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Arquivo para abril 4, 2011

Mercado de luxo europeu resiste à crise e apresenta crescimento

A quota de mercado da Europa no mercado global de produtos de luxo cresceu para 37% em 2010 face aos 35% registados em 2004, ao mesmo tempo que a percentagem de investimentos no continente americano e no Japão caíram, de acordo com dados da fundação Altagamma, uma associação do comércio italiano de artigos de luxo.

Por exemplo, as vendas do Grupo Gucci na Europa, marca que detém a Gucci e a Yves Saint Laurent, cresceram 13% em 2010 depois da quebra de 6,5% no ano anterior. Já as vendas da Hermès International, fabricante das malas Kelly bag, conquistaram um aumento de 18% no ano passado, o dobro do verificado em 2009.

Quer isto dizer que apesar de meses de recessão económica e da crise de dívida soberana, os consumidores europeus gastaram mais em produtos de luxo.

De acordo com o ‘The Wall Street Journal’, a recuperação das vendas de roupas, acessórios e jóias caras, particularmente em países como a França e a Itália, está a levar os gigantes do sector a investir nos países de origem depois de uma década em busca de novos clientes nos mercados emergentes.

“O mundo não é só a Ásia”, disse Francesco Trapani, presidente da fabricante de jóias italiana Bulgari, ao jornal americano. “A Europa ainda é uma parte muito importante do negócio”, acrescentou o responsável da empresa que está a ser comprada pela LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton.

Exemplo da aposta na Europa, a Bulgari abriu recentemente uma nova loja em Amesterdão e renovou a lija de Nápoles, em Itália.

Mas a recuperação do mercado de produtos de luxo europeu deve-se, em parte, a influências asiáticas, nomeadamente ao aumento do número de turistas chineses que viajam para França e Itália, nota o WSJ, acrescentando que os chineses que visitam França já são os maiores consumidores de produtos de luxo entre os estrangeiros, representando 29% dos gastos totais com produtos deste tipo, de acordo com dados da Sanford Bernstein.

As contas anuais de algumas das principais casas de luxo do mundo também mostram que 2010 não parece ter sido um ano de crise no sector. O lucro da Christian Dior, por exemplo, cresceu 72% para 3.269 milhões de euros no ano passado e também as vendas da casa francesa aumentaram para 21.123 milhões de euros em 2010 (17.745 milhões em 2009).

No mesmo sentido, também o lucro da Louis Vuitton cresceu 29% no ano passado, para 4.321 milhões de euros, face a 2009. As vendas, por seu turno, subiram 20% para 20.320 milhões de euros em 2010.

 (Portal Sapo Econômico – Portugal)

“Brasil é o melhor país do mundo para investir”, diz presidente da Samsung

Segundo JW Kim, país tem crescimento sustentável e deve assumir a terceira posição no ranking de maiores mercados da fabricante coreana este ano.

SANTIAGO - “O Brasil é o melhor país do mundo para investir hoje em dia”. O otimismo não vem de um político governista, mas de JW Kim, o executivo responsável pelas operações brasileiras da maior fabricante de eletrônicos do mundo, a Samsung.

Em entrevista ao IDG Now!, Kim comemorou o crescimento de 50% da empresa no país no ano passado, um número que impressionou o quartel-general na Coreia. “Há dois anos, o Brasil era a sétima operação da Samsung no mundo. Hoje é a quinta”, disse. E a missão do executivo não é modesta: tornar o mercado brasileiro o terceiro maior, ainda este ano.

Além disso, ele irá trabalhar para que a empresa cumpra outra de suas metas, a de ser líder em todos os segmentos em que atua. Segundo Kim, no final do ano passado a fabricante assumiu a liderança no setor de celulares. Agora, o objetivo é brigar pelo topo nos setores de câmeras digitais, notebooks e até de ar-condicionado.

Para isso, ele espera tornar a marca “mais conhecida e amada” no Brasil, por meio de campanhas corporativas e produtos mais “localizados”, o termo em negócios para dispositivos mais adaptados às necessidades e particularidades de determinado mercado.

Kim disse que a fabricante está estudando até a fabricação local de sua imensa linha dos chamados “home appliances”, que incluem aparelhos como geladeiras, fornos de microondas, secadoras, lavadoras de roupa e de louça e até aspiradores robotizados. “Estamos analisando com atenção, porque isso investimentos na casa de bilhões”, disse.

Outro desafio é reorganizar a empresa para que ela lide melhor com os canais e com o setor corporativo. “A convergência dos produtos está nos levando a isso”, disse.

Infra-estrutura e inflação
No entanto, claro, há obstáculos. “O Brasil precisa melhorar muito em infraestrutura, principalmente estradas e portos. A logística aqui é muito complicada”, reclamou. 

Já há selva tributária foi até poupada, em termos. “Por um lado, tudo aqui fica muito mais caro do que eu gostaria”, disse. “Porém, as taxas funcionam como uma barreira para fabricantes que não produzem localmente”, argumentou o executivo. Outros pontos que o preocupam são a excessiva valorização do real, o que atrapalha as importações, e a temida volta da inflação.

No balanço geral, no entanto, ele está otimista com o crescimento do país, e o considera sustentável. “Os fundamentos da economia são sólidos, e  não parece haver risco algum no futuro próximo”, disse Kim.

(IDG Now)

Ranking aponta as 20 maiores redes supermercadistas do País

O 34º Ranking Abras 2011, elaborado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), confirma os bons resultados de 2010 para o setor supermercadista brasileiro. No ano, as vendas do autosserviço somaram R$ 200,1 bilhões, percentual 13,9% superior ao de 2009, em valores nominais.

“O resultado é muito positivo. Além do faturamento, todos os números da Pesquisa Ranking mostram a evolução do setor supermercadista brasileiro, que tem muito potencial de crescimento nos próximos anos, não só com a venda de alimentos, mas como empresas de negócios com atuação diversificada em áreas como fast-food, eletroeletrônica, farmácia, atacado, postos de gasolina, etc.”, afirma Sussumu Honda, presidente da Abras.

O faturamento das 20 maiores empresas evoluiu 20,01%, de acordo com o estudo, elaborado pela Abras em parceria com a Nielsen, passando de R$ 96,5 bilhões, em 2009, para R$ 115,8 bilhões em 2010.

Os quatro primeiros colocados no Ranking Abras, em 2010, são: Pão de Açúcar (faturamento de R$ 36 bilhões), Carrefour (R$ 29 bilhões),Walmart (22 R$ bilhões) e GBarbosa (R$ 3,5 bilhões). A pesquisa completa do Ranking Abras 2011 será publicada na Revista SuperHiper e divulgada em coletiva de imprensa, no final do mês.

(Portal Fator Brasil)

São Paulo está entre as 20 cidades com maior produção acadêmica do mundo

Um relatório divulgado na Grã-Bretanha diz que São Paulo subiu da posição 38 para o 17º lugar em um ranking de cidades com mais publicações científicas no mundo.

De acordo com o estudo feito pela Royal Society, a academia nacional de ciência britânica, a evolução da capital paulista nesse setor “reflete o rápido crescimento da atividade científica brasileira”.

O relatório, chamado Conhecimento, Redes e Nações: A Colaboração Científica no Século 21, analisa a publicação de trabalhos científicos por país no período entre 1996 e 2008.

O documento indica que o Brasil e outros países emergentes, liderados pela China, estão despontando como grandes potências na área de produção de estudos científicos, capazes de rivalizar com países que têm tradição nessa área, como os Estados Unidos, nações da Europa Ocidental e o Japão.

A representatividade dos estudos brasileiros teve leve aumento: entre 1999 e 2003, eles equivaliam a 1,3% do total de pesquisas científicas globais. Entre 2004 e 2008, essa porcentagem subiu para 1,6.

Mas “as reduções significativas no orçamento de ciência em 2011 levantam preocupações”, diz o relatório. Em meio aos cortes de R$ 50 bilhões anunciados pelo governo no orçamento federal, o Ministério de Ciência e Tecnologia deve perder R$ 1,7 bilhão.

China

Segundo o levantamento, o desempenho da China é ”particularmente notável” – a publicação de documentos científicos do país superou as do Japão e da Europa nos últimos anos.

O país asiático só é ultrapassado pelos Estados Unidos, mas deve superá-los antes de 2020, se a atual tendência continuar.

Em 1996, os Estados Unidos tinham produção científica dez vezes maior que a chinesa; hoje, sua produção, com crescimento menor, não chega a ser o dobro da do país asiático.

No entanto, o relatório diz que ”ainda demorará algum tempo para que a produção dessas nações emergentes esteja à altura de ser uma referência para a comunidade científica internacional”, ressalta a pesquisa.

Áreas específicas

O estudo diz que há avanços em áreas específicas da ciência em alguns países, entre eles o Brasil.

”Existe diversificação de alguns países demonstrando lideranças em setores específicos, como a China em nanotecnolgia, e o Brasil em biocombustíveis, mas as nações avançadas do ponto de vista científico continuam a dominar a contagem de citações.”

A pesquisa também identificou nações emergentes no campo da ciência que não costumam ser associadas a uma base científica forte, como o Irã, a Tunísia e a Turquia.

As projeções feitas pelo relatório “sugerem que o sistema científico global está se desvencilhando de seu padrão anterior”.

“China e Coreia do Sul cumprem com suas ambiciosas metas de investimento em pesquisa e desenvolvimento, enquanto economias como Brasil e Rússia também prometem recursos substancialmente maiores para pesquisas.”

Com isso, é possível que nações emergentes – Brasil incluído – superem os investimentos de países como Japão e França no setor.

(BBC Brasil)

Brasil é o 31º país no ranking que mede habilidade no idioma inglês

O Brasil ocupa a 31ª posição no ranking que mede a habilidade na língua inglesa entre adultos, segundo o EF English Proficiency Index (EPI), primeiro índice que compara a habilidade em inglês de adultos de vários países. A divulgação foi feita pela instituição internacional Education First (EF).

O estudo é feito com base em testes de inglês feitos por 2 milhões de pessoas adultas na faixa etária de 16 a 30 anos, no período de 2007 a 2009. O EF EPI mostra que os quatro países que formam o grupo do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) têm qualificação similar, com posições próximas no ranking. A China ocupa o 29º lugar, a Índia em 30º e a Rússia ficou com a 32ª colocação.

O estudo aponta que entre os países da América Latina, o Brasil teve a melhor posição.

( Agência Brasil)

Médicos conseguem separar as gêmeas siamesas Clara e Clarice

Uma cirurgia permitiu a separação das irmãs gêmeas siamesas Clara e Clarice, que nasceram unidas pelo abdome.

A família vive em Santa Quitéria, no sertão do Ceará, e viajou a São Paulo para que a cirurgia fosse feita no Hospital das Clínicas.

A equipe médica responsável decidiu dividir o fígado que era compartilhado pelas meninas em duas partes iguais. Depois, os médicos reconstruíram a parede do abdome com um material sintético.

Os pais ficaram muito apreensivos durante toda a cirurgia, que durou aproximadamente quatro horas, mas se tranquilizaram com a notícia de que as duas meninas passaram bem pelo procedimento.

Agora, as meninas ficam sob supervisão médica para que tenham uma boa recuperação. Elas devem voltar para o Ceará nos próximos dias. 

Assista ao vídeo:

http://noticias.r7.com/saude/noticias/medicos-conseguem-separar-as-gemeas-siamesas-clara-e-clarice-20110404.html

Fortaleza perdeu 90% de cobertura vegetal em 35 anos

Segundo o Inventário Ambiental de Fortaleza nos anos 1968 e 2003, a cidade perdeu cerca de 90% de sua cobertura natural. Isso coloca o fortalezense em contexto de baixa qualidade de vida, pois existe menos de 4 m2 de área verde por habitante na cidade. Em 1968 a cidade tinha 66% de áreas verdes. Em 2003, o Município contava apenas com 7% de vegetação, representando uma perda de quase 90%.

Quem mora em Fortaleza sente na pele o que é viver numa cidade cheia de problemas ambientais. As agressões tanto à natureza quanto aos moradores da cidade parecem não ter fim – e nem alternativas. Na verdade, as soluções existem, apontam especialistas. E todas começam no mesmo lugar: numa mudança na forma de encarar os problemas por parte do Poder Público. Fato que está longe de acontecer. Promessas existem, mas ficam no vazio do plano das ideias, nada mais.

Sem um plano de arborização, aponta a arquiteta Mariana Reynaldo, a cidade tem perdido gradativamente os espaços verdes. As vias estão cada dia mais desnudas devido o corte de árvores de forma indiscriminada ou a queda de algumas espécies. “Isso sem falar de verdadeiros absurdos contra o meio ambiente como a destruição das raízes para a construção de canteiros ou a passagem de tubulação”, aponta ela.

O fato denunciado pela arquiteta foi constatado pela reportagem do Diário do Nordeste. Em plena Avenida Jovita Feitosa, numa obra do Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor), operários cortaram as raízes de árvores para fazer o canteiro central. A direção do Programa não se pronunciou até o fechamento dessa edição.

A questão, aponta o engenheiro agrônomo Pedro Henrique Albuquerque, é que Fortaleza se transformou numa cidade de concreto. Na média, o município possui menos de quatro metros quadrados de área verde por habitante, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) define um mínimo de 12 m²/hab para uma boa qualidade de vida. A cidade de Maringá (Paraná), considerada referência nacional em meio ambiente sustentável, possui 13,6 m2 de área verde por habitante.

Plano

A Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam) promete implantar um Plano de Arborização para “logo”. Promessa contestada pela bióloga Joana Marinho. “Faz tempo que ouço falar sobre isso e entra ano e sai ano e fica por aí mesmo”.

Para moradores do entorno de avenidas como a Carapinima, como a estudante Érica Araújo, não dá mais para esperar tanto tempo. “Aqui é um verdadeiro deserto do Saara sem um pé de árvore”. Pelo visto, a situação tende a perdurar. A Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb) já avisou que ali, devido ao Metrô de Fortaleza, tudo ficará como está: só asfalto.

Informação essa que não surpreende especialistas como o engenheiro agrônomo Antonio Tavares, professor da Universidade Federal de Parnaíba. De acordo com ele, “parece que estamos andando na contramão da história”. Como a cidade não foi planejada levando em conta a arborização urbana, aponta, existem poucos espaços disponíveis para receber árvores.

Além disso, a vegetação urbana de Fortaleza é tão irrisória que pouco pode contribuir para a melhoria do ambiente térmico da cidade. Para o professor Tavares, em seu blog “Árvores do Tavares”, o problema ambiental mais grave de Fortaleza consiste tanto na falta de vegetação, quanto no manejo inadequado das poucas árvores que restam, que consiste em podas abusivas. Os canteiros criaram um problema adicional. Eles são excessivamente estreitos e impermeabilizados. As raízes precisam de oxigênio e água para se desenvolverem. O aumento da impermeabilização aumenta também os riscos de enchentes.

O vereador João Alfredo, calcula que o nosso déficit seja de três mil hectares de área verde. “Além de não termos uma política de preservação nem de arborização, muitas vezes, se autoriza, como no caso do bosque da Aldeota, a supressão de todas as árvores do terreno para empreendimentos imobiliários”, aponta o parlamentar.

Nos últimos seis anos, apenas duas unidades de conservação foram criadas em Fortaleza: uma pela Prefeitura, na Sabiaguaba, outra pela Câmara, nas Dunas do Cocó, por autoria nossa. “Em suma, falta à cidade uma política pública ambiental”. Segundo ele, a tendência mundial consiste em adotar modelos de planejamento e gestão urbana que seguem premissas ecológicas. “A cidade não é mais considerada como uma antítese da natureza e sim parte dela”, assevera.

Sensação térmica tem razão de ser

A ocupação desordenada do solo, a ausência de arborização, a retirada da cobertura vegetal de maneira extensiva têm reflexos no clima e consequências diretas na qualidade de vida. O alerta da engenheira agrônoma, Célia Regina do Amaral, é compartilhada pelo meteorologista José Maria Brabo, da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Segundo Brabo, a amplitude térmica da cidade – a diferença entre as temperaturas máximas e mínimas – vem diminuindo gradativamente. Atualmente na quadra chuvosa, explica ele, a temperatura de Fortaleza fica entre 27º a 28º. A partir de julho, já em tempo seco, o termômetro mede entre 29º e 30º.

Segundo ele, as variáveis que atuam para a sensação térmica mais quente ou fria são a umidade relativa do ar e os ventos. Quanto maior a umidade, maior o calor. Os ventos são responsáveis por atenuar esse quentura toda e eles estão sendo “barrados” tanto pela verticalização quanto pela impermeabilização do solo.

Onde existe muito asfalto e pouca arborização o desconforto térmico piora. Isso procede cientificamente, explica Brabo. É exatamente em decorrência da diminuição dos ventos e sua velocidade. Ele lembra que há uns sete anos a brisa vinha do oceano a uma velocidade média de 12 km por hora. Hoje, devido aos prédios, asfalto e falta de árvores, consegue chegar a 10km por hora. Indignada com a situação, a engenheira agrônoma Célia Regina aponta que os gestores de Fortaleza parecem ignorar que toda tomada de decisão urbana resulta em impactos ambientais para a cidade, e uma delas é o aumento sensação térmica.

Emlurb

O responsável pela poda das árvores da Empresa de Limpeza de Limpeza e Urbanização (Emlurb), Franzé Sidrão, reconhece que é preciso fazer mais do para salvar as áreas verdes. Por mês, a empresa corta, em média, 80 árvores em risco e promove a poda de 1.500.

A poda também é alvo de questionamentos. Sidrião rebate a crítica afirmando que todo o corte é realizado depois que um laudo é feito por técnicos do Distrito Ambiental de cada Regional. E diz que para cada árvore cortada, duas devem ser plantadas na cidade.

(Diário do Nordeste)

França acha corpos e destroços do voo 447 dois anos após acidente

Corpos de passageiros do voo 447 da Air France, que caiu sobre o Atlântico há quase dois anos, após decolar do Rio de Janeiro, foram encontrados dentro de uma grande parte da fuselagem localizada no mar no domingo

A afirmação foi feita nesta segunda-feira pela ministra francesa dos Transportes, Nathalie Kosciusko-Morizet.

De acordo com Kosciusko-Morizet, os corpos no interior do avião poderiam vir a ser identificados.

“É uma parte importante do avião, cercada por destroços. É uma parte que permaneceu praticamente intacta, em uma única peça”, disse a ministra.

Segundo ela, essa descoberta “dá aos investigadores esperanças de localizar rapidamente as caixas-pretas do avião”.

O voo AF 447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris, desapareceu dos radares na noite de 31 de maio de 2009 (pelo horário brasileiro) com 228 pessoas a bordo.

Somente cerca de 50 corpos foram encontrados, pouco após a catástrofe.

QUARTA FASE DE BUSCAS

O secretário-executivo dos Transportes, Thierry Mariani, também afirmou nesta segunda-feira, em entrevista à radio France Info, que corpos foram localizados na área da fuselagem.

“Em razão do aspecto sensível, guardamos os detalhes para as famílias das vítimas, que serão informadas com prioridade”, disse Mariani.

A descoberta da fuselagem ocorre pouco após o início da quarta fase de buscas do avião, no dia 25 de março, em uma nova área de 10 mil quilômetros quadrados que não havia sido vasculhada até então.

Esta quarta fase de buscas era considerada como a “operação da última chance” para encontrar as caixas-pretas do avião.

“Pudemos identificar nas fotos que foram tiradas por um dos robôs submarinos diferentes elementos do avião, principalmente os motores”, disse Jean-Paul Troadec, diretor do Escritório de Investigação e Análises da França (BEA, na sigla em francês), órgão responsável pelas investigações sobre as causas do acidente.

“Na realidade, é a descoberta da fuselagem”, afirmou Troadec. Até então, a única grande peça do avião da Air France localizada tinha sido o leme do Airbus.

No domingo, o BEA havia informado que além dos motores, partes das asas também haviam sido encontradas.

Troadec afirmou ainda que como o barco americano Alucia, utilizado atualmente nas buscas, não está equipado para retirar a fuselagem do oceano, uma nova expedição será iniciada nas próximas semanas para resgatar os destroços.

CAIXAS-PRETAS

Os investigadores do BEA não têm certeza, no entanto, se as caixas-pretas, caso sejam encontradas, estarão conservadas o suficiente para que os dados técnicos gravados e as conversas dos pilotos possam ser analisadas.

“As caixas-pretas estão mergulhadas há quase dois anos. É preciso encontrá-las e que elas estejam em estado de funcionamento. É uma das incertezas da operação”, disse o secretário-executivo dos Transportes.

Os especialistas do BEA afirmam que é indispensável encontrar as caixas-pretas do avião para identificar as causas do acidente.

“É importante para as famílias das vítimas e para a aviação civil compreender as causas desse acidente para evitar acidentes semelhantes”, afirmou Mariani.

Até o momento, o BEA afirma que os sensores de velocidade do avião, os chamados tubos Pitot, são um dos elementos que provocaram problemas no avião, mas não a causa do acidente.

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Juiz Aristófanes Vieira Coutinho é acusado de atropelar e matar motociclista na Washington Soares

Um motociclista foi atropelado por volta das 3h desta segunda-feira, 4, próximo ao Centro de Eventos, na avenida Washington Soares, em Fortaleza. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o acusado de atropelar Henrique Maria da Silva, de 23 anos, é o juiz Aristófanes Vieira Coutinho Júnior, de 46 anos.

A PRE afirma que eles trafegavam no mesmo sentido no momento da colisão. Após o acidente, a motocicleta foi arrastada por mais de 1km. O motociclista ainda chegou a ser socorrido, mas faleceu a caminho do hospital.

De acordo com informações do policial Samuel, da PRE, o juiz Aristófanes Vieira se recusou a fazer o teste do bafômetro. O juiz foi levado ao 2º Distrito Policial. 

(O Povo Online)

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O blog diálogos políticos é uma iniciativa da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários do Ceará. Nosso objetivo é possibilitar o intercâmbio de informações entre as pessoas interessadas nos mais diversos temas da conjuntura brasileira.

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. Geógrafo e Funcionário da Secretaria de Formação do SEEB/CE. Atua na CCP-Banco do Brasil e CCV-Caixa. Diretor da AESB e Delegado Sindical do SINTEC-CE.

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