação do Brasil nos negócios do banco espanhol subiu de 5% em setembro de 2009 para 25% em setembro deste ano, como informou a diretoria do Santander.

O R$ 1,9 bilhão, pelo IFRS, é 31,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Já os R$ 1 bilhão pelo BR Gaap é 114% mais alto do que o valor do mesmo período de 2009.

Ano – O Santander anunciou ainda que, pelo padrão brasileiro (BR Gaap), o lucro líquido consolidado dos nove primeiros meses deste ano ficou em R$ 3,032 bilhões. De janeiro a setembro de 2009, esse montante era de R$ 1,420 bilhão. Já pelo padrão internacional (IFRS) o lucro do Santander de janeiro a setembro de 2010 foi de R$ 5,464 bilhões.

“O banco teve esse crescimento extraordinário graças ao esforço dos trabalhadores. O Santander tem a obrigação de dividir melhor os lucros com seus funcionários. Além disso, tem a obrigação de respeitar o trabalhador, combatendo o assédio moral e acabando com as metas abusivas que levam ao adoecimento físico e emocional do funcionário. A maior participação do Brasil nos lucros do banco espanhol, como foi divulgado, torna ainda mais legítima a exigência do Sindicato para que o banco ‘respeite o Brasil e os brasileiros’”, ressalta o diretor do Sindicato Marcelo Sá.

(Bancários SP)

Bancários são responsáveis pelo lucro recorde do Itaú Unibanco

São Paulo – O lucro líquido do Itaú Unibanco chegou a R$ 3,03 bilhões neste terceiro trimestre do ano, segundo balanço divulgado pelo banco nessa quarta-feira 3. Esse montante representa aumento de 33,77% em relação ao mesmo período de 2009. O lucro é recorde, já que supera os R$ 2,5 bilhões do Bradesco também para o terceiro trimestre de 2010.

> Lucro do Bradesco bate novo recorde

Para o diretor executivo do Sindicato Daniel Reis, o aumento do lucro do banco é consequência direta do trabalho de seus funcionários que, por isso, devem ser valorizados e recompensados. “O mercado financeiro vem crescendo mais do que qualquer outro setor da economia e os responsáveis por isso são os bancários, portanto, o banco tem de valorizá-los. Um resultado de mais de 3 bilhões de reais mostra que há espaço para melhor distribuição do lucro e remuneração maior”.

De janeiro a setembro deste ano, o lucro líquido do Itaú Unibanco já soma R$ 9,433 bilhões, uma alta de 37,6% em relação a igual período do ano passado.

A carteira total de crédito do banco fechou setembro em R$ 313,2 bilhões, aumento de 16,5% em comparação com o resultado de janeiro a setembro de 2009 e de 5,7% em relação ao segundo trimestre deste ano. O destaque foi para o crédito de pessoa jurídica, que aumentou 16,2% em relação ao ano passado (janeiro a setembro) e 6,7% em comparação com o trimestre anterior. Já o crédito de pessoa física fechou em 15,9% a mais do que em 2009 (janeiro a setembro) e cresceu 4,1% em relação ao segundo trimestre de 2010.

(Bancários SP)

Revista dos Bancários destaca greve histórica e alerta para o risco Serra

 
Compare os índices de reajustes dos bancários nos governos FHC e Lula

A mais nova edição da Revista dos Bancários, produzida pela Contraf-CUT , já começou a ser distribuída pelos sindicatos em todo o país. Com a manchete “Avançamos”, a publicação traz um balanço sobre a Campanha Nacional dos Bancários 2010, mostrando como a “maior greve conquistou o melhor acordo em 20 anos” para a categoria.

Além dos ganhos reais nos salários e do aumento da PLR, a revista analisa a conquistas de um instrumento de combate ao assédio moral nos bancos e a melhoria no atendimento das vítimas de assaltos e sequestros. A unidade nacional dos bancários e a força da greve de 15 dias, que chegou a paralisar 8.280 agências em todo o país, são ressaltadas como fatores fundamentais para arrancar avanços nesta campanha.

> Clique aqui para acessar a versão para leitura on-line

A publicação apresenta dados históricos e comparativos sobre a evolução dos reajustes salariais e dos pisos na era FHC e no governo Lula, confrontando o arrocho no período tucano com os ganhos obtidos nos últimos sete anos. Além disso, relembra os tempos sombrios do governo tucano de FHC, do qual o candidato José Serra foi ministro do Planejamento e condutor das políticas de privatização de empresas estatais.

A revista relaciona uma série de fatos que mostram por que a candidatura tucana representa uma ameaça aos trabalhadores e aos bancos públicos, como BB, Caixa, BNB e Banco da Amazônia.

Confira alguns riscos para os trabalhadores:

 Tucanos arrocham salários. Nos oito anos do governo PSDB/FHC, os bancários tiveram arrocho salarial, tanto nos bancos públicos como privados (veja nas tabelas acima). Serra fez o mesmo no governo de São Paulo.

 Serra coordenou privatizações. Como ministro do Planejamento de FHC, Serra coordenou o programa de privatizações, entre elas Vale do Rio Doce, Embraer, todo o sistema Telebrás, Light, CSN, Escelsa entre outras.

 Privatizações de bancos públicos. A política do governo do PSDB privatizou Banespa, Banerj, Banestado, Bemge, Baneb, Bandepe, Credireal, Meridional, BEA, BEG e Paraiban.

 Serra vendeu último banco público paulista. A Nossa Caixa só não foi privatizada porque o BB comprou, mas as negociações já estavam avançadas com o Bradesco.

 Desmonte do BB e da Caixa. Quando FHC assumiu, em 1995, o BB tinha 119 mil funcionários e a Caixa 76 mil. Quando saiu, o BB tinha 77 mil e a Caixa 53 mil. Além das demissões, a reestruturação brutal arrochou salários (veja no quadro), retirou direitos, precarizou o trabalho, acabou com o PCS e humilhou os trabalhadores. Os dois bancos também ficaram praticamente sem PLR nos governos tucanos.

 Objetivo era privatizar BB e Caixa. O desmonte dos dois bancos públicos federais visava enfraquecê-los para privatizá-los. Isso estava explicitado em documentos enviados pelo governo FHC ao FMI e em estudo encomendado ao consórcio Booz-Allen, Hamilton & Fipe.

 Prejuízos aos aposentados, com a implantação do fator previdenciário que reduziu os novos benefícios de aposentadoria em até 40%.

 Desrespeito aos trabalhadores. Intervenção branca (bloqueio de contas), no início do governo FHC, em sindicatos de petroleiros do país, demissão de mais de 70 grevistas e uso de força militar contra os trabalhadores do setor. O governador Serra, em São Paulo, tentou criminalizar os movimentos sociais e sindicais, jogando a polícia contra professores, entre outras arbitrariedades.

Fonte: Contraf-CUT

Acordo Coletivo da Caixa: Perguntas e Respostas

Por que a Caixa Federal aplicou um redutor em seu lucro para o cálculo do pagamento da antecipação da regra básica da PLR?
A direção da Caixa Federal fez uma projeção de R$ 2,5 bi em seu lucro para 2010. A partir dessa estimativa, a empresa fez o cálculo da antecipação da regra básica da PLR, mas com a aplicação de um redutor de 35% nos valores a serem creditados aos empregados no dia 29.

Com isso, foi criada a seguinte situação: após calcular a regra básica da PLR da Fenaban (90% do salário mais R$ 1.100, 80, com teto de R$ 7.181) se aplica o redutor de 35% do total a ser pago ao empregado – veja exemplo no quadro.

Pela regra na Fenaban, as empresas devem distribuir o percentual máximo de 15% do lucro líquido com a PLR dos empregados. Caso a Caixa aplicasse a regra calculada pela sua estimativa de R$ 2,5 bi, o montante ultrapassaria o percentual estabelecido em convenção coletiva. Por isso ocorreu o redutor, mas foi garantida a distribuição de 13% do lucro líquido aos empregados.

Essa mesma medida foi tomada pela Caixa no ano passado. A empresa também fez uma estimativa, considerada conservadora pelo movimento sindical, para projetar seu lucro em 2009, utilizando R$ 2 bi para o cálculo. A Caixa fechou o ano com R$ 3 bi e toda a correção ocorreu na segunda parcela, paga em março.

Como apenas o lucro do primeiro semestre deste ano chegou a R$ 1,7 bi, a expectativa é que a empresa tenha um resultado bem maior do que os R$ 2,5 bi projetados e que os empregados recebam todas as diferenças da regra básica na segunda parcela que será paga em março de 2011.

Também no dia 29 de outubro os empregados receberão a antecipação da primeira parcela do adicional da PLR (distribuição linear entre todos os empregados de 2% do lucro líquido, limitado a R$ 1.200) de cerca de R$ 620, e da PLR Social (distribuição de linear de 4% do lucro líquido) de aproximadamente R$ 620.

Exemplo de cálculo da antecipação da PLR
Empregado com remuneração-base de R$ 2.500
Regra básica da PLR
R$ 2.250 + R$ 1.100,80 = R$ 3.350,80
Redutor de 35%
R$ 1.172,78
Total
R$ 2.178,02
Adicional da PLR
R$ 620
50% da PLR Social
R$ 620
Total a receber
(1ª parcela – dia 29)
R$ 3.418,02

As promoções (referências) concedidas serão para todos os planos de cargos e salários (PCS) ou se só para as novas tabelas?
As referências ocorrerão em todas as tabelas.
 
O valor do adicional APPA será corrigido por 7,5% do salário?
Como todas as demais verbas, o índice de 7,5% também será aplicado ao APPA.

(Bancários SP)

Acordo Coletivo do Banco do Brasil: Perguntas e Respostas

Como calcular o reajuste de salário conquistado na campanha deste ano?
Primeiramente, verifique qual o valor do seu Vencimento Padrão (VP). Sobre este valor, calcule um percentual de 13%. Para quem está na faixa E2, por exemplo, o VP vai passar de R$ 1.166,50 para R$ 1.318,14. Se você recebe também o Vencimento Padrão de Caráter Pessoal (VCP), faça mo mesmo: aplique 13%.

Depois, aplique o índice de 7,5% de reajuste sobre os valores das gratificações, como Adicional Básico de Função (ABF) e o Adicional Temporário Fatores/Comissionamento (ATFC).

Some então o resultado dos valores reajustados pelos dois índices e aplique sobre este total os 25% referentes à Gratificação Semestral (GS). Esse total será o seu novo salário. Confira a seguir um exemplo que ilustra melhor a forma de cálculo:

Exemplo – Assistente A E5
 
Valor sem os reajustes
Índice
de reajuste
Valor após reajuste
VP
R$ 1.275,00
13%
R$ 1.440,65
ABF
R$ 841,80
7,5%
R$ 904,94
ATFC
R$ 279,90
7,5%
R$ 300,89
GS (25% s/ a soma dos valores acima)
R$ 599,18
-
R$ 661,62
Total
R$ 2.995,88
-
R$ 3.308,10 (+10,4%)

E no caso de bancários da extinta Nossa Caixa?
No caso dos funcionários da extinta Nossa Caixa, para chegar ao valor que receberá o reajuste de 13% é necessário subtrair do Vencimento Padrão de Caráter Pessoal de Incorporados (VCPI) o valor do Anuênio e, para quem tem, da Sexta Parte e do VMC. O resultado desta subtração é a diferença do salário base e é sobre esse montante que deve ser aplicado o índice de 13%. Essa diferença será a partir de agora o valor do VCP de VP e é sobre ele que, em dezembro de 2011, incidirão os 3% do interstício do PCS do BB.

E para quem recebe o CTVF?
Os bancários que tem no seu espelho a verba Complemento Temporário Variável de Função (CTVF), que serve para complementar os vencimentos quando o salário não alcança o Valor de Referência (VR), terão apenas o reajuste de 7,5% sobre o salário total, que equivale ao VR da função. Isso acontece porque a CTVF não é reajustada.

Quando será paga a indenização pelo fim da Gratificação Variável para os bancários da extinta Nossa Caixa? Quem terá direito a recebê-la?
A indenização será paga até o dia 30 de novembro de 2010 e terão direito a ela todos os bancários da extinta Nossa Caixa, exceto aqueles que deixaram de fazer parte do quadro de funcionários antes do dia 30 de agosto de 2010.

Como os bancários serão classificados quanto ao novo PCR e as promoções por mérito?
O novo Plano de Carreira e Remuneração (PCR), dirigido aos comissionados, será implantado a partir de março de 2011 (retroativo a setembro), composto por 25 níveis e com valores cumulativos e agregados ao salário. O cálculo começará a ser considerado a partir de 2006.

Se o bancário for comissionado, seu VP agregará, com o tempo, uma parcela conforme e tabela abaixo e que será independente da permanência da sua comissão. Cada um dos níveis valerá cerca de R$ 88 (já com os 25% da gratificação variável) e novos níveis serão adquiridos quando o funcionário completar 1.095 pontos na carreira. Para cada dia que o funcionário exercer um cargo comissionado, será atribuída uma pontuação de no mínimo 1 ponto e de no máximo 6 pontos, a depender do nível de responsabilidade da função.

Níveis de Carreira
M1
88,59
M2
177,18
M3
265,77
M4
354,36
M5
442,95
M6
531,54
M7
620,13
M8
708,72
M9
797,31
M10
885,90
M11
974,49
M12
1.063,08
M13
1.151,67
M14
1.240,26
M15
1.328,85
M16
1.417,44
M17
1.506,03
M18
1.594,62
M19
1.683,21
M20
1.771,80
M21
1.860,39
M22
1.948,98
M23
2.037,57
M24
2.126,16
M25
2.214,78


Leia mais
> Assinado acordo de PLR com a direção do BB

(Bancários SP)

BB e Caixa assinam Acordos Coletivos Específicos nesta sexta, dia 29

São Paulo – Representantes dos empregados e da direção da Caixa Federal assinam na sexta-feira, às 10h, no Rio, a renovação do acordo coletivo específico. Logo depois, às 12h30, será a vez dos funcionários e direção do Banco do Brasil assinarem a renovação de seu acordo coletivo específico.

Os dois novos acordos coletivos foram conquistados após intensa mobilização dos bancários das duas instituições, com a greve de 15 dias.

No Banco do Brasil, o documento prevê, dentre outras conquistas, reajuste salarial linear entre 7,5% e 13% para todos os trabalhadores (sem teto) e de 13% para o piso, que foi de R$ 1.415 para R$ 1.600. A elevação no piso trará efeitos em todo o PCS. As demais verbas, como cesta-alimentação, vale-refeição e também os valores de referência dos comissionados terão reajuste de 7,5%. Na PLR, já paga no dia 21, ficou mantida a distribuição linear de 4% do lucro líquido semestral, mais o módulo Fenaban acrescido do módulo bônus aos comissionados.

> Leia perguntas e respostas sobre acordo específico do BB

Na Caixa, também foi assegurado o aumento de 7,5% para todos e a aplicação de um delta. Será agregado também R$ 39 às referências no novo Plano de Cargos e Salários. Em todas as gratificações foi aplicado o índice de 7,5%, havendo também correção no piso dos cargos. O piso da referência 201 foi reajustado em 10,19%, passando a valer R$ 1.600.

> Leia perguntas e respostas sobre acordo específico da Caixa

A PLR, a Caixa creditará na sexta 29, como antecipação, o pagamento da regra básica e da parcela adicional da PLR, bem como a metade da PLR Social.

Leia mais
> Perguntas e respostas sobre o acordo com a Fenaban

(Bancários SP)

Santander Brasil tem lucro de R1,934 bi no 3o tri

Aluísio Alves

SÃO PAULO (Reuters) – O Santander Brasil reportou lucro líquido de 1.934.771 mil reais no terceiro trimestre, um aumento de 31,4 por cento em relação ao obtido em igual período do ano passado, segundo a norma contábil internacional (IFRS).

No padrão brasileiro, o lucro gerencial do período ficou em 1,826 bilhão de reais, ante ganho reportado de 1,275 bilhão de reais no mesmo intervalo de 2009. A expectativa média de nove analistas consultados pela Reuters apontava para lucro de 1,740 bilhão de reais.

A carteira (em BR GAAP) atingiu 159,085 bilhões em setembro, um aumento de 16,8 por cento em 12 meses. O movimento foi puxado pelos financiamentos para grandes empresas, que cresceram 20,9 por cento, e de pessoas físicas, com incremento de 19,1 por cento.

Os créditos vencidos há mais de 90 dias representavam 4,2 por cento do total da carteira de crédito, pela norma contábil brasileira. Um ano antes, esse índice era de 6,5 por cento.

As provisões do banco para perdas com crédito somaram 1,866 bilhão de reais, ante 2,403 bilhões de reais um ano antes, um declínio de 22,3 por cento.

Entre julho e setembro, a filial do banco espanhol no Brasil obteve receitas com serviços de 1,481 bilhão de reais, ante 1,262 bilhão de reais um ano antes, também pelo BR GAAP.

(Reportagem de Aluísio Alves – O Globo Online) 

Aumento real na Caixa Econômica chega a 8,02% em 2010

São Paulo – Entre as conquistas dos empregados da Caixa Federal após os 15 dias de forte greve nacional está o aumento real nos salários.

Foi assegurado o aumento de 7,5% para todos e sem o teto da Fenaban e a aplicação de um delta. Será agregado também R$ 39 às referências no novo Plano de Cargos e Salários. Em todas as gratificações foi aplicado o índice de 7,5%, havendo também correção no piso dos cargos. O piso da referência 201 foi reajustado em 10,19%, passando a valer R$ 1.600.

> Veja tabelas do PFG e do PCS de 2008

Crédito – A Caixa creditará na sexta 29, como antecipação, o pagamento da regra básica e da parcela adicional da PLR, bem como a metade da PLR Social.
Para a regra básica da Fenaban, cada empregado terá um crédito de 90% da remuneração-base mais a parcela de R$ 1.100,80, deduzindo-se do total apurado o redutor de 35%.

O pagamento deste mês refere-se a uma antecipação baseada num lucro anual estimado pela empresa. Segundo o Dieese, esta estimativa é conservadora. O valor final da PLR será conhecido depois de apurado o lucro anual e deve ser pago até 3 de março de 2011.

O adicional corresponde à distribuição linear de 2% do lucro líquido até o limite de R$ 2.400. Diante da projeção do lucro, cada empregado receberá cerca de R$ 620.

A PLR Social corresponde à distribuição de 4% do lucro líquido com distribuição linear. Na sexta 29 será antecipada 50% da conquista, aproximadamente R$ 620.

(Bancários SP)

Caixa, HSBC, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander pagam PLR até sexta, dia 29

São Paulo – Cinco bancos pagam entre os dias 27 e 29 de outubro a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e também a primeira parcela do adicional conquistadas na Campanha Nacional 2010. São eles: Caixa Federal, HSBC, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. O restante da PLR vem até 3 de março de 2011. O Safra credita a primeira parcela do adicional, já que a antecipação foi depositada em junho passado (veja tabela abaixo).

Os bancários do Santander, do Bradesco e do HSBC recebem também a 13ª cesta-alimentação no valor de R$ 311,08 e as diferenças salariais retroativas a 1º de setembro dos vales e auxílios decorrentes da aplicação do reajuste de 7,5%, o que garante aumento real de 3,08% e atinge 80% dos bancários. Os salários superiores a R$ 5.250 terão correção de R$ 393,75 ou 4,29%, o que for maior. O Santander paga, ainda, R$ 540 do Programa de Participação nos Resultados do Santander (PPRS).

O HSBC e o Itaú Unibanco pagam na quarta 27; o Bradesco, na quinta 28; Safra, Caixa e Santander na sexta-feira 29. O Banco do Brasil pagou no dia 21.

Para todos, exceto a Caixa e Safra, a antecipação corresponde a 60% da regra básica, ou seja, 54% do salário mais o valor fixo de R$ 660,48 com teto de R$ 4.308,60.

A primeira parcela do adicional corresponde a 2% do lucro líquido do primeiro semestre com teto de R$ 1.200, valor que será pago por Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. No HSBC, esse valor será de R$ 423,87. No Safra, após negociação entre a direção do banco e do Sindicato, a antecipação do adicional será 20% maior, de R$ 1.440.

Caixa – Para a antecipação na Caixa, a regra básica corresponde a 90% do salário mais R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181 ou limitado a 13% do lucro líquido projetado de 2010 (R$ 2,550 bilhões), o que prevalecer. No entanto, pela projeção, o total de 13% do lucro será insuficiente para a aplicação integral da regra básica. Desta forma, nos moldes do ano passado, será usado um redutor de 35%, garantindo a distribuição de 13% do lucro. Assim, cada empregado terá um crédito de 90% da remuneração-base mais a parcela de R$ 1.100,80, deduzindo-se do total apurado o redutor de 35%.

O pagamento deste mês refere-se a uma antecipação baseada num lucro anual estimado pela empresa. Segundo o Dieese, esta estimativa é conservadora. O valor final da PLR será conhecido depois de apurado o lucro, com o fechamento do balanço anual, e pago até o dia 3 de março de 2011.

> Safra paga antecipação do adicional no dia 29

Quando vem e o que vem
Banco
O que paga
Quando paga
Itaú Unibanco
PLR: Antecipação e 1ª parcela do adicional
27/10
Diferenças VR e VA retroativas a 1/9
12/11
Diferenças salariais retroativas a 1/9;

13ª cesta (R$ 311,08)

26/11
HSBC
PLR: Antecipação e 1ª parcela do adicional;

Diferenças salariais, de vales e auxílios, retroativas a 1/9;

13ª cesta (R$ 311,08)

27/10
Bradesco
Diferenças VR e VA retroativas a 1/9;

13ª cesta (R$ 311,08)

27/10
PLR: Antecipação e 1ª parcela do adicional;

Diferenças salariais retroativas a 1/9;
28/10
Caixa Federal

PLR: Antecipação e 1ª parcela do adicional

29/10
Santander
PLR: Antecipação e 1ª parcela do adicional;

Diferenças salariais, de vales e auxílios, retroativas a 1/9;

13ª cesta (R$ 311,08);

PPRS (R$ 540)

29/10
Safra
1ª parcela do adicional;

Diferenças salariais retroativas a 1/9

29/10

(Bancários SP)

Acordo Coletivo dos Bancários 2010: Perguntas e Respostas

Quanto vem de reajuste salarial?
São 7,5% para salários até R$ 5.250 (desconsiderando-se o ATS). Acima desse valor, o reajuste será por parcela fixa de R$ 393,75 ou pelos 4,29% da inflação, o que for mais vantajoso para o bancário – ou seja, o aumento real nessas faixas salariais pode ser maior que os 4,29%, nunca inferior (veja tabela). Os 7,5% reajustam também vales e auxílios. O vale-refeição ficou em R$ 18,15 ao dia, o alimentação em R$ 311,08 ao mês (mesmo valor da 13ª cesta). A gratificação de caixa também tem reajuste de 7,5%. O aumento do piso foi maior: 16,33%.

Reajustes Salariais (R$)
Faixas Salariais
Reajuste
Até 5.250*
7,50%
5.500
7,16%
6.000
6,56%
6.500
6,06%
7.000
5,63%
7.500
5,25%
8.000
4,92%
8.500
4,63%
9.000
4,38%
9.170 e acima
4,29%
*Exceto piso, cujo reajuste foi de 16,33%

E quando serão pagas as diferenças salariais, as dos vales e auxílios?
Essas diferenças serão pagas junto à folha de novembro. Há casos em que o banco poderá antecipar para a folha de outubro (neste caso a diferença seria só de um mês e os valores da tabela caem pela metade).

Diferenças Salariais* (R$)
Faixas
Salariais
Diferença
Salarial
Cesta-Alimentação
Vale-refeição
1.074,46
351,08
43,44
55,88
1.500
225
2.000
300
2.500
375
3.000
450
3.500
525
4.000
600
4.500
675
5.000
787,50
5.500
787,50
6.000
787,50
6.500
787,50
7.000
787,50
* Difrenças do mês de setembro e outubro

Quando será paga a antecipação da PLR?
A antecipação da PLR dos bancos privados tem de ser paga em até dez dias corridos após a assinatura do acordo com a Fenaban, que aconteceu em 20 de outubro. Bradesco e Itaú Unibanco já anunciaram que pagam a antecipação com a folha de outubro. O valor da antecipação é de 60% da regra básica (que corresponde a 54% do salário mais R$ 660,48, com teto de R$ 4.308,60). Na primeira parcela do adicional haverá a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre podendo chegar a R$ 1.200.

Como é a regra básica da PLR?
A regra básica prevê o pagamento de 90% do salário mais R$ 1.100,80 fixos, com teto de R$ 7.181. Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados até o limite de 2,2 salários, com teto de R$ 15.798.

E o valor adicional?
Distribuição linear de 2% do lucro líquido entre todos os bancários com teto de R$ 2.400. A Campanha Nacional Unificada 2010 conquistou aumento de 14,28% em relação ao teto do ano passado que foi de R$ 2.100.

E o restante da PLR, quando e como será pago?
O restante vem até março de 2011. Pelas projeções feitas pelo Sindicato todos os bancos, exceto o HSBC, terão de pagar 2,2 salários de PLR para seus funcionários (a PLR “cheia”) mais o valor adicional total de R$ 2.400.

Quem tem direito a receber a PLR?
Pagamento integral: admitidos até 31 de dezembro de 2009 e em efetivo exercício em 31 de dezembro de 2010, ou seja, que tenham trabalhado durante todo o ano; admitidos até 31 de dezembro de 2009 e que se afastaram a partir de 1o de janeiro de 2010 por doença, acidente de trabalho ou licença maternidade. Ou seja, o bancário tem de ter trabalhado pelos menos um dia durante o ano de 2010.

Pagamento proporcional na razão de 1/12 por mês trabalhado: admitidos a partir de 1º de janeiro de 2010 e em efetivo exercício de 31 de dezembro de 2010, mesmo que afastados por doença, acidente de trabalho ou licença-maternidade  (período que não poderá ser descontado); desligados sem justa causa entre 2 de agosto de 2010 e 31 de dezembro de 2010.

Quem pede demissão não recebe a PLR.

Quem tem direito a receber a PLR adicional?
Pagamento integral: admitidos até 31 de dezembro de 2009 e que se afastaram a partir de 1º de janeiro de 2010 por doença, acidente de trabalho ou licença-maternidade, se pertencente ao quadro funcional na data de 20 de outubro de 2010 (data da assinatura da CCT); admitidos até 31 de dezembro de 2009 e em efetivo exercício na data da assinatura da CCT.

Pagamento proporcional na razão de 1/12 por mês trabalhado: admitidos a partir de 1º de janeiro de 2010 e em efetivo exercício na data da assinatura da CCT, mesmo que afastados por doença, acidente de trabalho ou licença-maternidade (período que não poderá ser descontado); aos desligados sem justa causa entre 2 de agosto de 2010 e a data da assinatura da CCT.

Quem pede demissão não recebe a PLR adicional.

Por que o HSBC não vai pagar o mesmo que os outros bancos?
Com base no lucro do primeiro semestre ele paga a antecipação da regra básica como os outros bancos. Mas pela projeção, não vai chegar a atingir os 2,2 salários por conta de a distribuição ficar entre os 5% e os 13% da regra. O mesmo se dá em relação à parcela adicional, que prevê a distribuição linear de 2% do lucro líquido com teto de R$ 2.400. A distribuição de 2% do lucro líquido do HSBC prevê pagamento de cerca de R$ 430 na primeira parcela do adicional.

Como ficou o auxílio-creche?
Por conta da mudança na lei que rege a educação no país (que antecipou a matrícula das crianças, em um ano, para até 6 anos), haverá alterações no pagamento do auxílio-creche/babá. Não haverá prejuízo individual, pois não terá redução da quantia total do direito. Para o bancário admitido até 31 de agosto de 2010 e que já recebia o auxílio-creche/babá, o valor mensal será de R$ 223,55, para cada filho nascido até 31 de agosto de 2010, até que complete 83 meses de idade. Os demais serão reembolsados pelo valor mensal de R$ 261,33 para cada filho nascido a partir de 1º de setembro de 2010 até a idade de 71 meses.

Como ficam os dias parados durante a greve?
Não haverá desconto dos dias parados. Todos os bancários poderão compensar os dias de greve em, no máximo, duas horas por dia. Não podem ser computados sábados, domingos e feriados e nem as horas extras já praticadas. Compensação até, no máximo, 15 de dezembro.

Caso você tenha algum problema, procure o Sindicato.

Leia mais
> Acordo assinado com a Fenaban

(Sindicato dos Bancários de SP)

Banco do Brasil distribui R$ 635,9 milhões em PLR para seus funcionários

O pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos funcionários do Banco do Brasil, realizado pelo banco na quinta-feira, 21, injetou R$ 635,9 milhões para as quase 110 mil famílias dos funcionários da empresa. A regra de PLR conquistada pela mobilização dos bancários do BB é considerada parâmetro para a categoria.

O acordo assinado com o banco pela Contraf-CUT na última segunda-feira, 18, prevê que todos os dias de substituição ou exercício parcial da função de Caixa serão considerados no cálculo da PLR. Também foi incluída uma cláusula que garante que nenhum funcionário receberá menos do que valor previsto para a PLR de Escriturário, que neste semestre ficou em R$ 3.118,08.

A PLR deveria ter sido paga aos bancários até quarta-feira, 20, mas o banco alegou problemas e adiou o crédito para esta sexta-feira. Após reivindicação da Contraf-CUT, a empresa aceitou fazer o pagamento nesta quinta.

Os valores creditados nessa quinta-feira referem-se à distribuição do lucro do primeiro semestre de 2010.

Confira os parâmetros de pagamento da PLR do BB:

- NRF Especial – 3,0 salários
- NRF 01 e 02 – 3,0 salários
- NRF 3 – 2,3 salários
- Primeiros Gestores Rede – 1,85 salários
- Primeiros Gestores Demais – 1,85 salários
- Demais Gestores Rede – 1,57 salários
- Demais Gestores BB – 1,57 salários
- Analistas e Assessores NRF 04 – 1,57 salários
- Gerência Média Rede – 1,55 salários
- Demais Gerências Médias – 1,55 salários
- Analistas e Assessores NRF 05 e 06 – 1,50 salários
- Demais Comissionados – 1,47 salários
- Escriturários – R$ 3.118,08
- Caixas Executivos – R$ 3.434,99

Fonte: Contraf-CUT

Cid Gomes reúne líderes evangélicos em ação pró-Dilma

O governador reeleito Cid Gomes (PSB) vai reunir na manhã desta quinta-feira, 21, em Fortaleza, pastores e líderes evangélicos do Estado para mobilização a favor da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Durante o encontro serão apresentadas as propostas e projetos da candidata petista. A reunião acontecerá no La Maison Dunas, às 8h, e terá a participação dos senadores José Pimentel e Eunício Oliveira além de deputados, prefeitos e lideranças políticas do Ceará.

(O Povo Online)

Perguntas e respostas sobre o Acordo Específico da Caixa Econômica Federal

Por que a Caixa Federal aplicou um redutor em seu lucro para o cálculo do pagamento da antecipação da regra básica da PLR?
A direção da Caixa Federal fez uma projeção de R$ 2,5 bi em seu lucro para 2010. A partir dessa estimativa, a empresa fez o cálculo da antecipação da regra básica da PLR, mas com a aplicação de um redutor de 35% nos valores a serem creditados aos empregados no dia 29.

Com isso, foi criada a seguinte situação: após calcular a regra básica da PLR da Fenaban (90% do salário mais R$ 1.100, 80, com teto de R$ 7.181) se aplica o redutor de 35% do total a ser pago ao empregado – veja exemplo no quadro.

Pela regra na Fenaban, as empresas devem distribuir o percentual máximo de 15% do lucro líquido com a PLR dos empregados. Caso a Caixa aplicasse a regra calculada pela sua estimativa de R$ 2,5 bi, o montante ultrapassaria o percentual estabelecido em convenção coletiva. Por isso ocorreu o redutor, mas foi garantida a distribuição de 13% do lucro líquido aos empregados.

Essa mesma medida foi tomada pela Caixa no ano passado. A empresa também fez uma estimativa, considerada conservadora pelo movimento sindical, para projetar seu lucro em 2009, utilizando R$ 2 bi para o cálculo. A Caixa fechou o ano com R$ 3 bi e toda a correção ocorreu na segunda parcela, paga em março.

Como apenas o lucro do primeiro semestre deste ano chegou a R$ 1,7 bi, a expectativa é que a empresa tenha um resultado bem maior do que os R$ 2,5 bi projetados e que os empregados recebam todas as diferenças da regra básica na segunda parcela que será paga em março de 2011.

Também no dia 29 de outubro os empregados receberão a antecipação da primeira parcela do adicional da PLR (distribuição linear entre todos os empregados de 2% do lucro líquido, limitado a R$ 1.200) de cerca de R$ 620, e da PLR Social (distribuição de linear de 4% do lucro líquido) de aproximadamente R$ 620.

Exemplo de cálculo da antecipação da PLR
Empregado com remuneração-base de R$ 2.500
Regra básica da PLR
R$ 2.250 + R$ 1.100,80 = R$ 3.350,80
Redutor de 35%
R$ 1.172,78
Total
R$ 2.178,02
Adicional da PLR
R$ 620
50% da PLR Social
R$ 620
Total a receber
(1ª parcela – dia 29)
R$ 3.418,02

As promoções (referências) concedidas serão para todos os planos de cargos e salários (PCS) ou se só para as novas tabelas?
As referências ocorrerão em todas as tabelas.
 
O valor do adicional APPA será corrigido por 7,5% do salário?
Como todas as demais verbas, o índice de 7,5% também será aplicado ao APPA.

(Bancários SP)

Santander paga antecipação da PLR e PPRS, diferenças e 13ª cesta no dia 29

O Santander anunciou nesta quarta-feira, dia 20, que vai pagar na sexta-feira que vem, dia 29, as diferenças salariais da aplicação dos reajustes salariais e da incidência nos tickets refeição e cesta-alimentação referente aos meses de setembro e outubro, além da renda variável do primeiro semestre deste ano. O crédito será feito junto com a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e do Programa de Participação nos Resultados do Santander (PPRS). Também será creditada a 13ª cesta-alimentação.

O anúncio ocorre no dia em que será assinada a Convenção Coletiva de Trabalho 2010/2011 entre a Contraf-CUT e as entidades sindicais com a Fenaban, em São Paulo. Os bancos têm um prazo de 10 dias corridos para efetuar a antecipação da PLR.

Os valores que serão creditados ainda não foram divulgados pelo banco espanhol. “Mas o que já está definido pelo Santander é que a PLR será calculada com base no balanço apurado pelas regras internacionais, conforme as entidades sindicais vinham reivindicando nos últimos anos”, destaca o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr.

Reajustes salariais

Conforme a convenção coletiva, os bancos devem corrigir em 7,5% (aumento real de 3,08%) os salários até R$ 5.250, excluindo os anuênios. Esse reajuste deve atingir cerca de 80% dos funcionários. Os vencimentos superiores receberão um valor fixo de R$ 393,15 ou a inflação do período de 4,29%, o que for maior.

Para o piso de escritório, que sobe para R$ 1.250, e o primeiro comissionado, o reajuste será de 16,33% (aumento real 11,55%). Para os caixas e tesoureiros, incluindo a gratificação de caixa e outras verbas, o reajuste será de 13,82% (aumento real de 9,14%).

Antecipação da PLR

Cada bancário terá o crédito de 60% da regra básica da PLR, o que corresponde a 54% do salário mais o valor fixo de R$ 660,48 com teto de R$ 4.308,60. Também será paga a primeira parcela do adicional da PLR, com a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre, podendo chegar a de R$ 1.200 para cada trabalhador.

Antecipação do PPRS

O acordo aditivo do Santander prevê o pagamento da antecipação de R$ 540 do PPRS. O valor total é de no mínimo R$ 1.350.

O PPRS será compensável dos Programas Internos (PPE – Programa Próprio Específico e PPG – Programa Próprio Gestão) quando ocorrer o pagamento da segunda parcela da PLR até março de 2011.

Fonte: Contraf-CUT

Conquistas da greve dos bancários injetam R$ 6,15 bilhões na economia

Com o acordo assinado com a Fenaban após 15 dias da greve mais forte em vinte anos, os bancários injetarão na economia cerca de R$ 6,15 bilhões no próximo ano com salários e Participação nos Lucros e Resultados (PLR), impulsionando o crescimento econômico e ajudando a gerar empregos.

Os bancários conquistaram 7,5% de reajuste salarial, o que significa um ganho acima da inflação de 3,08%. Segundo cálculos do Dieese, esse acréscimo aplicado sobre o salário médio da categoria e multiplicado pelos 470 mil bancários do país significará um incremento anual na economia brasileira de R$ 2,569 bilhões.

Além disso, outros R$ 3,578 bilhões entrarão em circulação por conta da PLR dos bancários. Destes, R$ 1,329 bilhão já estarão em circulação entre o final deste mês e início de novembro, quando os bancários receberão a antecipação de parte da PLR.

“A categoria fez uma mobilização histórica, com grande participação de bancários de bancos públicos e privados em todo o país, e conseguiu um dos melhores acordos em vinte anos. Isso traz ganhos não só para os bancários mas também para o conjunto da economia brasileira, fortalecendo a tendência de crescimento do PIB com distribuição de renda”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

“O aumento da renda dos trabalhadores reflete em maior consumo, estimulando os mais diversos setores da economia, gerando empregos e criando um ciclo virtuoso que amplia o desenvolvimento do país e cria melhores condições de vida para toda a população”, completa.

Os principais pontos do acordo dos bancários

- Reajuste salarial – 7,5% até R$ 5.250 (representa aumento real de 3,08%). Para bancários do Banco do Brasil e da Caixa Federal o reajuste de 7,5% será para todos os trabalhadores e sem teto.

- Reajuste para salários acima de R$ 5.250 – R$ 393,75 fixos ou pelo menos 4,29%, o que for mais vantajoso.

- Piso salarial – reajuste de 16,33%, passando a valer R$ 1.250 (representa aumento real 11,54%)

- PLR – A regra básica será de 90% do salário mais R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181. Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, esses valores serão aumentados até chegar a 2,2 salários com teto de R$ 15.798.

- Adicional à PLR – Além da regra básica, os bancários receberão um valor adicional à PLR de R$ 2.400, o que significa aumento de 14,28%, em relação ao pago no ano passado.

Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT assina Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011 com a Fenaban

A Contraf-CUT, seus sindicatos e federações filiados e demais entidades sindicais que integram o Comando Nacional dos Bancários assinaram com a Fenaban nesta quarta-feira 20, em São Paulo, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011, consolidando as conquistas da greve nacional.

“Gostaria nesse momento importante de saudar e agradecer a todos os sindicatos pela grande demonstração de unidade e pela capacidade de organizar a maior mobilização da categoria nos últimos anos, que possibilitaram a assinatura desse acordo com conquistas significativas para os bancários de bancos públicos e privados de todo Brasil”, disse Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, ao assinar a Convenção.

Antecipação da PLR será paga até dia 30 de outubro

O acordo com os bancos prevê o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) até 10 dias corridos após a assinatura da CCT. O pagamento deverá ser feito, no máximo, até dia 30 de outubro.

Assim, haverá o crédito de 60% da regra básica da PLR que corresponde a 54% do salário mais R$ 660,48, com teto de R$ 4.308,60. Também será paga a primeira parcela do adicional da PLR com a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre, podendo chegar a R$ 1.200 para cada bancário.

Os principais pontos do acordo dos bancários

● Pisos – Escriturário: R$ 1.250,00 (após 90 dias), reajuste de 16,33% (aumento real de 11,54%). Caixa: R$ 1.709,05 (incluindo gratificação de caixa e outras verbas), reajuste de 13,82%, com aumento real de 9,15%.

● Reajuste salarial – 7,5% até R$ 5.250 (representando aumento real de 3,08%). Para bancários do Banco do Brasil e da Caixa Federal o reajuste de 7,5% será para todos os trabalhadores e sem teto.

● Reajuste para salários acima de R$ 5.250 – R$ 393,75 fixos ou pelo menos 4,29%, o que for mais vantajoso.

● PLR – A regra básica será de 90% do salário mais R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181. Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, esses valores serão aumentados até chegar a 2,2 salários, com teto de R$ 15.798,20.

● Adicional à PLR – Além da regra básica, os bancários receberão um valor adicional à PLR de R$ 2.400, o que significa aumento de 14,28%, em relação ao pago no ano passado.

● Adicional tempo de serviço: R$ 17,83.

● Gratificação de compensador de cheques: R$ 101,56.

● Auxílio-refeição: R$ 18,15.

● Auxílio-cesta alimentação: R$ 311,08.

● 13ª cesta-alimentação: 311,08.

● Auxílio-creche/babá: Reajuste de 7,5%, com adequação à nova legislação sobre o ensino fundamental (6 anos de idade a partir de 2011), criando duas situações. Os bancos pagarão aos seus empregados até o valor mensal de R$ 261,33, para cada filho nascido a partir de 01 de setembro de 2010, até a idade de 71 meses. Para os bancários admitidos até 31 de agosto de 2010, o valor mensal desse auxílio será de R$ 223,55, para cada filho nascido até 31 de agosto de 2010, até que este complete a idade de 83 (oitenta e três) meses.

● Auxílio-funeral: R$ 599,61.

● Ajuda deslocamento noturno: R$ 62,59.

● Indenização por morte/incapacidade decorrente de assalto: R$ 89.413,79.

● Requalificação profissional: R$ 893,63.

● Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho – instrumento de combate ao assédio moral (adesão voluntária entre bancos e sindicatos).

● Novos procedimentos de segurança bancária – atendimento psicológico para vítimas de assaltos e sequestros, possibilidade de realocação para quem for seqüestrado, registro das ocorrências na polícia e acesso às estatísticas semestrais da Fenaban sobre ataques a bancos.

Fonte: Contraf-CUT

Antecipação da PLR sai até 10 dias corridos após assinatura da convenção

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011 será assinada nesta terça-feira, dia 19/10. A nova proposta da Fenaban, fruto da greve nacional dos bancários, que durou 15 dias e chegou a paralisar 8.280 agências de bancos públicos e privados, foi aprovada em assembleias dos sindicatos, realizadas na quarta-feira, dia 13, em todo país.

A partir da assinatura da CCT, os bancos terão prazo de até 10 dias corridos para efetuar o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Assim, haverá o crédito de 60% da regra básica da PLR que corresponde a 54% do salário mais R$ 660,48, com teto de R$ 4.308,60.

Também será paga a primeira parcela do adicional da PLR com a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre, podendo chegar a R$ 1.200 para cada bancário.

Veja algumas simulações de pagamento da antecipação da PLR:

Quanto o bancário deve receber de PLR e adicional na antecipação (pelo teto) caso a proposta seja aprovada
Faixas
Salariais
54% do salário
60%
parte fixa
Total Regra Básica
(com tetos)
50% da parcela adicional (teto)
Total a receber
1.250
675
660,48
1.335,48
1.200
2.535,48
1.500
810
660,48
1.470,48
1.200
2.670,48
2.000
1.080
660,48
1.740,48
1.200
2.940,48
3.500
1.890
660,48
2.550,48
1.200
3.750,48
5.000
2.700
660,48
3.360,48
1.200
4.560,48
7.000
3.780
660,48
4.308,60
1.200
5.508,60
8.000
4.320
660,48
4.308,60
1.200
5.508,60

Diferenças de salários e verbas de alimentação saem em novembro

Já as diferenças de reajuste salarial sobre os salários de setembro e outubro serão pagas na folha de novembro, assim como as diferenças de ticket refeição e cesta-alimentação.

Os funcionários desligados após o dia 2 de agosto deste ano receberão as suas diferenças após o dia 30 de novembro, no prazo de 10 dias úteis contados do recebimento pelo banco de solicitação por escrito.

Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Caixa paga regra básica, parcela adicional e metade da PLR Social no dia 29

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira, dia 14, que efetuará o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no próximo dia 29. A exemplo do ano passado, a empresa vai creditar agora a regra básica e a parcela adicional da PLR, bem como a metade da PLR Social, conquistada com a unidade e a força da greve nacional deste ano.

Regra básica da PLR

Cada empregado vai receber a regra básica da PLR, que corresponde a 90% do salário, mais o valor fixo de R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181 ou limitado a 13% do lucro líquido projetado de 2010, o que ocorrer primeiro.

Considerando a projeção do lucro em R$ 2,550 bilhões, o total de 13% do lucro virá primeiro e será insuficiente para a aplicação integral da regra básica. Desta forma, nos moldes do ano passado, será usado um redutor de 35%, garantindo a distribuição de 13% do lucro.

Assim, cada empregado terá um crédito de 90% da remuneração-base mais a parcela de R$ 1.100,80, deduzindo-se do total apurado o redutor de 35%. O teto também terá o efeito desse redutor.

Parcela adicional da PLR

Conforme a fórmula aprovada, também será paga a parcela adicional da PLR que corresponde a 2% do lucro líquido, dividido pelo número total de empregados, em partes iguais, até o limite individual de R$ 2.400.

Diante da projeção do lucro de 2010, cada empregado vai receber aproximadamente R$ 620,00.

PLR Social

De acordo com a nova conquista, a Caixa vai distribuir 4% do lucro líquido a título de PLR Social, também dividido pelo número total de empregados, em partes iguais.

Considerando que agora será paga a metade da PLR Social e diante da projeção do lucro de 2010, cada empregado vai receber aproximadamente R$ 620,00.

Avaliação

“Tradicionalmente, a Caixa projeta o lucro do segundo semestre de forma muito conservadora, como ocorreu no ano passado, sendo que no fechamento do balanço os valores apurados são significativamente maiores. Caso isso aconteça novamente, a Caixa pagará em março de 2011 as diferenças da regra básica, parcela adicional e a outra metade da PLR Social devidamente recalculada”, afirma Plínio Pavão, empregado da Caixa e secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.

Exemplo de cálculo da antecipação da PLR

Empregado com remuneração-base de R$ 2.500,00:

- regra básica da PLR: R$ 2.250 + R$ 1.100,80 = R$ 3.350,80
. redutor de 35%: R$ 1.172,78
. valor a receber: R$ 2.172,02
- parcela adicional da PLR: R$ 620,00
- metade da PLR Social: R$ 620,00
- valor total a receber: R$ 3.418,02

Fonte: Contraf-CUT

Bancários assinam Acordo Coletivo com banqueiros nesta terça-feira, dia 19

O presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra, seguiu, nesta segunda-feira, 18, para Brasília. Ele participará de reunião de avaliação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Instituições Financeiras (Contrafi) pós-greve dos bancários. Segundo Bezerra, a categoria saiu vitoriosa da paralisação, pois conseguiu avanços importantes.

Entre avanços, reajuste de 7,5%, o que dá um ganho real sobre a inflação de 3,08%, assim como aumento na participação dos lucros na ordem de 14,3%.

Carlos Eduardo Bezerra, que integrou a coordenação nacional da greve dos bancários, estará nesta terça-feira em São Paulo para participar do ato de assinatura do acordo coletivo da categoria com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

(O Povo Online)

Encerrada Greve do Banco do Brasil no Ceará

Durante assembleia realizada na noite desta quinta-feira (14), representantes de funcionários do Banco do Brasil decidiram aceitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e encerrar a greve da categoria. 

A greve foi iniciada no dia 29 de agosto. Os bancários pediam reajuste salarial de 11%, valorização dos pisos salariais, maior participação nos lucros e resultados (PLR), medidas para proteger o emprego, como garantias contra demissões imotivadas, reversão das terceirizações e fim da precarização dos correspondentes bancários, entre outros pontos. 

Proposta da Fenanban
Na segunda-feira (11), a Fenaban apresentou proposta de reajuste de 7,5%, com aumento real de 3,08%, para os que ganham até R$ 5.250. Para os bancários com salário maior do que isso, a proposta prevê uma parcela fixa de R$ 393,75 ou correção de 4,29% de acordo com a inflação.

Por Erismar Carvalho, às 20h47.

Ceará: Encerrada greve na Caixa e Privados; BB e BNB mantém greve

Durante assembleia realizada na noite desta quarta-feira (13), representantes de funcionários de bancos privados do Ceará e da Caixa Econômica Federal (CEF) decidiram aceitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e encerrar a greve da categoria.  Contudo, Banco do Brasil (BB) e Banco do Nordeste (BNB) mantém a paralisação.

A greve foi iniciada no dia 29 de agosto. Os bancários pediam reajuste salarial de 11%, valorização dos pisos salariais, maior participação nos lucros e resultados (PLR), medidas para proteger o emprego, como garantias contra demissões imotivadas, reversão das terceirizações e fim da precarização dos correspondentes bancários, entre outros pontos. 


Proposta da Fenanban
Na segunda-feira (11), a Fenaban apresentou proposta de reajuste de 7,5%, com aumento real de 3,08%, para os que ganham até R$ 5.250. Para os bancários com salário maior do que isso, a proposta prevê uma parcela fixa de R$ 393,75 ou correção de 4,29% de acordo com a inflação.

Veja os resultados das assembleias que já terminaram até as 21h50:

Sindicato Fenaban BB Caixa
São Paulo Aprovou Aprovou Aprovou
Rio de Janeiro Aprovou Aprovou Rejeitou
Brasília Aprovou Aprovou Aprovou
Belo Horizonte Aprovou Aprovou Aprovou
Curitiba Aprovou Em Andamento Aprovou
Pernambuco Aprovou Rejeitou Aprovou
Bahia Aprovou Aprovou Rejeitou
Porto Alegre Aprovou Rejeitou Rejeitou
Ceará Aprovou Rejeitou Aprovou
Pará e Amapá Aprovou Aprovou Rejeitou
Campinas (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
ABC (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Alagoas Aprovou Aprovou Aprovou
Piauí Aprovou Aprovou Aprovou
Campo Grande Aprovou Aprovou Aprovou
Rondônia Aprovou Aprovou Aprovou
Acre Aprovou Aprovou Aprovou
Roraima Aprovou Aprovou Aprovou
Maranhão Rejeitou Rejeitou Rejeitou
Londrina (PR) Aprovou Aprovou Aprovou
Juiz de Fora (MG) Aprovou Aprovou Aprovou
Vitória da Conquista (BA) Aprovou Rejeitou Rejeitou
Campina Grande (PB) Aprovou Aprovou Aprovou
Guarulhos (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Niterói (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Alegrete (RS) Aprovou Aprovou Aprovou
Angra dos Reis (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Blumenau (SC) Aprovou Aprovou Aprovou
Bragança Paulista (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Campos dos Goytacazes (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Criciúma (SC) Aprovou Aprovou Aprovou
Extremo Sul da Bahia Aprovou Aprovou Aprovou
Itaperuna (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Jundiaí (SP) Aprovou Aprovou Rejeitou
Nova Friburgo (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Sul Fluminense (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Teresópolis (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Toledo (PR) Aprovou Aprovou Aprovou
Três Rios (RJ) Aprovou Rejeitou Rejeitou
Assis (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Santo Ângelo (RS) Aprovou Aprovou Rejeitou
Taubaté (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Jaú (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Araçatuba (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Naviraí (MS) Aprovou Aprovou Aprovou
Marília (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Patos de Minas (MG) Aprovou Aprovou Aprovou
Ribeirão Preto (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Presidente Venceslau (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Teófilo Otoni (MG) Aprovou Aprovou Aprovou
Três Lagoas (MS) Aprovou Aprovou Aprovou
Votuporanga (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Araraquara (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Bauru (SP) Rejeitou Rejeitou Rejeitou
Catanduva (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Dourados (MS) Aprovou Aprovou Aprovou
Feira de Santana (BA) Aprovou Aprovou Aprovou
Franca (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Guaratinguetá (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Irecê (BA) Aprovou Aprovou Aprovou
Limeira (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Mogi das Cruzes (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Presidente Prudente (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
São José do Rio Preto (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Sorocaba (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Vale do Ribeira (SP) Aprovou Aprovou Aprovou

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Nordeste mantém greve no Ceará

Em assembléia realizada na noite desta quarta-feira, 13/10, os bancários do Ceará decidiram pela manutenção da greve no Banco do Nordeste.

Em breve outras informações.

Atualizado às 21h35.

Encerrada greve da Caixa Econômica no Ceará

Em assembléia realizada na noite desta quarta-feira, 13/10, os bancários do Ceará decidiram pelo encerramento da greve na Caixa Econômica Federal.

Em breve outras informações.

Atualizado às 21h34.

Bancários do Ceará mantém greve no Banco do Brasil

Em assembléia realizada na noite desta quarta-feira, 13/10, os bancários do Ceará decidiram pela manutenção da greve no Banco do Brasil. 104 bancários votaram a favor da manutenção da greve  e 62 votaram pelo encerramento da greve.

Em breve outras informações.

Atualizado às 21h31.

Bancários do Ceará decidem pelo fim da greve nos bancos privados

Em assembléia realizada na noite desta quarta-feira, 13/10, os bancários do Ceará decidiram pelo encerramento da greve nos bancos privados. Bradesco, Itaú, Santander, HSBC, Bic Banco, Safra e outros bancos finalizam o processo grevista.

Em breve outras informações.

Atualizado às 21h25.

 

Banco do Nordeste apresenta proposta de reajuste de 7,5%

Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira, dia 13, entre os representantes da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/Contraf-CUT) e a direção do Banco do Nordeste do Brasil, foi apresentada uma nova proposta que deve ser apreciada nas assembleias dos trabalhadores.

CONFIRA A PROPOSTA ESPECÍFICA DO BNB

A proposta entregue em mesa de negociação nesta quarta-feira à Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, para apreciação nas assembleias marcadas para hoje. Em mesa, a Comissão Nacional se posicionou pela aceitação da proposta.

1. REAJUSTE DOS SALÁRIOS:

Reajuste salarial de 7,5% sobre todas as verbas salariais (SEM o teto de R$ 5.250,00 da Fenaban).

QUADRO DE BENEFÍCIOS SETEMBRO/2010

Auxílio Refeição (por cartão): 18,15

Auxílio Cesta Alimentação: 311,08

13ª Cesta Alimentação: 311,08

Auxílio Creche/Babá (***): 261,33

Auxílio dependente portador de necessidades especiais: 245,22

Auxílio Funeral: 599,61

Indenização por Morte ou Incapacidade Decorrente de Assalto (*: 101.561,79

Auxílio Material Escolar (**): 190,59

(*) Valor do BNB é maior do que o da Convenção;

(**) Para funcionários admitidos até 22.03.1988;

(***) Até 71 meses.

2. PISO SALARIAL:

Elevação do piso salarial para R$ 1.600,00, o que representa um aumento real de 7,52%, com correção do PCR – cargos (inclusive VCP).

3. Ajuste do PCR:

Considerando a proposta ora apresentada haverá necessidade de revisão da proposta de ajuste do PCR e para tanto será criada uma comissão paritária composta de 2 (dois) membros indicados pelo Banco e dois membros indicados pela Comissão Nacional para avaliar e adaptar a proposta atual.

O prazo para conclusão da análise e entrega da proposta final será até 31/12/2010, e nela constará proposição de vigência para 01/02/2011. A partir daí será encaminhada para as aprovações na Diretoria do BNB, Conselho de Administração e Ministérios da Fazenda e MPOG/DEST.

4. PLR BNB 2010:

1. Módulo Fenaban – distribuir 9% do LL conforme regra Fenaban negociada na Convenção Coletiva, sem limitador da parcela individual.

– Regra básica: 90% do salário bruto mais R$ 1.100,80 de parcela fixa;

– Parcela adicional de 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto individual de R$ 2.400,00.

2. Módulo PPR – Metas Sociais – distribuir 3% do LL – pelo atingimento das metas propostas para o Pronaf e de Inclusão Bancária:

a. Comissionados – 01 (hum) Adicional de Função em Comissão, ou Piso de Função;

b. Não-Comissionados – R$ 800,00 – (50% do Piso Salarial dos Bancos
Públicos), fixo.

OBS.: Com estes dois módulos o total a ser distribuído a título de PLR é de 14% do lucro liquido e poderá corresponder a 03 remunerações brutas para os não-comissionados e 02 remunerações brutas para os comissionados, caso o lucro líquido do exercício seja superior ao de 2009.

3. Adiantamento da PLR 2010:

– Regra Fenaban: 54% da remuneração bruta + 660,05, sem limitador individual, calculados proporcionalmente ao montante de 9% do LL do 1º semestre;

– Adicional Fenaban: 2% do Lucro Liquido do 1º semestre distribuído de forma linear;

– Metas Sociais: 3% do Lucro Liquido do 1º semestre distribuído, no adiantamento de forma linear;

– Complemento: concedido adiantamento especial, aos moldes do empréstimo de férias, de 1/3 da remuneração bruta, pago juntamente com a antecipação de PLR. Este valor será compensado quando do pagamento total da PLR 2010, em abril de 2011. Caso o saldo da PLR seja insuficiente para a quitação do adiantamento, este será parcelado em até oito vezes, ou seja, ficará totalmente quitado em dez/2011.

5. CAMED-Saúde:

Instalação de Comissão Paritária para avaliar as proposições contidas no módulo de saúde da Minuta Específica de Reivindicações do BNB.

A comissão será composta por 03 (três) empregados indicados pelo Banco e 03 (três) indicados pela Comissão Nacional.

Os trabalhos desta comissão deverão se iniciar em 18/10/2010 e os membros terão 90 (noventa) dias para apresentação do resultado dos estudos.

6. CRONOGRAMA DE PAGAMENTOS:

22/10/2010 – Crédito da folha de adiantamento da PLR 2010;

28/10/2010 – Crédito das diferenças das folhas de pagamento dos meses de setembro e outubro/2010;

01/11/2010 – Entrega dos tickets referentes à diferença dos meses de setembro e outubro, bem como da 13ª cesta alimentação.

Dias parados

A CNFBNB/Contraf-CUT manteve a sua posição inicial de abono integral dos dias parados, tanto que não concorda que a questão seja colocada em acordo coletivo. O disciplinamento desse ponto será feito através de ato de gestão do BNB e obedecerá, segundo o banco, os mesmos critérios do ano passado (cada hora trabalhada equivalerá a duas horas compensadas). O período de compensação vai de 15/10 a 30/11 de 2010.

Isonomia entre novos e antigos funcionários

O banco não concordou com a cláusula alegando estar impedido por conta da lei eleitoral e propôs tratar esse tema em mesa permanente de negociação.

Ajustes do PCR

O banco disse também estar legalmente impedido, por conta da lei eleitorial, em proceder qualquer ajuste no PCR até o final de janeiro de 2011, mas concorda em enviar ao DEST, após aprovação pela Diretoria e Conselho de Administração do BNB, uma proposta elaborada pela comissão paritária, garantindo a vigência dos ajustes a partir de 1º/02/2011.

Avaliação da proposta

A Comissão Nacional tentou até o limite obter do BNB a aprovação desses três quesitos fundamentais descritos acima, além do que já foi obtido em Acordo Coletivo.

Diante do que acredita ser o limite possível de conquistas nessa atual conjuntura, a CNFBNB/Contraf-CUT orienta os sindicatos a aceitarem a proposta do Banco, deliberar pelo fim da greve e continuar a luta na mesa de negociações permanentes.

Fonte: Contraf-Cut

Greve: Veja os resultados das assembleias dos bancários em todo país

Os bancários realizam nesta quarta-feira 13 à noite, no 15º dia da maior greve da categoria dos últimos 20 anos, assembleias em todo o país para deliberar sobre a proposta geral da Fenaban para a Campanha Nacional 2010 e as propostas das reivindicações específicas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

Veja os resultados das assembleias que já terminaram até as 20h50:

Sindicato Fenaban BB Caixa
São Paulo Aprovou Em Andamento Aprovou
Rio de Janeiro Aprovou Aprovou Rejeitou
Brasília Aprovou Aprovou Aprovou
Belo Horizonte Aprovou Aprovou Aprovou
Pernambuco Aprovou Rejeitou Aprovou
Porto Alegre Aprovou Rejeitou Rejeitou
Mato Grosso Aprovou Aprovou Aprovou
Pará e Amapá Aprovou Aprovou Rejeitou
Campinas (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
ABC (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Alagoas Aprovou Aprovou Aprovou
Piauí Aprovou Aprovou Aprovou
Rondônia Aprovou Aprovou Aprovou
Acre Aprovou Aprovou Aprovou
Roraima Aprovou Aprovou Aprovou
Maranhão Rejeitou Rejeitou Rejeitou
Londrina (PR) Aprovou Aprovou Aprovou
Juiz de Fora (MG) Aprovou Aprovou Aprovou
Vitória da Conquista (BA) Aprovou Rejeitou Rejeitou
Campina Grande (PB) Aprovou Aprovou Aprovou
Alegrete (RS) Aprovou Aprovou Aprovou
Angra dos Reis (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Blumenau (SC) Aprovou Aprovou Aprovou
Bragança Paulista (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Campos dos Goytacazes (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Criciúma (SC) Aprovou Aprovou Aprovou
Extremo Sul da Bahia Aprovou Aprovou Aprovou
Itaperuna (BA) Aprovou Aprovou Aprovou
Jundiaí (SP) Aprovou Aprovou Rejeitou
Nova Friburgo (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Sul Fluminense (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Teresópolis (RJ) Aprovou Aprovou Aprovou
Toledo (PR) Aprovou Aprovou Aprovou
Três Rios (RJ) Aprovou Rejeitou Rejeitou
Assis (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Santo Ângelo (RS) Aprovou Aprovou Rejeitou
Taubaté (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Jaú (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Araçatuba (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Naviraí (MS) Aprovou Aprovou Aprovou
Marília (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Patos de Minas (MG) Aprovou Aprovou Aprovou
Ribeirão Preto (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Presidente Venceslau (SP) Aprovou Aprovou Aprovou
Teófilo Otoni (MG) Aprovou Aprovou Aprovou
Três Lagoas (MS) Aprovou Aprovou Aprovou
Votuporanga (SP) Aprovou Aprovou Aprovou

Fonte: Contraf-CUT

Acaba greve de bancos privados e Banco do Brasil no Rio

RIO – Funcionários dos bancos privados e do Banco do Brasil do Rio de Janeiro aprovaram às 20h desta quarta-feira o fim da greve, que dura 14 dias, já para amanhã. Em assembleia nesta noite no Sindicato dos Bancários do Rio, a categoria aceitou a proposta oferecida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de reajuste de 7,5% para quem ganha até R$ 5.250, entre outras itens.

Os votos sobre a situação da Caixa Econômica Federal ainda estão sendo contados.

(O Globo)

Bancários do Piauí decidem pelo fim da greve; bancos abrem nesta quinta

Portal Cidade Verde

Após quinze dias de paralisação, o Sindicato dos Bancários do Piauí decidiu por unanimidade por fim na greve que atingia os bancos públicos e privados do Estado. As propostas da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foram aceitas, sendo a principal o aumento real de 15% nos salários.

“Agora, o piso dos bancários de instituições privadas passa para R$ 1.250 e o dos servidores públicos será a R$ 1.600. Esses foram os acordos financeiros. As propostas sociais, como o fim pelo assédio moral, continuam em negociações com os banqueiros”, informa o vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, João Sales.

Com esta decisão, todas as agências do Piauí voltam a funcionar em horário normal a partir desta quinta-feira (14). A assembléia aconteceu na sede do Sindicato, localizada na região centro-norte de Teresina.

Ainda dentro da negociação ficou acertado que os dias parados serão compensados até 15 de dezembro de 2010. De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, José Ulisses essa foi à maior greve da história da categoria nos últimos anos.

“É claro que em uma negociação não se conquista todas as reivindicações, mas avançamos muito, principalmente na questão salarial já que tivemos aumento real. Outro ponto positivo foi à divisão da PLR que foi mais justa que em anos anteriores; ou seja a diferença entre a maior e a menor participação diminuiu”, afirma Ulisses.

Possíveis falhas nos serviços de auto-atendimento são de responsabilidade das chefias de cada agência. Portanto o cliente que se sentir prejudicado deve se dirigir ao seu banco, no primeiro dia de expediente para soluções e outros esclarecimentos.

Bancários de São Paulo aprovam proposta e encerram a greve de 15 dias

São Paulo – Os bancários de bancos privados aprovaram a proposta apresentada pela Fenaban, encerrando a greve que durou 15 dias nesta quarta-feira (13), em assembleia comandada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. Pela proposta, os trabalhadores terão reajuste de 16,33% no piso e 7,5% nos salários, entre outros pontos, como PLR e cláusula inédita de combate ao assédio moral.

Em São Paulo, ainda faltam assembleias de bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal).

A proposta também será avaliada em assembleias por todo o país.

(Revista Brasil)

Termina a greve dos bancários em Alagoas

Terminou a greve dos bancários em Alagoas. A decisão foi anunciada no início da noite desta quarta-feira (13) pelo presidente do Sindicato dos Bancários de Alagoas, Edmundo Saldanha. A categoria voltou a se reunir em assembleia que teve início no final da tarde e decidiu aceitar a nova proposta ofertada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), pondo fim à greve que já durava cerca de duas semanas – a paralisação foi decretada em 29 de setembro.

Com isso, as atividades nas agências bancárias de todo o Estado deverão ser retomadas já nesta quinta-feira (15), quando as agências deverão registrar grande movimento.

Os bancários cobravam reajuste salarial de 11%, mas os bancos ofereceram, inicialmente, 4.29%. Contudo, a categoria acabou por aceitar um novo reajuste proposta, de 7,5%.

(Gazeta Web)

Bancários ligados à Contec anunciam fim da greve

Os bancários ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Crédito (Contec) anunciaram terem aceito a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil e suspenderam a greve. Os trabalhadores ligados ao sindicato representam cerca de 5% de todos os bancários do País.

De acordo com o sindicato, a proposta aceita da Fenaban foi de reajuste em 7,5% dos salários dos bancários que ganham até R$ 5.250. Para os bancários que ganham acima desse valor, foi oferecido um montante fixo de R$ 393,75, ou reajuste mínimo de 4,29%. A proposta ainda é de reajustar em 7,5% os benefícios e verbas fixas, como: o adicional de caixa, adicional de tempo de serviço, auxílio refeição, auxílio cesta alimentação.

Já o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal ofereceram reajuste de 7,5%, de todos os salários de todos os funcionários dos bancos. Os benefícios também serão reajustados em 7,5%.

Em relação à Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a Fenaban propôs que todos os valores fossem corrigidos em 7,5%, à exceção do limite individual da Parcela Adicional, cujo valor passará de R$ 2.100 para R$ 2.400 (14,28%).

Já para os funcionários do Banco do Brasil, a PLR será de três salários para NRF Especial, 1 e 2; 2,3 salários para NRF 3; 1,85 salário para primeiros gestores; 1,57 salário para os demais gestores e analistas e assessores NRF 4; 1,55 salário para gerência média; 1,5 salário para analistas e assessores NRF 5 e 6; 1,47 salário para demais comissionados; R$ 3.118,08 para escriturários e R$ 3.434,99 para caixas executivos.

Para os funcionários da Caixa, 4% do lucro líquido será distribuído de forma linear para todos os empregados.

Ainda hoje bancários filiados a outros sindicatos farão assembleias para decidir o fim da paralisação. O comando dos grevistas já propôs que os trabalhadores aceitem os termos apresentados pelos bancos.

(Portal Terra)

Após assembleia nesta 4ª, agências bancárias de Rondonópolis reabrem

Após assembléia realizada na manhã desta quarta-feira (13), os bancários de Rondonópolis retornaram ao trabalho e as agências reabriram no horário normal de atendimento. A movimentação nos bancos é intensa devido ao retorno dos serviços após 12 dias de paralisação, e também pelo feriado de 12 de outubro.

A categoria aceitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste salarial de 7,5%, que garante um ganho real de 3,08%. Em pisos iniciais o aumento real chega a 11,54% modificando os salários de R$ 1074 para R$ 1250.

A proposta é a melhor dos últimos anos e está sendo considerada histórica pelo Comando Nacional dos Bancários. A categoria garantiu ainda a participação dos lucros dividida em duas parcelas, a primeira neste mês e a segunda em fevereiro.

As agências da região Sul voltaram a funcionar normalmente, mas nas demais regiões os bancários ainda aguardam as assembléias que serão realizadas no final da tarde. A expectativa, no entanto, é que os serviços sejam normalizados em todo o Estado nesta quinta-feira (14).

De acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Bancários de Rondonópolis, Luis Carlos Moraes Delgado, outras negociações continuam sendo discutidas pela categoria, como assédio moral e auxílio educação inexistente em alguns bancos. “A discussão é permanente para alguns reajustes e mudanças específicoa de cada banco”, explicou.

(Olhar Direto)

Bancários de Maringá decretam fim da greve

epois de 14 dias de paralisação, mais de 300 bancários de toda a região realizaram, na manhã desta quarta-feira (13), uma assembleia na praça Napoleão Moreira da Silva, em frente à agência central do Banco do Brasil, em Maringá. Por ampla maioria, a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi aprovada.

Com a greve, os funcionários conseguiram um reajuste de 7,5% nos salários (eles reivindicavam 11%), que resulta em um aumento real de 3,1%. Os trabalhadores com salário acima de R$ 5.250 receberão uma parcela fixa de R$ 393,75, ou correção de 4,29% (índice da inflação). A participação nos lucros reais do banco aumentou para R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181. O piso salarial foi reajustado em 16,33%.

Os funcionários irão repor os dias parados até o dia 15 de dezembro. Para isso, devem trabalhar cerca de duas horas a mais por dia.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá, Claudecir de Oliveira Souza, recomendou a aprovação da proposta, alegando dificuldades na negociação com a Fenaban. “Os bancários mereciam mais, mas a ganância dos bancos foi maior. Fizemos tudo o que poderia ser feito”, ressalta.

Assembleias estão sendo realizadas em várias cidades do país. A tendência é que nesta quinta-feira (14) todos os bancos do Brasil voltem a funcionar normalmente.

(O Diário)

Bancários de todo o país avaliam hoje em assembleias proposta de reajuste dos bancos

SÃO PAULO – Bancários de diversos sindicatos do país estão reunidos nesta quarta-feira para avaliar a proposta de reajuste de 7,5% apresentada esta semana pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). As reuniões devem terminar no fim da tarde. Além do aumento real, os bancos também propõem valorização dos pisos de até 16,33% e maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Apesar de inicialmente a categoria reivindicar um reajuste salarial de 11%, a orientação do Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) é pela aceitação da nova proposta, o que encerraria a greve do setor, que já dura 15 dias.

A proposta da Fenaban é de reajuste de 7,5% para quem ganha até R$ 5.250, faixa que representa 85% dos bancários. Os salários superiores terão um aumento fixo de R$ 393,75 ou a correção da inflação do período (4,29%), o que for maior. O piso para funcionários de escritório terá acréscimo de 16,33%, passando para R$ 1.250.

“Uma nova conquista é uma cláusula de combate ao assédio moral, com mecanismos de prevenção de conflitos no ambiente de trabalho,a serem implementados mediante adesão voluntária dos sindicatos e dos bancos por meio de acordo aditivo”, destacou o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro.

(Ana Luísa Westphalen | Valor Online)

Roberto Smith, Presidente do BNB, dá como certo o fim da greve dos bancários

O presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Roberto Smith, deu como certo o fim da greve dos bancários. A categoria deverá fazer assembleia geral em todo o País e, em Fortaleza, vai se reunir a partir das 17 horas, na sede sindical.

Os bancários conseguiram reajuste de 7,5% , quando postulavam 11%. Para Roberto Smith foi um saldo positivo para a categoria. Smith lamentou que a greve, considerada a maior até hoje, tenha causado muitos problemas para a clientela dos bancos.

Roberto Smith encontra-se, nesta quarta-feira, em Brasília, onde participará de seminário sobre Desenvolvimento Regional promovido pelo Ministério de Assuntos Estratégicos. Já na quinta-feira, o presidente do BNB participará de evento igual em São Paulo.

(O Povo Online)

Bancários do Ceará decidem amanhã o fim da greve

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou ao Comando Nacional dos Bancários na manhã de ontem (11), no 13º dia da greve da categoria, proposta de reajuste de 7,5%, o que representa aumento real de 3,1% para quem ganha até R$ 5.250. Para salários superiores, a proposta prevê um fixo de R$ 393,75 ou reajuste de 4,29% (inflação do período).

Também deve melhorar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a valorização do piso salarial dos bancários, com incremento de 16%. As negociações, que duraram toda a segunda-feira, ainda não estão concluídas, mas a tendência é que a paralisação chegue ao fim na próxima quarta-feira.

“A avaliação que eu faço é que pode terminar logo. Precisa só melhorar um pouco em relação às questões de segurança e assédio moral”, comenta o diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará, Bosco Mota, ressaltando que como a greve é unificada e os bancários dos bancos públicos querem uma melhoria a mais porque reclamam defasagem salarial por falta de reajuste durante alguns anos.

As discussões visando à assinatura da Convenção Coletiva 2010/2011 se estenderam até tarde da noite de ontem. o Comando Nacional negociou tanto as negociações gerais com a Fenaban quanto sobre as reivindicações específicas com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal. Ao final das negociações, se reunirá para avaliar as propostas dos bancos e definir orientações para as assembleias da quarta-feira em todo o País.

A Fenaban e as representações dos bancários deram continuidade às conversas iniciadas no último sábado e já pela manhã a entidade que representa todos os bancos apresentou a nova proposta de 7,5%. De acordo com a Fenaban, considera-se remuneração fixa mensal o somatório do salário base e verbas fixas de natureza salarial, excluindo o ATS – Adicional por Tempo de Serviço (anuênio).

“Esses avanços na proposta dos bancos são resultado direto da força da greve nacional dos bancários, principalmente nos bancos privados”, avalia o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro.

Reajuste -  Bosco Mota destaca o reajuste de 16% no piso para quem está começando na carreira. Pela proposta dos banqueiros tanto os salários do pessoal de escritório quanto os caixas, que representam a maior parte da categoria, com o reajuste, passaria de R$ 1.074,46 para R$ 1.250,00.

Para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) foi proposta a mesma regra da convenção 2009/2010, com correção de todos os valores em 7,5% e, para o limite individual da parcela adicional, um índice de correção mais elevado, passando de R$ 2.100 para R$ 2.400.

E-Mais – A greve dos bancários mais longa, com duração de 30 dias, ocorreu em 2004, segundo o Sindicato dos Bancários do Ceará.

Os bancários têm data-base em 1º de setembro, e a pauta de reivindicações foi entregue à Fenaban no começo de agosto. A categoria pede aumento de 11%, segurança contra assaltos e sequestros e melhores condições de saúde, entre outros pontos.

A nova proposta da Fenaban Reajuste salarial: 7,5%. Reajuste para salários acima de R$ 5.250: R$ 393,75 fixos, garantindo o mínimo da inflação do período, de 4,29%.

 

NOVOS PISOS SALARIAIS

Portaria: R$ 870,84 (o atual é de R$ 748,59). >Escritório: R$ 1.250,00 (o atual é de R$ 1.074,46).

Caixa: R$ 1.250,00 (atualmente em R$1.074,46). PLR:

Regra básica: 90% do salário mais R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181. Parcela adicional de 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 2.400,00.

Isso significa que, na regra básica, o reajuste é de 7,5% e na parcela adicional de 14,28%.

Gratificação de caixa: R$ 311,67.

(O Povo Online)

Fenaban eleva proposta de reajuste aos bancários para 7,5%

SÃO PAULO – A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), entidade que representa os bancos nas negociações coletivas, elevou nesta segunda-feira para 7,5% a proposta de reajuste salarial aos bancários.

A reunião com representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que teve início às 11 horas, foi interrompida há pouco para almoço.

O novo índice proposto valeria para quem ganha até R$ 5.250, o que representaria um aumento real de 3,1%. No caso de salários superiores, a proposta é de aumento de um valor fixo de R$ 393,75 ou de reajuste da inflação do período (4,29%), o que for maior. A proposta também melhora a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e valoriza o piso salarial.

À tarde, o Comando Nacional dos Bancários retoma tanto as negociações gerais com a Fenaban quanto as reivindicações específicas com o Banco do Brasil e com a Caixa.

Após o término da reunião de hoje, os representantes da Contraf avaliarão a proposta dos bancos. A categoria foi convocada a participar de uma nova assembleia, marcada para quarta-feira, em diversas regiões do país.

A greve dos bancários já está em seu 13º dia. No sábado, a categoria rejeitou outra proposta da Fenaban, desta vez, para reajuste de 6,5%. Os bancários reivindicam revisão salarial de 11%.

(Ana Luísa Westphalen | Valor Online)

Para tentar furar a greve, bancos usam gestores, interdito, polícia e até helicóptero

Greve é um direito previsto pela Constituição Federal. Diz a Lei 7.783/89, em seu artigo 1º, que “é assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”. E, no artigo 2º, “considera-se legítimo exercício do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços ao empregador”.

“Como se pode ver, os bancários de todo o Brasil estão exercendo um legítimo direito constitucional. Já que os bancos fizeram uma proposta rebaixada de 4,29%, que foi rejeitada pelos trabalhadores, e não voltaram a negociar, a saída da categoria foi fazer a paralisação”, afirma a secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Raquel Kacelnikas.

Desrespeito

Mas apesar de esse direito estar previsto em lei, é desrespeitado pelos bancos de diversas maneiras. A mais comum é a pressão feita por gestores que mandam torpedos ou telefonam para os bancários cobrando que venham para os locais de trabalho ou permaneçam nos arredores para furar a greve na primeira oportunidade.

Essa oportunidade geralmente surge quando entra em ação outra artimanha usada pelos bancos para atrapalhar o movimento grevista: os interditos proibitórios. Essas ações judiciais são utilizadas de forma desviada de sua verdadeira função (que é a preservação do patrimônio), e acabam gerando muita violência na porta das agências bancárias e concentrações, já que algumas vezes vêm acompanhadas de autorização para uso da força policial para reabrir os locais parados. “E ainda por cima, cobram multas altíssimas do Sindicato, num claro objetivo de inviabilizar a representação dos trabalhadores”, explica Raquel.

No ar

E, para os locais em que nada disso funciona, os bancos – principalmente no Itaú Unibanco – alugam até helicópteros para levar os funcionários para dentro dos locais fechados, como foi feito em vários dias da greve e nessa quinta-feira 7 entre CAT e CTO e também no CAU.

“Já dissemos mais de uma vez: se os bancos utilizassem toda essa energia que concentram para furar a greve, e investissem em negociar seriamente, talvez a greve já tivesse acabado e os bancários recebessem o reconhecimento que merecem pelo trabalho que faz os lucros dos bancos engordar todos os anos”, ressalta Raquel.

“Apesar disso tudo, nossa greve cresce todos os dias, num claro recado aos banqueiros da insatisfação que toma conta dos seus funcionários. Os bancários estão dando um exemplo de força, de coragem e muita disposição para alcançar o que merecem: salários melhores, PLR maior e condições dignas de trabalho.”

Fonte: Seeb São Paulo

Bancários: Greve forte arranca nova proposta; Negociação continua nesta segunda

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou ao Comando Nacional dos Bancários neste sábado 9 de outubro, 11° dia da greve da categoria, uma nova proposta que inclui reajuste de 9,82% para o piso salarial, 6,5% de reajuste para quem ganha até R$ 4.100 (e um valor fixo de R$ 266,50 para os salários superiores a esse valor). Propôs também 6,5% de reajuste para a PLR e todas as verbas salariais e auxílios. O Comando Nacional dos Bancários considerou a proposta insuficiente e as negociações continuam nesta segunda-feira 11, às 11h.

“A forte greve que a categoria está fazendo em todo o país forçou os bancos a retomarem as negociações e a apresentarem a nova proposta, mas consideramos o índice de reajuste insuficiente”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador do Comando Nacional. “Também é inaceitável esse teto de R$ 4.100. Isso significa que quem ganha acima de R$ 6.212 terá reajuste abaixo da inflação do período.”

Em relação ao piso da categoria, Carlos Cordeiro considera importante a sinalização por parte dos bancos de valorização, conforme reivindicação da categoria. “Mas esse índice de reajuste de 9,82% é também insuficiente diante da crescente lucratividade dos bancos”, reage o presidente da Contraf-CUT.

Da mesma forma, o Comando Nacional dos Bancários considera muito rebaixado índice de reajuste de 6,5% sobre a PLR. “Os bancos precisam aumentar a distribuição da PLR em relação ao ano passado, uma vez que os lucros cresceram”, rebate Carlos Cordeiro.

Negociação continua segunda

Diante do posicionamento do Comando Nacional, os negociadores da Fenaban pediram a suspensão temporária das negociações, para que tivessem tempo de consultar os banqueiros. A retomada ficou agendada para segunda-feira, dia 11, às 11h.

Os representantes dos bancos também sinalizaram que apresentarão na segunda-feira proposta sobre assédio moral e segurança bancária.

O Comando Nacional orienta todos os sindicatos a manterem e ampliarem a greve na segunda-feira, para forçar os bancos a melhorarem a proposta. “Os bancários estão de parabéns pela greve fantástica que estão fazendo, que é fortíssima também nos bancos privados e já é a maior das últimas duas décadas. É essa a força da categoria e é isso que pressiona os bancos a negociarem”, diz o presidente da Contraf-CUT.

Protesto contra pedido de prisão de dirigentes

No final da rodada de negociação deste sábado, o Comando Nacional fez um protesto veemente à Fenaban contra a postura do Itaú Unibanco de solicitar a prisão do presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília. Rodrigo Britto é membro do Comando Nacional. Outros bancos estão fazendo a mesma coisa contra dirigentes sindicais e trabalhadores em greve em vários Estados.

“Essa é uma prática antissindical inaceitável em uma sociedade democrática onde o direito de greve está assegurado na Constituição”, protestou Carlos Cordeiro.

A nova proposta da Fenaban

Novo piso salarial: R$ 1.180 (reajuste de 9,82%)
Reajuste de salários: 6,5% até R$ 4.100.
Reajuste para salários acima de R$ 4.100: R$ 266,50 fixos.
PLR: reajuste de 6,5%, tanto para a regra básica quanto para o adicional.
Reajuste dos benefícios e verbas salariais: 6,5%.

Negociações nos bancos públicos federais

Em razão da nova rodada de negociações com a Fenaban na segunda-feira, às 11h, as reuniões sobre as pautas específicas que estavam marcadas com as direções do Banco do Brasil e da Caixa não acontecerão mais às 10h. Serão realizadas ao final das negociações com a Fenaban.

Também foram marcadas para a segunda-feira, às 15h, a negociação sobre as reivindicações específicas com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Na quarta, às 10h, haverá negociação com o Banco da Amazônia.

Fonte: Contraf-CUT

Bancários negociam e Fenaban negociam neste sábado após dez dias de greve nacional

Após dez dias sem negociações, a greve dos bancários pode chegar ao fim. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) marcou ontem uma reunião com o Comando Nacional dos Bancários, que deve acontecer hoje, às 11 horas, em São Paulo. O presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra, embarcou ontem para São Paulo e estará presente nas negociações.

A proposta feita pela Fenaban será avaliada em assembleia pelos bancários de todos estados do País, que pedem reajuste de 11% no salário, Participação nos Lucros e Resultados (PRL), vale-refeição, vale-alimentação, auxílio-creche e pisos maiores, além de auxílio-educação para todos e melhores condições de saúde.

Inicialmente, a contraproposta da Fenaban era apenas a reposição da inflação, de 4,29%. Antes da negociação ser anunciada, o que se viu nas ruas de Fortaleza na tarde de ontem foi uma população impaciente.

Transtornos

Em um passeio recorrendo as principais agências do Centro da cidade, os transtornos permaneciam. Muitas caras de decepção e reclamações daqueles que não conseguiam sacar dinheiro dos caixas automáticos, não tiveram sucesso ao realizar pagamentos na boca do caixa ou simplesmente esperavam em filas intermináveis.

Esse último exemplo foi o caso do motoboy Francisco Laércio, 25, que percorria Fortaleza fazendo pagamentos e depósitos pela empresa onde trabalha. “Já passei pelo Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Caixa Econômica e cheguei a esperar duas horas em filas”, conta.

O instrutor de autoescola César Martins, 45, saía inconformado da agência Bradesco na Barão do Rio Branco. César fez um financiamento que foi refinanciado com a condição de não sofrer atraso no pagamento das prestações.

Porém, a parcela que o instrutor tinha em mãos estava prestes a vencer e só poderia ser paga na boca do caixa do banco Itaú, que não estava realizando este tipo de atendimento. “E agora? Eu não esperava essa greve. Se eu perder meu financiamento, vou entrar no Procon contra o Sindicato dos Bancários”, diz. A sua esposa Luzani Lima, 25, costureira, também passava por transtornos, pois perdeu o cartão de débito da Caixa Econômica e não tinha como sacar dinheiro dos caixas eletrônicos, que são as opções alternativas no momento.

 

NÚMEROS – 8.280 AGÊNCIAS BANCÁRIAS ESTAVAM PARALISADAS ONTEM EM TODO O BRASIL

(O Povo Online)

Greve Nacional dos Bancários 2010 é a maior em 20 anos

Sem avanço nas negociações entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional dos Bancários, a greve em todo o país completa hoje 9 dias, de acordo com o sindicato essa paralisação é considerada a maior dos últimos 20 anos devido a quantidade de agências fechadas. Até ontem, nos 26 Estados e no Distrito Federal havia 7.723 bancos com as atividades paralisadas. Em Mato Grosso, o número de agências que aderiu ao movimento se mantém em 131. Em Sinop, estão fechados a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, HSBC, Itaú, e Real. Já o Bradesco ficou apenas um dia paralisado.

Em Alta Floresta e Lucas do Rio Verde, estão fechadas o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Os funcionários da Caixa de Sorriso também aderiram a greve. Conforme Só Notícias já informou, a categoria reivindica reajuste salarial de 11% (reposição de inflação e aumento real); proibição de transporte de valores por funcionários; discussão com os trabalhadores sobre as metas; combate ao assédio moral; auxílio creche de R$ 510; auxílio educação para graduação e pós-graduação e maior segurança.

(Só Notícias)

Greve dos Bancários no Ceará é a maior dos últimos 15 anos

No nono dia de greve, a mobilização dos bancários continua e não há avanços na negociação. Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, o movimento é o maior dos últimos 15 anos, com adesão massiva dos bancos públicos no Nordeste e de bancos privados no Sul e Sudeste.

Nesta quarta-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) contabilizou 7.723 agências bancárias de portas fechadas em todo o País. O movimento dos bancários começou com o fechamento de 3.864 agências.

Os bancários reivindicam 11% de reajuste, valorização dos pisos salariais, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), medidas de proteção da saúde que inclua o combate ao assédio moral e às metas abusivas, garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades, mais segurança, previdência complementar para todos e fim da precarização via correspondentes bancários. Os bancos propuseram apenas reajuste de 4,29% (inflação do período) e disseram não às demais reivindicações

(O Povo Online)

Greve dos Bancários já é maior que a de 2009

A adesão à greve dos bancários, iniciada no dia 29 de setembro, aumentou e 7.437 agências bancárias fecharam até ontem em todo Brasil, de acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Na greve ocorrida em 2009 os bancários paralisaram 7.222 unidades no dia de maior mobilização da greve.

Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários afirma que o fechamento de agências cresceu todos os dias desde o início da greve, mostrando o aumento da adesão dos bancários e a força do movimento.

No primeiro dia de greve, segundo a Contraf-CUT, os bancários fecharam pelo menos 3.864 agências em todas as capitais e inúmeras cidades do interior onde há presença de instituições financeiras, além de centros administrativos de todos os bancos.

Os bancários reivindicam reajuste de 11%, valorização dos pisos salariais, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), medidas de proteção à saúde com foco no combate ao assédio moral e às metas abusivas, garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades, segurança contra assaltos e sequestros e fim da precarização via correspondentes bancários, entre outros pontos.

 
 (Agência Estado)

Greve paralisa 1/3 das agências bancárias do país

Rennan Setti, O Globo

A greve dos bancários chegou hoje ao terceiro dia com o fechamento de 6.215 agências em todo o país, conforme informações repassadas por sindicatos à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).

Esse número corresponde a 31,3% das 19.800 existentes e mostra que a adesão ao movimento está crescendo. Nesta quinta, foram 4.895 agências fechadas.

No Rio, a adesão foi ainda maior: 74,94% (ou 697 das 930) das agências não funcionaram. O mesmo panorama registrado na quinta.

Mas o sindicato dos bancários do município diz ter conseguido a adesão dos funcionários de dois prédios administrativos, um do Itaú Unibanco e outro da Caixa Econômica Federal, elevando o número de bancários de braços cruzados para 18.300 – 2.550 mais que na quinta.

As filas dos caixas eletrônicos das agências ficaram longas durante todo o dia. Muitos correntistas reclamaram do número de máquinas desligadas.

A greve também ajudou a engrossar as filas nas casas lotéricas, já cheias por causa da Mega-Sena acumulada.

Greve dos bancários fecha 5,5 mil agências no país nesta sexta-feira

O terceiro dia de greve dos bancários continua atraindo mais funcionários para a paralisação. O número de agências fechadas nesta sexta-feira subiu para 5,5 mil, ou 30% do total, de 18 mil unidades. No fechamento de quinta-feira, eram 4.895 agências paradas, ou 25% do total.

Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Finaneiro (Contraf-CUT), diz que os funcionários ainda esperam uma contraproposta da Fenaban, pois não consideram justa a proposta feita, de reposição da inflação, de 4,29%. Já a Federação dos Bancos afirma que, desde o início das negociações, deixou claro que não dará o reajuste de 11%.

Segundo ele, a tendência é de adesão maior à medida que o tempo passa e os bancos não apresentam nova proposta aos funcionários. Além do reajuste, os trabalhadores reivindicam valorização dos pisos salariais, medidas de proteção da saúde que incluam o combate a assédio moral e a metas abusivas, além de garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades para todos e mais segurança.

Proposta rejeitada

Em assembleias realizadas na terça-feira (28), os bancários rejeitaram a proposta de 4,29% de reajuste oferecida pelos representantes dos bancos. A Fenaban argumenta que fez a proposta aos trabalhadores na expectativa de uma contraproposta, mas eles não apresentaram um novo patamar e decidiram ir à greve. Já a Contraf-Cut diz que aguarda uma nova proposta dos empregadores.

Em comunicado, a Fenaban reitera que os bancos irão manter as agências abertas. “Diante da radicalização do movimento sindical, que abandonou a mesa de negociações apesar da Federação Nacional dos Bancos ter garantido reposição da inflação a fim de negociar aumento real, a entidade e os bancos manifestam sua firme intenção de adotar todas as medidas legais cabíveis e necessárias para garantir o acesso e o atendimento da população nas agências e postos bancários”, afirma a entidade, lembrando que a data da greve coincide com o pagamento de pensionistas e aposentados do INSS.

Segundo o comunicado, “a Fenaban e os bancos respeitam o direito de greve. O que não se pode admitir são os piquetes contratados que barram o acesso da população às agências e postos bancários para impor uma greve abusiva, injustificada, pois a Fenaban aceita discutir reajuste real dos salários e demais benefícios da convenção coletiva, inclusive a participação nos lucros e resultados. Mas não pode aceitar um índice exagerado como o pleiteado pelos sindicatos”.

(Economia Ig)

3º dia de greve: 4.895 agências bancárias fechadas

Wagner Gomes e Fabiana Ribeiro, O Globo

Sem nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) sobre reajuste salarial, a greve dos bancários entra nesta sexta-feira no seu terceiro dia.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), informou que 4.895 agências permaneceram fechadas nesta quinta-feira em todos os estados e no Distrito Federal, mil a mais do que na terça-feira, primeiro dia de greve.

Mais da metade dos 470 mil bancários de todo o país aderiram à greve, segundo a Contraf.

A Fenaban ainda não divulgou a sua projeção.

Os trabalhadores reivindicam aumento de 11%, reajuste no piso salarial, participação nos lucros e resultados e abono.

Os bancos ofereceram a reposição da inflação, de 4,29% pelo INPC, mas não garantiram aumento real.

A Contraf divulgou nesta quinta um “comunicado dos bancários à sociedade brasileira” dizendo que os bancos empurram os trabalhadores para a greve.

- Essa intransigência é incompatível com a situação privilegiada dos bancos e fez a greve aumentar no segundo dia – Carlos Cordeiro, presidente da Contraf.

Greve tem adesão de 21 mil bancários em São Paulo

São Paulo – O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região estima que cerca de 21 mil trabalhadores aderem à greve por aumento de salário na região metropolitana da capital paulista nesta quinta-feira. Segundo a entidade 452 agências bancárias e 14 centros administrativos estão fechados. Está programada uma passeata no centro da cidade durante a tarde, na tentativa de cobrar a retomada das negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

“Estamos dispostos a negociar. O fim da greve está nas mãos dos banqueiros, basta que apresentem uma proposta à altura do empenho dos bancários, da lucratividade elevada dos bancos e do cenário de crescimento econômico no País e no setor financeiro”, afirmou em nota Juvandia Moreira, presidenta do sindicato, que fará nova assembleia na sexta-feira para definir os rumos da greve. A paralisação começou às 0h de quarta-feira e não tem data determinada para terminar.

Os funcionários de instituições financeiras rejeitaram a proposta que dava reposição da inflação dos últimos 12 meses, de 4,29%, sem aumento real de salários. O Comando Nacional dos Bancários considerou a oferta dos banqueiros insuficiente e tinha dado prazo até a segunda-feira para que a Fenaban apresentasse uma nova proposta para análise da assembleia, o que não aconteceu. Segundo a entidade, o País tem 460 mil bancários, sendo 130 mil na base do sindicato de São Paulo.

Para a Fenaban, a reposição de 4,29%, era uma primeira proposta na busca do porcentual final que corrigiria, com aumento real, salários, pisos, benefícios e participação nos lucros. De acordo com a entidade, os reajustes acertados neste ano seriam aplicados sobre uma convenção coletiva considerada a melhor do País, que assegura uma série de ganhos em termos de remuneração e benefícios, com média salarial de R$ 4.111.

Segundo a entidade, com a aplicação da convenção, seriam corrigidos com o novo acordo os direitos a jornada de trabalho reduzida, de seis horas diárias, participação nos lucros, piso salarial de R$ 1.501,49 para a função de caixa, vale refeição mensal de R$ 371,36, vale alimentação de R$ 289,36 e auxílio creche de R$ 207,95 (por filho).

(O Dia Online)

Greve fecha 350 agências bancárias em São Paulo

SÃO PAULO. Pelo menos 350 agências bancárias permaneceram fechadas na manhã desta quarta-feira, primeiro dia de greve dos trabalhadores. Também não houve expediente em oito centros administrativos. O Sindicado dos Bancários de São Paulo estima que 16 mil pessoas aderiram à greve no estado. A paralisação por tempo indeterminado foi aprovada em assembleia na noite de ontem. Os bancários rejeitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reposição de 4,29% da inflação pelo INPC. Os trabalhadores reivindicam aumento de 11%, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), vale-refeição, vale-alimentação, auxílio-creche e pisos maiores, além de auxílio-educação para todos e melhores condições de saúde.

- Os banqueiros levaram os trabalhadores à greve já que após cinco rodadas de negociações não apresentaram proposta com aumento real de salários – disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

- O fim da greve está nas mãos dos banqueiros, que têm condições para apresentar uma proposta à altura das reivindicações dos trabalhadores e dos resultados dos bancos – acrescentou.

Uma nova assembleia foi marcada para a próxima sexta-feira, 1º de outubro, a partir das 16h. A categoria tem data-base em 1º de setembro. Os bancários são uma das poucas categorias no país que possui Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) com validade nacional. Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Carlos Cordeiro, a greve atinge todos os estados brasileiros.

- Isso demonstra a indignação dos bancários com a postura dos bancos. Nós advertimos na mesa de negociações que eles estavam empurrando a categoria para a greve ao propor apenas 4,29% e rejeitar todas as demais reivindicações, mesmo apresentando lucro de 32% no primeiro semestre – disse Cordeiro.

(O Globo Online)

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O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

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. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

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