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Ceará e Nordeste

Governo “com alma e coração de mulher”

O compromisso do título acima com todas as mulheres e homens do país foi assumido pela candidata Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) na convenção que oficializou sua candidatura no fim de semana (domingo), em Brasília.

A candidata assegurou o prosseguimento da administração e das políticas atuais e antecipou como isso se dará: “O nosso presidente Lula mudou o Brasil e a nação, por causa dessa mudança, quer seguir mudando. A continuidade que o Brasil deseja é a da mudança que nós conseguimos consolidar no governo do presidente Lula. É seguir mudando para melhor”. Fazendo um governo, completou “com alma e coração de mulher”.

Dilma sai candidata com a maior coligação partidária da história do país em apoio a um postulante numa eleição presidencial; uma aliança coesa que lhe garante palanque forte em todos os Estados; com um vice-presidente, deputado Michel Temer (PMDB-SP); em situação de empate com o principal adversário nas pesquisas de intenção de voto – ganhando, inclusive, em várias delas; e com programa de governo de metas e rumo definidos para o país.

Ela rebateu as críticas dos adversários de que sua campanha divide o país, ao defender uma eleição plebiscitária em que a população vai avaliar os governos dos presidentes Lula e FHC. “Nesta campanha nós vamos debater em alto nível. Vamos mostrar ao povo que somos diferentes dos outros candidatos, mas depois de eleitos vamos governar para todos os brasileiros”, tranquilizou Dilma, numa contestação de resto desnecessária, já que os brasileiros não só não acreditam nessa história da oposição como entendem a acusação, feita para fugir da comparação tão temida pelo candidato conservador.

Governavam só para um terço da população

“O tabu mais importante que derrubamos foi o de que era impossível governar para todos os brasileiros. Historicamente, quase todos os governantes brasileiros governaram para 1/3 da população. Para muitos deles, o resto era peso, estorvo e carga”, destacou Dilma, em outro trecho de seu pronunciamento em que retratou com fidelidade a prática de governos anteriores aos do presidente Lula.

Dilma também relacionou as prioridades de seu futuro governo: investimentos em saúde, educação e em infra-estrutura. Na educação, a criação de creches e maiores aplicações nos ensinos técnico e superior, além de tratar os professores com a dignidade que estes merecem e não com polícia, cassetete e repressão como ocorreu na recente greve de professores paulistas quando o candidato a presidente pela oposição, José Serra, era governador.

Já na saúde, detalhou, “nossas prioridades estarão baseadas em três pilares: financiamento adequado e estável para o Sistema; valorização das práticas preventivas; e organização dos vários níveis de atendimento, garantindo a assistência básica, ambulatorial e hospitalar de alta solução em todos os Estados.”

(Zé Dirceu)

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