Quem disse que a greve dos bancários acabou? No Banco do Nordeste continua!

A greve dos funcionários do Banco do Nordeste do Brasil S/A, no seu 28° dia, já é a maior dessa década e tudo indica que vai passar de um mês.

Greve do funcionários do Banco do Nordeste é mais complicada e pode se arrastar por muito mais tempo.  Os grevistas do Banco do Nordeste do Brasil S/A realizam assembleia nesta quinta-feira, 21, nos Passaré, em Fortaleza (CE) e cidades onde o banco tem agência para discutir a situação da paralisação. Por lá a greve parece ser mais complicada, uma vez que a direção do banco adiou para a próxima segunda-feira, 26, a rodada de negociação que estava agendada para quinta-feira, em Fortaleza.

O banco está parado desde o dia 24 setembro. A categoria reivindica 10% de reajuste salarial, com maior participação nos lucros e resultados (PLR) e contratação de mais funcionários.

No seu desembarque, na tarde desta quarta-feira (21), na rota de Brasília, o presidente do Banco do Nordeste (BNB), Roberto Smith, informou que os bancários não terminaram com a greve, apenas em alguns municípios no Estado do Ceará, mas que continua nos demais Estados. “Ela está nos preocupando, porque vai interferir nos resultados do banco e nós estamos envidando todos os esforços no sentido de poder trabalhar as negociações para ver se chegamos a bons termos com os entendimentos”, disse ele.

Perguntado sobre o que foi projetado, aonde haveria a maior queda, ele preferiu dizer que “seria de uma maneira geral”, mas excetua os grandes projetos, porque são tratados aqui pela Direção Geral, especialmente, os de seguimentos populares, como o Crediamigo, Pronaf e os de pequenas e médias empresas.

Roberto Smith revelou que estava indo a Brasília participar da solenidade de posse de José Múcio como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, participará de uma reunião nesta terça e quarta-feira no Ministério da Fazenda, quando será tratado o problema da paralisação dos servidores, e também marcará presença numa audiência pública no Senado em torno de um projeto de lei, de autoria do senador Tasso Jereissati, “que devemos discutir” e se relaciona com o Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf).

Ainda com relação ao projeto do senador Tasso, Roberto Smith disse que iria mostrar ao relator que “apesar de ele ter uma boa intenção com relação aos fundos constitucionais, o projeto no momento não é bom para o banco e tampouco para o programa que atende a agricultura familiar nos segmentos de menor renda”.

Fonte: Vooz.com.br

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