Mais uma ação dos bandidos contra agências bancárias no interior do Piauí. Dessa vez em Agricolândia, e o alvo foi o Banco do Brasil. A ação aconteceu na madrugada desta quinta-feira (06/06). Bandidos arrombaram a agência.
Os policiais foram na perseguição ao veículo mais como a cidade de Agricolândia tem muitas estradas facilitou a fuga dos mesmos. No local já se encontra os PMs, e a força tática de Teresina e o prefeito da cidade Walter Alencar que ficou preocupado com a situação.
Segundo relato, o vigilante da prefeitura viu a movimentação dos bandidos saiu pelos fundo da prefeitura e foi avisar os policiais da ocorrência. Nenhum dos acusados foram encontrados, mas uma dinamite, que seria usada para explodir a agência, foi deixada no chão.
A polícia segue as buscas pelos bandidos. Uma equipe do Bope foi até a cidade para verificar o artefato deixado pelos bandidos.







Fonte: Com informações e fotos do Agricolândia News
Publicado Por: Fábio Carvalho – Portal 180 Graus
São Paulo – Um dos principais valores do Bradesco é sua política de carreira fechada, na qual a empresa não abre mão de formar os funcionários sob sua égide. Esse sistema, no entanto, acarreta problemas aos profissionais, já que o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) é atrelado a essa filosofia e possui caráter igualmente conservador.
De acordo com a diretora executiva do Sindicato Neiva Ribeiro, o PCCS privilegia o favorecimento, o apadrinhamento e a antiguidade, além de não possuir critérios objetivos para a promoção. “Os funcionários não podem acompanhar as promoções e não sabem qual seu futuro no banco, por isto, ignoram quais passos devem tomar dentro da carreira, o que estudar, ou ainda, quais os requisitos avaliados.”
A luta por mudanças no PCCS está dentro da Campanha de Valorização dos Funcionários e integra a pauta de reivindicações entregue em 17 de abril.
> Dirigentes iniciam negociações com Bradesco
Geração Y – Outro ponto criticado pelos bancários no plano de carreira do banco é a difícil ascensão profissional. “Os profissionais, muitas vezes, ficam décadas na mesma função. E, hoje em dia, o perfil do bancário mudou muito, ou seja, ele é promovido de caixa para assistente de gerente mas na verdade vai vender produto e isto não significa que irá progredir na carreira. A Geração Y não tolera esse tipo de política e já está pulando fora”, afirma Neiva.
A chamada Geração Y é constituída pelas pessoas nascidas entre os anos de 1977 e 2000 e que têm como característica a busca por desafios e pela realização desde cedo, o imediatismo, criatividade, ousadia e pró-atividade. Possuem atributos profissionais quase unânimes, como a ambição e a avidez por reconhecimento e ascensão profissional.
“Valores estes, frutos das políticas praticadas no auge no neoliberalismo no país”, considera Neiva.
Um funcionário do Bradesco de 26 anos corrobora. “Eu estou aqui há três anos e tive uma promoção para assistente, que significa vender produto. Você vende R$ 16 milhões de plano de previdência, não ganha nem um obrigado e, no dia seguinte, aumentam sua meta. Tenho um amigo de 19 anos que ganha quase o dobro que eu na empresa onde ele trabalha. Por isso vou embora daqui”, afirma.
Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração da USP (FIA), realizada com cerca de 200 jovens que nasceram entre 1980 e 1993, observou que 99% deles só continuam envolvidos nas atividades que realmente apreciam, e 96% creem que a meta principal do trabalho é a realização pessoal.
Por isso, Neiva acredita que o Bradesco corre um risco ao não aceitar discutir o PCCS. “Os funcionários querem um PCCS que seja transparente e democrático. Não querem também um plano onde as pessoas fiquem 10, 15 anos na mesma função sem ter valorização e sem a possibilidade de mudar de setor ou carreira”, afirma a dirigente sindical.
Campanha – A Campanha Nacional de Valorização dos Funcionários do Bradesco está nas ruas de todo o Brasil desde 7 de maio, com debates nos locais de trabalho e atividades de mobilização para pressionar o processo de negociação.
Foi lançado na terça 4 o curta-metragem da campanha que tem como mote “Bancário não é de lata é gente como você, gente de verdade!” – alusão ao Mágico de Oz. A produção foi feita para propagar as reivindicações dos trabalhadores nas redes sociais. O vídeo em formato de cinema mudo conta ainda com a participação de personagem inspirado em Carlitos, de Charlie Chaplin (clique aqui para assistir)
(Rodolfo Wrolli, Sindicato dos Bancários de SP)
A ação civil pública do MPT (Ministério Público do Trabalho) contra o Bradesco foi mantida pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), que condenou o banco a pagar R$ 3 milhões por dano moral coletivo. A instituição financeira foi processada por irregularidades na contratação de corretores para a venda de seguros e previdências privadas.
A condenação também prevê o reconhecimento do vínculo dos trabalhadores com o banco e a urgente regularização dos contratos de trabalho. A decisão manteve a condenação dada em primeira instância. Para o MPT, a prática constitui fraude aos direitos trabalhistas, enquadrada no artigo 9º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
O Bradesco é acusado de contratar os vendedores de seguro por concessionárias, que funcionavam como pequenas corretoras, através das quais era feita a intermediação de mão de obra. Já os empregados contratados para a venda de títulos de previdência eram obrigados a constituir registro como pessoa jurídica.
Os trabalhadores eram selecionados pelo próprio banco e encaminhados às agências, subordinados a gerentes e supervisores. O vínculo da empresa com os trabalhadores também ficou comprovada pela cobrança de metas diárias e semanais e pela exigência de que os corretores cumprissem todo o expediente bancário.
A 37ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro (RJ) condenou o banco ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 3 milhões, a serem revertidos ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Na sentença, o juiz que julgou a causa considerou “curioso” o fato de que os sócios das empresas que empregavam os trabalhadores morassem em cidades distantes das sedes.
Além do pagamento do dano moral coletivo, o Bradesco foi condenado a regularizar todos os contratos de trabalho e a abster-se de contratar trabalhadores para por intermédio de outras empresas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil por dia, por trabalhador encontrado em situação irregular, em caso de descumprimento.
Número do processo: RR-142400-69.2003.5.01.0037
(Última Instância)

Cerca de quatro homens armados assaltaram uma agência do Banco Bradesco, no município de Parambu, por volta das 14h desta sexta-feira, 31. Segundo informações preliminares da delegacia municipal, durante a fuga, os criminosos levaram clientes como reféns, inclusive, três policiais militares que estavam no local, sendo um cabo, um soldado e um subtenente. Não há informações da quantia em dinheiro que teria sido levada.
Armados com escopetas e fuzis, os suspeitos fugiram em uma viatura da Polícia, em direção à zona rural da cidade. O carro foi abandonado depredado e os reféns foram liberados, a cerca de 4km de distância de Parambu.
As polícias Civil e Militar realizam diligências desde o início da tarde, para prender os criminosos.
(O Povo Online)

FOTOS MERAMENTE ILUSTRATIVA
Um grupo composto por 5 indivíduos explodiu o caixa eletrônico do banco Bradesco de Palmácia, a 60 km de Fortaleza. O ataque aconteceu por volta de 2h da madrugada desta quinta-feira (30), de acordo com informações do Comando de Policiamento do Interior (CPI).
Os acusados estavam em um veículo Palio de cor prata, que foi abandonado e incendiado na estrada que dá acesso ao distrito de Palmeirinha, também na região do Maciço de Baturité.
O cerco policial foi realizado contando com o apoio do Comando Tático Rural (Cotar), o Batalhão de Choque da Polícia Militar e o helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer). Ainda não foi divulgada a quantia levada pelo grupo na ação criminosa. Até o momento, ninguém foi preso.
(Diário do Nordeste)

A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho manteve condenação imposta ao Banco Bradesco S. A. de indenizar uma bancária vítima de lesão por esforço repetitivo (LER). De acordo com laudo pericial, a trabalhadora esteve exposta habitualmente a agentes de risco ergonômico. Este fato, acrescido da negligência do Bradesco, que não realizou exames periódicos, levou o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) a condenar o banco a indenizá-la por danos morais e materiais.
O Regional fixou os valores de R$40 mil a título de danos morais e R$ 546 mil por danos materiais em razão de a bancária ter desenvolvido quadro de fibromialgia, síndrome do túnel do carpo e discopatia degenerativa lombar. Os primeiros sintomas das doenças surgiram em 1996 e provocaram seu afastamento das atividades profissionais no fim de 2001.
O recurso do Bradesco contra a condenação havia sido analisado anteriormente pela Quarta Turma, que, explicou que na fixação da reparação material o TRT-BA considerou aspectos referentes à vida funcional e social da empregada, como o valor da última remuneração e o intervalo entre o afastamento e o limite de 70 anos. Esse marco é considerado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como o atual teto da expectativa de vida média do brasileiro.
Na SDI-1, foi relator do caso foi o ministro Lelio Bentes Côrrea, que, seguido pelos demais integrantes do órgão, não conheceu dos embargos do banco. Especificamente em relação ao valor da indenização por danos materiais, o ministro explicou que o Bradesco, ao interpor recurso ordinário ainda no Regional, não impugnou a quantia estabelecida: os argumentos recursais se focaram exclusivamente no laudo pericial.
Quanto ao dano moral, o relator não constatou violação do artigo 1.533 do Código Civil, norma que não dá parâmetros para a aferição da proporcionalidade da condenação ao pagamento de indenização por danos morais.
Por outro lado, a Subseção afastou as alegações do Banco de que haveria divergência entre julgados semelhantes. Conforme esclareceu o relator, os embargos foram interpostos antes da edição da Lei 11.496/2007, e, assim, aplica-se ao caso o entendimento da Orientação Jurisprudencial 294 da SDI-I, que impede a veiculação de embargos por divergência contra decisão de não conhecimento de recurso de revista, como foi a da Turma.
(Cristina Gimenes/CF)
Processo: RR-232700-54.2002.5.05.0020
Via TST

São Paulo – O Bradesco informou o Sindicato que a partir de 20 de maio cerca de 100 bancários da Plataforma Operacional de Pessoa Jurídica (POPJ), do Corporate, serão transferidos do prédio na Avenida Paulista para a matriz do banco, na Cidade de Deus, em Osasco. O Sindicato quer saber a opinião dos funcionários envolvidos no processo de mudança.
Segundo Neiva Ribeiro, diretora executiva da entidade, o banco garantiu que as transferências ocorrerão devido à centralização do departamento na matriz e que não se trata de reestruturação da área, portanto nenhuma demissão está prevista. “Questionamos se os bancários foram avisados a tempo para se organizar e se tiveram opção de mudar de área em caso de alguma dificuldade de adaptação ao novo local de trabalho. O RH do banco informou que essa mudança já estava sendo discutida há meses e que era de conhecimento de todos”, explicou.
De acordo com a dirigente, mesmo que o banco tenha comunicado os funcionários da centralização do departamento, ainda é possível analisar os casos em que exista dificuldade de adaptação ou desejo de mudança de área.
Por isso, o Sindicato solicita aos bancários envolvidos nesse processo que entrem em contato com a entidade caso tenham dificuldades com a transferência ou com a mudança de departamento. “O Sindicato está atento e tomará as providências necessárias em caso de descumprimento de algum direito”, ressaltou Neiva. Entre em contato por meio do 3188-5200 ou clicando aqui (escolha o setor “site” e escreva “Bradesco” no assunto).
(Tatiana Melin, Bancários SP)


Dia 31 de março de 2009. Foi nesta data, quando foram unificadas as ações de Itaú e Unibanco, que a bolsa de valores marcou uma distância que parecia quase intransponível entre o recém-criado Itaú Unibanco e o Bradesco. Enquanto o valor de mercado do primeiro chegou a R$ 99,577 bilhões, o do segundo era 67,5% dessa cifra, ou R$ 65,1 bilhões.
Mais de quatro anos depois, porém, os números mostram que o banco da Cidade de Deus não deixou barata a vantagem do concorrente. Na sexta-feira, por exemplo, enquanto o Itaú Unibanco valia R$ 155,9 bilhões na bolsa, o valor de mercado do Bradesco era de 90,9% do rival, somando R$ 141,8 bilhões.
Não foi só na bolsa que o Bradesco diminuiu a liderança conquistada pelo Itaú com a fusão. Tanto em ativos totais como em operações de crédito, a distância entre os dois encurtou. Em financiamentos, logo após a fusão, o estoque do Bradesco representava 74,66% do saldo do Itaú, com R$ 179,9 bilhões. No balanço patrimonial mais recente dos dois bancos, contudo, esse percentual avançou para 80,22%.
Em ativos totais, o Bradesco representava 71,3% do concorrente pós-fusão. Hoje, é 86,9%, com seus R$ 894,4 bilhões.
Méritos do Bradesco à parte, esse encurtamento de distância reflete, pelo menos parcialmente, as dores pós-crescimento do Itaú nos anos que seguiram a maior união bancária brasileira.
Seja pela dificuldade que envolve engolir uma aquisição do porte do Unibanco, seja por alguns lances não bem-sucedidos para avançar no mercado de crédito ao consumo, os últimos anos não foram fáceis para o Itaú navegar.
“O Itaú enfrenta hoje o desafio de uma receita que não está crescendo, graças à migração para linhas de menor risco. Os benefícios dessa mudança só vão aparecer mais tarde, depois que a linha de provisões para inadimplência diminuir”, raciocina analista que acompanha a instituição. Ou seja, embora o banco tenha promovido ajustes em sua política de crédito, é lenta a recuperação dos problemas passados.
A carteira de crédito de veículos é o grande exemplo de uma aposta do banco que saiu pela culatra. Hoje, já em ritmo de recuperação, a linha chegou a dar prejuízo para o Itaú, graças às elevadas taxas de inadimplência.
Foi uma aposta em um segmento de crédito de risco menor, já que tinha garantia real do veículo, que se mostrou não tão segura assim. Tanto que, no ano passado, a carteira do banco na modalidade encolheu 14,8% na instituição.
A arrumação da casa já está em curso. Os cortes de pessoal, por exemplo, foram severos no Itaú. De março de 2012 a março deste ano, o quadro de funcionários encolheu em 6.339 postos de trabalho, a maior redução entre os bancos privados.
“São ajustes de eficiência operacional que o banco promoveu no último ano. Outro exemplo foi a dissolução de parcerias com varejistas que não eram rentáveis”, afirma o analista Carlos Daltozo, da BB Investimentos. Desde 2010, o Itaú encerrou 300 alianças desse tipo, incluindo Lojas Americanas e C&C.
Embora tenha enfrentado seu quinhão de problemas também no campo do calote, o Bradesco se mostrou, em algumas áreas, mais adaptável a uma realidade bancária de spreads de crédito menores e busca por linhas mais seguras de financiamento. Antes de o Itaú levar o BMG, por exemplo, o Bradesco já tinha em casa uma estratégia para avançar no consignado, o crédito com desconto em folha em pagamento.
A seguradora do Bradesco, responsável por cerca de um terço do lucro ajustado de R$ 2,943 bilhões do trimestre, é outra vantagem competitiva no cenário bancário atual. A operação reforça as receitas fora do mundo do crédito.
No Itaú, o consolidado das operações mostrou lucro recorrente de R$ 3,512 bilhões no primeiro trimestre, enquanto a divisão de seguros, previdência privada e títulos de capitalização apresentou resultado líquido de R$ 546 milhões.
O que se nota é que o Itaú vem tentando semear hoje iniciativas que lhe deem vantagens sobre os rivais no futuro. Na área de cartões, por exemplo, o banco tem investido no Itaucard 2.0, que propõe nova metodologia para cobrança de juros no rotativo, mas que ainda não convenceu a concorrência a ponto de ser seguida. A credenciadora de cartões Redecard, trazida no ano passado para dentro do banco, também é outra aposta para um avanço mais saudável do crédito na instituição.
Fonte: Felipe Marques e Carolina Mandl – Valor

Nesta terça-feira, dia 7/5, nova campanha por valorização e mais respeito aos funcionários do Bradesco foi lançada em nível nacional. Em Fortaleza, o Sindicato dos Bancários do Ceará fez manifestação para denunciar as péssimas condições de trabalho dos funcionários do banco, o assédio moral sem medida e a cobrança excessiva pelo cumprimento de metas. Além disso, os dirigentes sindicais denunciaram as demissões injustas efetivadas neste mês, atingindo ex-funcionários do Banco do Estado do Ceará (BEC), comprado pelo Bradesco em 2005. O ato aconteceu na agência Centro, onde funciona a gerência regional do banco.
Os dirigentes sindicais denunciaram o descumprimento pelo Bradesco do Estatuto Municipal de Segurança Bancária e coloca em risco a vida de bancários e clientes. “Suas agências não têm portas de segurança, o que deixa todos vulneráveis. Será que precisa morrer alguém para o Bradesco cumprir o Estatuto?”, disse Gabriel Motta, diretor do SEEB/CE, lembrando que o Bradesco ainda coloca a culpa pela falta de segurança no Estado, quando sofre ataques de bandidos.
“Um banco que lucra bilhões, deixa as suas portas escancaradas, que incita a bandidagem e mostra aos criminosos que o banco não tem segurança, este é o Bradesco”, completa Gabriel.
O Sindicato dos Bancários do Ceará, em defesa da categoria, vai ajuizar duas ações contra o Bradesco: uma civil que é a obrigação de fazer e outra é dano moral coletivo, pela falta de respeito que o banco tem para com seus empregados. Também participa da Campanha pela Valorização dos funcionários Bradesco, campeão de assédio moral e tem vários bancários acometidos de doenças ocupacionais e distúrbios psicológicos.
Segundo o diretor do SEEB/CE, Robério Ximenes “nossa manifestação é para denunciar mais uma vez que o Bradesco teve lucro de R$ 3 bilhões no 1º trimestre, vai chegar ao R$15 bi no ano, no entanto, com toda essa lucratividade demite descaradamente. Os banqueiros querem continuar lucrando cada vez mais às custas dos seus trabalhadores”.
Campanha
A pauta da Campanha de Valorização dos funcionários do Bradesco tem como principais bandeiras a criação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), melhores condições de trabalho e preservação da saúde, parcelamento do adiantamento das férias e auxílio-educação para todos.
(Sindicato dos Bancários do Ceará)

Mais uma vitória dos trabalhadores contra a postura do Bradesco de desrespeito e desvalorização dos funcionários. Após intervenção do Sindicato dos Bancários de Brasília (SEEB Brasília), o banco teve que voltar atrás e, por força de decisão judicial, reintegrou a bancária Christiane Dantas, que nesta segunda-feira 6/5 voltou a trabalhar na agência Sudoeste da cidade. Numa manifestação de apoio à bancária, o SEEB Brasília esteve na unidade e aproveitou a ocasião para conversar com a população sobre a importância do fim das demissões imotivadas, com a ratificação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O Bradesco demitiu a trabalhadora sem justa causa em maio de 2011, logo após ela voltar de férias e faltando apenas dois meses para que entrasse no período de estabilidade pré-aposentadoria. Ela é funcionária oriunda do extinto Banco Estadual do Ceará (BEC), comprado em 2005 e incorporado em 2006 pelo Bradesco, que assumiu à época o compromisso de não demitir sem justa causa os bancários incorporados, conforme Decreto Estadual do Ceará nº 21.325/91, que estabelece que eles não podem ser desligados imotivadamente. A bancária foi transferida para Brasília em 2007, a pedido dela.
Por conta disso, a ação de reintegração foi movida pelo Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 7ª Região, com o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília. “A reintegração é um acontecimento de suma importância, uma vez que mostra a força da luta da categoria contra as injustiças que o banco comete. Nós sabemos que a rotatividade no Bradesco é alta e, além disso, o número de bancários é insuficiente para atender a demanda da população. Lutamos contra tudo isso”, afirma Garcia Rocha, diretor do SEEB Brasília e bancário do Bradesco.
Pressão e assédio – Christiane completará 29 anos de banco em julho deste ano e já passou por vários momentos difíceis como bancária. “A constante pressão no trabalho e situações de assédio moral me deixaram com a saúde debilitada. Tive vários problemas de saúde que deixaram sequelas”, lembra a bancária, que chegou a ser afastada por licença-saúde pelo INSS por esse motivo.
Campanha – O SEEB/CE está participando da Campanha de Valorização dos Funcionários do Bradesco, lançada nesta terça-feira 7/5 em todo o País. Entre as principais demandas dos bancários estão a solução dos problemas do plano de saúde, fim das demissões imotivadas, mais contratações e mais segurança nas agências.
Em todo o Brasil, os sindicatos filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) fizeram uma série de protestos e manifestações cobrando que sejam atendidas as reivindicações dos funcionários do Bradesco.
(SEEB-Brasilia)

São Paulo – A edição de junho da revista Bloomberg Markets traz uma pesquisa sobre os bancos mais sólidos e, por consequencia, mais confiáveis do mundo. Entre os da América do Sul, Santander Brasil, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil lideram o ranking.
No mundo, a liderança ficou com o Qatar National Bank, do Catar, o primeiro entre 20 instituições globais. Para chegar a tal conclusão, a revista avaliou 78 bancos com ativos totais de 100 bilhões de dólares ou mais, em março deste ano.
Ficaram de fora da análise apenas os bancos que não relataram, até março, os dados de desempenho de 2012 e as instituições que reportaram prejuízo ou falharam no último teste de estresse do Federal Reserve.
Os principais critérios analisados foram: proporção entre o capital da instituição e os ativos ponderados pelo risco; proporção entre os ativos inadimplentes e o total de ativos; relação entre reservas para perdas e empréstimos para ativos inadimplentes; e o índice de eficiência em 2012.
Na avaliação, quanto menor a nota do banco, melhor o seu desempenho. No caso dos bancos que operam no Brasil, o Santander acabou se saindo melhor, na avaliação da Bloomberg.
| Os bancos mais sólidos por região | |||
|---|---|---|---|
| Líder Mundial | Instituição | País | Nota |
| 1 | Qatar Nacional Bank | Qatar | 13,8 |
| América do Norte | Instituição | País | Nota |
| 1 | Canadian Imperial Bank of Commerce | Canadá | 14,9 |
| 2 | Royal Bank of Canadá | Canadá | 17,4 |
| 3 | Bank of New Scotia | Canadá | 22,5 |
| 4 | Toronto-Dominion Bank | Canadá | 23,5 |
| 5 | Citigroup | EUA | 28,8 |
| América do Sul | Instituição | País | Nota |
| 1 | Banco Santander Brasil | Brasil | 33,2 |
| 2 | Itaú Unibanco | Brasil | 50 |
| 3 | Bradesco | Brasil | 60,1 |
| 4 | Banco do Brasil | Brasil | 60,2 |
| Europa | Instituição | País | Nota |
| 1 | Svenska HandelsBanken | Suécia | 24,7 |
| 2 | Credit Suisse Group | Suíça | 26,9 |
| 3 | Skandinaviska Enskilda | Suécia | 28,7 |
| 4 | Turkiye Garanti Bankasi | Turquia | 29,2 |
| 5 | SwedBank | Suécia | |
| Ásia | |||
| 1 | Oversea-Chinese Banking | Cingapura | 14,1 |
| 2 | DBS Group | Cingapura | 19,9 |
| 3 | United Overseas Bank | Cingapura | 21,4 |
| 4 | Hand Seng Bank | Hong Kong | 23,9 |
| 5 | China Construction Bank | China | 25,4 |
Fonte: Bloomberg Markets
O Bradesco foi condenado a pagar R$ 300 mil a título de danos morais e estéticos, R$ 124 mil por danos materiais e R$ 2.750,00 de pensão por tempo suficiente ao restabelecimento profissional de um rapaz vítima de assalto nas dependências do banco. Ele foi alvejado no rosto por um tiro de fuzil, que causou destruição parcial da face. A decisão é do Tribunal de Justiça do Maranhão, que manteve a decisão de primeira instância.
O fato ocorreu em janeiro de 2008, quando o rapaz, funcionário de uma loja de móveis, estava a trabalho na agência da instituição financeira em Maracaçumé, que foi invadida por seis homens fortemente armados anunciando assalto, fazendo reféns e ameaçando os clientes de morte. Eles trocaram tiros com a polícia e uma bala atingiu o rosto da vítima que foi submetido a cirurgias em São Luís com custo total de R$ 124.551,66.
Ele alegou não ter condições de arcar com as despesas e narrou ter sofrido demasiadamente com o fato, com sequelas psicológicas irreparáveis. Apesar das diversas cirurgias, seu rosto ficou completamente deformado.
O Bradesco recorreu da condenação pedindo a extinção do processo, negando sua obrigação de indenizar porque não seria o responsável pelo prejuízo sofrido pela vítima, pois os disparos teriam sido feitos fora da agência.
O relator do recurso citou entendimento do Superior Tribunal de Justiça para refutar os argumentos do banco, considerando que as instituições financeiras possuem responsabilidade de salvaguardar a integridade dos seus clientes ou transeuntes, pois roubos e furtos, longe de constituírem caso fortuito ou de força maior, são riscos inerentes à atividade econômica.
Ele ressaltou que a precariedade do sistema de segurança do banco foi demonstrada pelo fato de os clientes terem sido levados como reféns, o que fez gerar o dano causado. “A indenização deve ser mantida, tendo em vista que houve risco de morte e o rapaz teve sua face desconstituída, ficando impossibilitado de trabalhar”, avaliou. Com informações do Tribunal de Justiça do Maranhão
Link: www.ncc.adv.br

No final de março chegaram ao Sindicato dos Bancários do Ceará dois casos de demissões por justa causa de funcionários do antigo BEC que estavam reintegrados através de ação jurídica movida pelo Sindicato dos Bancários do Ceará – obedecendo ao Decreto Estadual nº 21.325/91.
Para demitir os dois bancários, o Bradesco alegou descumprimento da CLT e de seus normativos (regulamentos internos e Código de Ética), pois, segundo o banco, os dois companheiros demitidos estariam usando senhas de outros funcionários e/ou disponibilizando sua senha a outros e trabalhando em horário fora da jornada de trabalho.
O Decreto Estadual nº 21.325/91 estabelece, no seu artigo 1º, o dever de o órgão administrativo explicar os motivos de fato e de direito de seus atos administrativos, entre eles os de provimento, dispensa, exoneração e disponibilidade de servidores e empregados, sob pena de nulidade. O artigo 2º estende esse dever estabelecido às entidades da administração indireta do Estado. Em outras palavras, os ex-funcionários do BEC não poderiam ser desligados do banco sem justa causa.
“É importante que se diga que o Bradesco não quer mais a presença desses funcionários reintegrados dentro de seu corpo funcional. Eles só fazem parte do banco graças à ação movida e ganha pelo Sindicato. Mas agora, o banco vem procurando formas de justificar o desligamento desses funcionários e é preciso muito cuidado para não se tornar vítima dessa armadilha”, alerta o diretor do Sindicato, Robério Ximenes. “Eles estão se utilizando de qualquer brecha presente nesses regulamentos internos para demitir essas pessoas”, completa.
Robério informa ainda que o Sindicato vai tentar novamente a reintegração desses funcionários, mas alerta a todos os trabalhadores do banco, e em especial aos reintegrados do BEC, que observem o máximo cuidado para não desobedecer nenhuma regra interna para não dar motivação ao banco de uma provável demissão por justa causa. Além disso, ele relatou que a entidade está fazendo contato com todos os reintegrados na Justiça para alertá-los sobre os riscos.
“Apesar de seus regulamentos proibirem certas ações, o próprio Bradesco cria determinadas situações nas unidades bancárias, tanto pela má estruturação dessas agências, como pelo número diminuto de funcionários, e ainda pela cobrança constante do cumprimento de metas, que levam, muitas vezes, os funcionários a descumprir algumas regras na prática do dia-a-dia, mas sempre buscando agilizar os trabalhos e por em dia os serviços em sua Unidade não se tratando, portanto, de burla buscando proveito próprio. Nos dois casos, o banco se aproveitou disso, mesmo sabendo que as agências estão com um quadro reduzidíssimo e um grande volume de serviços”, ressalta Robério.
O dirigente informou que o Sindicato vem fazendo um levantamento nas unidades bancárias do Estado e já observa que o Bradesco é um dos bancos com maior carência de funcionários levando-se em conta a demanda de serviço. “Os funcionários têm de realizar uma infinidade de tarefas e isso tem causado problemas enormes e um desgaste muito grande. Talvez por isso os funcionários demitidos foram forçados a lançar mão de certas condutas com o objetivo de cumprir suas demandas. É um absurdo o Bradesco demitir um funcionário que estava tentando solucionar problemas dentro da agência, mesmo diante das péssimas condições de trabalho disponibilizadas pelo Banco muitas vezes sendo obrigado a trabalhar de graça”, disse.
Orientação – O Sindicato dos Bancários orienta a todos os reintegrados que tomem extremos cuidados com as regras internas e que não facilitem e não deem motivo para o banco viabilizar a demissão por justa causa. Lembrando que o que garante seus empregos é a decisão judicial, então todo cuidado é pouco. Essa cautela também se estende a todos os demais funcionários.
Qualquer dúvida, reclamação ou denúncia, o bancário deve entrar em contato imediatamente com o Sindicato através do telefone: (85) 3252 4266.
(Sindicato dos Bancários do Ceará)
Salvador – Um grupo de 30 bandidos fortemente armado causou pânico na madrugada na cidade de Jaguaquara, no sudoeste da Bahia. Os bandidos explodiram caixas eletrônicos das agências do Bando do Brasil e Bradesco, por volta das 3h da madrugada e ainda desafiou a polícia, cercando as residência da delegada Maria do Socorro Damásio e do capitão da Polícia Militar, Michel Franc.
Os criminosos usaram carros para bloquear a saída da delegada e do policial militar de suas casas. No quartel da 3ª Companhia da PM, os bandidos utilizaram cadeado e correntes para impedir a saída dos policiais.

Depois onde eles realizaram três explosões que destruíram completamente a área interna da agência. Na Rua do Triângulo, ao lado da feira livre, os indivíduos também usaram explosivos para entrar no prédio do Bradesco.
De acordo com informações da delegada Maria do Socorro Damásio, os suspeitos prenderam PMs que estavam de plantão no destacamento do 19ª Batalhão da Polícia Militar, que atende a cidade, e fizeram guarda na frente da delegacia para impedir a saída de policiais enquanto agiam, explodindo os caixas.
No total, cerca de 15 homens participaram da ação, conforme a delegada Socorro Damásio. Eles fugiram levando o dinheiro dos equipamentos bancários. A agência do do Banco do Brasil, segundo Maria do Socorro, ficou totalmente destruída. Já a do Bradesco, teve danificada a área dos caixas eletrônicos, sem prejuízos aparentes na área interna, informou a polícia.
(Jornal da Bahia)

O principal investimento da Ambev em 2013 no futebol brasileiro está sofrendo um ligeiro boicote da Globo. O programa sócio-torcedor, que distribui descontos para torcedores em compras e serviços de várias empresas, fechou parceria com o Bradesco. O rival Itaú, patrocinador do futebol na emissora, foi procurado, mas não fechou negócio.
Agora, a Globo exibe apenas inserções publicitárias do programa da Ambev. Espaço na transmissão de jogos ou em telejornais, nem pensar.
Por Lauro Jardim, Veja Online

O Ministério Público do Estado do Ceará ajuizou uma ação civil pública, na última terça-feira (16), contra o Banco do Brasil, o Bradesco, o Itaú e o Banco do Nordeste em Iguatu. O pedido é para que as agências atendam os clientes em um tempo máximo de 25 minutos.
A ação, realizada pelos promotores de Justiça Francisco das Chagas da Silva e Aureliano Rebouças Júnior, foi motivada pelas reclamações de vários consumidores recebidas no Decon de Iguatu. De acordo com o MP, houve queixas relacionadas a um tempo de espera superior a uma hora.
O MP colheu elementos e constatou o descumprimento ao art. 1º da Lei Municipal nº 1.669/2012, que regulamenta o tempo de espera dos clientes na fila de bancos. Pelalegislação, as agências ficam obrigadas a atenderem as pessoas em tempo hábil, respeitando a dignidade e o tempo do usuário, que deve ser de, no máximo, 25 minutos em dias normais; 30 minutos nas vésperas e após os feriados prolongados; e 35 minutos nos dias de pagamento dos funcionários públicos municipais, estaduais e federais, não podendo em hipótese alguma ultrapassar esses prazos.
Obrigações
No processo, o MP pede a condenação dos bancos por danos morais coletivos, por violação ao direitos dos consumidores e solicita ainda uma liminar que obrigue as agências de Iguatu a cumprirem imediatamente a lei.
Além disso, pede que os bancos sejam condenados a instalar em suas dependências máquinas que emitam senhas para os clientes, para que, através desse procedimento, fiquem registrados os horários de entrada e de atendimento de cada consumidor. O Ministério Público sugere uma multa de R$ 5 mil para cada instituição financeira que descumprir a ordem judicial.
(Tribuna do Ceará)

O Bradesco é o banco mais rentável entre as maiores instituiçõs financeiras do Brasil, segundo levantamento da consultoria Economatica, divulgado nesta segunda-feira (8).
A Rentabilidade sobre o Patrimônio do Bradesco em 2012 ficou em 17,27% – valor inferior ao verificado em 2011 quando o banco alcançara 19,83%.
Em 2011, o líder era o Banco do Brasil, com ROE de 21,55%. No ano anterior, o BB ficou em segundo lugar, com ROE de 16,89%.
O terceiro mais rentável em 2012, entre os gigantes bancários do Brasil foi o Itaú Unibanco, com 16,70%, ficando na mesma posição que ocupou em 2011.
O quarto banco brasileiro entre as maiores instituições com maior ROE é o Santander Brasil. A instituição ficou na 16ª colocação em 2012 com ROE de 6,83%. Em 2011, estava na nona colocação.
(G1 Economia)
São Paulo – Pelo menos três bancos, o Santander, Itaú e Bradesco, estão avaliando comprar a Credicard, que pertence ao Citibank. As informações são do Valor Econômico, da última quinta-feira, dia 07/03.
De acordo com a reportagem, o banco americano está conduzindo um processo acelerado para vender os braços de cartão de crédito e financiamentos da Credicard. Os ativos são avaliados em torno de 1 bilhão e 1,5 bilhão de reais, disse o jornal.
Ainda segundo o Valor, propostas preliminares de preços já foram entregues ao Citi e um grupo restrito de instituição foi selecionado para acessar o chamado “data room”. O grupo é composto por três bancos, mas outras instituições, como Banco do Brasil e até o BTG também tinham interesse.
A conclusão da transação está prevista para no máximo em três semanas e o Citi espera contabilizar ainda no balanço no primeiro trimestre a operação.
(Exame Online)

O Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 11,523 bilhões em 2012, o que significa um crescimento de 2,9% com relação ao ano anterior, mesmo com a redução de juros e spreads e com o aumento de 15,31% (ou R$ 1,85 bilhão) das Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) para uma inadimplência superior em apenas 0,2 pontos percentuais (de 3,9% para 4,1%) no período.
Clique aqui para ver os principais números da análise do Dieese.
Apesar do aumento do lucro bilionário, o Bradesco fechou 1.299 postos de trabalho no ano passado, segundo o balanço da instituição financeira anunciado nesta segunda-feira 28. O Bradesco é o primeiro banco a divulgar os resultados de 2012.
O corte de vagas aumenta a preocupação dos bancários com o emprego, já manifestada no último dia 10 ao presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, durante sua primeira visita à sede da Contraf-CUT, em São Paulo. “É inadmissível que, apesar desse lucro astronômico, o Bradesco feche postos de trabalho, sabotando os esforços do governo e da sociedade brasileira para que o país volte a crescer a um ritmo mais acelerado, com geração de mais empregos e diminuição da desigualdade”, afirma o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.
O montante provisionado pelo Bradesco para os atrasos superiores a 90 dias (R$ 13,9 bilhões) é maior que o lucro líquido ajustado anunciado. Já o Índice de Inadimplência superior a 90 manteve a marca de 4,1% do trimestre anterior. Com relação a dezembro de 2011, a inadimplência cresceu apenas 0,2 pontos percentuais.
“O Bradesco repete a manipulação contábil, usada por todo o sistema financeiro no ano passado, de esconder o lucro superdimensionando as provisões para devedores duvidosos em relação à inadimplência real, que praticamente ficou inalterada”, critica Carlos Cordeiro.
O resultado positivo foi obtido, principalmente, devido ao maior resultado operacional de seguros (32,66%) e ao crescimento das receitas de prestação de serviços (16,14%) e das rendas de tarifas bancárias(13,34%). As operações de crédito cresceram 11,51% em doze meses, atingindo um montante de R$ 385,53 bilhões.
As despesas de pessoal cresceram 5,4% no ano passado, abaixo dos 7,5% do reajuste dos salários e dos 8,5% do reajuste do piso da categoria bancária na campanha nacional de 2012. A cobertura das despesas de pessoal sobre a receita de prestação de serviços chegou a 140,07% no Bradesco no período, um acréscimo de 12,2 pontos percentuais.
“Esse mecanismo de usar as demissões e a rotatividade para reduzir a massa salarial é uma prática obscena do sistema financeiro, que explica por que o Brasil, apesar de já ser a sexta maior economia, ainda está entre os 12 países mais desiguais do planeta”, critica Carlos Cordeiro.
Fonte: Contraf-CUT
Num encontro com o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, no Palácio do Planalto, em Brasília, no último dia 11, a presidente Dilma Rousseff defendeu “a ampliação do financiamento ao setor privado”, a “necessidade de manutenção dos empregos”, além de “uma redução maior dos juros”. A reunião com o presidente do banco ocorreu um dia após a visita feita pelo banqueiro à Contraf-CUT, em São Paulo. No encontro com Dilma, Trabuco disse que a economia do país vive um bom momento, apesar da crise europeia, e destacou que “os bancos têm um papel importante no desenvolvimento econômico”.
O Sindicato do Rio critica o fato de o banco esconder da presidente da República a política de demissões da empresa. Somente no Rio de Janeiro já são mais de 50 bancários dispensados, desde dezembro de 2012.
“Numa reunião em que o emprego é o tema central é estranho que o presidente do segundo maior banco privado do país omita a sua política de demissões, causada pela alta rotatividade, além da exploração dos funcionários que continuam trabalhando”, critica o diretor do Sindicato Geraldo Ferraz. O sindicalista ressaltou ainda que os bancários não vão se calar diante das dispensas.
O presidente Almir Aguiar disse que o Sindicato vai enviar uma carta à Presidência da República denunciando as dispensas no Rio, fato omitido por Trabuco no encontro com Dilma. “Se a economia vai bem e os bancos continuam faturando como nunca, por que demitir? A presidenta precisa saber disso”, afirma.
No encontro com o presidente do Bradesco, na sede da Contraf-CUT, no último dia 10, em São Paulo, o presidente da entidade, Carlos Cordeiro, também cobrou de Trabuco a manutenção dos empregos no setor.
(Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro)

Reconhecido nacionalmente como a ‘maquina de moer gente’ por conta de suas incessantes demissões de funcionários que foram acometidos de doenças adquiridas pela execução de suas tarefas diárias, o Bradesco acaba de perder mais uma ação na justiça trabalhista rondoniense.
Por Paula Barra
SÃO PAULO – A Veja.com, portal de notícias da revista Veja, desmentiu a matéria sobre fusão dos bancos Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) publicada minutos após o fechamento da última quarta-feira (9).
A informação divulgada no site gerou uma euforia no mercado, resultando em uma forte valorização das units do Santander no after hours da BM&FBovespa – período de negociação que acontece após o fechamento do pregão regular. Os papéis SANB11 subiram 1,97% - lembrando que no after hours a variação dos ativos é limitada em 2% para cima ou para baixo -, fechando a R$ 15,51. Além disso, esses papéis movimentaram R$ 32 milhões no período de pós-negociação, enquanto normalmente o volume médio diário deles no after hours é de R$ 300 mil.
Uma nota da redação divulgada na home do site da Veja aponta falha no procedimento e classifica que deixou erroneamente no ar a manchete sobre a operação durante 22 minutos, de 17h59 às 18h21 (horário de Brasília). A informação foi corrigida em seguida pela redação do site, que publicou também os desmentidos oficiais dos bancos em questão. O Santander negou a notícia, citando que é incabível e inventada.
De acordo com a matéria original, os funcionários do Santander haviam recebido um e-mail afirmando que a venda ocorreria no 1° semestre deste ano.
O Bradesco também negou a informação através de sua assessoria de imprensa – desmentindo “categoricamente” a informação. A especulação de uma negociação entre os dois bancos é longa: acredita-se que o Santander estaria interessado em vender seus ativos para salvar sua operação na Espanha, enquanto o Bradesco estaria interessado em aumentar sua presença em terreno nacional.
Em função do negação da informação, a equipe de análise da XP Investimentos recomenda monitorar a movimentação dos ativos das instituições financeiras neste pregão.
(Portal Info Money)

Foto Facebook
A sentença, em caráter de antecipação de tutela, levou em consideração, que Paulo Perrone foi vítima de uma “saidinha bancária” no dia 19 de julho de 2011, após sacar R$ 3 mil, na agência do Iguatemi. Imagens internas do banco mostraram que duas pessoas observavam o baterista no momento da operação financeira. Os suspeitos abordaram Perrone ainda perto do estabelecimento. Dois tiros foram disparados contra o carro do músico, quando ainda estava em movimento. Um tiro atingiu o vidro de trás do automóvel e o outro a cabeça do baterista. Perrone ficou com uma grave lesão cerebral que afetou seu estado de saúde, com perda de todos os movimentos dos braços e das pernas, e não há previsão de melhora.
A decisão do magistrado ainda considerou as dificuldades financeiras da família para custear o tratamento médico domiciliar. O juiz Claudio Oliveira, na decisão, pontuou que o banco não tomou as medidas de segurança necessárias para a proteção dos clientes e, por isso, seria responsável pelos danos que os clientes possam sofrer. Ainda enfatizou que o estado de saúde de Perrone é grave, e que corre risco de morte, “caso não conte com a ajuda financeira do banco em caráter de urgência”. A decisão foi embasada no artigo 273 do Código do Processo Civil (CPC) para antecipação dos efeitos da tutela. O magistrado afirmou que é “dever inarredável das instituições financeiras adotarem as medidas de segurança necessárias para resguardar seus clientes quando em operação nas suas dependências, cujo dever decorre do risco da própria atividade desenvolvida”. A sentença destaca que os bancos devem destinar aos consumidores que saquem quaisquer valores nos caixas de bancos, um espaço reservado para que tenham absoluta certeza de que não estejam sendo observados os valores recebidos e que os bancos devem zelar pela segurança dos clientes, principalmente quando sacarem valores elevados.
Os usuários da rede social Facebook se mobilizaram e pediram para que o juiz Claudio Fernandes de Oliveira deferisse a tutela antecipada em favor de Paulo César Perrone e condenasse o Bradesco a custear o tratamento domiciliar. A iniciativa partiu do programa Brasil Urgente, da Band Bahia, e da Rede Tudo FM 102,5.
(Portal Bahia Notícias)

O Bradesco informou que a partir desta quinta-feira (13) os clientes do banco poderão realizar saques e consulta de saldos sem o uso de cartão de débito nos caixas eletrônicos da rede Rede Bradesco Dia e Noite. As operações serão autorizadas mediante o uso de identificação biométrica, sistema de leitura do padrão vascular da palma da mão – adotado pela instituição em 2007.
Segundo o Bradresco, atualmente, cerca de 93% dos mais de 35 mil terminais de autoatendimento da rede do banco estão equipados com o dispositivo. “Nossa equipe trabalhou focada no desenvolvimento de um produto exclusivo com a utilização da biometria. Mais de 12 milhões de clientes do Bradesco já utilizam a identificação biométrica como forma de acesso às transações financeiras nos terminais”, afirmou, em comunicado, o diretor dos Canais Digitais do Bradesco, Luca Cavalcanti.
Para fazer retiradas da conta corrente ou da conta-poupança sem o cartão de débito, o cliente terá que digitar os números de sua agência, conta e dígito, e informar a titularidade, quando a conta for conjunta. Mesmo com o uso da biometria, as operações só serão finalizadas após o cliente informar a senha de seis dígitos.
Os limites de saques disponíveis são os mesmos das operações realizadas com o cartão de débito.
O Bradesco destaca, entretanto, que “o cliente deverá estar cadastrado no sistema de biometria do banco, o que pode ser feito em qualquer agência, por meio de apresentação de um documento com foto”.
(G1)

Os bancos privados aceleraram o ritmo de demissões neste ano. De acordo com o Dieese, 9.080 bancários foram dispensados entre janeiro e setembro, o equivalente a 3,2% do total de empregados registrado em dezembro passado. Considerando o saldo entre novas contratações e cortes, o resultado fica negativo em 7.286 vagas.
Esses números poderiam ser piores caso o Dieese já tivesse incluído as mil demissões feitas pelo Santander na semana passada, das quais 415 foram revertidas pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo depois de pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
De janeiro a setembro do ano passado, as instituições financeiras privadas haviam contratado mais 8.512 empregados. O corte dos funcionários ocorre no momento em que a taxa básica de juros Selic está no histórico patamar de um dígito. Com a redução, as instituições viram seus ganhos crescerem em ritmo mais lento, mas, ainda assim, registraram lucratividade acima da de outros setores da economia. O lucro de 25 instituições no terceiro trimestre atingiu R$ 11,29 bilhões, segundo pesquisa da consultoria Economatica.
Admitidos ganham menos
O Itaú Unibanco teve lucro de R$ 10,102 bilhões de janeiro a setembro. Mas, segundo o Dieese, foi o que mais demitiu neste ano: 7,8 mil. O Bradesco, que lucrou R$ 8,48 bilhões até setembro, cortou 584 pessoas. O Citibank demitiu 665 nos primeiros nove meses e anunciou na semana passada que fechará 14 das 198 agências no país. O Santander, até setembro, tinha saldo positivo de 518 empregos. Mas só nos últimos dias cortou mil, com o argumento de adaptar sua estrutura ao mercado. Uma nova audiência de conciliação foi marcada para hoje no TRT entre o banco e sindicalistas.
“Buscamos uma justificativa para isso, mas não encontramos. Acreditamos que está havendo uma reestruturação do segmento financeiro, mas para o lado oposto. Enquanto os bancos públicos ganham concedendo mais empréstimo, os privados demitem para tentar fechar os ciclos com resultados e índices de eficiência mais altos”, disse Ademir Wiederkehr, diretor da Contraf.
Os dados também mostram que a remuneração média dos bancários está caindo. Enquanto o salário dos demitidos estava em R$ 4 mil, o dos admitidos é de R$ 2,5 mil, diferença de 38,39%.
Procurados, Itaú, Citi e Santander disseram que não comentariam o assunto. O Bradesco, por sua vez, disse que “as demissões ocorreram dentro da rotatividade normal do quadro de pessoal do banco”.
Analistas afirmam que o setor está passando por uma adaptação. Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating, disse que esse é um “cenário nunca visto no setor”.
“Os bancos estão num cenário nunca visto, de redução de juros e spread, concorrência acirrada e inadimplência. São coisas que os bancos nunca viram. Este ano e 2013 serão muito delicados.”
(Agência O Globo)

Embora, em teoria, os possíveis ganhos de escala resultantes da operação pudessem ser repassados para os clientes em forma de tarifas menores, esse não é um movimento que deve ocorrer.
Com a crise que a Espanha enfrenta, com elevada taxa de desemprego, e consequente aumento da inadimplência, voltou a circular no mercado rumores sobre uma possível aquisição do Santander pelo Bradesco.
Ainda que somente no campo das especulações, especialistas de mercado lembram que esse não é um rumor novo, e não chegaria a ser uma grande surpresa o anúncio efetivo do mesmo, até pela fragilidade da matriz espanhola.
No entanto, a operação não é vista com bons olhos pelos que atuam no setor financeiro nacional.
“Existe o argumento de que uma fusão desse porte propicia ganho de escala, que por sua vez pode ser repassada para o cliente em menores tarifas. Mas demora um tempo para que isso ocorra. A operação do Santander com o Real foi concluída praticamente quatro anos depois do anúncio”, diz um analista do setor, que prefere não ter o nome divulgado.
Além disso, continua o especialista, benefícios ao consumidor tendem a ocorrer em tempos de maior concorrência, como a que recentemente foi promovida pelo governo por meio dos bancos públicos.
“As instituições não vão baixar suas margens podendo não fazê-lo”, pondera o especialista.
Novas pistas sobre os próximos passos dessa história, diz o analista, poderão ser tiradas das operações dos investidores institucionais em relação aos ativos do Santander.
(Lucas Bombana, Brasil Econômico)

São Paulo – Demissão. Essa foi a resposta obtida pela bancária do Departamento de Operações de Pessoa Jurídica da Plataforma Operacional (DOPJ) do Bradesco, após buscar seus direitos e denunciar aos setores responsáveis os problemas recorrentes no local de trabalho, sobretudo com relação ao assédio moral praticado pelos coordenadores da área.
A auditoria interna da SA 8000 foi um dos caminhos procurado pela funcionária, assim como apontam as orientações da certificação, que diz promover práticas de trabalho socialmente aceitas. Entretanto, nenhuma providência foi tomada, o que levou a funcionária a procurar o diretor departamental, Layette Lamartine Azevedo Junior.
Assédio moral, pressão, desrespeito e humilhações foram relatados pela bancária ao responsável do departamento. Porém, como resposta, a trabalhadora foi demitida. “Não é respeitada a responsabilidade social alardeada pelo banco em função da certificação SA 8000 sobre respeito aos direitos fundamentais do trabalho e de organização dos trabalhadores. A demissão da bancária é a prova de que o discurso não é revertido na prática”, critica o diretor do Sindicato Vanderlei Alves.
Segundo o dirigente, os problemas com assédio moral se intensificaram no setor após a centralização da plataforma operacional (DOPJ). “As denúncias são recorrentes. Conforme relatos dos bancários, a plataforma se tornou um “pesadelo” para trabalhar, pois há coordenadores que humilham, gritam, ironizam e cobram uma experiência que não é proporcionada aos funcionários, assim como os cargos que não estão enquadrados de acordo com as funções.”
Ele ainda relata que muitos funcionários da área estão afastados devido a doenças psicológicas que adquiriram durante o período de trabalho no banco. Stress e depressão são os principais sintomas. “O descontentamento e desânimo é geral, por isso a bancária demitida tentou os caminhos disponíveis para melhorar as condições de trabalho”, explicou Alves, ressaltando que o Sindicato entrou em contato com os responsáveis do banco para cobrar uma resposta.
Denuncie pelo Sindicato – Apesar da funcionária ter exercido o direito legítimo de denunciar problemas no local de trabalho, o Sindicato orienta os bancários a utilizarem o canal de denúncia de combate ao assédio moral disponível no site da entidade. Fruto da conquista da Campanha Nacional Unificada de 2010, o instrumento foi renovado na campanha deste ano.
Além de manter o anonimato, o Sindicato tem o prazo de dez dias úteis para apresentar a denúncia ao banco, que, por sua vez, tem 60 dias corridos para apurar o caso e prestar esclarecimentos ao Sindicato.
(Tatiana Melim, SEEB-SP)

Um grupo invadiu uma agência bancária do Bradesco no município de Salitre e explodiu com dinamites um caixa eletrônico na madrugada desta quinta-feira (6), por volta das 2h da manhã, segundo o Comando de Policiamento do Interior (CPI).
O CPI afirmou que a quantia levada pelos criminosos ainda não foi informada. O grupo ainda está foragido, mas a polícia acredita que eles tenham fugido em direção ao estado de Pernambuco.
Ataque em Palhano
Há dois dias, um outro ataque a banco foi registrado no interior. Uma quadrilha composta por cerca de 10 homens atacou a agência bancária do Banco do Brasil da cidade Palhano.Dois caixas foram explodidos e quatro homens morreram após troca de tiros com policiais.
(Jangadeiro Online)

Depois de investir para ter como principais atrativos o empréstimo imobiliário e a poupança, a Caixa Econômica Federal agora quer ganhar uma posição no ranking e se tornar uma das três maiores instituições financeiras do País até 2015. Para chegar ao objetivo, terá de derrubar ao menos um gigante: Banco do Brasil, Itaú ou Bradesco.
Para isso, a instituição pretende investir no relacionamento com o consumidor. “Não basta trazer o cliente para a agência. Ele tem de querer ficar”, diz presidente da instituição, Jorge Hereda. Para isso, nos próximos meses, a Caixa espera tirar o atraso na tecnologia. O internet banking está sendo reformulado e deverá entrar no ar em 14 de dezembro. Onze mil caixas eletrônicos já foram substituídos, e a renovação deve seguir nos próximos anos. Para desafogar o atendimento, a rede de agências também crescerá: o banco vai inaugurar 550 agências em 2012 e prevê abrir outras 1.450 nos próximos três anos.
Neste ano, a principal arma da Caixa para crescer foi a expansão de 44% no crédito (a maior entre todos os bancos do País e suficiente para passar o Bradesco nesse indicador). Em um ambiente de alta na inadimplência e restrições a financiamentos, o banco – a mando do controlador, o governo federal – abriu as torneiras de dinheiro e baixou os juros de algumas linhas a menos da metade. E não economizou para deixar isso claro: a Caixa gastou o dobro dos concorrentes em mídia no primeiro semestre.
Para ter a sua marca estampada no peito e nas costas da camisa do Corinthians até 2014, por exemplo, o banco irá pagar R$ 30 milhões anuais ao clube, o maior patrocínio do futebol brasileiro na atualidade.
Para ter o logotipo na camisa já durante o Mundial de Clubes da Fifa, a ser realizado em dezembro deste ano, a Caixa se comprometeu a pagar mais R$ 1 milhão, e portanto o valor total do acordo passa a ser de R$ 31 milhões.
O casamento com o Corinthians representa para a Caixa um modo de ganhar espaço no futebol, até então dominado por concorrentes. O Itaú é patrocinador da Copa do Mundo e da seleção brasileira. O Bradesco, dos Jogos Olímpicos. E o Santander é parceiro da Copa Libertadores e tem Neymar como seu garoto-propaganda. A saída encontrada pelo banco estatal foi procurar clubes.
(*Com informações do jornal O Estado de S.Paulo)
Três caixas eletrônicos de uma agência bancária do Bradesco foram explodidos na noite da última segunda-feira, 3, na avenida João Pessoa, bairro Parangaba. O bando usou explosivos para abrir os caixas, provavelmente dinamites, pelo estrago provocado na agência.
Segundo informações do Ronda do Quarteirão da área, a tentativa de assalto ocorreu por volta de 21 horas. Com a explosão, uma parte de um dos caixas explodidos foi arremessada cerca de 30 metros para fora da agência. Ninguém foi atingido.

Além dos caixas, a explosão danificou o teto e parte da sala da gerência do banco. Ainda de acordo com o Ronda do Quarteirão, os assaltantes não conseguiram levar dinheiro.
Em conversa com O POVO Online, o delegado titular da Delegacia de Roubos e Furtos, Romério Almeida, informou que a Polícia vai trabalhar com várias linhas de investigação. Uma delas é que a explosão não tenha sido motivada para furtar dinheiro os caixas eletrônicos. “Eles (suspeitos) explodiram (os caixas) e depois não voltaram para a agência para saber se tinha dinheiro fora. É estranho”, relatou o Romério.
Ainda segundo o delegado, testemunhas avistaram dois suspeitos, um homem e uma mulher, que acionaram os explosivos e logo entraram em um carro.
(O Povo Online)
“Um caixa eletrônico do Bradesco, localizado em um posto avançado, foi alvo de explosão no município de Itarema, na madrugada deste sábado, 28. A ação foi realizada po quadriolha , que continua foragida. O posto do banco fica localizado no distrito de Almofala.
Segundo informações da 3ª Companhia do 9º Batalhão da Polícia Militar, a ação aconteceu por volta de 3h30min. Segundo a PM, o vigia do local foi rendido por dois homens armados, que chegaram em uma motocicleta. Um carro modelo Gol de cor branca dava apoio à ação. No veículo, havia pelo menos três homens.
Ainda conforme a Polícia Militar, a dupla que fez a abordagem teria usado uma grande quantidade de explosivos, que danificou o caixa eletrônico. Os homens não conseguiram retirar dinheiro do equipamento.
Policiais de Itarema, Acaraú e Itapipoca estão fazendo buscas na região para capturar os assaltantes.”
(O POVO Online)
A Contraf-CUT, federações e sindicatos realizam nesta quarta-feira (3) um Dia Nacional de Luta com protestos e manifestações em agências do Bradesco de todo país para denunciar as dificuldades que os funcionários vêm enfrentando no atendimento médico, laboratorial, hospitalar e odontológico.
A mobilização é uma resposta dos bancários diante do descaso do banco em resolver os problemas do plano de saúde e odontológico. O movimento sindical cobra uma negociação para discutir com seriedade as reivindicações dos funcionários.
“O Bradesco Saúde foi criado em 1999. A defasagem é de 22 anos. A cobertura não se modernizou conforme os avanços da medicina e dos novos procedimentos médicos que se popularizaram. Além de defasado, o plano é precário”, afirma Walcir Previtale, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e funcionário do banco.
Os sindicatos estão distribuindo uma edição especial do jornal Raios, da Contraf-CUT, para os funcionários do Bradesco.
> Clique aqui para ler o novo jornal Raios.
Os trabalhadores não possuem atendimento em diversas especialidades, como psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia, nutricionista, entre outros procedimentos. “É preciso ampliar as especialidades médicas cobertas pelo plano. Essa é uma pauta antiga dos trabalhadores”, afirma Elaine Cutis, diretora da Contraf-CUT e coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.
Além disso, há limitações para fazer procedimentos em uma mesma especialidade. “Se o médico solicitar ao paciente um exame do ombro e outro da coluna, o usuário tem de escolher apenas um. O outro só pode ser feito após 30 dias. Isto porque o convênio não autoriza”, explica Elaine. Em muitas regiões do Brasil falta credenciamento de profissionais no plano, obrigando os funcionários a se deslocarem a outras cidades para serem atendidos.
Elaine cobra do Bradesco seriedade no processo de negociação. “Há muito tempo não se avança em nenhuma das reivindicações dos trabalhadores, ficando sem solução os problemas dos bancários. Saúde não é brincadeira”, critica.
ANS de olho
A situação é tão precária que o plano dos funcionários do Bradesco sequer é regulado pela lei federal 9656/98 por ser anterior a ela. Entretanto, a ANS, como agência reguladora e fiscalizadora do setor, criada em 2000, deve submeter o Bradesco Saúde aos seus crivos.
Conforme a Resolução Normativa (RN) 254 da ANS, a partir do dia 4 de agosto, o Bradesco não poderá mais incluir novos funcionários na apólice de saúde vigente. Caso o banco não se comprometa a fazer adaptação ou migração para as novas normas, ele terá que abrir uma nova apólice para receber os novos funcionários, o que acabará gerando diferenciação de atendimento entre novos e antigos funcionários.
Plano odontológico precário
Outro problema grave enfrentado pelos bancários do Bradesco é o serviço prestado pelo plano odontológico. Muitos profissionais têm deixado o plano por conta do aumento da burocracia após a fusão da OdontoPrev com o Bradesco, criando a rede UNNA.
Com isso, o plano que já tinha poucos profissionais em diversas regiões passou a ser quase nulo em algumas localidades. Tem ocorrido um verdadeiro descredenciamento em massa do plano. É preciso resolver essa situação e garantir um atendimento de qualidade para todos os bancários.
Sem contar a defasagem do plano, que não cobre, entre outros procedimentos modernos, a ortodontia, implantologia, reabilitação oral. A cobertura do plano não vai além de extração e obturação dentária.
Fonte: Contraf-CUT

Após sofrer assédio moral e ter adquirido transtorno mental relacionado ao trabalho realizado em Agência do Banco Bradesco em Dourados, um gerente de contas conseguiu em recurso manter a indenizações por dano moral e material, conforme decisão da Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Dourados e Região, “Nas últimas duas semanas os bancários realizaram protestos com fechamentos de agências do Bradesco em Dourados justamente para denunciar as práticas antissindicais e também de assédio moral que ainda continuam acontecendo no Bradesco”. Ainda segundo Raul, “O sindicato abriu um canal de negociação direto com a matriz do banco em São Paulo e espera resolver de vez o problema, caso contrário o sindicato deverá retomar os protestos”.
Em relação à condenação do banco, o laudo pericial demonstrou que o funcionário apresenta transtorno ansioso não especificado e diversos sinais depressivos como desmotivação, dependência de drogas, agressão, cinismo, afastamento de outras pessoas, perda de sono, sentimento de incompetência, com insatisfação e infelicidade com o trabalho.
Essas características seriam resultantes de assédio moral sofrido pelo trabalhador no Banco, onde alega que “perdeu a carteira de clientes, deixou de participar do comitê de crédito, ficou sem condições de trabalhar, foi excluído da organização dos eventos festivos, passou a ser desprestigiado no Banco e identificado como Office boy de luxo, devia sair da sala de reuniões, passou a pedir serviços aos colegas de trabalho, teve seu local de trabalho alterado várias vezes, deixou de ter seu nome incluído na planilha de avaliação dos gerentes de contas, não tinha meta individual para atingir e não era gestor de nenhum produto, passou a ser motivo de chacotas dos funcionários e de terceiros, perdeu contato social, foi preterido por outros funcionários menos experientes”.
Segundo o relator do processo, desembargador André Luís Moraes de Oliveira, o assédio moral ou terror psicológico no ambiente de trabalho qualifica-se por atos comissivos ou omissivos, atitudes, gestos e comportamentos do patrão na direção da empresa, de gerente, chefe, superior hierárquico ou dos colegas. São atos que traduzem uma atitude contínua e de ostensiva perseguição que podem provocar danos às condições físicas, psíquicas, morais e existenciais do trabalhador.
“Essa forma tão cruel de dano moral ficou evidenciada no processo pelo conjunto de atos comprovadamente hostis impingidos ao trabalhador”, expôs o relator.
Quanto ao dano moral e material – concedidos originariamente pelo Juízo da 1ª Vara do Trabalho de Campo Grande – houve alterações quanto ao período de concessão do primeiro e o valor do segundo.
A sentença proferiu que o trabalhador fazia jus a uma pensão correspondente à importância do trabalho para o qual se inabilitou até a idade de 75 anos. A Turma determinou que o pagamento dos lucros cessantes deve permanecer enquanto houver a enfermidade e que o valor deve observar as correções salariais deferidas à categoria.
O valor da indenização por dano moral também foi alterado, sendo estabelecido em R$ 150 mil, correspondente a cerca de 30 salários do trabalhador.
(PORTAL MIDIAMAXNEWS)

Uma quadrilha composta por cerca de 20 a 30 homens, inclusive três mulheres, sitiou, ontem de madrugada, a cidade de Tamboril, no Sertão de Crateús, a 301 quilômetros de Fortaleza, até chegar à agência do Bradesco, onde praticou o assalto e deixou o prédio do banco totalmente destruído. Eles usaram bananas de dinamite e fugiram, segundo a Polícia, em pelo menos seis carros e motos levando o dinheiro. É o terceiro assalto a banco após a apreensão de 1,5 tonelada de explosivos, em Itaitinga, pela Polícia.
Ontem, antes de chegarem à agência, por volta das 2 horas, os assaltantes estiveram na Delegacia de Polícia do município, na rua Coronel Salustiano, onde se encontravam apenas três policiais militares, e metralharam uma viatura (Hilux), comumente usada pelo delegado em diligências policiais. Eles também estiveram no prédio da Pró-Cidadania, na rua Franklin Cavalcante. Lá também metralharam uma viatura (Hilux).
Durante a ação no Bradesco, os bandidos explodiram o caixa-forte, que na tarde do dia anterior, conforme a Polícia, havia sido abastecido com a quantia de R$ 500 mil. O major Paulo Tibúrcio, subcomandante do 7º Batalhão, de Crateús, se deslocou até Tamboril, à frente de 20 PMs, cerca de 30 minutos após o assalto. Ele disse ao O POVO que os assaltantes levaram R$ 150 mil, parte dos R$ 500 mil que estavam em uma janela do caixa-forte.
O restante do dinheiro ficou em três outras janelas, que não chegaram a ser atingidas pela explosão. O valor foi retirado por seguranças. Para isso usaram maçaricos para abrir as janelas. A Polícia apurou que os bandidos, durante a invasão à cidade, se dividiram. Uns ficaram em pontos estratégicos e outros em cruzamentos de ruas, como se estivessem bloqueando a entrada de possíveis reforços policiais.
Gritos
Alguns moradores da cidade, que preferiram não se identificar, disseram ao O POVO que ouviram assaltantes gritarem ao mesmo tempo, advertindo para que ninguém saísse de suas casas, porque o alvo deles seria apenas o banco.
Na Delegacia de Polícia e na Pro-Cidadania, ninguém ousou reagir. Segundo o major Paulo Tibúrcio, os bandidos estavam armados de fuzis, escopetas, pistolas e outras armas pesadas. Apesar de eles terem promovido disparos na cidade, ninguém, felizmente, ficou ferido.
A Polícia ainda não sabe a rota tomada pelos bandidos em fuga. Um helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) foi acionado. O aparelho sobrevoou todo o Sertão de Crateús. Viaturas da PM também percorreram a região. A quadrilha, todavia, não deu pista do paradeiro.
ENTENDA A NOTÍCIA
A ação ocorreu 15 dias depois da apreensão de 1,5 tonelada de explosivos, em Itaitinga, feita pela Polícia. Na ocasião, três pessoas foram presas. Os explosivos, conforme a Polícia, eram vendidos para assaltantes. Essa já é a terceira ação contra banco ocorrida durante esse período.
Números
150 mil reais
Foi o valor que a quadrilha composta de 20 a 30 homens conseguiu levar da agência do Bradesco, em Tamboril. O banco havia sido abastecido na tarde do dia anterior com R$ 500 mil
37 ações contra bancos
É o total de casos registrados este ano contra bancos no estado do Ceará. O número fica bem próximo do registrado em 2011, quando
foram 44 ações.
(Landry Pedrosa – O Povo Online)
O Bradesco anunciou nesta segunda-feira (23) ter encerrado o primeiro trimestre de 2012 com lucro maior que o registrado um ano antes. O segundo maior banco privado do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,793 bilhões no primeiro trimestre, crescimento de 3,4% ante igual período de 2011, quando os ganhos atingiram R$ 2,702 bilhões. Sobre os três últimos meses do ano passado, quando foi registrado lucro de R$ 2,726 bilhões, houve crescimento de 2,5%.
As provisões para devedores duvidosos vieram num ritmo mais acelerado que o crescimento da carteira, avançando 20% sobre um ano antes, para R$ 20,12 bilhões. No quarto trimestre, o volume de provisões havia sido de R$ 19,54 bilhões.
Enquanto isso, o índice de inadimplência de operações de financiamento vencidas há mais de 90 dias foi de 4,1% no trimestre passado, ante 3,9% no quarto trimestre de 2011 e 3,6% entre janeiro e março do ano passado.
O Bradesco fechou o trimestre com ativos totais de R$ 789,55 bilhões, alta de 17% sobre os três primeiros meses de 2011. Já o retorno sobre patrimônio líquido médio anualizado fechou em 21,4%, ante 24,2% no primeiro trimestre do ano passado.
(REUTERS COM G1)
Falhas na segurança bancária fizeram com que a Ccasp (Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada), do Ministério da Justiça, arbitrasse multas no total de R$ 808,9 mil a seis bancos públicos e privados. Para Ademir Wiederkehr, representante da Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) no colegiado, as irregularidades indicam risco para trabalhadores e clientes.
A Ccasp é composta por representantes do governo, dos trabalhadores e dos empresários. Segundo Ademir Wiederkehr, que participou da reunião da última quarta-feira (18/4), as multas comprovam que os bancos continuam tratando com descaso a segurança das agências.
Os processos encaminhados pelas delegacias estaduais de segurança privada tiveram como parâmetro as determinações da Lei 7.102/83, que estabelece normas para proteção dos estabelecimentos financeiros. De acordo com a fiscalização, foram constatados número insuficiente de vigilantes, alarmes inoperantes, planos de segurança não renovados e utilização de bancários no transporte de valores, entre outros descumprimentos da normal legal.
Os três maiores bancos privados receberam as multas mais altas: Bradesco (R$ 318,1 mil), Itaú Unibanco (R$ 160,5 mil) e Santander (R$ 156,4 mil). Foram multados também o Banco do Brasil (R$ 120,6 mil), Mercantil do Brasil (R$ 42,5 mil) e Banco do Nordeste (R$ 10,6 mil). A campeã de multas foi uma agência do Bradesco em Rio Branco, no Acre, arrolada em nove processos e multada em R$ 127,6 mil.
Conforme dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentados pela Contraf, os cinco maiores bancos do país lucraram R$ 50,7 bilhões no ano passado e investiram apenas R$ 2,6 bilhões (5,2% do lucro) em segurança e vigilância. Isso mostra, para Ademir Wiederkehr, que os bancos gastam pouco com segurança e expõem ao risco a vida de funcionários e clientes.
Mas esses números são contestados pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Procurada pela Agência Brasil, a diretoria de Comunicação da entidade assegura que os bancos brasileiros investem em torno de R$ 10 bilhões por ano em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a integridade de clientes, bancários e colaboradores.
A Febraban garante ainda que os bancos cumprem as determinações da Lei 7.102/83, de acordo com planos de segurança previamente submetidos à Polícia Federal. Observa, contudo, que “as falhas apontadas são pontuais, em boa parte de natureza meramente administrativa, sem espelhar uma redução dos padrões e procedimentos de segurança seguidos pelas instituições financeiras”.
(AGÊNCIA BRASIL)
Na hora de financiar eventos de juízes o Bradesco não pestaneja, mas quando se trata de atender às justas reivindicações dos funcionários, mostra todo o seu desrespeito e intransigência. É por este motivo que a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e os sindicatos filiados, entre eles o do Rio de Janeiro, estão realizando a campanha nacional “Quebra o gelo, Bradesco”, que cobra a abertura imediata de negociações.
Como parte da campanha serão organizadas mobilizações em todos os estados, com distribuição de materiais aos bancários e clientes. O objetivo é mostrar que o Bradesco, que teve em 2011 um lucro de R$ 11,129 bilhões, 14,2% maior que em 2010, não pode se recusar a atender às reivindicações apresentadas pelos funcionários há anos. Os trabalhadores querem que o banco mude a sua postura intransigente e traga respostas efetivas para as reivindicações. Entre elas estão a negociação de um plano de cargos, carreiras e salários (PCCS), justo, transparente e democrático; auxílio-educação; melhorias no plano de saúde, em particular o odontológico; investimento em segurança; melhores condições de trabalho; e contratação de mais bancários.
(BANCÁRIOS RJ)
A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) manteve decisão que condenou o Bradesco a pagar R$ 10 mil de indenização por descontar indevidamente valores da conta corrente de um cliente, que teve cheque devolvido e o nome inscrito em cadastros de inadimplentes.
Em março de 2006, o representante comercial foi surpreendido com desconto de R$ 6,50 na conta, referente à anuidade de cartão de crédito. Ele procurou o banco e informou que não havia solicitado o cartão. Segundo o cliente, a instituição financeira se comprometeu a depositar o valor e a cancelar a operação.
No entanto, no mês seguinte, a quantia foi novamente descontada. O cliente procurou, mais uma vez, o Bradesco, que devolveu o dinheiro e assegurou que a situação não iria se repetir. Porém, pelo terceiro mês consecutivo, o problema se repetiu. O novo desconto fez com que um cheque emitido pelo cliente fosse devolvido, por insuficiência de saldo.
Fonte: Valor Econômico
Uma quadrilha composta por cerca de seis homens armados explodiram uma agência bancária do Bradesco no município de Itatira, distante 216,8 quilômetros de Fortaleza, na madrugada desta sexta-feira, 30.
De acordo com informações da Delegacia de Canindé, que atende o município de Itatira, o policiamento foi acionado por populares por volta das seis horas da manhã. Um homem disse à Polícia que os bandidos estavam armados com armas longas e pistolas e, após explodirem o local, fugiram em um veículo de cor prata.
O gerente do banco informou que o grupo não conseguiu levar dinheiro. Houve apenas danos físicos, como a porta de vidro da agência quebrada. A Polícia investiga o caso.
(O POVO ONLINE)
Um assalto a banco no Bairro Aldeota, área nobre de Fortaleza, parou o trânsito no cruzamento das avenidas Desembargador Moreira e Santos Dumont, na tarde desta terça-feira (20). Segundo a Polícia Militar, quatro suspeitos realizaram troca de tiro com policiais após assalto a uma sede do banco Bradesco.
Segundo o coronel da Polícia Militar Werisleik Matias, um homem foi morto, um ferido e outro foi preso. Um quarto suspeito de compor a quadrilha está foragido. Durante o tiroteio, a Polícia Militar bloqueou o trânsito no cruzamento das ruas. Ainda de acordo com o coronel, o homem morto na troca de tiro já tinha duas passagens criminais por assalto. O homem foi socorrido e levado ao Hospital Instituto Doutor José Frota, mas morreu a caminho da unidade hospitalar.
A Polícia Militar diz que quatro homens fazem parte da quadrilha. Eles realizaram um assalto e não conseguiram fugir do local, por conta do trânsito. Os suspeitos tentaram fugir em carros após o assalto. Ainda conforme o coronel da Polícia Militar, o dinheiro roubado foi recuperado e devolvido ao banco. O valor roubado ainda não foi confirmado.
A ação foi registrada por vizinhos, que compartilharam imagens e vídeos em redes sociais. Segundo depoimentos, foram disparados vários tiros. A Polícia Militar confirma a troca de tiros, mas não sabe precisamente quantos tiros foram disparados.
21º ataque a banco
De acordo com o sindicato dos bancários do Ceará, este é o 21º ataque a banco no estado neste ano. O sindicato considera ataques crimes de assalto, explosões a caixas e crimes de saidinha bancária.
O sindicato cobra mais segurança nos bancos e obrigatoriedade da instalação de portas giratórias com detector de metais. Segundo o coronel Roosevelt de Alencar, comandante do programa de policiamento Ronda do Quarteirão, algumas sedes bancárias do Ceará estão retirando as portas girtatórias, o que facilita a ação de assaltantes, segundo Alencar.
(G1 CEARÁ)
Clientes e funcionários de uma agência BRADESCO localizada na avenida Desembargador Moreira, em Fortaleza, estão sendo feitos reféns de assaltantes nesta tarde de terça-feira, 20. A ação é acompanhada por cerca de 10 viaturas da Polícia Militar.
As primeiras informações dão conta de que o bando armado invadiu a agência do Bradesco por volta das 16h30min, anunciou o assalto e ordenou que clientes e funcionários deitassem ao chão. Durante a ação, houve troca de tiros, e pelo menos duas pessoas estariam baleadas, segundo testemunhas.
Helicópteros da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopar) sobrevoam a área. Trecho entre as avenidas Santos Dumont e Desembargador Moreira está bloqueado pela Polícia.
(O POVO ONLINE)
São Paulo – Por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Lia Maria Aguiar, herdeira do fundador do Bradesco, Amador Aguiar, não deve pular algumas posições à frente na lista de bilionários brasileiros da Forbes. Na última terça, o STJ rejeitou o pedido de anulação de um negócio feito pelo banqueiro há quase 30 anos, responsável por transferir um gordo lote de ações do banco a entidades controladoras.
Os papéis foram cedidos a Antônio Carlos de Almeida Braga em 1983, em troca da incorporação da Atlântica Seguros ao Bradesco. Braga revendeu sua participação cinco anos depois. Hoje, as ações pertencem à Fundação Bradesco, à Cidade de Deus e à Nova Cidade de Deus. Em 2003, Lia Maria Aguiar e sua irmã Lina Maria Aguiar entraram com um processo para reverter a transação. A justificativa é que as ações eram parte de sua herança.
Depois de amargar derrota em primeira e segunda instância, Lina jogou a toalha. Lia permaneceu na briga. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, seu advogado disse que ela ainda irá recorrer.
Hoje, Lia está na 34ª posição na lista dos bilionários brasileiros, com um patrimônio avaliado em 1,1 bilhão de dólares. Sua irmã aparece no 32º lugar, com 1,4 bilhão de dólares. A riqueza das duas tampouco veio fácil: filhas adotivas, elas tiveram que lutar na Justiça para terem direito à herança, depois de não serem incluídas no testamento de Amador Aguiar. O banqueiro destinou todos os bens à segunda esposa, Cleide de Lourdes Campaner Aguiar.
Foto: Divulgação Fonte: Marcela Ayres/Exame
(EXAME ONLINE)
Por Altamiro Silva Júnior
São Paulo (AE) – Os três maiores bancos privados brasileiros, Itaú, Bradesco e Santander, lucraram R$ 29,2 bilhões em 2011, aumento de 7,3% em relação a 2010, considerando a somatória dos resultados contábeis informados pelas companhias. O maior ganho líquido ficou com o Itaú, que anunciou hoje resultado de R$ 14,6 bilhões. Em segundo lugar veio o Bradesco, com lucro líquido de R$ 11 bilhões, ao passo que o banco espanhol informou resultado contábil ajustado aos padrões brasileiros de R$ 3,6 bilhões no ano de 2011.
A expansão dos resultados no ano passado foi puxada principalmente pelas operações de crédito, que cresceram em média 19% em 2011 nos três bancos. O Santander foi o que ficou com o maior crescimento, de 21%. As linhas que mais se destacaram foram o financiamento habitacional, na pessoa física, e a carteira de pequenas e médias empresas, na pessoa jurídica.
As receitas com serviços bancários somaram R$ 41,6 bilhões nos três bancos no ano passado, aumento de 11,5% na comparação com 2010. No geral, as taxas cobradas pela concessão de empréstimos, aberturas de novas contas correntes e operações de cartões de crédito garantiram o crescimento das receitas dos bancos. Só o Bradesco ganhou 2 novos milhões de correntistas em 2011.
No quarto trimestre, o resultado consolidado dos bancos somou R$ 7,3 bilhões, queda de 5,5% ante o mesmo período de 2010. A redução é reflexo principalmente da queda dos juros básicos da economia, a taxa Selic.
(AGÊNCIA ESTADO)
O Bradesco é a marca de banco brasileira mais valiosa no mercado mundial. É o que aponta o levantamento realizado pela Brand Finance, em parceria com a revista britânica The Banker, que apresenta um ranking dos 500 bancos com as marcas mais valiosas do mundo em 2012.
No topo aparece o HSBC (US$ 27,59 bilhões), seguido por Wells Fargo (US$ 23,23 bilhões), Bank of America (US$ 22,9 bilhões), Santander (US$ 19,97 bilhões), Chase (US$ 18,96 bilhões), Citi (US$ 18,64 bilhões), American Express (US$ 18,23 bilhões), BNP Paraibas (US$ 16,8 bilhões), Bradesco (15,69 bilhões) e China Construction Bank (US$ 15,46 bilhões).
Na lista dos 20 mais valiosos do mundo está outro brasileiro, o Itaú (US$ 13,17 bilhões), na 13ª posição. Entre os 20 primeiros há sete bancos de países do BRIC, totalizando US$ 93 bilhões, um valor superior ao obtido pelos bancos europeus, que somam US$ 77 bilhões. O Bradesco está presente pelo terceiro ano consecutivo na listagem das 10 instituições financeiras mais valiosas.
A edição 2012 do Brand Finance Banking 500 inclui ainda outros três bancos brasileiros: Banco do Brasil (26ª, US$ 7,26 bilhões), Banrisul (251ª, US$ 346 milhões) e Banco do Nordeste (333ª, US$ 219 milhões).
(Por Letícia Alasse – Mundo do Marketing)
Por Altamiro Silva Júnior e Aline Bronzati
São Paulo – O Bradesco pretende abrir 70 agências neste ano. “Já fizemos trabalho muito forte de expansão de agências em 2011. O programa de 2012 completa só o resíduo das agências que não foram abertas (no ano passado)”, disse o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, em teleconferência com a imprensa.
O banco abriu 1.009 agências em 2011 para compensar a perda do Banco Postal para o Banco do Brasil. Trabuco destaca que o foco do Bradesco é o crescimento orgânico e que não há perspectivas de aquisições para este ano. “Grande parte do processo de consolidação já aconteceu. Não temos nenhuma perspectiva fora do crescimento orgânico.”
Sobre a compra de carteiras de bancos menores, o executivo destaca que o Bradesco nunca parou de comprar carteiras e deve continuar adquirindo esses ativos.
Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado – Copyright © 2012 – Todos os direitos reservados.
Por Altamiro Silva Júnior e Aline Bronzati
São Paulo – O Bradesco emitiu 4,9 milhões de cartões em 2011 e conseguiu 2 milhões de novos correntistas, segundo o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, durante teleconferência com jornalistas para comentar os resultados do banco em 2011.
“O ano foi marcado pela superação de alguns desafios”, disse ele, destacando que o Bradesco abriu 1.009 agências para compensar a perda da rede do Banco Postal para o Banco do Brasil. “O Bradesco quer ser o banco das pequenas, médias e grandes cidades e para podermos aproveitar o dinamismo da economia brasileira em toda sua extensão geográfica”
Os investimentos em infraestrutura e tecnologia somaram R$ 4,3 bilhões, aumento de 11% ante 2010. O banco encerrou o ano com 25 milhões de contas correntes e 35 milhões de apólices de seguro. Segundo Trabuco, o banco tem 61 milhões de clientes que possuem algum produto da instituição.
Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado – Copyright © 2012 – Todos os direitos reservados.
Como prometido após ataque ao Itaú, ontem, grupo Annonymous deixa o site da instituição fora do ar por mais de três horas
247 – Como prometido, o grupo hacker Annonymous voltou a atacar sites de bancos brasileiros na manhã desta terça-feira. O alvo desta vez foi o Banco Bradesco, que saiu do ar por volta das dez horas da manhã e ficou cerca de três horas inacessível. O banco não confirmou o ataque. Em comunicado à imprensa, a assessoria do Bradesco justificou que o “site apresentou momentos de intermitência com volume de acessos acima da média, mas não chegou a ficar fora do ar”.
Como na última segunda-feira, o ataque pôde ser ‘assistido’ em tempo real pela página oficial do grupo no Twitter (@Anonbrnews). “#OpWeeksPayment – ATENÇÃO MARUJOS: Alvo atingido! O bradesco.com.br está à deriva! TANGO DOWN!”. Segundo os hackers, o serviço bancário estará fora do ar por 12h. O objetivo dos ataques é alertar a população sobre a injustiça e a corrupção que o grupo entende predominar no Brasil. Essa semana foi escolhida por ser a época de pagamento de salários no País.
Um dos possíveis próximos alvos, o Banco Santander, anunciou hoje que desde a semana passada vem reforçando a segurança de sua página na internet. “Ficamos sabendo da ameaça de ataques de hackers e estamos monitorando”, disse o presidente do banco espanhol, Marcial Portela, em entrevista à imprensa para comentar o balanço da instituição. No Twitter, o Annonymous comemorou após o término do ataque ao site do Banco Itaú nesta segunda-feira. “#OpWeeksPayment – ATENÇÃO MARUJOS: Ataque ao @Itau encerrado! MISSION COMPLETED! Serviço permaneceu intermitente mas objetivo foi concluído!”.
(Via Brasil 247)
EXAME ONLINE
São Paulo – O lucro contábil anual do Bradesco em 2011 foi o terceiro maior da história dos bancos brasileiros de capital aberto, segundo levantamento feito pela Economatica. O valor fica atrás apenas do lucro do Itaú Unibanco de 2010 e do Banco do Brasil em 2010 (ambos ainda não divulgaram seus valores para 2011).
O Bradesco deu início na manhã de hoje à temporada de anúncio de resultados de 2011, anunciando lucro líquido contábil de 2,726 bilhões de reais no quarto trimestre do ano passado – uma queda de 8,7% ante o mesmo período do ano anterior. Apesar da queda no último trimestre, o lucro anual, de 11,028 bilhões de reais, indicou um crescimento de 10% na comparação com 2010.
Os recordistas, Itaú Unibanco e Banco do Brasil registraram, em 2010, lucros de 11,708 bilhões de reais e de 11,296 bilhões de reais, respectivamente. A Economatica observa que as mudanças contábeis introduzidas em 2010 podem prejudicar a comparação com o dados de 2009 – e na pesquisa não foram eliminadas estas eventuais distorções. Os valores utilizados não são atualizados por inflação.
Veja abaixo os 10 maiores lucros anuais da história dos bancos brasileiros de capital aberto:
| Posição | Banco | Lucro líquido(em milhões de reais) | Ano |
|---|---|---|---|
| 1 | Itaú Unibanco | 11.708 | 2010 |
| 2 | Brasil | 11.296 | 2010 |
| 3 | Bradesco | 11.208 | 2011 |
| 4 | Brasil | 10.148 | 2009 |
| 5 | Itaú Unibanco | 10.067 | 2009 |
| 6 | Bradesco | 9.940 | 2010 |
| 7 | Brasil | 8.803 | 2008 |
| 8 | Itaú Unibanco | 8.474 | 2007 |
| 9 | Bradesco | 8.012 | 2009 |
| 10 | Bradesco | 8.010 | 2007 |
Quatro homens armados invadiram a agência do Bradesco da avenida Aguanambi, em Fortaleza, anunciaram assalto e fugiram levando cerca de R$ 40 mil dos caixas do banco. A ação aconteceu no início da tarde desta terça-feira, 24.
Segundo informações da rádio O POVO CBN, o quarteto chegou à agência bancária por volta das 14h e imediatamente rendeu dois vigilantes que faziam a segurança do banco. Os funcionários tiveram suas armas tomadas pelos assaltantes, que se dividiram em duas duplas durante a ação.
Enquanto dois homens subiram para tentar ter acesso aos cofres do Bradesco, outros dois acusados aguardavam no térreo da agência. Após tomarem todo o dinheiro dos caixas do banco, os criminosos fugiram sem ser identificados.
A Polícia faz diligências para tentar capturar o bando. Até agora, ninguém foi preso. Após o crime, a agência bancária fechou as portas.
(O POVO ONLINE)