archives

Bradesco

Esta categoria contém 97 posts

Assembleia debate adequações ao Estatuto do Sindicato dos Bancários do Ceará

Em cumprimento a uma proposta de campanha eleitoral da atual gestão do Sindicato dos Bancários do Ceará, a entidade realiza no próximo dia 21/3, às 18h30 em primeira convocação e às 19h em segunda convocação, assembleia para apreciação de alterações no seu Estatuto.

A reforma é necessária para que sejam realizadas adequações ao Código Civil e a normas e portarias do Ministério do Trabalho e Emprego. Contempla também atualizações necessárias à continuidade do processo de luta da categoria e de gestão da entidade.

Reformado em 1991, após 23 anos, o Estatuto necessita adequar-se às mudanças na legislação trabalhista do País. O Estatuto atual é omisso a algumas exigências do Código Civil e do Ministério do Trabalho, entre elas as portarias 186 (que estabelece procedimentos para concessão, alteração, cancelamento e gerenciamento do código sindical) e 326 (solicitação de registro sindical).

“Todos os grandes sindicatos, especialmente de bancários (DF, SP, MG, RJ, PE, PI), estão promovendo alterações estatutárias para se adequar às exigências legais do Código Civil, do Ministério do Trabalho e às necessidades de atuação com unidade de classe entre as categorias para enfrentar o patronato. Ou nós nos organizamos por ramo ou o patronato vai nos dividir”, afirma o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra.

Para apresentar essa proposta estatutária, a diretoria do Sindicato dos Bancários procurou utilizar de toda a transparência possível, publicando o edital de convocação da assembleia no Diário Oficial da União e em dois jornais de grande circulação. Além disso, no site do Sindicato (www.bancariosce.org.br), há, além do edital, o texto completo da proposta de mudança. Essa é uma forma de envolver o bancário, para que ele participe e se possa avançar na luta com a ajuda de todos.

De 1991 até os dias atuais, novos municípios foram criados ou desmembrados e a inclusão da representatividade desses locais no Estatuto do Sindicato é de fundamental importância sob pena de deixar desprotegidos, de fato e de direito, os trabalhadores dessas regiões.

Além disso, uma das propostas a serem apreciadas inclui a mudança no nome do Sindicato e também na sua área de atuação, para incluir todo o ramo financeiro. Essa medida englobaria os trabalhadores de financeiras, cooperativas de crédito e casas de câmbio que, a partir dessa mudança, poderiam se filiar ao Sindicato. Essa é uma necessidade estratégica no enfrentamento aos bancos nas suas tentativas de desqualificar a representação e retirar direitos desses trabalhadores.

Como se encontra hoje, o Estatuto não permite a filiação de bancários aposentados que não eram filiados à entidade quando na ativa. Essa alteração, permitindo a filiação de aposentados, traria para o Sindicato esses trabalhadores que, além de poder ser representado juridicamente, poderiam ainda aproveitar as vantagens oferecidas pelos convênios bem como outros benefícios de ser associado.

Ainda nessa discussão de representatividade, a reforma estatutária prevê a criação do Conselho de Delegados Sindicais. Essa medida é extremamente importante porque, de acordo com o precedente normativo nº 86 do TST e o artigo 543 da CLT, legitima a organização por local de trabalho em todos os bancos.

Também na reforma estatutária há uma preocupação com a necessidade de políticas relativas às mulheres, ao combate ao racismo, ao preconceito, à discriminação por etnia ou por orientação sexual diferenciada. Essa atuação seria viável com a criação da Secretaria de Igualdade e da Diversidade, voltada exclusivamente para essa questão.

Politicamente, a proposta de reforma estatutária a ser analisada no próximo dia 21/3 permite fortalecer a democracia, a representatividade e a participação dos bancários, além de modernizar a gestão do Sindicato em todas as suas ações.

(Sindicato dos Bancários do Ceará)

Bradesco é condenado por reiterados interditos proibitórios durante greves

O juiz Alessandro da Silva, da 2ª Vara do Trabalho de São José, declarou o Banco Bradesco S.A. litigante de má-fé e o condenou ao pagamento de indenização ao Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Florianópolis e Região, por perdas e danos. Para o magistrado, a reiterada atitude de propôr interditos proibitórios demonstra abuso do exercício do direito de ação.

Durante a greve dos bancários, iniciada em 19 setembro de 2013, o banco propôs a ação possessória alegando que a posse dos estabelecimentos estava ameaçada. Na época, o pedido liminar foi negado pela juíza Maria Beatriz Vieira da Silva Gubert, depois de averiguação pessoal feita por um oficial de justiça. De acordo com a certidão, ele foi a diversas agências e constatou que elas abriram normalmente, sem nenhum empecilho por parte dos grevistas.

Agora, o juiz extinguiu o processo, sem resolução do mérito, e determinou a execução da sentença, que transitou em julgado. Para o juiz Alessandro, o interdito proibitório não pode ser utilizado como instrumento de inviabilização das atividades reivindicatórias. “Já é hora de superar as visões que qualificam a greve como ato ofensivo e antissocial, prejudicial à negociação coletiva, e perceber que se trata de um princípio fundamental de luta por melhores condições de trabalho, garantido pela própria Constituição Federal”, registra o juiz Alessandro na sentença.

O magistrado criticou o pedido de utilização de força policial para resguardar a propriedade privada, sem que houvesse uma efetiva ameaça de dano. Segundo seu entendimento, o Bradesco busca a intervenção do Estado no conflito social sob o pretexto de defesa da posse de seus bens, impedindo a livre manifestação dos trabalhadores.

Para aplicar a multa, o juiz Alessandro destacou que durante o movimento paredista ou mesmo no período que o antecede, o banco reiteradamente ajuíza este tipo de ação. O Banco foi condenado ao pagamento de multa equivalente a 1% e a indenizar o sindicato em 20%, ambos os percentuais incidentes sobre R$ 1 mil, que foi o valor da causa.

(Âmbito Jurídico)

Bradesco é condenado a pagar R$ 100 mil a funcionário por transporte de numerário

A juíza do trabalho Renata Nunes de Melo, da Vara do Trabalho de Ariquemes (Rondônia), condenou o Bradesco a pagar, a título de indenização por danos morais, R$ 100 mil a um funcionário que, por aproximadamente 10 anos, fez o transporte de numerários da agência daquele município para outras localidades.

De acordo com a ação judicial, o funcionário foi contratado em fevereiro de 1999 para a função de escriturário, mas no período de 2001 a 2011, acabou se vendo ‘obrigado’ a executar função totalmente diferente a da sua contratação, a de fazer o transporte de numerários para municípios circunvizinhos (Machadinho do Oeste, Campo Novo, Monte Negro, Buritis, Alto Paraíso, Cujubim e Cacaulância). Os valores eram, em média, de R$ 30 mil, e o transporte era feito pelo menos duas vezes por semana, com a utilização de carro próprio, táxi ou carro alugado pelo banco e, tudo com a companhia (eventual) de apenas mais um bancário.

A exemplo das testemunhas do reclamante, nem mesmo uma das testemunhas de defesa do reclamado (o banco) foi capaz de negar que o transporte de numerário era feito por funcionários daquela agência, sendo que até esta testemunha patronal também já o havia feito eventualmente.

“… Ora, é consabido que a atividade de transporte de valores é extremamente arriscada, tanto que é realizada por empresas altamente especializadas, por meio da utilização de carros-forte e por seguranças treinados e fortemente armados. Os riscos inerentes a tal atividade são por demais exacerbados já que os veículos que conduzem o numerário estão constantemente na mira de criminosos.”, diz trecho da sentença.

Para a magistrada, é absolutamente razoável pressupor que qualquer pessoa ficaria demasiadamente abalada ao se sujeitar, de forma habitual e por tão longo lapso temporal (incríveis 10 anos), ao transporte totalmente inadequado de altas quantias de dinheiro, expondo-se ao risco considerável de ser alvo de criminosos. “O medo, a angústia, a ansiedade e a insegurança são sentimentos que naturalmente brotam em qualquer ser humano nessas circunstâncias, desestabilizando emocionalmente a pessoa. É inegável que o trabalhador esteve exposto e vulnerável, em sua faina quase diuturna, à violência, circunstância que por si só causa tensão e stress. Ademais, importa consignar que não fora ele contratado para realizar transporte de valores, tendo laborado, pois, em total desvio de função e para cujo desempenho não recebeu qualquer treinamento”.

O banco foi condenado ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais (sendo o cálculo baseado em R$ 10 mil pelos 10 anos de transporte ilegal de numerário), mais 15% do valor da condenação a título de honorários advocatícios.

A ação foi ajuizada pela advogada Karoline Costa Monteiro, do escritório Fonseca & Assis Advogados Associados, responsável pela assessoria jurídica do SEEB/RO.

(SEEB Roraíma)

Quadrilha explode agência do Bradesco em Guaramiranga

Um grupo de cerca de 12 homens explodiu, na madrugada deste sábado (25), um caixa eletrônico do banco Bradesco de Guaramiranga, a 100 km de Fortaleza. Essa foi a 4ª ação deste tipo registrada este ano no Interior do Estado.

De acordo com a Polícia Militar de Pacoti, por volta das 1h30 o grupo se aproximou e instalou os explosivos próximo ao caixa eletrônico, ameaçando quem passasse por perto com armas de grosso calibre. Poucos minutos depois os explosivos foram estourados e o malote de dinheiro levado.

Um dos veículos usados pela quadrilha foi abandonado e incendiado próximo ao local do crime.

Equipes do Grupo de Ações Taticas Especiais (Gate) e do Comando Tático Motorizado (Cotam) da Polícia Militar estão à procura dos criminosos nas cidade próximas. A gerência do banco não informou a quantia levada pelos bandidos.

(Diário do Nordeste)

Fundação Bradesco é condenada por demitir professor com câncer

A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) rejeitou o recurso da Fundação Bradesco contra decisão que a condenou a reintegrar um trabalhador com câncer, dispensado após constatação da doença. 

A demissão foi considerada discriminatória. Além de pagar salários, 13º e férias de todo o período de afastamento do empregado, a entidade também deverá indenizar o trabalhador em R$ 50 mil por dano moral.

Ao iniciar o processo, professor informou ter trabalhado durante 10 anos para a fundação e, quando necessitou de afastamento para tratamento médico, foi dispensado de maneira discriminatória.

A entidade sustentou que a dispensa do empregado teria ocorrido por razões de cunho administrativo pedagógico, por não mais existir a função de professor coordenador de projetos, exercida pelo trabalhador.

Na sentença, o juiz Higor Marcelino Sanches, em atuação na 8ª Vara do Trabalho de Cuiabá, assentou que a Fundação não comprovou a reestruturação de seu quadro acadêmico. 

Além disso, o trabalhador demonstrou que as atividades desenvolvidas por ele continuaram a ser realizadas após sua dispensa, bem como era prática da empresa demitir funcionários após o retorno de um período de afastamento por atestado médico.

Para o juiz, o depoimento da preposta da empresa deixou claro que era sabida a situação do empregado, que estaria realizando exames e apresentando atestados, embora alegou não saber que ele estava acometido de câncer antes do desligamento. 

O magistrado destacou também que o próprio sindicato da categoria se recusou a homologar a rescisão por constatar a doença que acometia o professor.

Assim, foi declarada a nulidade da demissão e determinada a reintegração do empregado, sendo concedida a antecipação de tutela, com ordem de expedição imediata do mandado de reintegração para cumprimento em cinco dias, sob pena de multa diária de R$ 300,00.

Dano moral

O juiz entendeu que a Fundação Bradesco teria por costume dispensar empregados acometidos de doença, tendo em vista que uma testemunha relatou o caso de outra professora dispensada nas mesmas condições.

No caso do professor que moveu a ação contra a entidade, haveria comprovação de que a empresa sabia da doença que o acometia e mesmo assim o demitiu alegando reestruturação do quadro. Dessa forma, ficou claro para o magistrado a existência do danos moral requerido.

Levando em consideração a extensão do dano, a capacidade econômica do ofensor e a necessidade de dar caráter punitivo, a empresa foi condenada a pagar 50 mil reais por danos morais.

Recurso

Inconformada com a decisão, a fundação recorreu ao Tribunal pedindo a nulidade da sentença ou pelo menos sua modificação. 

Argumentou que o autor não teria comprovado o caráter discriminatório da dispensa e sua demissão se dera por razões de cunho administrativo.

O trabalhador também recorreu pedindo aumento da condenação por danos morais para 500 mil reais, alegando que a empresa teria por prática a dispensa de trabalhadores acometidos de doença.

O relator, desembargador Osmair Couto, entendeu que de fato a dispensa fora discriminatória e manteve a reintegração e o pagamento dos valores apontados na sentença.

Quando aos danos morais, assentou que a atitude da entidade foi discriminatória “…mesmo tendo conhecimento do quadro clínico do Autor, o dispensou em momento que este se encontrava deveras fragilizado, porquanto acometido de doença grave”.

Quanto ao valor, o desembargador considerou justa a quantia de 50 mil reais arbitrado pelo juízo de 1º grau, que teria seguido os parâmetros de costume, salientando que o caráter educativo que também se atrela a natureza jurídica da condenação.

A decisão da Turma foi unânime, com o os desembargadores Roberto Benatar e Edson Bueno acompanhando o voto do relator.

(Processo PJE 0000299-35.2013.5.23.0008)

Via http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=24&cid=186020

Bradesco negocia compra do Santander Brasil, afirma jornal “O Globo”

Reportagem deste domingo do jornal O Globo informa que o maior negócio dos últimos anos pode estar sendo finalizado. Trata-se da compra das operações do Santander, no Brasil, pelo Bradesco. Uma operação que, se confirmada, fará do banco da Cidade de Deus, comandado por Luiz Carlos Trabuco, a maior instituição financeira do País, à frente do Itaú Unibanco e também do Banco do Brasil.

Como todos os bancos espanhóis, o Santander enfrenta problemas na matriz e busca recursos para se capitalizar. Recentemente, o Bankia foi estatizado e recebeu aportes de 19 bilhões de euros do governo espanhol. Em crise fiscal, o governo do premiê Mariano Rajoy quer forçar os próprios bancos a ampliar seus limites de capitalização, diante da alta inadimplência no setor imobiliário. De acordo com a imprensa espanhola, os dois gigantes do País, Santander e BBVA, não estão imunes à crise.

Segundo O Globo, para o banco espanhol, que já se desfez de operações no Chile e na Colômbia, vender seus ativos no Brasil passou a ser “imperativo” em razão do agravamento da crise bancária na Espanha, que tem exigido novos aportes de capital para fazer frente ao aumento da inadimplência. O jornal procurou representantes do Bradesco, que não quiseram se manifestar. A publicação diz ainda que não foi possível encontrar ninguém junto ao Santander.

Pelos números de março, Bradesco e Santander, juntos, somariam R$ 1,2 trilhão em ativos e R$ 108,4 bilhões em patrimônio líquido, contra R$ 896,8 bilhões e R$ 72,5 bilhões, respectivamente, do Itaú Unibanco. Já o BB fechou seu balanço no primeiro trimestre com R$ 1 trilhão em ativos e R$ 60 bilhões de patrimônio líquido.

 Via http://www.jornalagora.com.br

Justiça multa Bradesco em R$ 1 milhão por fazer funcionários transportarem dinheiro

São Paulo – O Bradesco foi condenado a pagar 1 milhão de reais por dano moral coletivo por mandar funcionários administrativos transportar dinheiro, ao invés de contratar profissionais legalmente habilitados para a tarefa. 

A decisão é da 10ª Vara do Trabalho de Belém (PA), em resposta à ação pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e foi publicada em nota no site oficial do órgão.

A sentença obriga ainda o banco a contratar policiais militares, sob pena de multa de R$ 50 mil, por causa de um trabalhador encontrado em situação irregular. 

Além disso, o Bradesco terá de divulgar a decisão em todos os seus quadros de aviso, inclusive nas agências, pelo prazo mínimo de um ano, sob pena de multa.

Os casos

De acordo com o MPT, o Bradesco foi processado em maio de 2013 depois que o órgão comprovou que um policial havia sido morto e um empregado do banco baleado de raspão, em uma tentativa de assalto durante o transporte de dinheiro entre os municípios de Abaetetuba e Muaná (PA), em julho de 2011. A denúncia havia sido feita pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Pará e Amapá.

O segundo caso foi em fevereiro deste ano. Um gerente do banco foi interceptado em uma barreira da Polícia Federal enquanto transportava 60 mil reais em uma pasta de plástico. O dinheiro, segundo o MPT, havia saído de uma agência do município de Benevides (PA) com destino a Santa Bárbara (PA). 

À época, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lavrou um auto de infração pelo episódio. 

Procurado por EXAME.com, o Bradesco informou que não comentará o caso. 

(Exame Online)

Bradesco copia Itaú e lança aluguel de bicicletas em SP

Divulgação Serviço de aluguel de bicicletas do Bradesco Seguros terá pontos na região da Avenida Paulista

Tudo indica que a mobilidade urbana é uma preocupação crescente dos bancos. Depois que o Itaú espalhou dezenas de estações de bicicletas da cor laranja em várias capitais brasileiras, agora é a vez de o Bradesco Seguros fazer o mesmo. 

A empresa lança a partir de amanhã (15) seu patrocínio ao serviço de aluguel de bicicletas Ciclo Sampa, em parceria com a prefeitura de São Paulo. O projeto terá, a princípio, cinco estações e 43 bikes nos arredores da Avenida Paulista, na capital paulista.

Os primeiros 30 minutos de pedalada serão gratuitos, e passarão a custar R$ 5,00 a cada meia hora adicional de passeio. Este valor será debitado automaticamente da conta do usuário através de um serviço que aceitará cartões de crédito de qualquer banco.

Cada estação terá um totem com atendimento eletrônico que permitirá digitar uma senha para ter acesso ao aluguel das bikes. Mas quem quiser aproveitar o serviço precisará fazer um cadastro no site do projeto.

Assim como no serviço do Itaú, as bicicletas poderão ser devolvidas em qualquer dos bicicletários da marca, contanto que haja vagas disponíveis. A Bradesco Seguros já patrocinava, há três anos, eventos ligados à mobilidade como o World Bike Tour, e ciclofaixas de lazer inauguradas em São Paulo.

(IG São Paulo)

Bandidos mandam para os ares Banco do Brasil de Meruoca e Bradesco de Apuiarés

Dois bancos do Interior do Ceará foram alvo de assaltantes na madrugada desta sexta-feira, 27. Criminosos atacaram um posto do Bradesco em Apuiarés, a 128, 1 km da capital cearense. Cerca de duas horas depois, a agência do Banco do Brasil de Meruoca, 277, 3 km de Fortaleza, foi alvo de um grupo fortemente armado, que utilizou explosivos para dinamitar os caixas eletrônicos e metralhou o destacamento da Polícia do município. Ninguém foi preso.

Segundo o Comando de Policiamento do Interior (CPI), assaltantes atacaram, a partir de 1 hora desta madrugada, os caixas eletrônicos do Bradesco de Apuiarés. Os homens, que não foram identificados, usaram explosivos e houve confronto com a Polícia, mas ninguém saiu ferido.

Já em Meruoca, cerca de 15 homens armados chegaram a agência do Banco do Brasil em três carros (uma Hilux , um Honda Civic e um Corola) e duas motos, por volta de 3h da manhã. De acordo com a Polícia de Meruoca, parte do grupo entrou no local do roubo com explosivos e outro foi para frente do destacamento da Polícia do município. Os três policiais que estavam no destacamento não conseguiram sair do local, que foi metralhado pelo grupo criminoso.

Os assaltantes tentaram fazer os policiais se renderem e entregarem as armas do destacamento enquanto os outros detonavam o banco. Em meia hora de ação, o grupo bloqueou as entradas da cidade e jogou explosivos parecidos com granadas no destacamento da Polícia. Ninguém ficou ferido e a quantia levada ainda não foi informada. Na fuga, o veículo modelo Honda foi encontrado abandonado e incendiado próximo ao distrito de Anil.

A Polícia acredita se tratar do mesmo grupo de assaltantes, mas até o momento não há informações sobre o paradeiro dos criminosos.

Redação O POVO Online

Bradesco é condenado a instalar portas giratórias em agências de São Luís

Banco terá que pagar multa por dano moral coletivo de R$ 300 mil

O Bradesco deve instalar, até o final deste mês, portas giratórias em todas as suas agências de São Luís. Essa foi a decisão do juiz substituto Jean Fábio Almeida de Oliveira da 1ª Vara do Trabalho da capital, após julgamento de uma Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA). A empresa também foi condenada a pagar R$ 300 mil por dano moral coletivo.

Como o Bradesco se recusou a firmar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o MPT-MA, a instituição ingressou com uma ACP para que o banco instale portas eletrônicas de segurança individualizada, com detector de metais, travamento, retorno automático e vidros resistentes a impactos de projéteis oriundos de arma de fogo até calibre 45.

Segundo o procurador do Trabalho Marcos Rosa, autor da reclamação, “a instalação das portas giratórias irá inibir a ação dos criminosos, garantindo a segurança e integridade dos trabalhadores no ambiente de trabalho”.

O juiz Jean Fábio de Oliveira considerou que o Bradesco assumiu uma conduta omissiva, denotando-se desrespeito a direitos elementares dos trabalhadores: “Isso caracteriza manifesta ofensa aos princípios fundamentais da dignidade da pessoa humana e dos valores sociais do trabalho”.

Em caso de descumprimento, o Bradesco poderá pagar, ainda, multa de R$ 15 mil por porta não instalada. Os valores arrecadados com as multas podem ser revestidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Da decisão cabe recurso.

(Daniel Matos, via http://www.blogsoestado.com/danielmatos/)

Bradesco: Empregado com câncer deve ter estabilidade provisória

A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que o processo em que o banco Bradesco foi condenado por demitir um empregado com câncer volte ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP). O objetivo é restabelecer a sentença em que foi reconhecido o direito do empregado à estabilidade provisória.

Na ação trabalhista, o empregado declarou que após ser diagnosticado com câncer, foi afastado das atividades para passar por uma cirurgia. Mas após o procedimento, aparentando estar curado,  a doença reapareceu. Depois de comunicar o fato aos superiores, ele foi demitido 30 dias depois.

Na Vara Trabalhista, o juiz entendeu que a demissão foi discriminatória e determinou a reintegração do empregado. O banco recorreu ao TRT-2, pedindo a anulação da decisão. Foi atendido em parte. O TRT paulista analisou o pedido de estabilidade provisória, que foi negado por não haver amparo legal, mas concluiu que a demissão foi discriminatória.

Ao analisar o agravo de instrumento, a 2ª Turma decidiu restabelecer a sentença que garante à estabilidade provisória, amparado na Súmula 443. De acordo com o documento, “presume-se discriminatória a despedida de empregado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que suscite estigma ou preconceito. Inválido o ato, o empregado tem direito à reintegração no emprego” .

Os ministros determinaram que o recurso de revista seja julgado na primeira sessão ordinária subsequente à data da publicação da certidão. A decisão da turma prevê ainda que o TRT-2 aprecie as demais matérias constantes do recurso ordinário do empregado e o recurso ordinário do Bradesco. A decisão foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Clique aqui para ler a decisão.

Atualizado às 20h20 de 15/8 para correção.

Revista Consultor Jurídico, 15 de agosto de 2013

Bradesco Saúde vai pagar a médico R$ 66 por consulta

A Bradesco Saúde reajustou em 10% o valor que pagará aos médicos por consulta. Um acordo, fechado no fim do mês passado, fixou o preço em R$ 66, valor abaixo do que a categoria desejava.

É que dias antes da reunião, que contou com representantes do Cremerj, foi anunciado que o lucro do banco fora de R$ 5,86 bilhões só no primeiro semestre deste ano.

Os médicos queriam que o piso passasse de R$ 60 para R$ 70 por consulta, mas o banco só aceitou pagar R$ 66.

Via http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/

Gerente do Bradesco e sua esposa são sequestrados na Bahia

O gerente do Bradesco de Cândido Sales, no sudoeste baiano, foi sequestrado na manhã desta terça-feira (30), em sua própria residência, por volta das 6h. A esposa do bancário também foi levada como refém pelo grupo de assaltantes, que estava em dois carros. 

O Subcomandante da Cipe/Sudoeste, Vagner Ribeiro, disse que ainda não houve pagamento de resgate. “O funcionário foi obrigado a retirar o resgate na agência, mas chegando ao local sofreu um desmaio e as orientações foram repassadas ao subgerente. Nesse momento, a polícia também foi acionada e o assalto acabou sendo frustrado”, afirmou.

Ainda de acordo com a polícia, a ação dos sequestradores teve início na cidade de Vitória da Conquista. Somente por volta das 11h, a esposa do gerente foi libertada próximo ao distrito de Veredinha, de onde conseguiu uma carona de volta até Cândido Sales. O gerente continua em poder dos sequestradores.

As informações são do Brumado Noticias.

Lucro do Itaú e do Bradesco é maior que a economia de mais de 30 países

lucro de R$ 7,055 bilhões do Itaú Unibanco no primeiro semestre é maior do que toda a economia de 33 países. 

PRODUTO INTERNO BRUTO EM 2012

País PIB (em US$ milhões)
Eritréia 3.092
Guiana 2.851
Aruba 2.584
Burundi 2.472
Lesoto 2.448
Maldivas 2.222
República Centro-africana 2.139
Cabo Verde 1.897
Butão 1.780
Libéria 1.767
Belize 1.448
Timor Leste 1.293
Djibuti 1.239
Santa Lúcia 1.186
Antígua e Barbuda 1.176
Seychelles 1.032
Ilhas Salomão 1.008
Gâmbia 917
Guiné-Bissau 897
Granada 790
Vanuatu 785
São Cristóvão e Névis 748
São Vicente e Granadinas 713
Samoa 677
Ilhas Comores 596
Dominica 480
Tonga 472
Micronésia 327
São Tomé e Príncipe 264
Palau 228
Ilhas Marianas do Norte 187
Kiribati 176
Tuvalu 37
  • Fonte: Banco Mundial

De acordo com um levantamento feito peloUOL com dados do Banco Mundial, os ganhos do maior banco privado brasileiro apenas no primeiro semestre (cerca de US$ 3,11 bi) são maiores do que o PIB (Produto Interno Bruto) de Aruba, Cabo Verde e Butão, por exemplo.

Os 33 países mais pobres do mundo ficam principalmente na África, Oceania, Ásia e América Central. O ranking do Banco Mundial compara a economia de 190 países.

Em 2012, a economia brasileira foi considerada a sétima maior do mundo, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França e Reino Unido.

Bradesco ‘ganha’ de 30 países; Santander, de 21

O segundo maior banco privado brasileiro teve lucro líquido de R$ 5,86 bilhões no primeiro semestre, no maior ganho de sua história.

Esse resultado é maior do que a economia de 30 países, segundo dados do Banco Mundial.

Santander, por sua vez, registrou no primeiro semestre lucro de R$ 2,929 bilhões (cerca de US$ 1,29 bilhão) apenas no Brasil. Esse resultado é maior do que o PIB de 21 países, também segundo informações do Banco Mundial.

Bancos brasileiros estão entre os que mais ganham com juros no mundo

Os juros cobrados pelos bancos brasileiros são um dos fatores que fazem os lucros serem cada vez maiores.

Segundo um levantamento do blog Achados Econômicos, o Itaú, apesar de ser só o 39º maior banco do mundo no ranking geral da revista britânica “The Banker”, é o 13º quando o assunto é cobrança de juros.

O conglomerado financeiro recebeu US$ 27,687 bilhões com empréstimos no ano passado.

Os três maiores bancos do país (Itaú, Banco do Brasil e Bradesco) ganharam, juntos, US$ 72 bilhões com juros em 2012.

Entenda como é feito o cálculo do PIB

O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2011, por exemplo, não é computado no PIB de 2012, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

O primeiro fator que influencia diretamente a variação do PIB é o consumo da população. Quanto mais as pessoas gastam, mais o PIB cresce. Se o consumo é menor, o PIB cai.

O consumo depende dos salários e dos juros. Se as pessoas ganham mais e pagam menos juros nas prestações, o consumo é maior e o PIB cresce. Com salário baixo e juro alto, o gasto pessoal cai e o PIB também. Por isso os juros atrapalham o crescimento do país.

Os investimentos das empresas também influenciam no PIB. Se as empresas crescem, compram máquinas, expandem atividades, contratam trabalhadores, elas movimentam a economia. Os juros altos também atrapalham aqui: os empresários não gastam tanto se tiverem de pagar muito pelos empréstimos para investir.

Os gastos do governo são outro fator que impulsiona o PIB. Quando faz obras, como a construção de uma estrada, são contratados operários e é gasto material de construção, o que ele eleva a produção geral da economia.

As exportações também fazem o PIB crescer, pois mais dinheiro entra no país e é gasto em investimentos e consumo.

(Economia Uol)

Justiça condena Bradesco a indenizar funcionário em R$ 250 mil

O Banco Bradesco S. A. terá que pagar uma indenização por danos morais de R$ 250 mil a um empregado que ficou incapacitado para o trabalho e foi aposentado por invalidez, em decorrência de uma lesão por esforço repetitivo (LER). A decisão é da Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TS), que não aceitou o pedido do banco sobre a redução do valor.

O funcionário trabalhava como caixa e registrava, em média, de 250 a 300 autenticações por dia. De acordo com a perícia, os problemas adquiridos pelo empregado (síndrome do túnel do carpo, tendinite do supraespinhoso e tendinite dos flexores do punho) estão relacionados diretamente com as atividades que desenvolvia. No entendimento da Justiça, ficou comprovado a culpa da empresa, que não proporcionou ambiente e condições de trabalho adequadas.

Em sua defesa, o banco alegou que sempre cuidou dos seus empregados, realizando exames periódicos e desenvolvendo programas de prevenção da LER, e pediu a redução do valor da indenização. A empresa interpôs embargos declaratórios, que aguardam julgamento.

Procurado, o Bradesco disse que ‘o assunto está sub judice e o banco não comenta’.

(Extra Online)

Agência do Bradesco em Piripiri-PI é arrombada neste domingo

A agência de Piripiri do Banco Bradesco foi alvo da ação de arrombadores durante a madrugada deste domingo (28). A agência está localizada na Av. 4 de Julho, no centro da cidade, a poucos metros da Lotérica Piripiri, que sofrera o mesmo tipo de crime a menos de 24h. Os elementos entraram por trás da agência, quebrando a parede e entrando. O valor levado não foi revelado. A polícia criminalística é aguardada para que haja mais detalhes da ação dos criminosos.

Acredita-se que os comparsas arrombaram o carro ao tomarem conhecimento da prisão do colega e levaram o produto do crime e as ferramentas usadas.

Durante a madrugada deste domingo uma guarnição da PM prendeu um elemento acusado de estar envolvido. Um carro(de placa de Teresina) também foi apreendido. O veiculo estava na Rua Santos Dumont, próximo à sede do STTR, com o vidro quebrado. Com o suspeito, um saco de moedas (identificando a quantia de R$ 50) foi encontrado. 

Muitos acreditam que sejam os mesmos elementos que praticaram o arrombamento à Lotérica Piripiri, no dia anterior. O veículo assemelha-se bastante com o que foi visto por câmeras de segurança.

Fonte: piripirireporter.com

Bandidos explodem cofres do Banco do Brasil e Bradesco em Francinópolis-PI

Madrugada bastante movimentada em Francinópolis,por volta das 2h40 da madrugada deste domingo(28/07/2013), bandidos agiram na calada da noite e praticaram de uma só vez dois arrombamentos seguido de explosões contra cofres das agências do Banco do Brasil e Bradesco , levando uma certa quantia em dinheiro, cujo valor ainda não foi revelado.

 

As fotos a seguir foram registradas pelo Portal Francinópolis News

 

 

 A polícia já esteve no local e constatou um verdadeiro rastro de destruição deixado pelos bandidos, que antes de consumar a ação cortaram a fiação da operadora TIM na cidade, tendo em vista evitar qualquer contato de denunciantes com a polícia,no entanto, até o momento, nenhum suspeito foi preso.

 Postado por: 

Bradesco tem lucro líquido de R$5,9 bi no primeiro semestre

O Bradesco anunciou nesta segunda-feira (22/7) o balanço do primeiro semestre do ano. O banco registou lucro líquido de R$5,9 bilhões no período e obteve retorno de 18,8% sobre o patrimônio líquido. Segundo o Bradesco, o resultado foi 3,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

A carteira de crédito encerrou o período em R$ 402,517 bilhões, volume 10,3% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Os ativos totais alcançaram R$ 896,697 bilhões, um crescimento de 8% em relação a junho de 2012. 

A inadimplência apresentou queda expressiva. A taxa de atrasos caiu para 3,7%, de 4,2% em junho do ano passado. A melhora do perfil da carteira se deu entre todos os segmentos de clientes. O índice de cobertura das provisões contra devedores, acima de 90 dias, subiu para 188,6%, de 177,4%, no encerramento do primeiro semestre do ano passado.

Em relação à origem do resultado, as atividades bancárias foram responsáveis por 69% do lucro, enquanto 31% são provenientes do negócio de seguros.

(Istoé Dinheiro)

 

Bradesco terá de indenizar cliente agredido em agência

A Justiça de Mato Grosso condenou o banco Bradesco a indenizar em R$ 27,1 mil um cliente que foi agredido por funcionários do banco. O segurança pisou na mão do consumidor, que estava dentro da agência, para impedi-lo de pegar um dinheiro repassado por um amigo por baixo da porta para completar o valor para pagar uma conta, pois naquele momento o expediente bancário havia sido encerrado. Além disso, o gerente gritou e, em tom ríspido, impediu que o pagamento fosse efetivado. Todos os fatos foram filmados pelo sistema de circuito interno de TV do banco.

O ato de o dinheiro ter sido passado por baixo da porta deu início às discussões. Na ação, o consumidor afirma ter ido ao banco para fazer operações bancárias de praxe e aproveitou para pagar uma conta da sogra. Após cerca de 40 minutos na fila, chegou à boca do caixa, e nesse momento, percebeu que o dinheiro não era suficiente. Então, telefonou para o amigo, que levou a quantia necessária para completar o valor para o pagamento do boleto.

Consta na ação que o gerente gritou com o consumidor e ainda proibiu os funcionários de permitir a entrega do dinheiro, dizendo que “se alguém receber dele (promovente) vai se ver comigo”. 

Na decisão, o juiz Emerson Cajango, do 3ª Juizado Especial de Cuiabá, observa que estão se tornando frequentes atos de violência e agressões físicas praticados por seguranças dos estabelecimentos comerciais e financeiros contra o consumidor, e cita casos ocorridos no Shopping Goiabeiras e no Banco Itaú, ambos da capital mato-grossense.

“Evidencia-se um certo despreparo de alguns profissionais que exercem o labor de segurança privado, que ao se depararem com uma situação fora do comum agem instintivamente, empregando meios violentos e até utilizando armas para apaziguar a situação, sem antes avaliar a necessidade do uso de tais meios”, ressalta na decisão. O juiz prossegue, destacando o despreparo do gerente da agência em relação ao atendimento, além do fato de ter ameaçado claramente os funcionários que porventura desrespeitassem sua ordem. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MT. 

Clique aqui para ler a decisão.

Revista Consultor Jurídico, 19 de julho de 2013

Demissões e rotatividade reduzem salário médio do bancário, diz economista

Rede de Comunicação dos Bancários
Fábio Jammal Makhoul, Carlos Vasconcellos e Alessandra Mota

A política de demissões e a alta rotatividade nos bancos privados está achatando o salário médio dos bancários, apesar de as campanhas vitoriosas terem conquistado ganhos salariais acima da inflação. A preocupante comparação foi feita pelo economista Nelson Karam, coordenador de educação sindical e diretor da Escola de Ciências do Trabalho do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em exposição realizada nesta sexta-feira, primeiro dia da 15ª Conferência Nacional dos Bancários.

Segundo Karam, que fez a apresentação no Painel sobre Remuneração e Emprego, a luta dos bancários rendeu 85,3% de reajuste salarial desde 2004, valor 16,2% acima da inflação. No piso, a valorização foi ainda maior: 116,2% de aumento, 35,6% a mais que a inflação.

“Entretanto, é preciso observar que a remuneração média dos bancários hoje é menor que em 2000″, afirma. Há treze anos, o salário médio dos bancários era de R$ 4.961,77. Em 2011, último dado disponível, a remuneração média caiu levemente para R$ 4.743,59.

A estagnação do salário médio é causado pela política de rotatividade dos bancos, que demitem funcionários com maiores salários e contrata novos bancários com ganhos menores. “E o pior é que nos últimos anos o ritmo das contratações não está acompanhando o das demissões”, disse. 

Concentração de renda

Enquanto a remuneração média dos bancários segue estagnada, o lucro dos bancos cresceu espantosos 128% de 2002 para cá. A parte conquistada pelos funcionários nesta lucratividade também caiu. Em 2002, os bancários ficavam com 43% do lucro, enquanto os acionistas abocanhavam 34%. Em 2011, a parte dos funcionários caiu para 38%, enquanto a dos acionistas subiu para 40%.

Hoje, um executivo da diretoria do Itaú ganha 234,27 vezes mais que um funcionário recebe com o piso. No Santander, o executivo ganha 145,67 vezes o piso. E essa desvalorização dos bancários é inversamente proporcional ao aumento do trabalho nos bancos. 

Considerando apenas um dos indicadores de produtividade, cada bancário abria 83 contas correntes em 1996. Em 2011, eram 302 contas abertas por cada bancário. Isso mostra que o trabalho aumentou, mas a parte que o empregado recebe do lucro caiu”, explica Karam. 

O economista defendeu que os bancários incluam nos debates da campanha nacional os chamados ganhos de produtividade, que levam em consideração não somente o crescimento dos lucros, mas também o aumento da produtividade no setor e dos ganhos dos executivos dos bancos. 

Aumento da terceirização preocupa 

Segudo Nelson Karam, apesar do crescimento no saldo do emprego do setor bancário nos últimos dez anos, tem crescido muito o número de trabalhadores terceirizados, em função da ampliação dos correspondentes bancários. 

Em 2003, havia pouco mais de 36 mil trabalhadores terceirizados nos bancos. Em 2012, o número saltou para mais de 332 mil. Karam enfatiza que a situação poderá se agravar, caso seja aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), o Projeto de Lei 4330, que escancara as terceirizações, inclusive em atividades-fins.

“A regulação das terceirizações proposta por esse projeto não interessa à classe trabalhadora”, disse.

Ampliação de crédito

Outro dado que preocupa, segundo o especialista, é que apesar do saldo médio do emprego ter crescido 24% de 2000 a 2011, nos últimos meses, os números revelam uma retração. Na opinião de Karam, esta situação pode ser revertida não somente em função da alta lucratividade do setor, mas também devido ao potencial de ampliação do crédito.

“Há um grande potencial a ser explorado no mercado brasileiro. O país carece de crédito em setores sociais, como o imobiliário e de saneamento básico, por exemplo”, afirma. Para ele, o crescimento do emprego nos bancos públicos, especialmente na Caixa Econômica Federal, é um exemplo de que é possível expandir as contratações e continuar ampliando os lucros. 

Karam lembra que de março de 2012 a março de 2013 os bancos privados apresentaram redução de postos de trabalho, o que não ocorreu no Banco do Brasil e principalmente na Caixa. O Itaú apresentou saldo negativo de 6.679 no período e o Bradesco, 2.309. Já a CEF apresentou saldo positivo de 7.423 e o BB, de 261.

No Brasil, o crédito chega a alcançar 50% do Produto Interno Bruto (PIB). Houve um crescimento a partir da política de redução de juros do governo. Mas o índice ainda é bem inferior ao dos países mais desenvolvidos. Nos EUA, a relação entre crédito privado e PIB é de 191% e na Inglaterra, de 186%.

Na opinião do economista, o problema é que os bancos brasileiros preferem o ganho fácil proporcionado pelos juros altos do que ampliar o crédito para investimentos sociais.

Inflação sob controle 

Para Karam, o discurso de que a inflação está fora de controle, disseminado na mídia, interessa aos bancos, que ganham com a elevação das taxas básicas de juros.

“A inflação hoje está localizada em alguns setores e não é fruto do aumento do consumo. Além disso, os preços elevados são também resultado da concentração e dos oligopólios observados em alguns setores da economia, como bancos e supermercados”, ressaltou.

Bradesco dá calote em hora extra por feriado

São Paulo – Feriado na capital paulista e as agências não abrem, a maior parte do comércio está fechada e quase todos estão descansando ou curtindo suas famílias, mas os bancários do departamento de câmbio do Bradesco estão de plantão.

Depois da centralização do setor em São Paulo, os funcionários têm de trabalhar nos feriados municipais de 25 de janeiro (aniversário da cidade), 20 de novembro (Dia da Consciência Negra) e no feriado estadual de 9 de julho (Revolução Constitucionalista).

Além disso, esses bancários não recebem o adicional de 100%, o pagamento em dobro por trabalhar no feriado, conforme determina o Tribunal Superior do Trabalho (TST). O banco paga apenas 50%.

O diretor do Sindicato Vanderlei Alves ressalta que os trabalhadores do setor não contam, ainda, com a devida complementação das despesas com alimentação e transporte. “A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) garante aos bancários receber por elas em cada dia trabalhado. É vergonhoso um banco como o Bradesco ter esse tipo de postura”, afirma o dirigente, acrescentando que o Sindicato está estudando medidas para garantir o direito dos trabalhadores.

Direitos – Em caso de trabalho em dia não útil, como domingo e feriado, o trabalhador tem direito a receber adicional de 100%, ou seja, o dia trabalhado deve ser pago em dobro. É o que diz a súmula nº 146 do TST: “o trabalho prestado em domingos e feriados, não compensado, deve ser pago em dobro, sem prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal”.
Sobre as despesas com alimentação, a 14ª cláusula da CCT dos bancários diz que “os bancos concederão aos seus empregados o auxílio-refeição no valor de R$ 21,46, sem descontos, por dia de trabalho”. Portanto, se o trabalhador é solicitado a trabalhar em dia não útil, deve receber pelos gastos com alimentação.

Com relação ao transporte, a 21ª cláusula da CCT garante aos bancários o recebimento do valor referente ao deslocamento de casa até o trabalho correspondente a cada dia trabalhado.

Rodolfo Wrolli - SEEB/SP

Estelionatários cearenses são presos em agência do Bradesco na Paraíba

O Serviço de Inteligência do 6º BPM efetuou a prisão de três homens acusados de estelionato por volta das 10h40. A quadrilha do estado do Ceará estava atuando na Paraíba, e os acusados atuavam fazendo empréstimos com documentos falsos.

Uma denúncia anônima formulada por um correspondente bancário levou a prisão dos acusados no momento que seria sacado a quantia de R$ 7.500,00 na agência do Bradesco.

A P2 vinha investigando a ação dos acusados, que após fazer empréstimos se dirigia ao banco onde sacava os valores. O primeiro acusado Luciano Oliveira Canuto, 70 anos, aposentado, usava identidade falsa no nome de Orlando Alves de Medeiros.

Os acusados eram de Fortaleza e estavam no veículo Cintroen C4 de cor preta, placa NQZ – 6292, Caucaia – CE. Além do aposentado, também foram presos: José Eudes dos Santos Fortela Júnior, 33 anos, e Luiz Silva Lima, solteiro, 40 anos.

Eles foram conduzidos a Delegacia Distrital e autuados pelo delegado plantonista.

O Serviço de Inteligência do 6º BPM efetuou a prisão de três homens acusados de estelionato por volta das 10h40. A quadrilha do estado do Ceará estava atuando na Paraíba, e os acusados atuavam fazendo empréstimos com documentos falsos.
Uma denúncia anônima formulada por um correspondente bancário levou a prisão dos acusados no momento que seria sacado a quantia de R$ 7.500,00 na agência do Bradesco.
A P2 vinha investigando a ação dos acusados, que após fazer empréstimos se dirigia ao banco onde sacava os valores. O primeiro acusado Luciano Oliveira Canuto, 70 anos, aposentado, usava identidade falsa no nome de Orlando Alves de Medeiros.
Os acusados eram de Fortaleza e estavam no veículo Cintroen C4 de cor preta, placa NQZ – 6292, Caucaia – CE. Além do aposentado, também foram presos: José Eudes dos Santos Fortela Júnior, 33 anos, e Luiz Silva Lima, solteiro, 40 anos.
Eles foram conduzidos a Delegacia Distrital e autuados pelo delegado plantonista.

Via http://www.blogdofurao.com/

Política de emprego do Bradesco deve ser revista

São Paulo – Os lucros do Bradesco seguem batendo recordes. Na contramão dessa tendência está o número de postos de trabalho, que diminui a cada novo balanço divulgado. Por isso a questão da política de empregos da instituição integra a pauta de reivindicações dos bancários e faz parte da Campanha de Valorização dos Funcionários.

Em março de 2012, a instituição contava com 105.102 trabalhadores; no mesmo mês de 2013, o número de funcionários caiu para 102.793, variação negativa de 2,20%. Em contrapartida, em março de 2012 o lucro líquido do banco foi de R$ 2,79 bilhões. No primeiro trimestre deste ano os ganhos atingiram R$ 2,91 bilhões, aumento de 4,5%.

A diretora do Sindicato Erica Simões afirma que a falta de mão de obra é uma reclamação constante dos trabalhadores. “Além de cumprirem suas metas e viverem em constante pressão, os bancários ainda precisam efetuar o trabalho de três ou mais pessoas”, destaca a dirigente.

O bancário João (nome fictício). conhece bem essa realidade. “Quando um colega é demitido, normalmente não colocam outra pessoa para suprir a demanda e o que acontece é o acúmulo de tarefas. Isso atrasa toda a rotina do dia, inclusive os nossos horários de entrada e saída”, afirma.

De acordo com João, para piorar, os superiores não levam em consideração os desfalques de mão de obra causados pelas demissões. “A pressão pelo cumprimento das metas não diminui para os remanescentes, ela só aumenta. E o que dizem para nós é que se realmente quisermos continuar com nossos empregos, teremos de ‘nos virar’ para conseguir acumular as tarefas.”

A dirigente Érica Simões afirma que o Sindicato está atento ao problema e em cobrança permanente para que o banco reveja sua política de demissões e contratações. “Os cortes de postos de trabalho prejudicam a saúde e a eficiência dos remanescentes, que precisam administrar pressão dobrada e assédio moral para conseguir lidar com o acúmulo de tarefas. Por esse motivo, a ampliação do emprego é pauta permanente da Campanha de Valorização dos Funcionários do Bradesco”.

Campanhas – A campanha está percorrendo agências e concentrações do banco em todo o Brasil desde 7 de maio, com debates nos locais de trabalho e atividades de mobilização para pressionar o processo de negociação.

No dia 4 de junho foi lançado o curta-metragem da campanha, que tem como mote Bancário não é de lata é gente como você, gente de verdade! – alusão ao Homem de Lata, personagem do Mágico de Oz que queria ter um coração e ser visto como ser humano.

A produção foi idealizada para propagar as reinvindicações dos trabalhadores nas redes sociais. O vídeo, em formato de cinema mudo, conta ainda com a participação de personagem inspirado em Carlitos, de Charlie Chaplin.

Sindicalização – Também está nas agências e concentrações a campanha de sindicalização. O funcionário que quiser se sindicalizar deve solicitar a ficha de inscrição para o gerente administrativo, no caso das agências. Nas concentrações, procure o chefe de expediente. A campanha de sindicalização foi acordada com a direção do Bradesco.

(Rodolfo Wrolli - SEEB-SP)

BRADESCO CRIA UNIVERSIDADE CORPORATIVA

03/07/2013 – O desafio de treinar e desenvolver profissionais, presente em qualquer empresa, toma proporções únicas quando se pensa em uma organização de mais de cem mil funcionários espalhados por todo o país, como o Bradesco. Para avançar nesse sentido, o mais recente passo dado pela gestão de pessoas do banco é a inauguração da Universidade Corporativa Bradesco (Unibrad), parte de uma estratégia maior de focar as competências individuais dos colaboradores.

Glaucimar Peticov, diretora de RH do Bradesco, diz que o banco intensificou os programas de formação de lideranças, incluindo até cursos no exterior.

O Bradesco transformou, em maio, o departamento de treinamento da instituição em Unibrad. A mudança não mexeu tanto com os números da companhia, que tem R$ 128 milhões de verba para investir na área em 2013 – valor pouco menor que os R$ 132,6 milhões de 2012. A principal novidade é uma reestruturação na forma de capacitar os profissionais da empresa.

“O treinamento será algo feito sob medida, de acordo com as competências que a pessoa apresenta”, explica a diretora de recursos humanos do banco, Glaucimar Peticov. “A amplitude é maior e as formações serão mais personalizadas”. Para isso, os funcionários não receberão mais cursos e treinamentos relacionados com o cargo alcançado, como foi até agora, e sim de acordo com as suas habilidades e papel na estratégia da empresa.

Após um ano e meio desenvolvendo o projeto, os cerca de 200 funcionários da área de treinamento espalhados pelo Brasil foram realocados para concentrar esforços em uma das nove escolas que farão parte da Unibrad, criadas para oferecer cursos, aulas a distância, publicações e eventos que abordem uma determinada competência. Há escolas voltadas, por exemplo, para o atendimento de clientes, identidade organizacional, liderança, cidadania e sustentabilidade, negócios, e gente. Em alguns casos, os colaboradores terão que realizar programas de acordo com o plano de carreira que estão seguindo. A empresa, no entanto, também quer incentivar a chamada “autogestão da carreira”, para que os profissionais consigam visualizar as próprias necessidades e buscar os cursos certos.

Segundo Simone Borensztejn, gerente de departamento da área de gestão de pessoas do banco, uma das principais motivações para a mudança também foi proporcionar mais troca de conhecimento entre diferentes áreas da organização. “Hoje é possível misturar pessoas de segmentos e níveis distintos”, diz. Há pelo menos dez anos o banco vem fazendo um mapeamento de competências dos profissionais. A empresa não divulga números atuais, mas em 2011 ele já havia incluído 80% dos 100 mil colaboradores.

Há também planos de oferecer mais cursos e treinamentos para o público externo, a começar com clientes e outros membros da cadeia de suprimento e comunidades onde o banco está presente. Fisicamente, a Unibrad não terá uma sede única e vai usar as instalações já existentes em Osasco, São Paulo, e em outras 14 unidades em pontos diversos do país. Os diretores e o reitor da universidade ainda não foram anunciados.

Glaucimar cita, entre as vantagens da inauguração da universidade corporativa, um melhor apoio ao processo de sucessão e um retorno ao investimento mais fácil de ser mensurado. “O objetivo é implementar um processo no qual as pessoas sejam formadas continuamente, e não apenas quando têm dificuldades”, explica.

Além disso, ela ressalta que há um fortalecimento da marca e perpetuação dos valores e da cultura organizacional.

Sucessão é um assunto sério no Bradesco, onde a grande maioria dos diretores fez carreira interna e o atual presidente, Luiz Carlos Trabuco Cappi, começou na instituição aos 18 anos de idade. Parte da transformação da estrutura de treinamento começou com a adoção, em 2009, do Programa de Desenvolvimento Avançado (PDA), voltado para executivos com importância estratégica no plano de sucessão do banco. “Intensificamos todos os programas de formação nas áreas de gestão e liderança, mas chega um momento em que é preciso buscar o que há de diferente no mercado”, explica Glaucimar.

A solução, então, foi se “abrir para o mundo”. Assim, cerca de quatro executivos da empresa são selecionados todos os anos para passar um período entre quatro e sete meses nos Estados Unidos participando de cursos em escolas de negócios como as de Harvard, MIT, Columbia e Wharton. Além de um programa de AMP (Advanced Management Program) – espécie de MBA intensivo de quatro a sete semanas -, os profissionais fazem cursos de curta duração em outras escolas para desenvolver capacidades específicas.

A escolha das instituições e dos programas é feita sob medida pela brasileira Trend School, que faz um trabalho de identificação dos melhores conteúdos para cada executivo e ajuda na operação logística. Além disso, ela promove, no primeiro mês do período, uma preparação para os cursos com aulas de inglês e de metodologias de ensino no “hub” da escola em Nova York.

Segundo a Trend School, esse tipo de programa pode custar entre US$ 7 mil e US$ 13 mil para cada um dos profissionais por semana, dependendo da instituição e do curso. É um investimento que pode chegar à faixa dos US$ 300 mil por pessoa.

O desenvolvimento do programa foi uma iniciativa do departamento de recursos humanos e do atual presidente do banco, que aprova todos os nomes que são mandados. Além do voto de confiança no profissional, é preciso planejar como sua ausência, que pode chegar a sete meses, será suprida no dia a dia do banco.

Afinal, a recomendação é que os executivos que participam do programa fiquem completamente focados nos estudos e não se envolvam com o trabalho que deixaram no Brasil. A habilidade de falar inglês também é fundamental e, segundo Glaucimar, a possibilidade de participar do programa é um incentivo extra para que mais pessoas que ocupam cargos de liderança se aperfeiçoem no idioma.

Até hoje, 21 executivos participaram do PDA, inclusive a própria Glaucimar. No ano passado, ela fez o AMP em Columbia, em Nova York, e depois outros cursos em instituições como Harvard, Michigan e no Center for Creative Leadership, onde todos os executivos passam pelo mesmo programa de liderança – mas em turmas separadas, para garantir que a interação seja majoritariamente com profissionais de países e culturas diferentes.

“No meu caso, o objetivo era fazer parte de grupos que não tivessem muitas pessoas da área de RH. Assim, poderia desenvolver outras competências”, afirma.

Até pouco tempo atrás, a executiva era responsável pelo departamento de treinamento, mas com a criação da Unibrad, assumiu a diretoria de RH em março – logo após participar do PDA. “Mesmo quando não há mudanças de cargo logo após a volta, existe uma diferença nos projetos e na capacidade de inovar desse profissional”, afirma.

Por Letícia Arcoverde

 

Fonte: Valor Econômico, de São Paulo

Agricolândia: Após Bradesco, cidade tem agência do BB dinamitada em menos de 24h

Mais uma ação dos bandidos contra agências bancárias no interior do Piauí. Dessa vez em Agricolândia, e o alvo foi o Banco do Brasil. A ação aconteceu na madrugada desta quinta-feira (06/06). Bandidos arrombaram a agência.

Os policiais foram na perseguição ao veículo mais como a cidade de Agricolândia tem muitas estradas facilitou a fuga dos mesmos. No local já se encontra os PMs, e a força tática de Teresina e o prefeito da cidade Walter Alencar que ficou preocupado com a situação.

Segundo relato, o vigilante da prefeitura viu a movimentação dos bandidos saiu pelos fundo da prefeitura e foi avisar os policiais da ocorrência. Nenhum dos acusados foram encontrados, mas uma dinamite, que seria usada para explodir a agência, foi deixada no chão. 

A polícia segue as buscas pelos bandidos. Uma equipe do Bope foi até a cidade para verificar o artefato deixado pelos bandidos.

bob1.jpg

bob2.jpg

bob3.jpg

bob4.jpg

bob5.jpg

bob6.jpg

bob7.jpg

Fonte: Com informações e fotos do Agricolândia News

Publicado Por: Fábio Carvalho – Portal 180 Graus

Trabalhadores do Bradesco reivindicam PCCS

São Paulo – Um dos principais valores do Bradesco é sua política de carreira fechada, na qual a empresa não abre mão de formar os funcionários sob sua égide. Esse sistema, no entanto, acarreta problemas aos profissionais, já que o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) é atrelado a essa filosofia e possui caráter igualmente conservador.

De acordo com a diretora executiva do Sindicato Neiva Ribeiro, o PCCS privilegia o favorecimento, o apadrinhamento e a antiguidade, além de não possuir critérios objetivos para a promoção. “Os funcionários não podem acompanhar as promoções e não sabem qual seu futuro no banco, por isto, ignoram quais passos devem tomar dentro da carreira, o que estudar, ou ainda, quais os requisitos avaliados.”

A luta por mudanças no PCCS está dentro da Campanha de Valorização dos Funcionários e integra a pauta de reivindicações entregue em 17 de abril.

> Dirigentes iniciam negociações com Bradesco

Geração Y – Outro ponto criticado pelos bancários no plano de carreira do banco é a difícil ascensão profissional. “Os profissionais, muitas vezes, ficam décadas na mesma função. E, hoje em dia, o perfil do bancário mudou muito, ou seja, ele é promovido de caixa para assistente de gerente mas na verdade vai vender produto e isto não significa que irá progredir na carreira. A Geração Y não tolera esse tipo de política e já está pulando fora”, afirma Neiva.

A chamada Geração Y é constituída pelas pessoas nascidas entre os anos de 1977 e 2000 e que têm como característica a busca por desafios e pela realização desde cedo, o imediatismo, criatividade, ousadia e pró-atividade. Possuem atributos profissionais quase unânimes, como a ambição e a avidez por reconhecimento e ascensão profissional.
“Valores estes, frutos das políticas praticadas no auge no neoliberalismo no país”, considera Neiva.

Um funcionário do Bradesco de 26 anos corrobora. “Eu estou aqui há três anos e tive uma promoção para assistente, que significa vender produto. Você vende R$ 16 milhões de plano de previdência, não ganha nem um obrigado e, no dia seguinte, aumentam sua meta. Tenho um amigo de 19 anos que ganha quase o dobro que eu na empresa onde ele trabalha. Por isso vou embora daqui”, afirma.

Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração da USP (FIA), realizada com cerca de 200 jovens que nasceram entre 1980 e 1993, observou que 99% deles só continuam envolvidos nas atividades que realmente apreciam, e 96% creem que a meta principal do trabalho é a realização pessoal.

Por isso, Neiva acredita que o Bradesco corre um risco ao não aceitar discutir o PCCS. “Os funcionários querem um PCCS que seja transparente e democrático. Não querem também um plano onde as pessoas fiquem 10, 15 anos na mesma função sem ter valorização e sem a possibilidade de mudar de setor ou carreira”, afirma a dirigente sindical.

Campanha – A Campanha Nacional de Valorização dos Funcionários do Bradesco está nas ruas de todo o Brasil desde 7 de maio, com debates nos locais de trabalho e atividades de mobilização para pressionar o processo de negociação.

Foi lançado na terça 4 o curta-metragem da campanha que tem como mote “Bancário não é de lata é gente como você, gente de verdade!” – alusão ao Mágico de Oz. A produção foi feita para propagar as reivindicações dos trabalhadores nas redes sociais. O vídeo em formato de cinema mudo conta ainda com a participação de personagem inspirado em Carlitos, de Charlie Chaplin (clique aqui para assistir)

(Rodolfo Wrolli, Sindicato dos Bancários de SP)

Bradesco é condenado em R$ 3 milhões por dano moral coletivo

A ação civil pública do MPT (Ministério Público do Trabalho) contra o Bradesco foi mantida pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), que condenou o banco a pagar R$ 3 milhões por dano moral coletivo.  A instituição financeira foi processada por irregularidades na contratação de corretores para a venda de seguros e previdências privadas.

A condenação também prevê o reconhecimento do vínculo dos trabalhadores com o banco e a urgente regularização dos contratos de trabalho.  A decisão manteve  a condenação dada em primeira instância. Para o MPT, a prática constitui fraude aos direitos trabalhistas, enquadrada no artigo 9º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

O Bradesco é acusado de contratar os vendedores de seguro por concessionárias, que funcionavam como pequenas corretoras, através das quais era feita a intermediação de mão de obra. Já os empregados contratados para a venda de títulos de previdência eram obrigados a constituir registro como pessoa jurídica.

Os trabalhadores eram selecionados pelo próprio banco e encaminhados às agências, subordinados a gerentes e supervisores. O vínculo da empresa com os trabalhadores também ficou comprovada pela cobrança de metas diárias e semanais e pela exigência de que os corretores cumprissem todo o expediente bancário.

A 37ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro (RJ) condenou o banco ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 3 milhões, a serem revertidos ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Na sentença, o juiz que julgou a causa considerou “curioso” o fato de que os sócios das empresas que empregavam os trabalhadores morassem em cidades distantes das sedes.

Além do pagamento do dano moral coletivo, o Bradesco foi condenado a regularizar todos os contratos de trabalho e a abster-se de contratar trabalhadores para por intermédio de outras empresas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil por dia, por trabalhador encontrado em situação irregular, em caso de descumprimento.

Número do processo: RR-142400-69.2003.5.01.0037

(Última Instância)

Bandidos assaltam agência bancária em Parambu e levam três policiais como refén

Cerca de quatro homens armados assaltaram uma agência do Banco Bradesco, no município de Parambu, por volta das 14h desta sexta-feira, 31. Segundo informações preliminares da delegacia municipal, durante a fuga, os criminosos levaram clientes como reféns, inclusive, três policiais militares que estavam no local, sendo um cabo, um soldado e um subtenente. Não há informações da quantia em dinheiro que teria sido levada. 

Armados com escopetas e fuzis, os suspeitos fugiram em uma viatura da Polícia, em direção à zona rural da cidade. O carro foi abandonado depredado e os reféns foram liberados, a cerca de 4km de distância de Parambu.

As polícias Civil e Militar realizam diligências desde o início da tarde, para prender os criminosos.

(O Povo Online)

Bandidos explodem caixa eletrônico do Bradesco em Palmácia

FOTOS MERAMENTE ILUSTRATIVA

Um grupo composto por 5 indivíduos explodiu o caixa eletrônico do banco Bradesco de Palmácia, a 60 km de Fortaleza. O ataque aconteceu por volta de 2h da madrugada desta quinta-feira (30), de acordo com informações do Comando de Policiamento do Interior (CPI).

Os acusados estavam em um veículo Palio de cor prata, que foi abandonado e incendiado na estrada que dá acesso ao distrito de Palmeirinha, também na região do Maciço de Baturité.

O cerco policial foi realizado contando com o apoio do Comando Tático Rural (Cotar), o Batalhão de Choque da Polícia Militar e o helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer). Ainda não foi divulgada a quantia levada pelo grupo na ação criminosa. Até o momento, ninguém foi preso.

(Diário do Nordeste)

Bradesco pagará R$ 600 mil de idenização a bancária exposta a risco ergonômico

A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho manteve condenação imposta ao Banco Bradesco S. A. de indenizar uma bancária vítima de lesão por esforço repetitivo (LER). De acordo com laudo pericial, a trabalhadora esteve exposta habitualmente a agentes de risco ergonômico. Este fato, acrescido da negligência do Bradesco, que não realizou exames periódicos, levou o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) a condenar o banco a indenizá-la por danos morais e materiais.

O Regional fixou os valores de R$40 mil a título de danos morais e R$ 546 mil por danos materiais em razão de a bancária ter desenvolvido quadro de fibromialgia, síndrome do túnel do carpo e discopatia degenerativa lombar. Os primeiros sintomas das doenças surgiram em 1996 e provocaram seu afastamento das atividades profissionais no fim de 2001.

O recurso do Bradesco contra a condenação havia sido analisado anteriormente pela Quarta Turma, que, explicou que na fixação da reparação material o TRT-BA considerou aspectos referentes à vida funcional e social da empregada, como o valor da última remuneração e o intervalo entre o afastamento e o limite de 70 anos. Esse marco é considerado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como o atual teto da expectativa de vida média do brasileiro.

Na SDI-1, foi relator do caso foi o ministro Lelio Bentes Côrrea, que, seguido pelos demais integrantes do órgão, não conheceu dos embargos do banco. Especificamente em relação ao valor da indenização por danos materiais, o ministro explicou que o Bradesco, ao interpor recurso ordinário ainda no Regional, não impugnou a quantia estabelecida: os argumentos recursais se focaram exclusivamente no laudo pericial.

Quanto ao dano moral, o relator não constatou violação do artigo 1.533 do Código Civil, norma que não dá parâmetros para a aferição da proporcionalidade da condenação ao pagamento de indenização por danos morais.

Por outro lado, a Subseção afastou as alegações do Banco de que haveria divergência entre julgados semelhantes. Conforme esclareceu o relator, os embargos foram interpostos antes da edição da Lei 11.496/2007, e, assim, aplica-se ao caso o entendimento da Orientação Jurisprudencial 294 da SDI-I, que impede a veiculação de embargos por divergência contra decisão de não conhecimento de recurso de revista, como foi a da Turma.

(Cristina Gimenes/CF)

Processo: RR-232700-54.2002.5.05.0020 

Via TST

Bradesco vai transferir funcionários do Corporate da Paulista para Osasco

São Paulo – O Bradesco informou o Sindicato que a partir de 20 de maio cerca de 100 bancários da Plataforma Operacional de Pessoa Jurídica (POPJ), do Corporate, serão transferidos do prédio na Avenida Paulista para a matriz do banco, na Cidade de Deus, em Osasco. O Sindicato quer saber a opinião dos funcionários envolvidos no processo de mudança.

Segundo Neiva Ribeiro, diretora executiva da entidade, o banco garantiu que as transferências ocorrerão devido à centralização do departamento na matriz e que não se trata de reestruturação da área, portanto nenhuma demissão está prevista. “Questionamos se os bancários foram avisados a tempo para se organizar e se tiveram opção de mudar de área em caso de alguma dificuldade de adaptação ao novo local de trabalho. O RH do banco informou que essa mudança já estava sendo discutida há meses e que era de conhecimento de todos”, explicou.

De acordo com a dirigente, mesmo que o banco tenha comunicado os funcionários da centralização do departamento, ainda é possível analisar os casos em que exista dificuldade de adaptação ou desejo de mudança de área.

Por isso, o Sindicato solicita aos bancários envolvidos nesse processo que entrem em contato com a entidade caso tenham dificuldades com a transferência ou com a mudança de departamento. “O Sindicato está atento e tomará as providências necessárias em caso de descumprimento de algum direito”, ressaltou Neiva. Entre em contato por meio do 3188-5200 ou clicando aqui (escolha o setor “site” e escreva “Bradesco” no assunto).

(Tatiana Melin, Bancários SP)

Bandidos explodem e roubam agências do BB e Bradesco de Tejuçuoca

Cerca de 22 homens armados invadiram a cidade de Tejuçuoca, a 144 km de Fortaleza, e deixaram a população completamente aterrorizada na noite desta quarta-feira, 15.

 

Segundo testemunhas, eles estavam fortemente armados e explodiram as duas agências bancárias da cidade, levando mais de R$ 10 mil em um dos bancos. A outra agência não informou o valor que foi roubado pelo bando.

 

Por volta das 22h30, duas fortes explosões foram ouvidas por moradores. As agências do Banco do Brasil e do Bradesco foram os alvos dos bandidos.

 

Após resgatarem o dinheiro, o bando seguiu pela CE-168, o trecho que dá acesso à cidade de Itapajé e atearam fogo em um veículo. Até o momento, a polícia não tem pistas e ninguém foi preso.

 

Na manhã desta quinta-feira (16), diligências estão sendo realizadas buscando localizar e capturar o grupo. Na operação, estão empenhadas 14 viaturas policiais, além do Comando Tático Rural (Cotar).

 

Também foi solicitado reforço aéreo à Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer).

 

O secretário de Segurança Pública do Estado, coronel Francisco Bezerra, acompanha a caçada ao grupo.

 

Tejuçuoca foi incluída na rota de turismo para a Copa das Confederações. Populares denunciam que a cidade conta apenas com o efetivo de quatro policiais.

 

(Portal CNews)

Após maior fusão bancária no país, encurta distância entre Itaú e Bradesco

Dia 31 de março de 2009. Foi nesta data, quando foram unificadas as ações de Itaú e Unibanco, que a bolsa de valores marcou uma distância que parecia quase intransponível entre o recém-criado Itaú Unibanco e o Bradesco. Enquanto o valor de mercado do primeiro chegou a R$ 99,577 bilhões, o do segundo era 67,5% dessa cifra, ou R$ 65,1 bilhões.

Mais de quatro anos depois, porém, os números mostram que o banco da Cidade de Deus não deixou barata a vantagem do concorrente. Na sexta-feira, por exemplo, enquanto o Itaú Unibanco valia R$ 155,9 bilhões na bolsa, o valor de mercado do Bradesco era de 90,9% do rival, somando R$ 141,8 bilhões.

Não foi só na bolsa que o Bradesco diminuiu a liderança conquistada pelo Itaú com a fusão. Tanto em ativos totais como em operações de crédito, a distância entre os dois encurtou. Em financiamentos, logo após a fusão, o estoque do Bradesco representava 74,66% do saldo do Itaú, com R$ 179,9 bilhões. No balanço patrimonial mais recente dos dois bancos, contudo, esse percentual avançou para 80,22%.

Em ativos totais, o Bradesco representava 71,3% do concorrente pós-fusão. Hoje, é 86,9%, com seus R$ 894,4 bilhões.

Méritos do Bradesco à parte, esse encurtamento de distância reflete, pelo menos parcialmente, as dores pós-crescimento do Itaú nos anos que seguiram a maior união bancária brasileira. 

Seja pela dificuldade que envolve engolir uma aquisição do porte do Unibanco, seja por alguns lances não bem-sucedidos para avançar no mercado de crédito ao consumo, os últimos anos não foram fáceis para o Itaú navegar.

“O Itaú enfrenta hoje o desafio de uma receita que não está crescendo, graças à migração para linhas de menor risco. Os benefícios dessa mudança só vão aparecer mais tarde, depois que a linha de provisões para inadimplência diminuir”, raciocina analista que acompanha a instituição. Ou seja, embora o banco tenha promovido ajustes em sua política de crédito, é lenta a recuperação dos problemas passados.

A carteira de crédito de veículos é o grande exemplo de uma aposta do banco que saiu pela culatra. Hoje, já em ritmo de recuperação, a linha chegou a dar prejuízo para o Itaú, graças às elevadas taxas de inadimplência. 

Foi uma aposta em um segmento de crédito de risco menor, já que tinha garantia real do veículo, que se mostrou não tão segura assim. Tanto que, no ano passado, a carteira do banco na modalidade encolheu 14,8% na instituição.

A arrumação da casa já está em curso. Os cortes de pessoal, por exemplo, foram severos no Itaú. De março de 2012 a março deste ano, o quadro de funcionários encolheu em 6.339 postos de trabalho, a maior redução entre os bancos privados.

“São ajustes de eficiência operacional que o banco promoveu no último ano. Outro exemplo foi a dissolução de parcerias com varejistas que não eram rentáveis”, afirma o analista Carlos Daltozo, da BB Investimentos. Desde 2010, o Itaú encerrou 300 alianças desse tipo, incluindo Lojas Americanas e C&C.

Embora tenha enfrentado seu quinhão de problemas também no campo do calote, o Bradesco se mostrou, em algumas áreas, mais adaptável a uma realidade bancária de spreads de crédito menores e busca por linhas mais seguras de financiamento. Antes de o Itaú levar o BMG, por exemplo, o Bradesco já tinha em casa uma estratégia para avançar no consignado, o crédito com desconto em folha em pagamento.

A seguradora do Bradesco, responsável por cerca de um terço do lucro ajustado de R$ 2,943 bilhões do trimestre, é outra vantagem competitiva no cenário bancário atual. A operação reforça as receitas fora do mundo do crédito. 

No Itaú, o consolidado das operações mostrou lucro recorrente de R$ 3,512 bilhões no primeiro trimestre, enquanto a divisão de seguros, previdência privada e títulos de capitalização apresentou resultado líquido de R$ 546 milhões.

O que se nota é que o Itaú vem tentando semear hoje iniciativas que lhe deem vantagens sobre os rivais no futuro. Na área de cartões, por exemplo, o banco tem investido no Itaucard 2.0, que propõe nova metodologia para cobrança de juros no rotativo, mas que ainda não convenceu a concorrência a ponto de ser seguida. A credenciadora de cartões Redecard, trazida no ano passado para dentro do banco, também é outra aposta para um avanço mais saudável do crédito na instituição.

Fonte: Felipe Marques e Carolina Mandl – Valor

SEEB-CE cobra do Bradesco respeito e valorização dos funcionários

Nesta terça-feira, dia 7/5,  nova campanha por valorização e mais respeito aos funcionários do Bradesco foi lançada em nível nacional. Em Fortaleza, o Sindicato dos Bancários do Ceará fez manifestação para denunciar as péssimas condições de trabalho dos funcionários do banco, o assédio moral  sem medida e a cobrança excessiva pelo cumprimento de metas. Além disso, os dirigentes sindicais denunciaram as demissões injustas efetivadas neste mês, atingindo ex-funcionários do Banco do Estado do Ceará (BEC), comprado pelo Bradesco em 2005. O ato aconteceu na agência Centro, onde funciona a gerência regional do banco.

Os dirigentes sindicais denunciaram o descumprimento pelo Bradesco do Estatuto Municipal de Segurança Bancária e coloca em risco a vida de bancários e clientes. “Suas agências não têm portas de segurança, o que deixa todos vulneráveis. Será que precisa morrer alguém para o Bradesco cumprir o Estatuto?”, disse Gabriel Motta, diretor do SEEB/CE,  lembrando que o Bradesco ainda coloca a culpa pela falta de segurança no Estado, quando sofre ataques de bandidos.

“Um banco que lucra bilhões, deixa as suas portas escancaradas, que incita a bandidagem e mostra aos criminosos que o banco não tem segurança, este é o Bradesco”, completa Gabriel.

O Sindicato dos Bancários do Ceará, em defesa da categoria, vai ajuizar duas ações contra o Bradesco: uma civil que é a obrigação de fazer e outra é dano moral coletivo, pela falta de respeito que o banco tem para com seus empregados. Também participa da Campanha pela Valorização dos funcionários Bradesco, campeão de assédio moral e tem vários bancários acometidos de doenças ocupacionais e distúrbios psicológicos.

Segundo o diretor do SEEB/CE, Robério Ximenes  “nossa manifestação é para denunciar mais uma vez que o Bradesco teve lucro de R$ 3 bilhões no 1º trimestre, vai chegar ao R$15 bi no ano, no entanto, com toda essa lucratividade demite descaradamente. Os banqueiros querem continuar lucrando cada vez mais às custas dos seus trabalhadores”.

Campanha

A pauta  da Campanha de Valorização dos funcionários do Bradesco tem como principais bandeiras a criação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), melhores condições de trabalho e preservação da saúde, parcelamento do adiantamento das férias e auxílio-educação para todos.

(Sindicato dos Bancários do Ceará)

Funcionária do Bradesco é reintegrada através de ação judicial movida pelo SEEB-Brasília

Mais uma vitória dos trabalhadores contra a postura do Bradesco de desrespeito e desvalorização dos funcionários. Após intervenção do Sindicato dos Bancários de Brasília (SEEB Brasília), o banco teve que voltar atrás e, por força de decisão judicial, reintegrou a bancária Christiane Dantas, que nesta segunda-feira 6/5 voltou a trabalhar na agência Sudoeste da cidade. Numa manifestação de apoio à bancária, o SEEB Brasília esteve na unidade e aproveitou a ocasião para conversar com a população sobre a importância do fim das demissões imotivadas, com a ratificação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O Bradesco demitiu a trabalhadora sem justa causa em maio de 2011, logo após ela voltar de férias e faltando apenas dois meses para que entrasse no período de estabilidade pré-aposentadoria. Ela é funcionária oriunda do extinto Banco Estadual do Ceará (BEC), comprado em 2005 e incorporado em 2006 pelo Bradesco, que assumiu à época o compromisso de não demitir sem justa causa os bancários incorporados, conforme Decreto Estadual do Ceará nº 21.325/91, que estabelece que eles não podem ser desligados imotivadamente. A bancária foi transferida para Brasília em 2007, a pedido dela.

Por conta disso, a ação de reintegração foi movida pelo Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 7ª Região, com o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília. “A reintegração é um acontecimento de suma importância, uma vez que mostra a força da luta da categoria contra as injustiças que o banco comete. Nós sabemos que a rotatividade no Bradesco é alta e, além disso, o número de bancários é insuficiente para atender a demanda da população. Lutamos contra tudo isso”, afirma Garcia Rocha, diretor do SEEB Brasília e bancário do Bradesco.

Pressão e assédio – Christiane completará 29 anos de banco em julho deste ano e já passou por vários momentos difíceis como bancária. “A constante pressão no trabalho e situações de assédio moral me deixaram com a saúde debilitada. Tive vários problemas de saúde que deixaram sequelas”, lembra a bancária, que chegou a ser afastada por licença-saúde pelo INSS por esse motivo.

Campanha – O SEEB/CE está participando da Campanha de Valorização dos Funcionários do Bradesco, lançada nesta terça-feira 7/5 em todo o País. Entre as principais demandas dos bancários estão a solução dos problemas do plano de saúde, fim das demissões imotivadas, mais contratações e mais segurança nas agências.

Em todo o Brasil, os sindicatos filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) fizeram uma série de protestos e manifestações cobrando que sejam atendidas as reivindicações dos funcionários do Bradesco.

 (SEEB-Brasilia)

Santander é o banco mais forte da América do Sul; veja ranking mundial

São Paulo – A edição de junho da revista Bloomberg Markets traz uma pesquisa sobre os bancos mais sólidos e, por consequencia, mais confiáveis do mundo. Entre os da América do Sul, Santander Brasil, ItaúBradesco e Banco do Brasil lideram o ranking.

No mundo, a liderança ficou com o Qatar National Bank, do Catar, o primeiro entre 20 instituições globais. Para chegar a tal conclusão, a revista avaliou 78 bancos com ativos totais de 100 bilhões de dólares ou mais, em março deste ano.

Ficaram de fora da análise apenas os bancos que não relataram, até março, os dados de desempenho de 2012 e as instituições que reportaram prejuízo ou falharam no último teste de estresse do Federal Reserve.

Os principais critérios analisados foram: proporção entre o capital da instituição e os ativos ponderados pelo risco; proporção entre os ativos inadimplentes e o total de ativos; relação entre reservas para perdas e empréstimos para ativos inadimplentes; e o índice de eficiência em 2012.

Na avaliação, quanto menor a nota do banco, melhor o seu desempenho. No caso dos bancos que operam no Brasil, o Santander acabou se saindo melhor, na avaliação da Bloomberg. 

  Os bancos mais sólidos por região    
       
Líder Mundial Instituição País Nota
1 Qatar Nacional Bank Qatar 13,8
       
América do Norte Instituição País Nota
1 Canadian Imperial Bank of Commerce Canadá 14,9
2 Royal Bank of Canadá Canadá 17,4
3 Bank of New Scotia Canadá 22,5
4 Toronto-Dominion Bank Canadá 23,5
5 Citigroup EUA 28,8
       
América do Sul Instituição País Nota
1 Banco Santander Brasil Brasil 33,2
2 Itaú Unibanco Brasil 50
3 Bradesco Brasil 60,1
4 Banco do Brasil Brasil 60,2
       
Europa Instituição País Nota
1 Svenska HandelsBanken Suécia 24,7
2 Credit Suisse Group Suíça 26,9
3 Skandinaviska Enskilda Suécia 28,7
4 Turkiye Garanti Bankasi Turquia 29,2
5 SwedBank Suécia  
       
Ásia      
1 Oversea-Chinese Banking Cingapura 14,1
2 DBS Group Cingapura 19,9
3 United Overseas Bank Cingapura 21,4
4 Hand Seng Bank Hong Kong 23,9
5 China Construction Bank China 25,4
       

Fonte: Bloomberg Markets

Bradesco indenizará em R$ 300 mil cliente alvejado com tiro de fuzil

O Bradesco foi condenado a pagar R$ 300 mil a título de danos morais e estéticos, R$ 124 mil por danos materiais e R$ 2.750,00 de pensão por tempo suficiente ao restabelecimento profissional de um rapaz vítima de assalto nas dependências do banco. Ele foi alvejado no rosto por um tiro de fuzil, que causou destruição parcial da face. A decisão é do Tribunal de Justiça do Maranhão, que manteve a decisão de primeira instância. 

O fato ocorreu em janeiro de 2008, quando o rapaz, funcionário de uma loja de móveis, estava a trabalho na agência da instituição financeira em Maracaçumé, que foi invadida por seis homens fortemente armados anunciando assalto, fazendo reféns e ameaçando os clientes de morte. Eles trocaram tiros com a polícia e uma bala atingiu o rosto da vítima que foi submetido a cirurgias em São Luís com custo total de R$ 124.551,66. 

Ele alegou não ter condições de arcar com as despesas e narrou ter sofrido demasiadamente com o fato, com sequelas psicológicas irreparáveis. Apesar das diversas cirurgias, seu rosto ficou completamente deformado. 

O Bradesco recorreu da condenação pedindo a extinção do processo, negando sua obrigação de indenizar porque não seria o responsável pelo prejuízo sofrido pela vítima, pois os disparos teriam sido feitos fora da agência. 

O relator do recurso citou entendimento do Superior Tribunal de Justiça para refutar os argumentos do banco, considerando que as instituições financeiras possuem responsabilidade de salvaguardar a integridade dos seus clientes ou transeuntes, pois roubos e furtos, longe de constituírem caso fortuito ou de força maior, são riscos inerentes à atividade econômica. 

Ele ressaltou que a precariedade do sistema de segurança do banco foi demonstrada pelo fato de os clientes terem sido levados como reféns, o que fez gerar o dano causado. “A indenização deve ser mantida, tendo em vista que houve risco de morte e o rapaz teve sua face desconstituída, ficando impossibilitado de trabalhar”, avaliou. Com informações do Tribunal de Justiça do Maranhão

Link: www.ncc.adv.br

Bradesco persegue reintegrados do ex-BEC utilizando normativos

bec

No final de março chegaram ao Sindicato dos Bancários do Ceará dois casos de demissões por justa causa de funcionários do antigo BEC que estavam reintegrados através de ação jurídica movida pelo Sindicato dos Bancários do Ceará – obedecendo ao Decreto Estadual nº 21.325/91.

Para demitir os dois bancários, o Bradesco alegou descumprimento da CLT e de seus normativos (regulamentos internos e Código de Ética), pois, segundo o banco, os dois companheiros demitidos estariam usando senhas de outros funcionários e/ou disponibilizando sua senha a outros e trabalhando em horário fora da jornada de trabalho.

O Decreto Estadual nº 21.325/91 estabelece, no seu artigo 1º, o dever de o órgão administrativo explicar os motivos de fato e de direito de seus atos administrativos, entre eles os de provimento, dispensa, exoneração e disponibilidade de servidores e empregados, sob pena de nulidade. O artigo 2º estende esse dever estabelecido às entidades da administração indireta do Estado. Em outras palavras, os ex-funcionários do BEC não poderiam ser desligados do banco sem justa causa.

“É importante que se diga que o Bradesco não quer mais a presença desses funcionários reintegrados dentro de seu corpo funcional. Eles só fazem parte do banco graças à ação movida e ganha pelo Sindicato. Mas agora, o banco vem procurando formas de justificar o desligamento desses funcionários e é preciso muito cuidado para não se tornar vítima dessa armadilha”, alerta o diretor do Sindicato, Robério Ximenes. “Eles estão se utilizando de qualquer brecha presente nesses regulamentos internos para demitir essas pessoas”, completa.

Robério informa ainda que o Sindicato vai tentar novamente a reintegração desses funcionários, mas alerta a todos os trabalhadores do banco, e em especial aos reintegrados do BEC, que observem o máximo cuidado para não desobedecer nenhuma regra interna para não dar motivação ao banco de uma provável demissão por justa causa. Além disso, ele relatou que a entidade está fazendo contato com todos os reintegrados na Justiça para alertá-los sobre os riscos.

“Apesar de seus regulamentos proibirem certas ações, o próprio Bradesco cria determinadas situações nas unidades bancárias, tanto pela má estruturação dessas agências, como pelo número diminuto de funcionários, e ainda pela cobrança constante do cumprimento de metas, que levam, muitas vezes, os funcionários a descumprir algumas regras na prática do dia-a-dia, mas sempre buscando agilizar os trabalhos e por em dia os serviços em sua Unidade não se tratando, portanto, de burla buscando proveito próprio. Nos dois casos, o banco se aproveitou disso, mesmo sabendo que as agências estão com um quadro reduzidíssimo e um grande volume de serviços”, ressalta Robério.

O dirigente informou que o Sindicato vem fazendo um levantamento nas unidades bancárias do Estado e já observa que o Bradesco é um dos bancos com maior carência de funcionários levando-se em conta a demanda de serviço. “Os funcionários têm de realizar uma infinidade de tarefas e isso tem causado problemas enormes e um desgaste muito grande. Talvez por isso os funcionários demitidos foram forçados a lançar mão de certas condutas com o objetivo de cumprir suas demandas. É um absurdo o Bradesco demitir um funcionário que estava tentando solucionar problemas dentro da agência, mesmo diante das péssimas condições de trabalho disponibilizadas pelo Banco muitas vezes sendo obrigado a trabalhar de graça”, disse.

Orientação – O Sindicato dos Bancários orienta a todos os reintegrados que tomem extremos cuidados com as regras internas e que não facilitem e não deem motivo para o banco viabilizar a demissão por justa causa. Lembrando que o que garante seus empregos é a decisão judicial, então todo cuidado é pouco. Essa cautela também se estende a todos os demais funcionários.

Qualquer dúvida, reclamação ou denúncia, o bancário deve entrar em contato imediatamente com o Sindicato através do telefone:  (85) 3252 4266.

(Sindicato dos Bancários do Ceará)

Bandidos zombam da polícia e explodem caixas do BB e Bradesco na Bahia

Salvador – Um grupo de 30 bandidos fortemente armado causou pânico na madrugada na cidade de Jaguaquara, no sudoeste da Bahia. Os bandidos explodiram caixas eletrônicos das agências do Bando do Brasil e Bradesco, por volta das 3h da madrugada e ainda desafiou a polícia, cercando as residência da delegada Maria do Socorro Damásio e do capitão da Polícia Militar, Michel Franc. 

Os criminosos usaram carros para bloquear a saída da delegada e do policial militar de suas casas. No quartel da 3ª Companhia da PM, os bandidos utilizaram cadeado e correntes para impedir a saída dos policiais.

Depois onde eles realizaram três explosões que destruíram completamente a área interna da agência. Na Rua do Triângulo, ao lado da feira livre, os indivíduos também usaram explosivos para entrar no prédio do Bradesco.

De acordo com informações da delegada Maria do Socorro Damásio, os suspeitos prenderam PMs que estavam de plantão no destacamento do 19ª Batalhão da Polícia Militar, que atende a cidade, e fizeram guarda na frente da delegacia para impedir a saída de policiais enquanto agiam, explodindo os caixas.

No total, cerca de 15 homens participaram da ação, conforme a delegada Socorro Damásio. Eles fugiram levando o dinheiro dos equipamentos bancários. A agência do do Banco do Brasil, segundo Maria do Socorro, ficou totalmente destruída. Já a do Bradesco, teve danificada a área dos caixas eletrônicos, sem prejuízos aparentes na área interna, informou a polícia.

(Jornal da Bahia)

Bradesco versus Itaú: um ligeiro boicote da Globo

bradesco-300x120

O principal investimento da Ambev em 2013 no futebol brasileiro está sofrendo um ligeiro boicote da Globo. O programa sócio-torcedor, que distribui descontos para torcedores em compras e serviços de várias empresas, fechou parceria com o Bradesco. O rival Itaú, patrocinador do futebol na emissora, foi procurado, mas não fechou negócio.

Agora, a Globo exibe apenas inserções publicitárias do programa da Ambev. Espaço na transmissão de jogos ou em telejornais, nem pensar.

Por Lauro Jardim, Veja Online

Bancos com agência bancárias em Iguatu são notificados por atendimento demorado

justiça

Ministério Público do Estado do Ceará ajuizou uma ação civil pública, na última terça-feira (16), contra o Banco do Brasil, o Bradesco, o Itaú e o Banco do Nordeste em Iguatu. O pedido é para que as agências atendam os clientes em um tempo máximo de 25 minutos.

A ação, realizada pelos promotores de Justiça Francisco das Chagas da Silva e Aureliano Rebouças Júnior, foi motivada pelas reclamações de vários consumidores recebidas no Decon de Iguatu. De acordo com o MP, houve queixas relacionadas a um tempo de espera superior a uma hora.

O MP colheu elementos e constatou o descumprimento ao art. 1º da Lei Municipal nº 1.669/2012, que regulamenta o tempo de espera dos clientes na fila de bancos. Pelalegislação, as agências ficam obrigadas a atenderem as pessoas em tempo hábil, respeitando a dignidade e o tempo do usuário, que deve ser de, no máximo, 25 minutos em dias normais; 30 minutos nas vésperas e após os feriados prolongados; e 35 minutos nos dias de pagamento dos funcionários públicos municipais, estaduais e federais, não podendo em hipótese alguma ultrapassar esses prazos.

Obrigações

No processo, o MP pede a condenação dos bancos por danos morais coletivos, por violação ao direitos dos consumidores e solicita ainda uma liminar que obrigue as agências de Iguatu a cumprirem imediatamente a lei.

Além disso, pede que os bancos sejam condenados a instalar em suas dependências máquinas que emitam senhas para os clientes, para que, através desse procedimento, fiquem registrados os horários de entrada e de atendimento de cada consumidor. O Ministério Público sugere uma multa de R$ 5 mil para cada instituição financeira que descumprir a ordem judicial.

(Tribuna do Ceará)

Bradesco passa o BB e é o banco mais rentável do país em 2012

logos

Bradesco é o banco mais rentável entre as maiores instituiçõs financeiras do Brasil, segundo levantamento da consultoria Economatica, divulgado nesta segunda-feira (8).

De acordo com a pesquisa, o Bradesco teve a maior Rentabilidade sobre o Patrimônio (ROE) em 2012 entre os grandes bancos do país.

A Rentabilidade sobre o Patrimônio do Bradesco em 2012 ficou em 17,27% – valor inferior ao verificado em 2011 quando o banco alcançara 19,83%.

Em 2011, o líder era o Banco do Brasil, com ROE de 21,55%. No ano anterior, o BB ficou em segundo lugar, com ROE de 16,89%.

O terceiro mais rentável em 2012, entre os gigantes bancários do Brasil foi o  Itaú Unibanco, com 16,70%, ficando na mesma posição que ocupou em 2011.

O quarto banco brasileiro entre as maiores instituições com maior ROE é o Santander Brasil. A instituição ficou na 16ª colocação em 2012 com ROE de 6,83%. Em 2011, estava na nona colocação.

(G1 Economia)

Santander, Itaú e Bradesco disputam a compra da Credicard

São Paulo – Pelo menos três bancos, o SantanderItaú e Bradesco, estão avaliando comprar a Credicard, que pertence ao Citibank. As informações são do Valor Econômico, da última quinta-feira, dia 07/03.

De acordo com a reportagem, o banco americano está conduzindo um processo acelerado para vender os braços de cartão de crédito e financiamentos da Credicard. Os ativos são avaliados em torno de 1 bilhão e 1,5 bilhão de reais, disse o jornal.

Ainda segundo o Valor, propostas preliminares de preços já foram entregues ao Citi e um grupo restrito de instituição foi selecionado para acessar o chamado “data room”. O grupo é composto por três bancos, mas outras instituições, como Banco do Brasil e até o BTG também tinham interesse.

A conclusão da transação está prevista para no máximo em três semanas e o Citi espera contabilizar ainda no balanço no primeiro trimestre a operação.

(Exame Online)

Apesar do lucro de R$ 11,5 bi, Bradesco demitiu 1.299 bancários em 2012

dmeite

O Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 11,523 bilhões em 2012, o que significa um crescimento de 2,9% com relação ao ano anterior, mesmo com a redução de juros e spreads e com o aumento de 15,31% (ou R$ 1,85 bilhão) das Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) para uma inadimplência superior em apenas 0,2 pontos percentuais (de 3,9% para 4,1%) no período.

Clique aqui para ver os principais números da análise do Dieese.

Apesar do aumento do lucro bilionário, o Bradesco fechou 1.299 postos de trabalho no ano passado, segundo o balanço da instituição financeira anunciado nesta segunda-feira 28. O Bradesco é o primeiro banco a divulgar os resultados de 2012.

O corte de vagas aumenta a preocupação dos bancários com o emprego, já manifestada no último dia 10 ao presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, durante sua primeira visita à sede da Contraf-CUT, em São Paulo. “É inadmissível que, apesar desse lucro astronômico, o Bradesco feche postos de trabalho, sabotando os esforços do governo e da sociedade brasileira para que o país volte a crescer a um ritmo mais acelerado, com geração de mais empregos e diminuição da desigualdade”, afirma o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

O montante provisionado pelo Bradesco para os atrasos superiores a 90 dias (R$ 13,9 bilhões) é maior que o lucro líquido ajustado anunciado. Já o Índice de Inadimplência superior a 90 manteve a marca de 4,1% do trimestre anterior. Com relação a dezembro de 2011, a inadimplência cresceu apenas 0,2 pontos percentuais.

“O Bradesco repete a manipulação contábil, usada por todo o sistema financeiro no ano passado, de esconder o lucro superdimensionando as provisões para devedores duvidosos em relação à inadimplência real, que praticamente ficou inalterada”, critica Carlos Cordeiro. 

O resultado positivo foi obtido, principalmente, devido ao maior resultado operacional de seguros (32,66%) e ao crescimento das receitas de prestação de serviços (16,14%) e das rendas de tarifas bancárias(13,34%). As operações de crédito cresceram 11,51% em doze meses, atingindo um montante de R$ 385,53 bilhões. 

As despesas de pessoal cresceram 5,4% no ano passado, abaixo dos 7,5% do reajuste dos salários e dos 8,5% do reajuste do piso da categoria bancária na campanha nacional de 2012. A cobertura das despesas de pessoal sobre a receita de prestação de serviços chegou a 140,07% no Bradesco no período, um acréscimo de 12,2 pontos percentuais.

“Esse mecanismo de usar as demissões e a rotatividade para reduzir a massa salarial é uma prática obscena do sistema financeiro, que explica por que o Brasil, apesar de já ser a sexta maior economia, ainda está entre os 12 países mais desiguais do planeta”, critica Carlos Cordeiro.

Fonte: Contraf-CUT

Trabuco omite demissões no Bradesco em encontro com presidente Dilma

Num encontro com o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, no Palácio do Planalto, em Brasília, no último dia 11, a presidente Dilma Rousseff defendeu “a ampliação do financiamento ao setor privado”, a “necessidade de manutenção dos empregos”, além de “uma redução maior dos juros”. A reunião com o presidente do banco ocorreu um dia após a visita feita pelo banqueiro à Contraf-CUT, em São Paulo. No encontro com Dilma, Trabuco disse que a economia do país vive um bom momento, apesar da crise europeia, e destacou que “os bancos têm um papel importante no desenvolvimento econômico”. 

O Sindicato do Rio critica o fato de o banco esconder da presidente da República a política de demissões da empresa. Somente no Rio de Janeiro já são mais de 50 bancários dispensados, desde dezembro de 2012. 
“Numa reunião em que o emprego é o tema central é estranho que o presidente do segundo maior banco privado do país omita a sua política de demissões, causada pela alta rotatividade, além da exploração dos funcionários que continuam trabalhando”, critica o diretor do Sindicato Geraldo Ferraz. O sindicalista ressaltou ainda que os bancários não vão se calar diante das dispensas.
O presidente Almir Aguiar disse que o Sindicato vai enviar uma carta à Presidência da República denunciando as dispensas no Rio, fato omitido por Trabuco no encontro com Dilma. “Se a economia vai bem e os bancos continuam faturando como nunca, por que demitir? A presidenta precisa saber disso”, afirma.  
No encontro com o presidente do Bradesco, na sede da Contraf-CUT, no último dia 10, em São Paulo, o presidente da entidade, Carlos Cordeiro, também cobrou de Trabuco a manutenção dos empregos no setor.

(Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro)

Bradesco terá que pagar pensão vitalícia a funcionária vítima de LER/DORT

ler_dort

Reconhecido nacionalmente como a ‘maquina de moer gente’ por conta de suas incessantes demissões de funcionários que foram acometidos de doenças adquiridas pela execução de suas tarefas diárias, o Bradesco acaba de perder mais uma ação na justiça trabalhista rondoniense.

Desta vez o banco vai ter que pagar indenização por danos morais no valor de R$ 15 e mais uma pensão vitalícia a uma funcionária que teve a LER/DORT diagnosticada ainda em 2005. Desde então, mesmo vencendo diversas ações de reintegração ao trabalho, sempre fora mantida em departamentos que exigiam serviços de esforços repetitivos, como digitação em computador e máquinas de cálculos, o que acabou comprometendo seriamente seus movimentos e sua capacidade de trabalho.
O banco, como costumeiramente faz, não quis aceitar o fato de que foi o culpado por, de certa forma, deixar incapacitada a bancária de forma permanente, o que também contribuiu para sua estagnação profissional, já que, sem poder trabalhar direito, não recebeu nenhuma promoção na carreira.
“… mesmo reintegrada por decisão judicial, continuou submetida a atividades com movimentos repetitivos, mesmo com recomendação médica e judicial em contrário, daí advindo a culpa da empresa pelo agravamento da doença”, narra um trecho da sentença proferida pelo juiz titular Afrânio Viana Gonçalves, da 3ª Vara do Trabalho de Porto Velho.
Portanto, para o Juízo, o banco contribuiu para o agravamento da doença ocupacional, mesmo sabendo de sua existência e ainda sem proporcionar nenhuma medida para atenuar os efeitos negativos da atividade exercida pela funcionária.
“Ora, não importa se numa agência bancária apenas o setor de autoatendimento não contemple atividade de digitação. Para o banco, o que não poderia fazer era vista grossa diante das condições de saúde de sua trabalhadora, para qual o risco da atividade bancária concorreu”, descreve o magistrado em outro trecho da sentença.
O valor da pensão mensal é equivalente ao salário integral que a funcionária recebe atualmente, e será reajustado anualmente pelo índice de reajuste do pessoal da ativa, e deve ser de caráter retroativo desde 07 de novembro de 2011, quando o reconhecimento inequívoco da doença foi feito pela perícia médica.
A ação foi conduzida pela advogada Karoline Monteiro, do escritório Assis & Fonseca Advogados Associados, que responde pelo suporte jurídico ao SEEB/RO.
(Portal Rondônia O Vivo)

Revista desmente fusão entre bancos Santander e Bradesco

fusao
 
Por Paula Barra  

SÃO PAULO – A Veja.com, portal de notícias da revista Veja, desmentiu a matéria sobre fusão dos bancos Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) publicada minutos após o fechamento da última quarta-feira (9). 

A informação divulgada no site gerou uma euforia no mercado, resultando em uma forte valorização das units do Santander no after hours da BM&FBovespa – período de negociação que acontece após o fechamento do pregão regular. Os papéis SANB11 subiram 1,97% - lembrando que no after hours a variação dos ativos é limitada em 2% para cima ou para baixo -, fechando a R$ 15,51. Além disso, esses papéis movimentaram R$ 32 milhões no período de pós-negociação, enquanto normalmente o volume médio diário deles no after hours é de R$ 300 mil.

Uma nota da redação divulgada na home do site da Veja aponta falha no procedimento e classifica que deixou erroneamente no ar a manchete sobre a operação durante 22 minutos, de 17h59 às 18h21 (horário de Brasília). A informação foi corrigida em seguida pela redação do site, que publicou também os desmentidos oficiais dos bancos em questão. O Santander negou a notícia, citando que é incabível e inventada. 

De acordo com a matéria original, os funcionários do Santander haviam recebido um e-mail afirmando que a venda ocorreria no 1° semestre deste ano. 

O Bradesco também negou a informação através de sua assessoria de imprensa – desmentindo “categoricamente” a informação. A especulação de uma negociação entre os dois bancos é longa: acredita-se que o Santander estaria interessado em vender seus ativos para salvar sua operação na Espanha, enquanto o Bradesco estaria interessado em aumentar sua presença em terreno nacional.

Em função do negação da informação, a equipe de análise da XP Investimentos recomenda monitorar a movimentação dos ativos das instituições financeiras neste pregão. 

(Portal Info Money)

Justiça condena Bradesco a custear tratamento e despesas do baterista da banda Estakazero

Foto Facebook

Foto Facebook

A 12ª Vara dos Feitos Relativos às Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais da Comarca de Salvador, condenou, nesta quinta-feira (13), o Banco Bradesco S/A a custear as despesas do tratamento médico do baterista da banda Estakazero, Paulo César Perrone, vítima de uma saidinha bancária, em 2011. A decisão do juiz Claudio Fernandes de Oliveira também determinou que a empresa arque com todas as despesas da manutenção pessoal do baterista, enquanto durar o tratamento. Caso a instituição financeira descumpra a decisão, terá que pagar uma multa diária de R$ 500.

A sentença, em caráter de antecipação de tutela, levou em consideração, que Paulo Perrone foi vítima de uma “saidinha bancária” no dia 19 de julho de 2011, após sacar R$ 3 mil, na agência do Iguatemi. Imagens internas do banco mostraram que duas pessoas observavam o baterista no momento da operação financeira. Os suspeitos abordaram Perrone ainda perto do estabelecimento. Dois tiros foram disparados contra o carro do músico, quando ainda estava em movimento. Um tiro atingiu o vidro de trás do automóvel e o outro a cabeça do baterista. Perrone ficou com uma grave lesão cerebral que afetou seu estado de saúde, com perda de todos os movimentos dos braços e das pernas, e não há previsão de melhora.

A decisão do magistrado ainda considerou as dificuldades financeiras da família para custear o tratamento médico domiciliar. O juiz Claudio Oliveira, na decisão, pontuou que o banco não tomou as medidas de segurança necessárias para a proteção dos clientes e, por isso, seria responsável pelos danos que os clientes possam sofrer. Ainda enfatizou que o estado de saúde de Perrone é grave, e que corre risco de morte, “caso não conte com a ajuda financeira do banco em caráter de urgência”. A decisão foi embasada no artigo 273 do Código do Processo Civil (CPC) para antecipação dos efeitos da tutela. O magistrado afirmou que é “dever inarredável das instituições financeiras adotarem as medidas de segurança necessárias para resguardar seus clientes quando em operação nas suas dependências, cujo dever decorre do risco da própria atividade desenvolvida”. A sentença destaca que os bancos devem destinar aos consumidores que saquem quaisquer valores nos caixas de bancos, um espaço reservado para que tenham absoluta certeza de que não estejam sendo observados os valores recebidos e que os bancos devem zelar pela segurança dos clientes, principalmente quando sacarem valores elevados.

Os usuários da rede social Facebook se mobilizaram e pediram para que o juiz Claudio Fernandes de Oliveira deferisse a tutela antecipada em favor de Paulo César Perrone e condenasse o Bradesco a custear o tratamento domiciliar. A iniciativa partiu do programa Brasil Urgente, da Band Bahia, e da Rede Tudo FM 102,5.

 (Portal Bahia Notícias)

Clientes do Bradesco já podem fazer saques sem ter de usar cartão

Biometria-no-Caixa-Eletrônico-Bradesco

Bradesco informou que a partir desta quinta-feira (13) os clientes do banco poderão realizar saques e consulta de saldos sem o uso de cartão de débito nos caixas eletrônicos da rede Rede Bradesco Dia e Noite. As operações serão autorizadas mediante o uso de identificação biométrica, sistema de leitura do padrão vascular da palma da mão – adotado pela instituição em 2007.

Segundo o Bradresco, atualmente, cerca de 93% dos mais de 35 mil terminais de autoatendimento da rede do banco estão equipados com o dispositivo. “Nossa equipe trabalhou focada no desenvolvimento de um produto exclusivo com a utilização da biometria. Mais de 12 milhões de clientes do Bradesco já utilizam a identificação biométrica como forma de acesso às transações financeiras nos terminais”, afirmou, em comunicado, o diretor dos Canais Digitais do Bradesco, Luca Cavalcanti.

Para fazer retiradas da conta corrente ou da conta-poupança sem o cartão de débito, o cliente terá que digitar os números de sua agência, conta e dígito, e informar a titularidade, quando a conta for conjunta. Mesmo com o uso da biometria, as operações só serão finalizadas após o cliente informar a senha de seis dígitos.

Os limites de saques disponíveis são os mesmos das operações realizadas com o cartão de débito.

O Bradesco destaca, entretanto, que “o cliente deverá estar cadastrado no sistema de biometria do banco, o que pode ser feito em qualquer agência, por meio de apresentação de um documento com foto”.

(G1)

Bancos privados demitiram 9 mil bancários de janeiro a setembro de 2012

Demitido-LUZ-Loja-de-Consultoria

Os bancos privados aceleraram o ritmo de demissões neste ano. De acordo com o Dieese, 9.080 bancários foram dispensados entre janeiro e setembro, o equivalente a 3,2% do total de empregados registrado em dezembro passado. Considerando o saldo entre novas contratações e cortes, o resultado fica negativo em 7.286 vagas.

Esses números poderiam ser piores caso o Dieese já tivesse incluído as mil demissões feitas pelo Santander na semana passada, das quais 415 foram revertidas pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo depois de pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

De janeiro a setembro do ano passado, as instituições financeiras privadas haviam contratado mais 8.512 empregados. O corte dos funcionários ocorre no momento em que a taxa básica de juros Selic está no histórico patamar de um dígito. Com a redução, as instituições viram seus ganhos crescerem em ritmo mais lento, mas, ainda assim, registraram lucratividade acima da de outros setores da economia. O lucro de 25 instituições no terceiro trimestre atingiu R$ 11,29 bilhões, segundo pesquisa da consultoria Economatica.

Admitidos ganham menos

O Itaú Unibanco teve lucro de R$ 10,102 bilhões de janeiro a setembro. Mas, segundo o Dieese, foi o que mais demitiu neste ano: 7,8 mil. O Bradesco, que lucrou R$ 8,48 bilhões até setembro, cortou 584 pessoas. O Citibank demitiu 665 nos primeiros nove meses e anunciou na semana passada que fechará 14 das 198 agências no país. O Santander, até setembro, tinha saldo positivo de 518 empregos. Mas só nos últimos dias cortou mil, com o argumento de adaptar sua estrutura ao mercado. Uma nova audiência de conciliação foi marcada para hoje no TRT entre o banco e sindicalistas.

“Buscamos uma justificativa para isso, mas não encontramos. Acreditamos que está havendo uma reestruturação do segmento financeiro, mas para o lado oposto. Enquanto os bancos públicos ganham concedendo mais empréstimo, os privados demitem para tentar fechar os ciclos com resultados e índices de eficiência mais altos”, disse Ademir Wiederkehr, diretor da Contraf.

Os dados também mostram que a remuneração média dos bancários está caindo. Enquanto o salário dos demitidos estava em R$ 4 mil, o dos admitidos é de R$ 2,5 mil, diferença de 38,39%.

Procurados, Itaú, Citi e Santander disseram que não comentariam o assunto. O Bradesco, por sua vez, disse que “as demissões ocorreram dentro da rotatividade normal do quadro de pessoal do banco”.

Analistas afirmam que o setor está passando por uma adaptação. Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating, disse que esse é um “cenário nunca visto no setor”.

“Os bancos estão num cenário nunca visto, de redução de juros e spread, concorrência acirrada e inadimplência. São coisas que os bancos nunca viram. Este ano e 2013 serão muito delicados.”

(Agência O Globo)

VISITANTES TOTAIS

  • 8,654,567 visitas

VISITANTES ON-LINE

SAUDAÇÕES

Sejam tod@s muito bem vind@s!

O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

MEDIADOR

. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

MÚSICA

Direito a Liberdade de Expressão

"Todo o indivíduo tem direito a liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão". Art.19 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, promulgada em 10 de dezembro de 1948.
free counters